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8 Diários de Ciel 7: Sentimento Declarado


Notas iniciais
Espero que gostem ^--^ Recadinho nas notas.

Diários de Ciel 7: Sentimento Declarado

15 de Maio de 1889

Tivemos aulas de montaria hoje. Como eu previra, não foi das melhores. Eu até consegui montar no bicho e continuar em cima dele, afinal, já havia montado antes. Com a presença, ajuda e supervisão do meu pai.

Consegui fazer o cavalo percorrer um bom pedaço de terra num trote agradável para nós dois, mas não sei que loucura deu no animal, ele saiu em disparada. O fiz parar a certa altura, puxando as rédeas. O bicho se aborreceu.

O cavalo ergueu-se sobre as patas traseiras repentinamente e lançou-me ao chão. Gemi com a dor e fiquei imóvel alguns minutos para ter certeza se estava tudo bem comigo. Escutei barulho de cascos, imaginei que fosse meu cavalo maluco voltando para pisotear-me; não era ele. Sebastian desceu de seu cavalo num salto, como se já fosse um cavaleiro muito experiente. Ele ajoelhou-se ao meu lado e curvou-se sobre mim.

– Você está bem? Machucou-se? – Ele estava com o rosto tão próximo de mim, que me senti ruborizar.

Eu disse a ele que estava bem, e o esperei se afastar um pouco para que eu pudesse

levantar.

– Dói-lhe algo? – Ele continuava assustado, e me olhava preocupado, procurando, talvez, um arranhão, uma fratura ou sangue. – Tem certeza de que não quebrou nada?

– Só o meu ego – e o traseiro, pensei em dizer, mas pareceu vergonhoso demais.

Sebastian me ajudou a ficar de pé, e procuramos meu cavalo em volta. Ele sumira. Aquela criatura selvagem não nasceu para viver com uma sela nas costas, muito menos para estar numa escola. Ou talvez o bicho só não tivesse gostado de mim.

Sebastian se ofereceu para me levar de volta aos estábulos, mas me recusei, disse que eu poderia voltar andando.

– Não é aconselhável, Ciel. Você levou um tombo feio, precisa voltar e ficar um pouco em repouso. Além disso, estamos muito longe da escola, andar toda essa distância com sol na cabeça não vai lhe fazer bem.

Sebastian é bem insistente e irredutível quando está preocupado comigo. Ele montou em seu cavalo com grande facilidade, e estendeu a mão para mim. Eu ainda estava um pouco contrariado, mas mesmo assim fui com ele. Montei atrás dele e me segurei em sua camisa, foi o bastante para levar outra bronca.

– Segure-se direito, Ciel! – ele soltou as rédeas e tomou minhas mãos, colocando-as em volta de sua própria cintura. – Segure-se firme ou vai acabar caindo novamente.

Fiz o que ele disse. E... O que vou dizer?

Eu enlacei a cintura dele com firmeza, segurando meu pulso esquerdo com a mão direita, como se meus braços formassem um cadeado. O gesto me obrigava a ficar colado as suas costas. Foi a primeira vez em que fiquei em contato físico com Sebastian por tanto tempo. Eu já havia cavalgado com meu pai daquela forma, mas a sensação que senti com Sebastian, foi algo muito diferente.

Eu pude sentir o calor emanando das roupas dele, pude distinguir o cheiro do seu perfume do cheiro do seu suor. A pulsação de seu coração jovem. Pude sentir uma sensação que eu não sei explicar. Um prazer agradável de estar em contato com ele. Minhas mãos suavam. O constrangimento voltou, e agradeci aos céus por ele não poder ver meu rosto vermelho naquele momento.

Ele continuou conversando comigo, mas para ser sincero, não prestei muita atenção. Minha mente não conseguia se fixar direito em sua voz, apenas em seu corpo entre os meus braços.

Quando voltamos aos Estábulos, Sebastian contou ao professor que eu havia caído. O professor ficou alarmado quando viu meu rosto vermelho, eu disse que estava com dor de cabeça, mentira. Eu estava era ruborizado de vergonha.

Fiquei duas horas na enfermaria e tive que tomar uma colher cheia de láudano. No tempo que fiquei lá, só consegui pensar em uma pessoa, e quanto tempo demoraria até ele vir me ver.

E ele veio.

Sebastian sentou-se em minha cama e perguntou se eu estava bem, gesticulei que sim. Ele verificou se não havia ninguém olhando e se inclinou para beijar-me a testa. Meu coração deu um salto.

– Descanse. Eu estou aqui – ele disse.

Fechei meus olhos. Eu não estava com sono ou cansado, só não queria ter de encarar seus olhos agora. Fiquei quieto. As mãos deles seguraram a minha, o calor familiar me acalmou. Ele ficou ali um bom tempo, até a enfermeira expulsá-lo.

Quando sai da enfermaria, encontrei Sebastian no corredor. Não consegui evitar o sorriso ao vê-lo. Ele me acompanhou até o refeitório, onde, infelizmente, tivemos que ir para diferentes mesas.

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23 de Maio de 1889

Devo estar doente ou algo parecido. Sentir-se assim não deve ser normal. Não me concentro nas aulas, e passo o dia inquieto e ansioso. Ansioso para vê-lo. Quando estamos juntos, basta ele ficar mais perto por um instante, ou olhar-me de um jeito diferente e meu coração acelera, minhas mãos ficam suadas e fico sem ar. Num repente, não sei mais o que dizer. As palavras me somem, o raciocínio foge.

Quando ele está lendo comigo, sinceramente, não consigo prestar muita atenção a história. Eu arrisco olhares disfarçados para seu rosto, para seu pescoço. A forma como seus lábios se movem a cada palavra pronunciada, me faz querer tocá-los. Quem sabe... até...

Aos sábados, quando podemos nadar no lago e assistir o treino da equipe de remo se não estiver frio demais para isso, me pego olhando para Sebastian em suas roupas de banho, admirando suas formas e feições. Seu corpo é mais desenvolvido que o meu. Seus músculos são mais visíveis e seu rosto já tem traços mais maduros.

Eu ainda pareço uma criança. Quem haveria de olhar para mim?

Eu ainda não sei nadar e Sebastian se ofereceu para me ensinar. Eu recusei, preferi ficar com o grupinho que seria ensinado por William T. Spears. William era um rabugento, mas pelo menos ele não provocava em mim as reações estranhas que Sebastian provoca.

Acho que eu morreria de vergonha se Sebastian presenciasse uma dessas reações estranhas.

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25 de Maio de 1889

Eu estava distraído, percorrendo os olhos pelas estantes da biblioteca do Instituto. Meus dedos deslizando por cada lombada e lendo um título atrás do outro. Nenhum atendia meu desejo, porém.

– O que você está procurando? – Sebastian chegou por trás, seu hálito quente em meu pescoço. A aparição repentina me fazendo saltar. Ele riu do meu susto, e eu fiquei irritado e envergonhado ao mesmo tempo.

– Um livro.

– E tem um título específico em mente? – Sebastian indagou e imediatamente pôs-se a procurar comigo. Ele é sempre assim, quando acha que preciso de ajuda em algo, se apressa em fazê-lo por mim.

– Estou à procura de um romance. Nenhum título em particular – eu tentei falar como se aquilo não fosse de grande importância. – Pode ser qualquer um.

– Um livro sobre romance? Não há muitos por aqui. Posso saber qual o motivo do súbito interesse? – Questionou sem olhar para mim. Seus olhos corriam pelos títulos das prateleiras mais altas.

– Motivo nenhum. Apenas pretendia dar uma variada nos meus gêneros de leitura.

– Como eu disse. Não há muitos por aqui. Os únicos romances que irá encontrar por aqui serão aqueles inseridos em outros gêneros. Mas romance puro, o foco principal do enredo, apenas se você pedir que lhe enviem de casa.

Senti-me decepcionado por um instante. Esperava encontrar algumas respostas neles, já que não podia sair perguntado a qualquer um.

– Por que não temos romances?

Sebastian olhou para os lados, para ter certeza de que estávamos sozinhos. E, ainda num tom baixo, principiou a fazer uma imitação do Sr. Griffith:

– O Diretor diz que são histórias para senhoritas e esta é uma escola para rapazes. Ninguém aqui haveria de ler tal tipo de literatura — Eu ri, e Sebastian voltou a sua voz normal. – Tolice! Em minha opinião. O amor é universal. Os homens também amam. O romance não é algo exclusivo das damas. Oh, veja! Temos um Romeu e Julieta aqui. Insistência do professor Warfield, que é apaixonado pelas obras de Shakespeare. Não é dos meus preferidos, mas você não vai achar outro romance por aqui.

– Por que você não gosta de Romeu e Julieta?

– Eu gosto muito do livro. Eu não gosto é do Romeu e da Julieta.

Não consegui evitar o riso.

– E qual é o problema com eles?

– Veja o Romeu. Ele não me agrada muito. Sempre tive a impressão de que ele é um sujeito volúvel e não confiável. Inconstante.

– Quer dizer que ele era um trapaceiro?

– Não nesse sentido. Não digo que ele era algum tipo de vagabundo ou pilantra. Digo no sentido amoroso. Romeu não era amorosamente confiável.

– Pelo que eu me lembre, ele era perdidamente apaixonado pela Julieta e estava disposto a morrer por ela. Isso não é ser amorosamente confiável?

– Sim. Mas, uma hora antes de conhecer Julieta, ele era perdidamente apaixonado por Rosalina.

Eu nem lembrava que havia uma Rosalina na história, tive que reler depois para conhecê-la. Na verdade eu não lembrava muitos detalhes, a primeira vez que li aquela peça, não dei muita atenção. Foi uma leitura por obrigação.

– Não poderia Romeu ter se apaixonado outro vez? – eu retruquei.

– Não digo que seja impossível. Mas não se esquece um amor tão grande de uma hora para outra, Ciel. Ou ele não amava verdadeiramente a primeira, ou não amava verdadeiramente a segunda. Você pode dizer-me que ele amava verdadeiramente as duas, pode até ser. Mas eu acho que ele não chegou a amá-las de fato. Talvez estivesse encantado e apaixonado verdadeiramente, mas é preciso tempo para amadurecer e para compreender se o que se sente é de fato amor. Quando gostamos muito de uma pessoa podemos acabar confundindo os sentimentos. Romeu e Julieta não esperaram, eles se lançaram de cabeça na paixão. Não digo que tenha sido errado, mas precipitado. Quem pode garantir que Romeu não se apaixonaria perdidamente por outra dama se Julieta não tivesse se mostrado prontamente receptiva aos seus galanteios?

– Você repreende Julieta por isso?

– Certamente não foi uma atitude muito apropriada para uma jovem, muito menos sensata, para qualquer um. Ela nem o conhecia. Ela nem chegou a conhecer outros jovens. Tinha catorze anos, o que ela sabia da vida?

– Você tem quinze anos.

– E sou mais ajuizado que ela. Sei que a paixão é traiçoeira, e nem sempre é exatamente como pensamos. E se depois de um mês ela conhecesse outro alguém que arrebatasse seu coração de um jeito que Romeu jamais seria capaz? E se ela acabasse descobrindo que seu sentimento por Romeu não passava de deslumbramento momentâneo e afeição súbita?

Ele pareceu triste a dizer aquilo. Senti uma sensação ruim no estômago. Engoli em seco e acrescentei:

– E se Romeu se apaixonasse por outra novamente?

– Exato!

– E quanto a Rosalina? O que acha dela?

– A admiro muitíssimo. Ela é determinada e firme em suas decisões e convicções. Ela resistiu aos galanteios do Romeu. Dos três, ela continuou viva. Isso significa alguma coisa, não acha? E terá tempo para decidir se quer mesmo ser freira, ou se mudará de ideia. E se algum dia ela se apaixonar, tenho certeza que ela será muito mais assertiva em suas decisões do que Julieta.

– Mas se você amasse Rosalina, e ela decidisse ser freira para sempre, você nunca a teria.

– Eu me conformaria em amá-la de longe. Respeitaria sua decisão.

– E ficaria sozinho para sempre? – aquilo me parecia muito triste.

– Nem todo amor pode ser consumado. Algumas pessoas simplesmente nasceram para amar alguém que elas jamais poderão ter. É como você sabe se o que sente é amor ou paixão. Não importa muito se essa pessoa vai te amar igual, ou se será sua, importa apenas que você continue ao lado dela. Olhar em seus olhos, ouvir sua voz, presenciar seus sorrisos, sentir seu perfume... estar próximo, ainda que com restrições.

Enquanto ele falava, meu coração aquecia. E eu senti um torpor me invadir, uma admiração inexplicável. Senti que gostava dele naquele momento mais do que em qualquer outro. Como se chama esse tipo de sentimento? Carinho e amizade são definições que não conseguem cobrir o que eu sinto. É maior que isso.

E novamente, a curiosidade sobre os sentimentos de Sebastian por mim me tomou. E naquele momento, eu precisava desesperadamente saber. Eu precisava que ele me dissesse.

– Há uma Rosalina na sua vida? Alguém que você queira muito, mas que lhe rejeita?

Sebastian me lançou um olhar penetrante, talvez procurando o que havia por trás da minha pergunta.

– Não é que me rejeita, mas não posso sequer pensar em me envolver romanticamente com essa pessoa. Seria errado.

– Então, nesse caso, a Rosalina é você... Você abdica do amor e da paixão, em nome da razão e da moralidade. Acho que você gosta da Rosalina porque ela representa o seu tipo de amor. Um amor ideal, puro, mas que não pode ser alcançado, só admirado. Ao contrário da paixão arrebatadora que consumia Romeu e Julieta.

– Que só os levou a morte. Qual a serventia?

Tentei argumentar que Romeu e Julita tinham sido felizes, mesmo que por um curto período.

– Eu sei quem é? – pressionei um pouco.

– Quem é quem?

– A pessoa que você gosta. É dessa escola?

– Como poderia ser?! – ele pareceu nervoso, inquieto.

– Se fosse, eu não o repreenderia.

Se o que ele temia era a minha reação, eu queria que ele soubesse que para mim, não havia problema se ele gostasse de um garoto.

Se gostasse de mim.

Sebastian me encarou subitamente ofegante. Abriu a boca, mas não disse nada. Se afastou em silêncio.

Se Sebastian realmente tem paixão ou amor por mim, está claro que ele não pretende dizê-lo. Talvez eu deva fazer alguma coisa a respeito.

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27 de Maio de 1889

É agora. Que loucura! Posso estar colocando nossa amizade em risco. Posso nos meter em encrenca. Mas é tarde demais para desistir.

Eu deixei um bilhete dentro do livro de álgebra do Sebastian, eu sabia que ele só pegaria esse livro agora. Estamos na biblioteca, ele está sentado três mesas a minha frente. Daqui, posso ver as reações dele quando ler.

O que eu escrevi foi:

O que tu escreveste em 4ª/parágrafo é a verdade? É o que realmente sente? Tem algum sentimento especial por mim, um que você não pode confessar? Sou eu a sua Rosalina? Se assim o for, saiba que não o desprezo por isso. Pelo contrário, acredito que sinto o mesmo.

Ele encontrou o bilhete... Está me procurando com os olhos. Olá Sebastian. Ele sorriu pra mim.

Está lendo agora.

Ele ficou quieto. Não ergueu os olhos ainda.

Está escrevendo alguma coisa.

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Carta de Sebastian Michaelis para Ciel Phantomhive

Meu caro amigo Ciel,

Se tu, finalmente, descobriste o que eu realmente sinto por ti, é sinal de que tua venda de ingenuidade caiu, e como eu me sinto culpado por isso.

Fiquei tão imensamente feliz em saber que sente o mesmo, que temo acordar a qualquer momento e descobrir que tudo não passou de um sonho. Mas, Ciel, realmente sente o mesmo que eu? Realmente entendeu o tipo de amor que sinto por ti? Perdoe-me por insistir na pergunta, não estou o chamando de mentiroso, mas sendo você tão gentil, temo que seria capaz de dizer que sente o que não sente apenas para não me ver triste; não estou o chamando de tolo, mas sua inocência é tão encantadora, e você é ainda tão pequeno, que temo estar exercendo uma influencia ruim sobre ti.

Prezo sua amizade mais que tudo.

Lembra-se o que eu disse sobre ter certeza sobre o que sentimos? É preciso ter certeza, Ciel, sentimentos não saram facilmente se forem feridos. E temo feri-lo, Ciel. Temo magoá-lo. Temo magoar a mim mesmo. Porque o que sentimos jamais pode ser revelado.

Precisamos conversar, mas sozinhos. E não por cartas.

À tarde, quando todos estiverem indo para os jardins, dê um jeito de ir até a sala da luneta. Lembra-se? Estarei te esperando lá.

Sebastian

27 de Maio de 1889

Acabei de receber a carta do Sebastian. Estou de certa forma aliviado por ele não ter me rejeitado. Mas estou nervoso quanto ao que ele pretende dizer. Nervoso quanto ao que acontece agora. Como será a seguir?

Estou indo para lá.

Notas finais
Olá, espero que tenham gostado. Finalmente esse romance vai de fato se firmar. Queria agradecer a todos os que comentaram e a paciência de vocês em me esperar. Agora, um assunto sério que quero conversar com vocês. . Quando comecei a postar fanfics, nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo, mas aconteceu. Alguém plagiou uma fic minha, e foi justamente esta. Um dia, uma leitora me chama e me avisa dessa fic que ela achou, com mesmo título, mesmas notas, mesmo enredo. Na verdade a pessoa só apagou o meu nome o resto continua intacto, até os avisos sobre minha outra fc, Phantomhive. Minha primeira reação foi incredulidade, mas a leitora me passou o link e vi com meus próprios olhos. Minha reação foi chorar feito boba, pois é, sou dessas. Imagino que quem me plagiou, lê o que eu escrevo, então, sabia que não fiquei zangada, nem estou. Fiquei triste e chateada, porque não entendo o que leva alguém a fazer isso. Fiquei dizendo a mim mesma como consolo que a pessoa gostou muito da história. Depois de uma notícias dessas, fiquei sem pique para escrever, mas aí umas pessoas maravilhosas, mesmo sem saber, levantaram meu ânimo. Mandando mensagens, escrevendo coisas legais no facebook, mandando fotos de cosplays dos personagens, os comentários, tudo isso me motivou a continuar. Para esclarecer, eu posto fics no Nyah Fanfiction e no Social Spirit, em ambos com o nome Tai Bluerose. Se virem minhas fics com outros nomes, não sou eu. Estou escrevendo isso para agradecer a vocês que sempre estiveram do meu lado, comentando ou não. É por vocês que escrevo. É por vocês que não desisto. Beijos da Tai.