Diário dos Sonhos

1 11/12/2016 - Festa na Escola?


Notas iniciais
Bem, depois de ficar até 04:49 da manhã assistindo um anime sobre armaduras mágicas, lutas entre dimensões e formas bem (aquela carinha) de recarregar as energias dos trajes, eu tive um dos sonhos mais esquisitos da minha vida, eu acho. Lá vai:

Eu estava levando aquelas três garotinhas que são filhas do Gru, de Meu Malvado Favorito para um tipo de parque de diversões, mas estava de noite, e não era o mesmo parque, é claro. Se parecia muito com o parque de um jogo de terror que eu vi uma gameplay na semana passada. Retomando, eu estava levando as garotas lá, e “eu” era eu mesma, e estava em primeira pessoa.

Até aí, tudo bem, mas então meu despertador tocou, e eu voltei a dormir. Era para o sonho ter continuado de onde parou, mas as meninas simplesmente falaram “agora que você acordou não tem mais graça, vamos fazer outra coisa”, e me tele transportaram para a prefeitura da minha cidade, que é onde meu pai trabalha. Como eu normalmente posso entrar de boas lá, eu entrei e fui direto na mesa do chefe do meu pai, não sei muito bem o porquê. Fiquei conversando com ele, e do nada me falou que eu deveria falar com minha mãe sobre alguns problemas de mulher. Quando eu percebi, quase todos os colegas de trabalho do meu pai estavam em mesas erradas (eu costumo ir lá sempre, então sei o lugar de cada um). Achei aquilo muito bizarro e fui procurar meu pai no setor dele, mas quando cheguei lá, era a minha mãe que estava sentada no lugar dele! Cara, que bug no cérebro! Nessa hora eu saquei que eu estava sonhando, então resolvi puxar papo com minha mãe, só para ver se a “mãe do sonho” era igual a “mãe de verdade”. Mas eu só consegui fazer com que ela me contasse que sabia de um segredo grave meu aí, e que ela, para tentar resolver, contou ele para a mãe de um garoto que gosta de mim! Sim, o garoto e a mãe dele existem, e na verdade eu contei para ele meu segredo, mas eu já resolvi. Mas enfim, estava só acontecendo coisa louca, então eu fiquei bem puta, peguei o celular da minha mãe e vi a conversa dela com a mãe do garoto, fiquei com raiva e fiquei chateada. Falei que ia embora, e saí da prefeitura.

Ela ficou me chamando e pedindo para eu não ir, mas eu fui. Ela ficou meio brava e pediu para as Tartarugas Ninja me procurarem, e do nada choveu algodão doce roxo.

Minha escola é na esquina de baixo do quarteirão da prefeitura, mas ela estava diferente. O muro estava pintado e as grades mais vermelhas que o normal, parecia sangue. Tinha uma música bem alta tocando lá dentro, e ao invés do portão de entrada ser em uma leve descida da rua, ele estava em uma subida violenta, eu tive que subir um morro gigante! Quando finalmente cheguei lá, tinha um monte de pré-adolescentes entrando igual formigas pelo portão. Eu nunca vi nenhum deles na minha vida, e todos aparentavam ter mais de 12 anos.

Quando entrei lá, percebi que eram 13:00 horas, ou seja, o turno da tarde estava começando, e como eu estava na prefeitura, não tinha ido para a escola. Fiquei desesperada e fui procurar o Eduardo, que é meu melhor amigo. Pegaria a matéria com ele, e tudo ficaria bem quando eu arranjasse um atestado falso para poder fazer as provas que eu havia perdido. Então fui até o fim do pátio e subi na escada, pois é lá que os membros do grêmio se reúnem para discutir as coisas, é um saco, não sei como ele aguenta... mas quando eu cheguei lá, percebi que quem estava fazendo aquela música, era ele! Ele estava tocando freneticamente uma bateria muito louca, elétrica misturada com a acústica, e os outros membros também estavam tocando alguns instrumentos, mas eu não prestei atenção. Assim que eu fui chamar ele, esbarrei em uma coisa redonda e brilhante no chão, e do nada começou a tocar Beatles, eu acho... os povos da escola agora estavam dentro de fantasias coloridas de ursos, raposas, galinhas... sim, fantasias baratas e malfeitas de FNAF, todas pulando e brilhando no refeitório, no pátio, em tudo!

Ele ficou meio bravo, disse que sou descuidada, falou que eu não dei pãozinho para ele (ele sempre faz isso) e disse que eu quase me atrasei para a festa de despedida. Fiquei sem entender nada né, mas nem deu muito tempo para pensar, quando olhei já tinha um palco muito alto no pátio todo, e chegou um careca, que não era o Gru, e começou a chamar uns povos, inclusive eu, para fazer uma apresentação interativa. Boa parte do resto do sonho eu fiquei pulando, dançando... estava divertido, mas eu falei “Caraca! Hoje é domingo e eu tenho que lavar roupas e meu despertador já tocou!!” e acordei...

Notas finais
Olhei no relógio e faltavam dez minutos pro meio-dia... primeira coisa que eu fiz foi escovar os dentes, correr na geladeira e pegar uma maçã, sentar na cama, ligar o notebook e escrever o mais rápido possível tudo que eu lembrasse desse sonho maluco. Fiz isso porque eu sempre esqueço dos meus sonhos, mas desse eu lembrei de quase todos os detalhes... É isso aí, acabou.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.