Diário do Apocalipse
22 Planos?
Notas iniciais
Boa leitura
Dia 01 de Novembro 2014
Depois que sai da casa de Bryan voltei para casa e fiquei assistindo televisão. Já estava passando da meia noite quando todos voltaram para casa, inclusive Enrico.
- Estou indo tomar banho e dormir — Disse Enrico subindo as escadas
- Cara eu vou fazer o mesmo — Disse Rick
Depois disso subiu todos menos Cibelli
- Perdi algo na reunião com Chaz? — Perguntei para Cibelli que se sentou encostada em meu peito
- Ele te contou sobre a muralha?
- Contou o que?
- Que ela foi destruída propositalmente por eles, para fazerem um teste com a gente...
A princípio pensei em falar "Que merda é essa que eu não estou sabendo?", mas entendi que Chaz não queria que eles soubessem das coisas que eu sabia
- Ah sim, eu sei disso.
- Então não perdeu nada. — Sorriu ela
- Vai tomar banho e eu subo para dormimos — Falei
- Primeiro um beijo — Disse ela
Eu a beijei e ela subiu para tomar banho. Depois de alguns minutos subi e preparei uma mochila para viajar no dia seguinte e quando Cibelli saiu do banho guardei e fui dormir com ela.
Dia 02 de Novembro de 2014
Já estavam dando seis horas da manhã quando levantei com cuidado, por sorte não acordei Cibelli que dormia ao meu lado. Abri o armário e puxei uma mochila que eu havia preparado antes de dormir. Coloquei a mochila nas costas e desci sem eles perceberem, quando sai da casa percebi que havia um carro parado do outro lado da rua e quem estava na janela acenando era Bryan. Corri até o carro e entrei.
- Pontual capitão — Sorriu Bryan
- Você foi mais, mas enfim — Comecei a rir
- Já arrumei o gps, vamos começar com a zona a, pode ser?
- Pode...
- Tudo bem... Vamos lá — Disse ele dando partida no carro.
Seguimos por cerca de minutos até chegarmos ao portão principal da muralha onde havia dois guardas, Bryan parou o carro na frente da porta e os dois guardas vieram até o carro
- Quem são vocês?
- Somos da tropa de exploração — Bryan disse enquanto mostrava a o cartão de identificação
- Podem passar!
O portão se abriu e então seguimos pela pista única que ligava a muralha a zona morta. Seguimos cerca de três horas até chegarmos a um conjuntos de o que um dia já foram casas de luxo. Bryan parou o carro em frente a uma casa que em uma placa estava escrito "Sejam bem vindos".
- Pelo o que eu vi no gps o local é uma dessas casas, não possui um local exato — Disse Bryan
Puxei uma desert eagle da cintura e destravei
- Vamos procurar separadamente!
Bryan destravou sua pistola 9mm e saiu no sentindo ao contrario ao meu. Segui olhando para as janelas, mas nada era muito suspeito. Se fosse um grupo grande até daria tempo de entrarmos em todos os locais, mas se fizéssemos isso agora tomaria tempo demais. Já fazia cerca de vinte minutos que eu andava em voltas até que percebi uma coisa estranha, todas as casas possuíam o mesmo símbolo em seus números, era um dragão de duas cabeças, mas havia uma que não tinha, ela se encontrava exatamente no meio de todas. Podia ser algo idiota, mas decidi entrar. Cheguei perto da janela e passei a mão para tirar a sujeira e ver por dentro, não tinha nada de suspeito olhando assim, abri a porta com um chute. A casa estava abandonada, mas estava muito certinha, era como se tivessem limpando ela a pouco tempo. A casa tinha dois andares, escada de madeira e quartos bem apertados, estava para sair da casa quando percebi que o piso de madeira seguia uma sequência de linhas retas e simétricas, mas logo ao fundo de uma parede do lado de uma estante de livros a linhas se quebravam, andei até a estante e empurrei ela para o lado, a estante era leve, havia uma pequena porta, a puxei e me abaixei para entrar, no mesmo momento que entrei me deparei com uma escada de metal que levava para baixo e quando eu estava descendo as luzes ligaram. Ao final da escada tinha uma porta aberta que levava ao um laboratório.
- Acho que temos intrusos com a gente — Disse um homem de sobretudo vermelho enquanto falava com uma pessoa que usava uma mascara branca
- Mãos para o alto! — Falei apontando a arma para os dois
- Calma você senhoria — Disse o de sobretudo se virando e revelando que era o homem daquela vez
- De joelho!
- Claro — Disse ele se abaixando e quando seu joelho tocou o chão senti duas mãos me pegaram por trás e no mesmo momento fiquei paralisado.
- Você acha mesmo que uma pessoa como eu andaria tão sozinho assim? Responda Nero Yamashi — Como ele sabia meu nome?
O homem de mascara branca andou até mim e me acertou com uma faca um pouco abaixo do tórax
- Não iremos matar você garoto, temos planos para você. — Disse o de mascara branca
- Que... Planos? — Perguntei com a voz fraca
- Uma hora você entenderá...
Nesse momento o de sobretudo vermelho pegou duas malas de cima da mesa e caminhou até a saída.
- Quando sair por favor queime tudo. — O homem de sobretudo saiu pela porta de entrada
Nesse momento minha visão sumiu e cai no meio do laboratório.
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