Notas iniciais
Boa noite pessoal

Mais um para vocês...

Boa leitura e espero que gostem por que repito estamos no final!

Talvez tenhamos mais dois ou três capítulos

Obrigado a todos que ainda acompanham

Dia 05 de Novembro de 2014

Todos me olhavam com um olhar que dizia "Pensei que você tivesse morto". Fui até Cibelli e abracei por trás e falei em seu ouvido:

– Desculpa amor...

Eu pensei que ela ficaria brava, mas ela apenas deu um sorriso e falou

– Estava com saudades, mas o momento está crítico...

– Olhem para cá! — Disse Chaz apontando para sua mesa — Antes de qualquer coisa estamos em estado de perigo total, os muros estão sendo destruídos por armas de grande porte e isso está sendo feito possivelmente por Liam e Baltazar, estamos sendo invadidos por uma quantidade incontável de zumbis o que torna nossas defesas totalmente ocupadas, nesse instantes tudo que temos está na linha de frente para combater eles, nosso objetivo é apenas um. Destruir a fonte de tudo isso, e pelo jeito a fonte é matar Liam e Baltazar. Conte nos o que sabe capitão Nero

– Sim senhor. Na minha expedição junto ao Bryan achamos dois laboratórios que provavelmente serviam de experimentos com seres humanos, em um deles existiam câmaras com pessoas mortas que estavam sendo mergulhadas em alguma coisa, eram possíveis cobaias, mas isso não era nada comparada com a arma principal deles, em um subterrâneo achamos um zumbi que havia quase seis metros de altura, força incalculável e dentro de uma das câmaras podemos observar que ele estava sendo testado e existia alguns resultados de uma espécie de ressurreição... Nesse meio tempo quase fui morto por Baltazar e Liam duas vezes e dá ultima vez Liam foi morto e Baltazar fugiu por que lançou esse zumbi gigante contra a gente. Só isso a constar senhor

– Então nosso inimigo é apenas Baltazar meus soldados, ele não pode estar muito longe daqui. Vocês estão liberados a usarem o que quiser, matem o que tiverem no caminho, mas capturem esse filho da puta, seja vivo ou morto...

Antes de Chaz falar mais uma coisa o telão começou a chiar e apareceu a face de Baltazar:

– Bom dia meus amigos. Só estou aqui para mostrar para vocês que dominarei tudo e mostrarei para o mundo para que servem as verdadeiras armas biológicas.

– Para que usar humanos para matar outros humanos? Estamos quase extintos...

– Meu amigo você sabe que humanos só aprendem com dor e eu usarei esse método para chegar ao topo, mas não estou aqui para falar sobre o que estou fazendo, mas sim para perguntar uma coisa a vocês...

– O que? — Perguntei

– Chaz... Você gostaria de se juntar a mim, claro que seu grupo também será aceito...

– Nunca! — A resposta de Chaz foi um grito de raiva — Prefiro morrer

– Uma pena, então digamos que... A guerra começou.

A tela voltou a chiar e Chaz deu um soco forte na mesa que rachou, pois era fina.

– Vamos atrás dele agora senhor — Falou Rick já abrindo a porta e saindo

Todos nós saímos e deixamos Chaz ali, precisávamos achar aquele Baltazar, rapidamente.

– Nero? — Chamou Luca

– Diga. — Respondi enquanto apertava o passo para acompanhar a todos

– Precisamos de sua autorização

– Para que exatamente?

– O Rick está pensando em montar dois grupos, um vai partir agora de helicóptero e outro vai de carro, autoriza isso?

– Pode ser, mas quais serão os grupos?

– Rick! — Gritou Luca

Rick se virou rapidamente e todos pararam também

– O que foi?

– Quais serão os grupos? — Perguntei

– Alguém se habilita a ir de helicóptero? — Perguntou ele olhando em volta

– Eu vou — Falei

– Ótimo, quem quiser ir com o Nero vai. Mantenham os walkies ligados e lembre-se cuidado por que não são somente zumbis nossos inimigos.

– Sim senhor — Respondeu todos, menos eu

Quando Rick voltou a andar o grupo se dispersou e comigo veio Cibelli e Luca. Subimos rapidamente para o elevador e subimos para a cobertura, tudo estava as pressas, abrimos a porta e subimos

– Pilota Luca? — Perguntei

– Aham, aprendi no tempo que você esteve fora — Ele deu um sorriso bobo

– Ótimo. Vamos. — Subi nos bancos de trás e Cibelli também.

Quando o helicóptero começou a subir Cibelli pegou uma maleta de primeiros socorros

– Nero o que é isso na sua perna?

– Nada...

– Sobe a calça agora. — Disse ela séria

Não contive o sorriso besta e puxei a calça até o joelho

– Onde você fez isso?

Ela se referia a parte rocha e alguns cortes que eu havia feito nas rochas lá com o Zumbi Cérbero

– Na missão Ci...

– Tudo bem... Vou cuidar disso

Ela começou a limpar e fez um curativo rápido.

– Nero, já se prepara por que teremos convidados para a festa

Me levantei e olhei pelo vidro da frente e vi que alguns helicópteros vinham em nossa direção;

– Eu vou cuidar deles com as armas do helicóptero, mas quando eu virar o helicóptero atira com o que tiver. — Disse Luca se preparando para o ataque

– Tudo bem. Pega as armas Cibelli.

Cibelli abriu uma caixa ao canto dos bancos e pegou uma sub machine gun e já preparamos ela ao lado da porta. Os tiros começaram a ecoar para todos os lados

– Merda! — Gritou Luca enquanto tentava inclinar o helicóptero que foi atingido, mas sem muitos danos — Agora!

Nesse momento começamos a atirar nas aeronaves negras que estavam quase ao nosso lado. Com tiros fortes conseguimos derrubar dois deles e assim percebemos que eles não estavam sendo pilotados o que tornavam mais fácil a destruição deles, tudo aquilo estava sendo controlado de algum lugar, ou melhor controlado por Baltazar

– Chupa! — Gritou Luca enquanto ria dos helicópteros que caíram em meio a multidão de mortos vivos

De repente o walkie começou a chiar, o peguei de cima do banco que estava ao lado de Cibelli

– Quem fala?

– Olá Nero, aqui é o Rick

– Diga Rick

– Acho melhor todos seguirem para o sul. André está mandando algumas informações

– Tudo bem, mas alguma coisa?

– Sim. Parece que tem algo muito grande lá e não são só máquinas. Estamos chamando reforços.

– Chegaremos lá primeiro Rick, mandamos informações daqui alguns minutos

– Ok, mas não se arrisquem demais.

– Pode deixar, câmbio desligo — Falei enquanto colocava o walkie em um compartimento do cinto

– Luca, a toda velocidade para o norte;

– Sim senhor — Respondeu ele com seriedade

A partir de agora sabíamos que estávamos indo de encontro com a pessoa mais perigosa do momento e possivelmente teríamos algo muito estranho para enfrentar. Meu corpo doía e no fundo de meu coração eu estava desesperado e cansado. Olhei para Cibelli e nesse mesmo instante ela me abraçou. Respirei fundo, agora eu sei que se existe um motivo para me manter vivo, aquele motivo era ela e eu não me importava de morrer nessa missão, mas só não posso deixar nada acontecer a ela e meus amigos, se for para fazer algo bom irei fazer e se eu mesmo que tiver que me arriscar para salvar todos, farei.

– Amor para de pensar demais, vai dar tudo certo — Disse Cibelli sorrindo

– Vai dar tudo certo... Vai dar tudo certo... Esperemos — Sorri de lado

Puxei Cibelli mais para perto e envolvi em um beijo, longo e cheio de amor, que poderia ser o último, mas eu não iria falar isso para ela. Por que a esperança é a ultima que morre, mesmo que nossa situação seja difícil, temos que enfrentar. Guerra é guerra, são os mortos contra os vivos e como se não bastasse temos que enfrentar maquinas e uma pessoa louca, isso que é viver?

Notas finais
Gostaram?