Notas iniciais
Aqui vai, o primeiro capítulo. Sei que está curto, prometo melhorar isso. Espero que gostem. Boa leitura!

Nesse mundo, existem dois grupos de pessoas: os que amam e os que não amam. Faço parte do segundo grupo por motivos que pouco importa... por enquanto. A verdade é que dentre esses que não amam, existem aqueles que não querem e aqueles que não podem. E quanto aos que ama, existem aqueles que realmente amam e aqueles que fingem amar. Deixemos essa enrolação de lado, e vamos logo ao que interessa. Ou não.

Estou escrevendo nesse caderno, a partir de hoje, porque preciso me entender. Preciso me entender, para saber o que sinto e porque sou da maneira que sou. Não pense que sou carente a ponto de não ter ninguém para conversar, ou maluca por me tratar como se eu fosse outra pessoa. A verdade é que eu sou uma pessoa diferente a cada dia, assim como o mundo é diferente a cada dia que passa. Deixemos, essa maluquice filosófica de lado também. Sinto muito por isso. Prometo que pararei, e que irei direto ao ponto em que começo a minha vida. Não literalmente. O ponto em que começo a minha vida com 17 anos.

Estamos no ano de 2013, na cidade de São Paulo. Mais precisamente no dia 17 de fevereiro. Um verdadeiro caos paira sobre a cidade, ou melhor sobre o país. Uma série de assassinatos sem motivo e sem autor, faz com que haja um toque de recolher extremamente rigoroso. A cada dia que passa, mais perigoso se torna andar pelo país. Mas isso não impede que o dia-a-dia seja ‘’normal’’. Não impede que as pessoas saiam na rua, trabalhem, ou vão à escola. Essa onda de ataques, não impede as pessoas de viverem.

Desculpe-me, não me apresentei. Sou Valentina Van Damme, mas pode me chamar Tina, se quiser. Já deixei claro onde eu moro, minha idade e quando faço aniversário. Não sou a melhor pessoa do mundo para me descrever quanto à aparência. Não sou nenhuma loira de olhos azuis, ou alguém parecida com a Angelina Jolie. Não faço parte das garotas que tem a ‘’beleza perfeita’’. Isso não me faz ser feia. Me faz apenas ser exclusiva. E é a partir dessa exclusividade que me torno bonita. Não é difícil perceber que sou narcisista, e talvez um pouco mal humorada, você se acostumará com isso... ou não. Deixaremos de lado essa parte das características físicas, ok?! Isso é desimportante no momento. Ou melhor, falarei de maneira breve e com uma quantidade grande de pontos:

Possuo estatura média. Branca. Olhos escuros. Cabelos castanhos. Magra (não por opção, mas por não conseguir engordar). Olheiras fundas. Joelhos tortos. Celulite (quem não tem, não é mesmo?!). Lábios pouco carnudos, e ligeiramente rosados. Sobrancelha marcante. E é isso. Só isso que acho relevante dizer sobre minhas características físicas por enquanto. Quanto as psicológicas, deixemos para ser descobertas mais tarde.

Sem mais delongas, vamos à história.

Notas finais
Eaí, o que acharam?! Comentem!