Notas iniciais
Espero que gostem :)

Minha semana com Konohamaru foi um pouco esquisita, na verdade foi horrível ele não facilitava nem um pouco, mas um antropólogo de verdade não desiste no primeiro momento, a minha sorte que senhora Senju estava tão ocupada com a festa que ela estava organizando que não percebeu a minha dificuldade para fazer Konohamaru me respeitar.

Porém naquele momento já estava percebendo que minha fusão de babá era um pouco mais abreje-te por exemplo: ela sempre me passava uma lista de serviço que deveria executada, normalmente era pegar seu vestido na loja, reserva o jantar no restaurante entre outras coisas, contudo o que estava me deixando abismada nesse mundo que não era mais a Sakura eu era a babá, todos da família somente me chamava de babá.

Hoje a senhora Senju me pediu para cozinhar comida francesa para Konohamaru, porém não tenho ideia como preparar, então peguei um livro de receitas, mas era extremamente complicado fazer todos aqueles procedimentos, ainda tinha o Konohamaru me enchendo.

—Não quero comida francesa, quero outra coisa

— Então fale para sua mãe – Comecei a corta o cogumelo, mas como sou desastrada consegui derrubar todos no chão.

—Haha vou contar para minha mãe- Konohamaru me desafia, não estava aguentando mais, eu segui todas as regras da senhora Senju não deu certo a partir daquele momento eu ia criar as minhas próprias regras, fui até o armário e peguei um pote de geleia e coloquei em cima da mesa.

— Come.

— Não posso minha mãe disse que tem glicose de milho.

— Sua mãe não está aqui – Ele pega a colher e experimenta, pela primeira vez ele sorri.

— Gostoso.

—Sim é muito bom.

— Na verdade é divertido.

— Então essa nossa diversão, poderia ser o nosso pequeno segredinho.

— Sim.

— Poderíamos fazer bastante coisas divertidas.

—Que tipo de coisas divertidas?

—Não sei talvez você poderia ter um nome secreto?

—Sim eu quero um nome secreto.

—Que tão bob esponja?

— Não bob esponja é muito bobo.

—Então Grover?

—Esse eu gosto- Ele me abraça pela primeira vez

Acho que partir daquele momento eu realmente consegui conquista o Konohamaru

Hoje seria a festa do escritório do senhor Senju, não sei muita coisa sobre ele, na verdade nunca vi direito, está sempre viajando ou trabalhando. A festa que senhora Tsunade organizou era temática, então eu tive que colocar um vestido horrível de senhora como se fosse uma dama sulista do século 17, com as cores da bandeira dos EUA, e o Konohamaru também teve que fantasiado de soldado, estávamos ridículos, enquanto senhora e senhor Senju usava roupas normais, nesse caso normal para eles.

Estávamos no carro quando senhor Senju, percebeu que esqueceu o relógio e pede para eu voltar, quando corro para pegar elevador, dou de cara com menos esperava naquele momento: Sasuke.

— Oi — falo

—Oi – Ele se segura para não ri da minha cara, mas não consegue – Desculpe, mas que roupa é essa?

— Não precisa se desculpa, roupa de pessoa que trabalha.

— Quer que eu aparte o botão do seu andar?

— Não precisa, não fui criada com um monte de pessoas fazendo tudo por mim.

— Nem eu.

O elevador chega no meu andar.

— Nossa deve ter sido uma vida difícil, foi um prazer ter feito você ri.

Sai daquele elevador brava, ele estava rindo da minha cara como se fosse um palhaço tudo bem que estava igualzinha a uma, mas acho que fui um pouco grossa com ele.

Durante a festa, aconteceu algo ruim, o senhor Senju desapareceu durante a festa, a senhora Tsunade ficou preocupada, começou a procurar, como eu estava passeando com Konohamaru pelo escritório, vimos o senhor Senju saindo do escritório com uma moça que tudo indicava que poderia ser amante dele, eu percebi Konohamaru não por ser muito novo, mas que viu aquela cena foi senhora Senju, que mudou totalmente o seu comportamento, antes ela estava alegre agora ela estava com uma expressão pesada como se tudo aquilo que ela acreditava havia mudado.

Monogamia masculina é uma pratica enganosa frequente no mundo inteiro e para as mulheres do Uppen West side tem que aguentar o adultério em silêncio.

Depois festa coloco Konohamaru para dormir, como senhora Senju havia me pedido tinha que cantar canções de ninar para ele, mas teria que ser em francês.

— Babá

— Fala Grover?

— Você não vai embora?

— Não vou.

— Você promete

— Você sabe que eu não vou embora.

—Posso falar uma coisa?

— Pode.

— Eu te adoro.

— Eu também te adoro

Ninguém tinha me avisado que isso poderia acontecer, o momento que você se apega a criança, percebo que seria mais difícil me desvincular com a família Senju. Eu estava mais próxima do Konahamaru ele precisava de mim, seus pais estavam em uma crise horrível, eu tinha que protege-lo

Depois dessa semana finalmente eu teria a minha tão sonhado folga tinha combinado de sair com Ino, mas como tudo na vida não pode ser planejado a senhora Senju disse que estava ocupada com alguma festa beneficente ou algo do tipo, então eu deveria tirar o Konohamaru de casa, então decidi leva-lo para um museu ao meu gosto o de história natural, por mais que estava perdendo o meu dia de folga estava me divertindo muito com ele.

Logo após o nosso passeio eu tive que passar em alguma loja chique para pegar as roupas que ela tinha me pedido, tive que fazer um monte de atividades para ela e cuidar do Konahamaru, pedi meu domingo inteiro fazendo qualquer coisa para família Senju, não fazendo nada pela Sakura.

— Babá o que você estava fazendo em casa? Tsunade me questiona

— Estou terminando de fazer as tarefas.

— Pode deixar aí, são só 21 horas você deve sair.

—Tudo bem obrigada senhora Senju.

Depois da “benção” da senhora Senju liguei para Ino para podemos fazer alguma coisa, como já era tarde tivemos que ir num bar ali perto, eu sei que ela odiaria, mas eu precisava de alguém para ouvir os meus problemas.

—Ino juro que não intendo como alguém pode ter tudo e ainda sim ser tão infeliz.

—Deixa para lá, você lembra que eu te falei da festa da faculdade, que tinha conhecido um cara...

—E como se ela descontasse todos os problemas em mim.

— Ela está sofrendo com rejeição, você está sendo o consolo para sofrimento dela.

—O que você quer dizer com isso?

— Na boa Sakura dá para você ficar cinco minutos sem falar dessa família

—Desculpe se eu estou te chateando, mas eu estou falando da minha vida.

—Eu também tenho vida, que saber de uma coisa eu acho que você e essa mulher são almas gêmeas.

— Sinceramente eu não sei porque você estuda tanto, você tem as respostas para tudo.

— Está bom Sakura, eu não quero brigar com você, tenta se distrair, já que me trouxe nesse bar, sério Sakura você tem que admitir esse lugar é caidinho, olha aqueles caras sem tatuagens nem nada.

Olho para grupo que ela indica, quando vejo quem estava ali era o Sasuke com grupo de amigos, precisava ir embora antes que ele me veja.

—Vamos embora Ino.

—Por que?

—Lembra do cara que te falei.

— O gatão do 12º?

—Sim, ele está ali.

—Quem é ele?

— O bonitão de camisa polo azul de cabelo pretos e olhos mais lindo de todos.

—Ele é gatinho mesmo.

—Eu sei vamos embora,

Quando eu ia levantar, Ino derruba um copo no chão, para que todos no bar no vesse, nesse caso em particular o Sasuke, ele viu e começou a gritar meu nome e acena para sentar junto.

— Sakura vem aqui.

— Acho melhor irmos senta com eles- Fala Ino com aquele sorriso maligno.

— Eu te odeio- Falo para ela bem baixo.

— Que nada você me ama e vai me agradecer depois disso.

Como Sasuke é bonito, ele se levanta para nos cumprimenta e apresenta seus amigos.

— Oi Sakura, senta aqui, esses são meus amigos Naruto, Shikamaru, Neji e Gaara.

— Olá prazer, mas eu não posso.

— Podemos sim, prazer eu sou Ino amiga da Sakura – Às vezes tenho vontade de matar Ino, sentamos junto com eles, e eles ficaram olhando para gente de uma maneira estranha, todos eles tinham cara de riquinho como Sasuke, provavelmente são só pelas roupas deles.

— E aí moças pode me dizer como conheceram o garotão ali? – O garoto loiro pergunta.

— Eu não conheço ele, quem conhece é minha amiga Sakura.

— Eu conheço ela do trabalho – Responde Sasuke

— Você trabalha com o que?

— Aposto que é comissória de bordo – o garoto de cabelo comprido fala.

— Aposto que ela é acompanhante – o ruivo fala rindo da minha cara, serio mesmo que eles acham que sou prostituta, nem sou tão gostosa para isso.

— Eu sou babá.

— Você não disse que conhecia uma babá, como você é tarado – ele fala rindo com os outros garotos.

— Como são os pais eles têm tara por você? — Aquele idiota, me faz essa pergunta minha paciência estava no limite.

—Vocês querem que eu fale dos pais, então eu falo normalmente, são gordos e carecas fumam charuto e comem carne e se existam mais pelo um jornal do que por qualquer babá bonitinha, que saber eles são vocês daqui uns anos, então aproveita agora porque futuro de vocês vai ser uma droga.

Peguei minha bolsa e sai correndo daquele lugar, aqueles amigos bêbados do Sasuke tiraram a minha paciência, eu tinha odiado tudo aquilo e o pior que Sasuke não me defendeu nem um minuto, mas o que poderia esperar de um riquinho como ele.

Chego no meu quarto me jogo na minha cama, e liga secretaria eletrônica para ver os meus recados havia dois recados

—Olá Sakura sou eu o Sasuke o idiota do bar, antes que você fique brava sua amiga Ino me passou seu telefone, eu estou te devendo desculpa mais por favor não me crucifique por causa dos meus amigos idiotas eles estavam bêbedos, mas enfim quero pedi uma chance de redimi te convidado para sair e vou logo avisando, que não aceito não como resposta sei aonde você mora, vou acampar na sua porta se for preciso, então para se livrar de mim vai te que aceita o meu convite, acho que já falei demais

Segundo recado era da minha mãe.

— Sakura é mamãe eu preciso saber aonde é o seu apartamento, vou na quinta jantar com você então me mande o endereço, tchau te amo querida

Eu estava ferrado, Sasuke tinha me convidado para um encontro eu estava morrendo de vontade de aceita, mas não deveria aceita vai se ele só que para brincar comigo ou algo do tipo, e tinha minha mãe eu precisava arrumar um apartamento falso ou algo do tipo para minha mãe descobri minha vida de babá