Notas iniciais
Olá!Bom,esqueci de avisar antes .-. mas é que cada capitulo provavelmente será um P.O.V de um personagem diferente,neste caso,foi do Ryan Bernard,das próximas vezes vou tentar deixar claro isso no capítulo!
Yan,eu botei o Ryan em Atlanta ok?Como se ele tivesse fugido para lá,voce se importa?
Falando sobre tamanho dos capitulos,nao se desespere,em breve os capitulos crescerão!
Te vejo la em baixo!
O despertador me alarma.Estou deitado,olhando para o teto,perdido em devaneios,o cansaço de uma noite mal dormida faz efeito em meu corpo sonolento.Já acontecera dois ataques da epidemia em Atlanta que,aos poucos se transformava em pandemia.
Poucas pessoas iam ao trabalho,menos ainda iam à escola. Eu era a minoria.Agora estava claro o que acontecia em quase toda a Europa e Ásia e em uma boa parte das Américas,sabia que era o inicio,o incio do fim.Me levantei,tomei coragem e enfrentei a ducha fria,que quebrava em minhas costas e descia por toda a extensão de meu corpo.Calado me arrumei,e mais calado ainda tomei café,meu pai à minha frente,mordendo sua torrada.Acabei o café e fui para escola,meu primeiro dia na escola de Atlanta.Nada demais,já havia me mudado varias vezes por causa do emprego do meu pai,que graças a Deus,estava separado de minha mãe.Respirei fundo e pisei na escola,carregava minha mochila com apenas uma alça,e com fones de ouvido me encaminhei para a minha sala.Ainda lembrava da ultima vez que estudei aqui,passei pelos corredores,nem tão amedrontadores assim e entrei na sala.As aulas passaram como uma lesma que haviamos acabado de dissecar.Estava sentado na ultima carteira no canto,perto das janelas,a professora passava um video sobre geografia,não,ciências,eu acho. A TV em nossa frente não tirava a minha atenção do meu lápis,em que em insistia em bater contra a mesa,escutando o baque surdo,como um relógio. O meu momento de hipnose é quebrado por um grito,vindo do corredor,e então a professora avisa à sala quase vazia que iria ver o que acontecera e que caso fosse outro ataque da epidemia era para que pegassemos o kit em sua mesa.Ah sim,havia esquecido,após os primeiros ataques,por medidas de segurança,cada sala tinha que ter um kit de epidemia,que era constítuido de um pequeno martelo e algumas bandagens.Voltei a batucar o lápis quando a porta da sala fechou,parecia que apenas eu estava distraído,o resto olhava atentamente ao pequeno vidro na porta da sala,esperando algo,que logo veio.Um jato de sangue vai de encontro ao vidro e logo depois um grito desesperador.A cabeça da professora vai de encontro ao vidro,enquanto os infectados a estraçalhava.Gritos agudos e irritantes saíram das gargantas das meninas e eu,olhando para o pequeno vidro tomei um pequeno susto,quase caindo da cadeira.Um menino,que se sentava na frente logo reagiu,pondo sua cadeira sobre a porta,a trancando.Assim como um todo,a quase vazia sala de estudantes agora botavam cadeiras a frente da porta,deixando apenas algumas espalhadas pela sala.As cadeiras tremiam a cada batida dos infectados lá fora.As garotas se reuniram em um canto,chorosas,ligando com seus celulares caros para a família,em outro canto alguns garotos conversavam enquanto outros observavam calados.Vi a insegurança no rosto de todos,então em pus a frente, caminhei,todos olhando para mim,subi na mesa:– Todos nós sairemos bem,todos.Não sei por que estão assustados,vocês viram como os ataques anteriores foram controlados rapidamente,logo o governo estará aqui e todos nós poderemos ir para casa,tentar esquecer o que vimos,talvez isso aconteça — disse — Ou talvez não esqueçamos nunca,mas não vou viver a custas de "talvez", algo que eu tenho certeza é que,com a ajuda deles ou não,nós sairemos daqui!Todos nós! — Por fim terminei,tentando consolá-los e dar esperança para eles,ou melhor,para mim.
Notas finais
Comentem :P
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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