Notas iniciais
PERDÃAAO AMORES ! Mas está muito dificil arrumar tempo !!! e esse final de semana viajei, espero que entendam, esse cap esta muito bom confiram !

E agora o que eu faço? Pleno sábado e não tenho nada para fazer. Fui para meu quarto e liguei a televisão, o cobertor estava com o cheiro do Andrew, e era muito bom, acho que vi uns 4 filmes seguidos até que o Joe sobe as escadas correndo e vem até meu quarto.

_ANNA!!

_QUE FOI ??? — ele ja estava na porta do meu quarto mas fiz questão de gritar.

_Tenho algo la embaixo que você precisa ver.

_É outro brinquedinho ? — Joe colecionava alguns carros antigos em miniatura e fazia questão de exibir.

_Não não, é muito melhor.

_Ta bom. — desliguei a tv e desci junto com ele. Joe estava eufórico, não duvidaria nada se fosse mesmo outro carr...

....

Não. Não pode ser.

....

Não tinha reação, não conseguia pensar, falar, agir. Não pensei que fosse ver... tipo assim, tão rápido.

_Oi Anna — era uma voz doce porém cansada.

Olhei para Joe, que entendeu meu espanto.

_Desculpe, mas queria fazer uma surpresa. — Joe disse tentando se explicar.

_COMO ASSIM SURPRESA ?? E NINGUEM ME CONSULTA, NINGUEM ME PERGUNTA SE EU QUERO ESTAR AO LADO DESSA MULHER DENOVO? — estava gritando e desesperada podia sentir as lagrimas saindo dos meus olhos.

_Calma filha. — novamente a voz que entrava em meu sistema me fazendo explodir mais e mais.

_FILHA? VOCÊ TEM UMA FILHA? E QUANDO VOCÊ SE IMPORTOU COM ISSO? QUANDO VOCÊ QUIS ISSO?

_Anna, se acalme, ela ainda está fragilizada não pode receber tanta informação, ela esta cans..

_ESTOU POUCO ME IMPORTANDO COM ESSA MULHER.

Vi lagrimas aparecerem no rosto da Kate, ela estava em coma induzido devido aos ferimentos era melhor para a recuperação dela, mas nunca achei que ela sairia tão rápido do hospital.

Não queria me acalmar, depois de tudo que ela nos fez passar, depois de tudo que ela disse, eu tinha razão, eu estava certa. Não conseguiria ficar ali olhando para ela, estava sentada em uma cadeira de rodas e Joe ao seu lado. Peguei minha blusa na entrada e sai batendo a porta, não sabia para onde ia, só sabia que tinha que sair dali o quanto antes.

Estava andando pelas ruas, não tinha um rumo nem lugar certo para ir, só estava caminhando virando nas esquinas quando dava vontade, eram quase 7 da noite, por um milagre eu estava de relógio, já estava esfriando então coloquei minha blusa e o capuz.

_Proudyn? — uma voz meio estranha.

Olhei para trás não vi ninguem.

_Aqui. — Fred acenou.

Não tinha reparado mas estava passando em frente a casa dele, ja tinha andando um bocado, só estava olhando para frente. Não queria parar pra conversar com ele, mas era tarde para ignora-lo.

_Oi Fred.

_Tudo bem? Você andando sozinha nessas horas em um sábado?

_Ah, queria caminha rum pouco passei a tarde inteira deitada vendo filme — não iria contar pra ele o verdadeiro motivo de ter saido de casa e não puxei mais assunto.

_Entendi, eai quer alguma coisa? Por minha conta.

_Não obrigada. — seria uma boa esquecer tudo aquilo, mas depois teria que ficar aguentando o Fred atras de mim.

_A então ta bom, qualquer coisa você me avisa.

Confirmei com a cabeça e sai andando, não podia ir até a Sarah, nem Andrew ele devia estar se embebedando denovo por causa da Andrea, acho que era esse o nome. Conferi meus bolsos, devia ter alguma coisa pra passar o tempo ou algum dinheiro. Tinha um chiclete, papel de bala e uns 15 reais que acho que deixei na blusa a ultima vez que fui no Whiplash.

Bom agora eu ja tenho alguma coisa pra fazer. Fui até a rodoviaria, e comprei uma passagem para Pillsburry , como era perto não era cara, foi só 8,50 teria que dar um jeito depois para voltar, mas não estava ligando. Depois de uns 10 minutos o onibus passou e eu entrei.

Chegando lá, fui até o hospital que não era muito longe da rodoviaria deles. A unica coisa que podia me distrair agora era as crianças. Entrei, ainda estava dentro do horario de visitas, mas não tinha muito tempo.

Disse oi para a enfermeira e entrei. As crianças estavam assistindo um desenho na televisão que estava na parede.

_Annaaaaaa! — era o Lucas.

_Oi meu amor. — quando vi o sorriso dele, meus problemas todos sumiram.

_Achei que você não voltaria mais. Gentee ! A Anna está aqui lembram dela?

Muitos afirmaram, mas tinha umas 2 crianças novas ali, que não em conheciam.

Fiquei um tempo conversando e brincando com eles, Lucas me contou que no outro hospital em que estava ele tinha uma namorada e brinquei que estava com ciumes.

Essas crianças são tão lindas.

_Anna não é? — a enfermeira me chamava.

_Sim, é isso mesmo. Algum problema?

_Sinto muito mais o ja acabou o tempo, elas precisam dormir agora. — olhei para o relógio ja era quase 9 hras.

_Ah sim, tudo bem — me despedi das crianças e sai.

Não fazia a menor ideia de para onde ir agora, fui até a sala de espera e no caminho passei pela porta do quarto aberta onde estava minha mãe, que agora estava vazia. Sentei em uma cadeira e fiquei vendo televisão, tinha outras pessoas ali, percebi que algumas estavam esperando noticia de um parto, pois comentavam sobre nomes de bebês. Tentei não me lembrar de casa, se estariam preocupados ou não. Joe não poderia sair pra me procurar pois tinha de ficar com 'ela' que tambem não podia sair. Ficaria sozinha por um tempo e gostava da ideia. Me aconcheguei na cadeira, não era dura nem desconfortavel, era de espumas então era bem gostosa. Sem perceber adormeci.

(...)

_Anna? — alguem me chamava, e derrepente senti a dor no meu pescoço por ter dormido de mal jeito.

_Ahh desculpa, vou sair daqui pode deixar. — ainda estava meio dormindo não vi quem me chamou.

_Espera, pode ficar. Sou eu Anna, desculpa ter te acordado. — ele sentou ao meu lado, agora eu estava vendo, era o Thomas, esse menino estava em todos os lugares. O que será que aconteceu, será a Mel?

Notas finais
Eai o que acharam? ? ? Comentem