Diário De Uma Adolescente Incompreendida
11 Capítulo 10
Notas iniciais
- Soube que você desenha – Lucas diz
- Só para passar o tempo – respondo
- Quer ver os desenhos do meu pai ela já esta – então os pais dele chegam – chegando – então rimos – Pai amostra seus desenhos para Lice
- Você quer ser arquiteta – a mãe de Lucas pergunta para mim
- Na verdade não – respondo meio tímida, e eles ficam com uma cara meio de sem graça (eu ser sem graça, não eles)
- Não, a Lice desenha muito bem e você bom você desenhas casas poderia amostrar um pouco para ela – Lucas diz ao perceber o clima sem graça que pairou sobre o ar, e impressão minha ou ele piscou pro pai, isso ta estranho, vou fingir que não vi
- Claro – o pai dele diz empolgado, e me conduz ao uma sala com a porta fechada– então Lice o que você desenha?
- Bom eu desenho de tudo, sonhos que eu tive, lugares, pessoas
- Eu entendo — então ele abre a porta e vários quadros fantásticos, chego perto para ver o desenho de uma casa de praia.
- O senhor que desenhou? – pergunto boquiaberta com a beleza dos quadros
- Por favor, me chame de Jorge, e sim foi eu que desenhei, essa era uma casa de praia que meus pais me levavam quando eu era criança, mas essa é minha preferida –ele me leva para o centro da sala onde tem um quadro maior do que os outros neles estão dois bebes uma menina com um vestidinho rosa dando mamadeira a um menino um pouco menor de fralda e meias que parece tentar tomar sozinho mais ainda não tem força para isso
- Incrível! – digo encantada – esses são ... – ele conclui o que eu estava pensando
- Lucas e Luana quando eram bebes – a mãe de Lucas diz, nem tinha percebido ela ali, acho que fiquei tão encantada que não percebi ninguém ali
- Que lindos! – digo vendo as perninhas gorduchas de Lucas, ele certamente foi um bebe muito fofo e engraçadinho pelo jeito que segura uma mamadeira, meu celular toca uma mensagem do meu pai me chamando urgente para ir para casa, então eu explico e saio sou convidada para voltar outro dia, então vou para casa e encontro a galera quando estava saindo explico que vou embora e as meninas se oferecem para me dar carona e nos vamos para casa
[...]
- Lice que historia é essa de pichar o carro dos outros? – Meu pai pergunta assim que eu chego em casa
- Eu não pichei nada! – digo irritada – achei que o diretor tivesse concordado em deixar isso para resolver no tribunal, ops não era para ter dito isso
- Tribunal? Do que você esta falando? O que o diretor tem a ver com isso? Alice o que você esta me escondendo?
- Calma pai eu vou te contar tudo mais que te falou sobre isso?
- Você
- Não sobre a pichação?
- foi aquela menina da sua escola é – ele para para pensar (isso é meio estranho parar para pensar um montes de p parece ate o filme programa de proteção para princesas o PPP, e sim tive uma infância feliz, rs) -Renata, ela ligou dizendo que queria falar com você, eu disse que você não estava em casa, e ela disse que tinha que resolver que ia pagar o prejuízo do carro dela e me contou, e você qual é a sua explicação? – Eu sento no sofá e conto tudo ate sobre Lucas, ele parece chateado por eu não ter contado nada para ele e para minha mãe sim, então ele desconfia do almoço, e eu conto que tinham mais gente e depois conto sobre os quadros.
- Então você foi recebida bem pela família dele? – meu pai pergunta depois de um tempinho que levou para “digerir” as informações
- Então, essa é sua primeira preocupação? – pergunto no mesmo tom, acho que poderia ser atriz com as imitações que eu faço
- Não é que ... – eu o interrompo ao perceber que Ben ate agora não veio atormentar
- Cadê o Ben? – pergunto olhando para os lados
- Vai pedir permissão para o seu irmão?
- Não você vai? – pergunto – a pai não enche, cadê ele?
- Ta dormindo, na verdade ele já ta dormindo a um tempinho – meu pai diz, então eu subo as escadas em direção ao quarto dele – não acorda ele!
- Pai você sabe que eu vou acordar ele – digo e entro no quarto dele, ele esta deitado na cama tão fofinho então eu abro o guarda-roupa dele e procuro a fantasia de dinossauro que eu comprei para ele, já ta na hora de usar – Acorda dinossauro! – digo chegando perto quando ele abre os olhos jogo a fantasia em cima dele – toma veste isso e me encontra no meu quarto daqui a cinco minutos sem atraso – digo como se meu quarto fosse muito longe do dele na verdade são mais ou menos dez passos, depois de três minutos Ben aparece vestido de dinossauro com uma carinha de sono – que isso menino animo você vai ser pintado, anda sobe ai – amostro um banquinho e ele sobe e então começo a pintar o meu irmão na verdade um dinossauro que é meu irmão parecendo um dinossauro que na verdade é o meu irmão, nossa isso é complicado sendo uma coisa simples.
- Já acabou – ele diz bocejando
- Só se for de começar – digo rindo – quanto menos você se mexer mais rápido eu termino ok – ele concorda com a cabeça e eu começo a pintar, depois que termino de pinta-lo, o dispenso porque ele esta quase dormindo e reclamando de fome, uma e pinto uma floresta pré-histórica.
Estou com vontade de tomar sorvete ainda são 16h00 então decido ligar para Lucas marcamos de ele vir me buscar daqui a meia hora, na verdade eu quero resolver uns conflitos que ficaram na minha mente, mas eu falo que é só porque estou com saudades.
QUINZE MINUTOS DEPOIS
- Lice tem alguém aqui querendo falar com você! – meu pai grita, o Lucas já chegou?! Tem alguém com mais saudades do que eu, então desço as escadas e quem eu encontro sentada no meu sofá é Renata
- O que você ta fazendo aqui? – pergunto — nem em casa eu me livro de você?
- Lice isso são modos meu — pai diz — vou deixar vocês.
- Não precisa pai, ela já esta de saída! – digo abrindo a porta
- Alice! – meu pai agora esta gritando comigo – agora você vai tratar bem ela se não você não sai de casa hoje!
- Ok, vamos lá fora Revaca! – é pois é Revaca a mistura de Renata com vaca
- O que você disse? – meu pai diz, como se eu fosse uma menina de 12 anos prestes a ficar de castigo
- Trava línguas – ele não entende muito bem – tava vendo trava línguas e me enrolei – nosso Lice essa é sua melhor desculpa?!, digo abrindo a porta para ela passar – então fala logo o que você quer porque eu tenho que sair
- Olha aqui garota, eu vou logo te avisando o Lucas é MEU – ela diz, pobre iludida – e eu quero você bem longe dele, porque se eu souber que você ao menos pensou nele, vou transformar sua vida num inferno que você vai se arrepender de ter nascido – ela diz e vai em bora, no momento que Lucas esta chegando, por sorte ele consegue se esconder e ela passa direto deixando um aroma doce enjoativo no ar, então ele sai de trás de um monte de lata de lixo e quando me ver abre o sorriso, nem preciso dizer a velocidade do meu coração né, então ele se aproxima e um gato passa correndo na frente dele, fazendo ele “dançar” e então ele se aproxima e me beija e em seguida diz
- Oi – com um sorriso bobo, que fofo.
- Oi – digo com um mesmo sorriso – vou pegar minha bolsa – digo e pego a bolsa e saímos que bom que eu já estava La fora e ele não teve que passar pela “entrevista” do meu pai
Notas finais
Beijinhos
Fale com o autor