Notas iniciais
Oi galerinha! Novo capítulo, maior e com mais ação e desafio. Espero que gostem!

P.O.V Lena

Mal podia acreditar. Miguel estava aqui comigo novamente! Quanta felicidade! Sinto-me muito mais aliviada agora, pois sem a ajuda dele eu não teria conseguido escapar. Nossa! Muita alegria mesmo e não me disfarço ou omito o sorriso enorme em meu rosto e por dentro também. Pelo que me lembro à última vez que fiquei assim foi quando salvamos Violet, aquele sorrisinho é encantador.

Ficamos ali conversando sobre o que tinha acontecido durante o tempo que ficamos separados, dentre risos e terrores de cada um contando o ocorrido em certos dias, até então Isabela apareceu.

– Oi! – ela falou radiante. Creio que nunca a tinha visto tão alegre, parecia emitir luz pela própria pele.

– Oi! – dissemos eu e Miguel em coro, o que resultou em gargalhada de ambos.

– Onde você estava todo esse tempo, Isa? – perguntei.

– Resolvendo uns pequenos problemas. Mas já está tudo se encaminhando corretamente. – respondeu com um sorriso nos lábios. – E você Mi?! Tá bem!

– Estou sim – ele pronunciou em tom mais baixo, como se quisesse evitá-la.

– Ok! Vou atrás de Violet. Depois nos vemos! – ela disse, saindo em seguida.

– O que aconteceu? – indaguei intrigada.

– Você sabe, não é?!

– Ah... Sim!

Como eu poderia esquecer. Miguel e Isabela nunca, nunca mesmo, bateram de frente. Agora, parando bastante para pensar, isso explica o fato dela sempre odiar eu me aproximar dele, mas não o sorriso dela hoje. Era algo meio que anormal. Senti até um arrepio agora. Mas vou ficar de olho na dona Isabela. Veremos o que ela anda aprontando!

Narrador

Rose então acabara de chegar com no acampamento e a cena que encontra apesar de muito fofa, não seria a melhor coisa para ela se ver: Raven e Dean estavam piamente entrelaçados num beijo. Emma estava a cerca de seis metros afastada cuidando de Alyssa. O acampamento em si aparentava ter sido abandonado. Poucos ali estavam, os outros saíram para sentir a liberdade em si. Rose então levou Josh até onde estava a bebê.

– Essa é a Alyssa, filha da Raven. – falou Rose, indicando Raven.

– Que fofa! – disse Josh – Muito mesmo!

– Aham! Ainda muito novinha. – afirmou Emma – Muito mesmo né tia! (brincou com Aly)

– Com licença! – pediu Rose que em seguida levantou-se e saiu.

Longe o bastante, Helena novamente beijava os lábios de Tanner quando o rapaz deu por si e se afastou.

– O que aconteceu meu anjo?! – perguntou Helena arrumando os cabelos.

– Nada. Bem, tudo na verdade. Isso não devia acontecer. Tenho que ir. – ele respondeu virando-se, sendo segurado por Helena pelo braço.

– Como assim? Vai voltar para Rose?! Por quê?

– Não acho certo isso e ela ficar sozinha por ai. É perigo e eu me importo com ela.

– Ela já é bem grandinha e sabe se cuidar – afirmou Helena se aproximando e dando um leve beijo no ombro esquerdo do rapaz.

– Você também. Com licença! – saiu em largos passos Tanner preocupado.

P.O.V Rose

Aquela brisa, tudo simplesmente incrível. O sol raiava e eu simplesmente tinha conseguido dar uma fugidinha da Audácia. Lá era muito bom, porém sentir-se livre mesmo é só podendo dar uma volta por ai sozinha. Enquanto estava distraída, sento num banco que ali havia, em outra ponta estava sentado um membro igualmente da Audácia, no entanto nunca o tinha visto.

– Oi! – ele falou – Tudo bem? És nova aqui, não é?!

– Sim – respondo – Rose e você?

– Tanner.

Tanner, que nome lindo. Um arrepio percorreu todo meu corpo, até infelizmente todo o clima ser avacalhado quando chegou uma garota de cabelos desajeitados, vermelhos, olhos coloridos, um azul e outro preto como a imensidão. Senti que estava atrapalhando o clima do casal e decidi sair, contudo pude perceber que não tinha feito nada. Tanner simplesmente despedaçou o coração da jovem.

Logo depois, virou-se para mim e voltamos a conversar. Estava meio desconcertada em relação à cena que tinha terminado de presenciar, todavia, não sabia como era a possível relação entre eles. Talvez não estivesse boa a tempos, ou... Sei lá! Não me importava. Notava aos poucos aqueles belos lábios pronunciando palavras de bom grado a minha pessoa.

O tempo passou e, espera, eu me apaixonei?! Recapitulando: conheço bem Tanner e apesar de todo esforço para não deixar a atração aumenta ele ainda conseguiu vencer?! Essa não é bem a ideia que eu tinha. Mesmo Tanner sendo um dos caras mais legais que já conheci, o fato de ser “mulherengo” complica a situação e de maneira alguma eu gostaria de ser mais uma. Quem sabe o campo da “amizade” (porque será que sempre engulo a seco essa palavra quando se trata de Tanner?!) não seja mais viável?!... Ou não...

Acordo no susto com um grito de meu nome e para deixar ainda mais abalada a situação, quem era?! Tanner.

– Oi! Tudo bem? Fiquei preocupado! Desculpe por... – ele falava rápido quando o interrompi.

– Tá bom. Uma coisa de cada vez. Primeiro: Oi! Segundo: sim, estou bem. Terceiro: não há porque em se preocupar comigo. Quatro... Acho que Helena deve estar te procurando.

– Você viu?! Não foi minha intenção. Ela me beijou, mesmo assim ainda gosto muito de você.

– Eu sei. Mas não é o mesmo gostar dela. Não sou tudo aquilo e entendo.

– Rose...

– Olha Tanner, já te conheço a um bom tempinho e sei suas jogadas, ok?! Sempre fui à garota para quem você dizia os defeitos de suas namoradinhas e não sou melhor nem pior que nenhuma delas.

– Sem chances?!

Fiquei em silêncio. Meu sentimento não está ferido, só massacrado por uma debandada de mamutes. Não me sinto como se tivesse pisado na bola e caído, e sim como se tivesse me atirado um precipício. Por que coisas assim têm que ser tão duras?! Erro meu?! Ai! Não sei mais de nada. Não quero mais pensar em o que já me falaram, nem Lucy, nem Emma, nem Caleb. Deixa o tempo falar.

Narrador

O capataz saiu do trailer por um momento, mas ficou ainda na porta. Scott deixou o programa carregando no notebook e se aproximou de Alice e Sarah.

– Tudo bem? – sussurrou Scott.

– Mais ou menos – respondeu igualmente em sussurrou Alice.

– Eu não. – bufou Sarah – Estou com fome e dores nas costas.

– Vou tirar vocês daqui. Só é questão de tempo. – prometeu Scott quando percebeu que o homem tentava abrir a porta.

– Vamos! – ele ditou com voz grossa.

– Para onde? – perguntou Scott.

– Meu caro amiguinho. Quanto tempo, não?! Uma produtiva uma hora se passou e já estava com saudades. Bem, como foi um rapaz bonzinho, libertarei Sarah. – falava a voz enquanto o brutamonte a vendou e pegou pela cintura – Mas a deixaremos num lugar onde não saiba nossa localização. No nosso ramo, não podemos arriscar, entende, não é?!

– Como terei certeza que ela estará bem? – perguntou Scott ficando no vácuo.

– Scott, o que é tudo isso? Por que? – perguntou Alice assim que o homem saiu.

– Uma longa história...

P.O.V Mia

Cara, tem menino mais convencido que esse Luke?! Minha nossa! Mal o conheci e já fica se iludindo com a chance de ter algo comigo. Haha! É cada uma que eu vou te contar, difícil de engolir. Demos poucos passos e pude perceber que Helena não estava muito alegre, na realidade, nada alegre. Parecia uma criancinha emburrada. Que cena!

Luke sentou bem ao meu lado. Ele olhava para um lugar sem descrição correta, cheio de jeitos e trejeitos, ou melhor, para o mais completo nada. Chegava a ser cômico vê-lo tão concentrado assim.

– Como você veio parar aqui? – falou quebrando o silêncio de dois minutos mais ou menos.

– Andando! – respondi e ele sorriu balançando a cabeça – Por que você não fala de você então, se eu gostar de um pingo do que você falar, talvez diga um pouquinho sobre mim.

– Ok, então! Eu tava fugindo e tinha uns sete caras atrás de mim. Corri, sai da cidade e para não ser pego eu me escondi, deixando meu arco e flecha próxima a uma árvore, com três pedras em cima para saber onde estava. Logo que parei, próximo a uma espécie de caverna, encontrei uma menininha, a... qual era mesmo?! – tentando se lembrar – Sarah! Isso, Sarah! Ela era ainda novinha e tava machucada. Eu dei uma ajudinha e fiquei junto com ela para protegê-la, mas no dia seguinte ela tinha evaporado. Ai eu comecei a andar e encontrei a Emily morta. De longe achei que era Sarah, mas não. Que bom, né?!

– Hum... Muito interessante... – eu disse.

– E você?!

– Tá, né?! Eu nasci, cresci, fiz o teste, deu divergente, fui para a Audácia, depois fugi, fui sequestrada e quase marcada a ferro, fugi e agora estou aqui feliz da vida – sorri.

– Agora a senhorita me surpreendeu! – Luke pronunciou balançando a cabeça como se tivesse estalando o pescoço – Essa parte do marcada a ferro foi como?

– Uma história bem legalzinha. Depois te conto.

– Tudo bem.

Então a mão de Luke, fria e um tanto suada devido ao calor (contraditório, não?!), encostou a minha. Senti que ele olhou para o lado, mas fiquei imóvel olhando para o sol que ofuscava minha visão até quando não consegui e virei para o lado onde Luke estava. Via tudo embaçado e escuro. A distância não passava de dez centímetros entre nós. Nossas cabeças se aproximavam, já conseguia sentir sua respiração, era possível ver até um ao outro meio estrábico por estarmos tão próximos. Luke inclinou a cabeça para beijar-me, quando dei um pulo repentinamente o assustando.

– Vamos correr?!

– Mas...

– Isso ai vai esperar. Tem que passar por diversos testes antes disso. – falei dando um sorrisinho malicioso para ele que retribuiu.

– Ok! Quais são?

– Os que vierem à mente até eu decidir que está bom.

Qualquer um pode dizer “Que maldade, Mia! Tadinho do Luke!”. Que nada! Ser fácil demais não é bom.

Narrador

Violet e Quatro pararam de caminhar e a garota fez o som estranho, indígena talvez, estranho e incomum.

– O que está fazendo? – Quatro perguntou.

– Calma ai! – pediu Violet que voltou a fazer o barulho, olhando de lado a outro como se procurasse alguém.

– Não tem nada. Está chamando alguém, por acaso?!

– Não! Não! É... Só um canto que aprendi para animais. Funciona às vezes. – tentou disfarçar.

– Ok! – consentiu lentamente a palavra arqueando a sobrancelha direita, suspendendo-a, deixando bem claro que não levara muita fé no que a menina disse.

P.O.V Lucy

Não foi muito difícil para entender. Rose cruzou como um raio o acampamento e pouco tempo depois veio Tanner vagarosamente.

– Cadê Rose? – perguntou-me.

– Ela já foi. O que aconteceu?

– Ela me deu um fora e nem sequer me deixou terminar de falar.

– Afe! Não é assim que a banda toca não. Você sabe que ela é tímida. Vai com calma. – tentei trazê-lo de volta a realidade.

– Mas já nos conhecemos há tanto tempo!

– Três meses. – falei – Nem tanto assim.

– O que faço então?

– E eu é que vou saber? O rei da cocada preta aqui é você. Só dou a dica de ir com calma.

– Ok, então.

Incrível como eu tenho esse talento de ser sempre a cupido e não saber o que fazer da minha própria vida. É só olhar ao redor que é possível ver os romances no ar e eu só na sombra: Raven e Dean, Caleb e Hiendi (eu acho), Kylie e James, Cassie e Tyler, Scott e Alice, que por sinal estão sumidos há um bom tempinho, e eu aqui, na plateia. Até Lena está batendo maior papo com Miguel e Emma com Josh. Esperemos para ver no que isso vai dar.

Narrador

Uma espécie de gás foi liberado dentro do trailer. Alice imediatamente adormeceu, já Scott desconectou um dos três pen drives que estavam conectados ao notebook e o colocou no tênis. Em menos de dez minutos, ambos já abriam os olhos e sentiam certa moleza no corpo. Inacreditavelmente, o trailer tinha desaparecido. Estava lá somente o brutamonte brincando com uma faca e um pedaço de madeira, como se esculpisse bonequinhos de madeira.

– Já estava na hora de acordarem mesmo. – cumprimentou o grandalhão com voz alta o bastante para ecoar pelos ouvidos do casal e parecer que uma escola de samba havia passado por ali e então continuou – Antes que pergunte, estamos esperando Isabela para acabar logo com isso.

Nesse momento, a mão tremula de Alice tocou a de Scott, apertando ao máximo. Nenhum deles se pronunciou até cerca de seis minutos depois avistarem Isabela desfilando até eles.

– Tudo nos conformes? – inquiriu.

– Claro. Como deveria ser. Falta somente o seu Gran Finale. – respondeu o homem que piscou para Isa e recebeu o mesmo como troco.

– Você é desprezível Isabela Collins! – bufou Alice, cuspindo no rosto da garota ao se aproximar, recebendo um forte tapa que a deixou de bochecha avermelhada, resultando em inquietação de Scott.

– Me dê a faca – ordenou Isabela. Assim que pegou, a víbora arrancou o sapato de Alice e encostou a lâmina fria em seu pé, dando um leve arrepio inicial, virando-a e dando um corte no formato de “i” de leve. – Assim não se esquecerá de mim depois que lhe matar.

– Vai para o inferno! – mandou Alice chutando a barriga de Isabela.

– Talvez eu esteja sendo boazinha demais. Quem sabe sem os dedos ela não saiba como ter respeito pelos mais velhos, mesmo que seja somente três anos. – riu Isa.

– Não toque nela. Eu ainda não terminei de abrir o programa. Isso pode ser ruim para vocês. – interveio Scott.

– Deixa de ser nerd exibido, idiota! E eu por acaso falei que ia matá-la?! Pelo menos não agora. E outra coisa: temos uma garota inteligente o bastante nos ajudando.

– Como será que você consegue se tão... – sendo Alice interrompida pela ditadora.

– Cala boca, ô pirralha!

Nesse exato momento, um leve “siu!” de passagem rápida foi escutado. Isabela pôs-se de pé e a olhar de lado a outro para ver o que possivelmente teria sido aquilo.

– Gigante?! O que aconteceu? – perguntou Isa, quando o homem virou-se e pediu para que ela tira-se uma flecha presa em seu ombro.

– Fomos descobertos, eu acho. – sugeriu o homem.

– É mesmo estrupício?! Nem percebi. Fique de guarda! – exigiu Isabela puxando a flecha de uma só vez.

Scott que próximo estava, deu-lhe uma rasteira e com um canivete suíço, soltou-se e a Alice, mandando para que ela se escondesse.

– Olha só Scott Nerd – avisou Isabela como se Nerd fosse sobrenome – você não deveria ter feito isso.

– Ah, é?! Vai fazer o que? – tentou Scott correndo, sendo seguido por Isabela.

O homem tentou ir atrás de Alice que mancava, porém no meio do caminho uma garota pulou em cima dele e lhe deu um soco no estômago.

– Alek! Que bom! – agradecia Alice.

– Corta essa agora. Estou ocupada! – falou quando o homem puxou seu calcanhar quase o quebrando.

– Ok! – assentiu Alice se afastando ao máximo.

Scott por outro lado correu até dar de cara com a depressão que vira quando estava com Alice no passeio matinal. Olhou para trás, no entanto Isabela já estava próxima e não dava para fugir, estava sem dúvidas, encurralado entre a faca e a queda.

– Acho que a inteligência não está muito boa hoje, não é?! – brincou Isabela.

– Será?! Estou com um dos pen drives do programa. Sem isso, nada funciona. – mostrou Scott – E além do mais, o Nerd aqui não descriptografou tudo.

– Se acha, viu! – afirmou Isabela – Pena que isso não vá durar por muito tempo.

Então Isabela correu para acertar Scott, o qual se agachou e correu também. Quando Isabela segurou em sua camisa, ele passou por baixo de suas pernas, derrubando-a. Ela então se aproximou e tentou dar um soco nele, do qual desvio, sendo atingido no saco escrotal em seguida e se ajoelhando.

– Como os homens são fracos! – afirmou Isabela, puxando os cabelos de Scott, deixando cair os óculos do rapaz no chão. – Me entrega o pen drive!

Então Isabela pressente que algo vai atingi-la e se vira, dando de cara com Lena enfurecida.

– Traidora miserável. Eu acreditei em você! – disse Lena dando um chute em Isabela que agarrou seus cabelos.

– Não era você mesma que dizia que não acreditava em tudo que falavam?! – replicou Isabela, dando-lhe um soco na barriga.

– Mas tudo tem suas exceções. – falou Lena ofegante, recebendo outro soco de Isabela na barriga, se afastando um pouco e quando a menina ia chutar-lhe, ela agarrou seu pé e o deslocou, fazendo cair.

– Você sabe que eu sou mais forte! – gritou Isabela tentando se levantar e correndo até Lena mancando. Lena tentou dar-lhe um soco no rosto, contudo foi puxada pelos cabelos em direção ao joelho esquerdo de Isabela, fazendo seus nariz sangrar com o golpe.

Scott então pegou o arco de Lena e papeou o chão de areia em busca de uma flecha, a qual enfim achou e mesmo sem saber como, atirou. Por sorte, esta incrivelmente passou entre a distância de cinco centímetros que as separava. Isabela jogou Lena no chão e se aproximou, tirando da bota, uma pistola.

– Eu SEMPRE fui mais forte que você. – engatilhou quando Scott acertou de raspão uma flecha em sua mão, fazendo a pistola cair. Lena então ergueu as pernas e imobilizou Isabela, pressionando seu pescoço. Seu rosto logo começou a ficar vermelho, então Isa pegou a faca não muito longe e quando ia enfiar na panturrilha de Lena, a morena girou e Isabela escorregou, caindo na depressão, deixando um corte inevitável.

– Você está bem? – indagaram Lena e Scott em coro, a garota ofegante devido a luta. – Sim! – responderam.

– Temos que ir atrás de Alice. – lembrou Scott.

– Vamos! – levantou-se Lena.

Noutro lado, Helena acabou por esbarrar em Rose. A ruiva e a loira trocaram olharem fulminantes, mortíferos igualmente a uma bomba atômica, como se caso pudessem, desintegrassem uma a outra. Então Helena parou, ofuscou os olhos e deu uma volta ao redor de Rose.

– Entendo porque Tanner gosta de você. É frágil! Que homem não gosta de bancar o galã para uma iludida?!

– Me poupe! Como se você fosse grande coisa! – retrucou Rose recebendo uma risada sarcástica de Helena.

– Coitadinha! – ironizou Helena – Não se enxerga!

– Reparo mais no interior do que no físico.

– Tá né?! Cada um com seus defeitos.

– Beleza um dia acaba, sabe?!

– Esse não é o meu caso. – Helena mandou um beijinho falso para Rose – Se eu fosse você, cairia na real e perceberia que Tanner não quer nada mais que brincar com você. – alertou tocando o ombro de Rose, recebendo um tapa – Afe! Nervosinha! Só estou falando que essa não seria a primeira vez, não é?! Um beijo, vocês se envolverem e do nada aparece outra, ele te deixa e você volta para a estaca da amizade, não é?!

– Não! – proferiu Rose com raiva.

– Não é o que parece... – piscou Helena para Rose, a qual puxou o braço direito da outra, encostando seu pulso quase em seu ombro.

– O que foi que disse mesmo?!

Notas finais
Gostaram? Vamos ao DESAFIO::::: ♥ Será assim: Quero fazer um capítulo de songfic (talvez o único caso não fique muito bom), então conto com esse desafio. Cada um vai sugerir o casal que vocês acham que será os retratados na música e vão mandar uma sugestão de música. Aquele (s) que acertarem o casal e/ou tiverem a música aceita, livrarão seus personagens da próxima votação e indicarão um outro personagem. Caso ninguém acerte o casal, ou as músicas não se encaixem, o desafio caberá a mim escolher a música e os próximos da berlinda. Aguardo bons palpites e dicas! Até o próximo!