Distância
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Boa leitura pra quem teve paciência de ler até aqui (e pros que não leram também).
Lavo o rosto após acordar pela milésima vez escutando Near me chamar. Agora está amanhecendo, então a probabilidade de eu dormir de novo é algo muito próximo do zero. Apóio sobre os braços de forma que a bancada da pia me mantém erguida e encaro meus próprios olhos no espelho. As olheiras azuladas estão cada dia mais óbvias em minha pele pálida. Agora é assim toda noite, eu vou dormir e acordo com a voz de meu irmão chamando por mim. Ele sempre diz algo perturbador. Diz que eu o abandonei ou que eu nunca vou voltar. Desta vez ele me acordou dizendo que jamais me perdoaria por ter vindo para o Japão. Eu tentei responder, dizer que não vim porque quis, mas fui interrompida por Mello, que também tem sido uma presença freqüente em meus sonhos. Ele surgiu ao lado de Ne-Ne com outra garota nos braços. A que o beijou no aniversario do Near. Sei que é loucura, porque confio em Mello tanto quanto confio em meu irmão ou... ou em mim mesma! Não me preocupo com a possibilidade de ele me trair ou não me amar. Ao menos não conscientemente. Acho que o meu medo é que o amor que ele tem por mim acabe.
Você está sendo idiota, Kim, digo à mim mesma. Saio do banheiro e tiro o pijama antes de colocar meu uniforme. Estou cada vez mais acostumada a vesti-lo todas as manhãs antes de ir para a escola. Ainda não gosto nem um pouco de lá, mesmo tendo Sayu como amiga e um garoto chamado Ichinose Akira – Sim, o irmão de minha antagonista-.
Sento-me na cadeira do computador e ligo o monitor. Na Inglaterra são 21:00hrs, então tentarei conversar com alguém lá e descobrir como está Near.
____________________ LONGE DALI * PDV MATT * ________________________
Ligo o computador para jogar alguma coisa antes de dormir. Mello, para variar um pouco, passou o dia entre se enrolar no cobertor e comer malditas barras de chocolate e ir para o quarto de Near ver se ele está bem. Acho que ele só cuida do albininho porque é como a última coisa que lhe restou da Kim além do skype e do facebook. E, falando na Kim, veja só quem está online no facebook agora mesmo!
Olá, “Snowdrop”. Posso ligar a webcam?
Sim, Matt. Mas só por uns minutinhos, porque daqui a pouco eu vou para a escola. E você não tem o direito de me chamar de Snowdrop!
Ok, desculpe, esqueci que é um direito exclusivo do Mello. Eu entendo, sabe, o Near também não admite que o chamemos de Ne-Ne... snif, snif...
Deixa de ser dramático, Matt! Só ligue logo a droga da webcam e não fique gritando, senão a Kyou acorda e me mata.
Mas você passou a noite inteira acordada?
Não... Acordei agora
Por quê?
Pesadelo. Liga logo a porra da Webcam?
Então eu a obedeço e lhe mando a solicitação pelo facebook mesmo. Ela atende e, do outro lado da tela, vejo a albina sentada na cadeira do quarto que conheço como a palma da minha mão mesmo sem nunca ter estado lá. Ela está com um vestidinho vinho e abraça os joelhos como se fosse uma criança.
– Ei, Mello, sua namorada está aqui! – Chamo.
– Kim? – O louro rola da cama e cai.
– O que foi isso? – Pergunta Kim.
– O Mello se animou demais ao ouvir que você está aqui.
Kim solta uma risadinha e para ao ver Mello chegar. Vejo um brilho diferente surgir nos olhos roxos. Eles estão mesmo apaixonados. Nunca imaginei que Mello pudesse se envolver em um relacionamento tão sério assim. O louro já ficou com várias meninas antes, mas jamais se envolveu emocionalmente com ninguém.
– Oi, Mello! – Ela sussurra sorrindo.
– Oi, pequena Snowdrop. O que faz acordada a essa hora?
– Tive um pesadelo.
– Sobre o quê? – Mello parece preocupado ao olhar para ela através do monitor. Parece até a primeira vez que ele viu as olheiras e o peso abaixo do normal de Kim. Agora ela recuperou o peso, mas permanece com a falta de sono.
– Você. E o Ne-Ne.
– E o que aconteceu, Kim?
– O Near me chamava e dizia que nunca me perdoaria por ter vindo para o Japão. Depois você apareceu e... Bem, lembra do aniversário do Near ano passado?
– Quando a gente ficou.
– E...
– Aquela menina? Kim, você sabe que eu não a beijei! Foi ela, eu juro! Não é motivo para pesadelos, eu jamais te trairia!
– Eu sei, Mello, mas ainda assim tem toda essa distância entre nós e a falta de comunicação... Eu tenho medo que isso afete nosso relacionamento.
– Ok, gente, acho que essa é a hora em que eu saio e deixo vocês conversando aí. – Digo e, em resposta, recebo um olhar assassino de Mello e vejo gratidão nos olhos da albina.
Saio do quarto e vou chamar Íris e Near para falar com a Ki-Ki. Ela ficará contente, pois depois daquele pesadelo precisará do apoio do irmão também. Ainda é cedo, eles não devem estar dormindo. Em especial porque Íris dificilmente dorme cedo. Ela não gosta de ficar sozinha no quarto.
Bato na porta do quarto de minha namorada – na verdade eu raramente penso nela usando esse termo tão superficial. Além do que, isso a coloca em uma situação na qual não passa de um objeto e ela decididamente não é isso-. Ela se abre, revelando uma Íris ainda de pijama.
Ela me beija.
A Kim está conosco. Venha para o nosso quarto depois. Agora ela está resolvendo um assunto urgente com o Mello.
♪ (v^_ ^) v — PDV MELLO — _________•
A Kim não confia em mim? Nada poderia me machucar mais do que isso. Exceto a distância que nos separa. E eu que pensei que "coração partido" era apenas uma figura de linguagem.
– Kim, você não confia em mim?
– Claro que confio! Se não confiasse, não conseguiria sentir nada por você.
– E você sente? — Depois desta revelação, eu não tenho certeza de mais nada.
– Eu te amo, Mello! — Vejo seus olhos se encherem de lágrimas, provando que ela me ama mesmo e que também odeia qualquer possibilidade de eu duvidar dela.
– Eu te amo, Snowdrop. — Respondo. Neste momento a mãe adotiva de Kim, Kyou, entra no quarto e se depara com a cena.
– Nani?! — Ela diz. Não entendo o resto da bronca.
– Gomen! — Responde Kim antes de continuar com uma explicação em japonês que deve abordar desde o pesadelo até o presente instante.
Kyou, então, olha para mim e diz:
– Olá, Mello.
– Olá, Kyou. — Respondo. Ela já está acostumada com minha presença no computador.
A moça volta a sair do quarto depois de dizer mais alguma coisa para Kim.
– O que você disse para ela?
– Expliquei que depois do terceiro pesadelo da noite eu desisti de dormir e liguei o computador. Ela disse que em dez minutos eu tenho que descer.
– Ok.
Então Near, Íris e Matt passam pela porta e se juntam a conversa.
– Onee-chan! — Near quase grita.
– Ne-Ne! — Kim pula ao ver o irmãozinho.
$&@"___PDV #%^* KIM___€£¥•
Após a conversa, eu desço a escada e tomo um rápido café da manhã antes de sair de casa na companhia de Yukiteru.
– Você gritou hoje de novo. Três vezes.
– Eu tenho tido muitos pesadelos, Yuki-kun. Desculpe por te acordar.
– Eu não me importo por você me acordar, só acho que você deveria dar um jeito de parar esses pesadelos. – Responde.
– Como?
– Faça alguns amigos aqui, Kim. Você não seria assim se não fosse tão solitária.
– Eu não sou solitária. E eu tenho a Sayu e o Akira.
– Sinceramente, Kim, não tente me enganar. Eu nunca te vi com ninguém fora da escola. As únicas pessoas com as quais você se relaciona são seu irmão, Mello, Matt, Íris, o garoto das olheiras e o gêmeo do mal dele. E, sejamos sinceros, não é saudável você só ter amigos que moram na Inglaterra. O que vai fazer quando crescer? Se casar pela internet? – Bem, eu pessoalmente tinha pensado em voltar para a Inglaterra assim que eu pudesse. Respondo mentalmente. – Hein, Kim? Vá fazer algum amigo e verdade, seja ao menos um pouco feliz!
– Ah, sim, claro! Além de me afastar do meu irmão, do meu namorado e dos meus melhores e únicos amigos, você e a minha “família” ainda querem que eu seja feliz com isso?! – Cuspo as palavras sem sequer perceber. Depois me dou conta do que disse. Eu não deveria ter feito isso. Levo ambas as mãos à boca, cobrindo-a, como se tentasse impedir o que acabou de sair dela.
– É isso o que você pensa, Kim? Que fizemos isso para te torturar? Saiba que fizemos isso porque sentíamos que a família estava incompleta e a minha mãe não pode mais ter filhos. E, quando encontramos você, achamos que seria um benefício mútuo, eu teria uma irmã mais nova e você teria uma família. Saiba que a sua atitude machuca muito a minha mãe, mas acho que você também não se importa, não é?
– Yuki-kun... – Sussurro. Mas não sei como completar a frase. Eu fui tão egocêntrica esse tempo todo? Pensando só na minha própria dor? Não. Não só na minha dor. Pensei na dor do meu irmão, do Mello, da Íris, Matt e Ryuuzaki. Beyond não sente dor emocional por mim, embora sejamos amigos. Jogo o cabelo para trás com os dedos. Odeio machucar as pessoas. Não apenas por fora, mas por dentro.
– Não venha com essa de “Yuki-kun”! – Diz ele ao se afastar a passos largos. Não tento impedi-lo, pois não tenho o que dizer. Apenas sigo para a escola andando lentamente.
Tão lentamente que acabo me atrasando tanto quanto Akira, que é sempre o último a chegar a escola.
– Ei, Kim! Espera aí! – Ouço-o dizer.
– Oi, Akira. – Sorrio suavemente para o garoto alto de cabelos castanhos claros. Se a minha dor incomoda outras pessoas, guardarei ela para mim mesma a partir de agora. Infelizmente meu amigo é quase tão perceptivo quanto L, embora eu seja uma boa atriz.
– O que houve, Kim? – Ele diz com uma voz entediada que me lembra a do detetive.
– Meu Deus! Você é um candidato perfeito para ir para o Wammy’s.
– Sinceramente, não tenho interesse algum nisso.
– Eu entendo o seu ponto de vista. – Digo com um sorriso um pouco mais largo e convincente, torcendo para que acredite dessa vez.
– Agora diga logo o que aconteceu.
– Ah, é que eu discuti com Yuki no caminho e acabei abordando o tema “Japão”, aí ele falou um monte de coisa e agora eu preciso resolver isso, mas tudo bem.
– Ok. Vou fingir que está mesmo tudo bem. – Ele conclui a conversa.
– Vamos para a sala ou vai se atrasar mais ainda.
– E você não?
– Eu já sei essa matéria.
– Vou me lembrar disso na hora de estudar para as provas. – Ele sorri. Ainda que inteligente para algumas coisas, Akira não é bom aluno. Ele é como Sherlock Holmes, que escolhe o que vai aprender ou não. Acabou indo para o lado dos detetives mesmo. Como eu disse para meu amigo anteriormente, ele seria mesmo um bom candidato para ser o próximo L. Mas acho que ainda não estaria no Ranking dos mais inteligentes do Wammy’s House.
Seguimos para a sala de aula e eu olho os lugares disponíveis. O que eu sempre sento e o a frente. Infelizmente, o lugar ao lado do que eu reconheço como meu está ocupado por ninguém mais ninguém menos que Ichinose Yue. Lá vou eu ficar escutando a voz irritante dela a aula inteira. Mas não vou deixar de sentar no lugar que eu gosto por causa dela. Isso está completamente fora de cogitação.
Sigo para o fundo da sala. Akira se senta na minha frente. Suspiro ao escutar a primeira pergunta da menina.
– É verdade que você está traindo seu precioso namorado com o meu irmão? – Sua voz carrega uma boa dose de falsa inocência.
– Não. – Digo friamente ao abrir um caderno e começar a desenhar.
– Não sei não, hein... Mas justo o meu irmão? Sinceramente, ele é meio esquisito. – Ignoro o comentário e os dez seguintes. Me foco apenas no desenho. Ela não cala a boca. Que droga, ela é teimosa. Por que é que implicou tanto com a existência do Mello?
– Yue, sua baka completa! Que merda, pare de falar, eu não estou namorando a Kim, então deixe ela em paz, ok?.
Suspiro. Agora mesmo é que Yue vai me irritar para sempre. Bem, se ela pode mostrar que seu repertório de piadinhas irritantes é extenso, vou mostrar a ela que minha paciência é infinita.
(____________________Mais tarde...____________________)
Chego em casa e levo a mochila para o quarto. Normalmente eu ficaria por lá mesmo, mas hoje não. Hoje eu tentarei ser a filha que não tenho sido durante os últimos meses. Vou compensar o meu erro.
Vou para a cozinha e encontro Kyou cortando algo.
– Quer alguma ajuda? – Pergunto. O fato é que eu não dou trabalho, mas também não ajudo muito em casa.
– Sim, por favor, Kim. Corte isso em rodelinhas para mim, por favor. – Responde Kyou me apontando a bancada, onde se encontra um maço de cebolinhas ao lado de uma faca. Vou até lá e começo o trabalho.
Não é assim tão ruim cozinhar com Kyou. E ela parece contente com a minha companhia.
– Sabe onde está seu irmão? – Ela pergunta.
– Um deles está na Inglaterra... O outro eu achei que já tinha chegado. – Digo, juntando as sobrancelhas. Geralmente Yuki não espera a minha aula acabar e vem para casa logo. Só espero que ele esteja bem.
– Estranho. Bem, ele deve ter ido para a casa de algum amigo.
– Talvez Raito. Eu vou ligar para ele. Senão tentarei falar com a Sayu e perguntar se Yuki-kun está lá. – Digo.
– Sim, faça isso. Senão estiver, me avise para eu ligar para os outros amigos dele.
– Hai. – Digo e corro para meu quarto para pegar o celular e ligar para Yuki. Ninguém atende e eu deixa uma mensagem. E outra. E outra. E outra. Ao todo, devem ter sido umas dez mensagens. Ao fim da última delas, jogo o celular contra a cama. Ele pula e cai no chão, fazendo-me agradecer por seu um Nokia. Hora de tentar falar com a Sayu.
Resgato o aparelho e aperto as teclas rapidamente, sentindo um mal estar crescente.
– Oyasumi*, Sayu! – Digo quando ela atende.
– Kim, a que devo esta ligação? – Ela pergunta.
– A Yuki, que ainda não apareceu em casa. Ele está aí? – Pergunto.
– Não sei, vou perguntar ao Raito. – Diz ela. Depois sua voz fica mais abafada. – Onii-chan, o Yukiteru-kun está aí com você? – Não ouço a resposta do mais velho, mas já sei qual é. – Desculpe, Kim, ele não está aqui. Vou avisar o meu pai que ele sumiu. Ele saberá o que fazer. Ligo mais tarde, ou se ele aparecer aqui.
– Arigatou Gosaimasu, Sayu. – Digo antes de desligar. Desço as escadas correndo. – Kyou? Ele não está lá.
– Sora no Kami ** — Suspira minha mãe adotiva, pegando o telefone e um caderninho preto.
– Sayu vai avisar Yagami-san. Vamos achá-lo logo, Kyou. – Tento consolá-la. Depois penso em outra coisa. Será que L é bom em achar pessoas? Ou... Bem, eu sei que Beyond é. Desde que essa pessoa tenha iniciais iguais, o que não é o caso de Fujibayashi Yukiteru. – Um instante, vou fazer uma consulta a um amigo.
– Isso não é hora para falar com seus amigos, Kim!
– Mas talvez um deles possa ajudar. – Grito já do topo da escada. Entro no quarto e ligo o computador, torcendo para que alguém esteja lá. Ninguém. Será por telefone mesmo. Puxo o aparelho do gancho e digito o número que decorei há tempos. Roger atende. – Roger, é a Kim. Preciso falar com o Ryuuzaki.
– Ele está ocupado com um caso, Kim. Peço para ele ligar mais tarde.
– Não, Roger, você não está entendendo, isso é um caso de vida ou morte! – Escuto a porta se abrir e Tomoya entra no quarto. Ele quase não fala inglês, então me pergunto o que está pensando a meu respeito ao me ver gritar no telefone com alguém que ele mal conhece. Meu pai adotivo abre a boca e eu ergo a mão, pedindo que espere um pouco. Não demora muito para que outra voz fale comigo pelo telefone.
– Kim, é o Beyond, serve?
– Duvido muito, mas não custa tentar. Você é o namorado do L e o conhece melhor que ninguém, não é? – Começo o interrogatório.
– Eu mesmo, Beyond Birthday. – Quase posso ver seu ar de superioridade ao responder minha pergunta.
– Ele é bom em encontrar pessoas desaparecidas? E você?
– Nós somos geniais, Kim. Mas para encontrar pessoas desaparecidas, L é melhor que eu. Ainda assim, não posso deixar de perguntar o que aconteceu.
– Yuki-kun. Ele não veio para casa ainda.
– Existem muitas opções que não envolvem nada ruim, sabe disso. Ele pode perfeitamente estar com alguma garota. – Diz B.
– Kyou está ligando para os amigos dele. – Depois me dirijo a Tomoya e lhe pergunto se houve alguma resposta positiva. Ele nega e acrescenta que só sobraram duas pessoas para perguntar. – Até agora ninguém sabe dele. Ah, tive uma idéia! – Digo em japonês mais para o universo do que para Tomoya.
– Qual, Kim?
– Ligue para a escola. Pergunte se ele foi a aula. Se ele se meteu em alguma encrenca por si só, é bem possível que tenha feito o serviço completo.
– No que está pensando?
– Estou pensando que, se ele não está na casa de ninguém e não atende o celular, o melhor que pode ter acontecido é ele estar bebendo em algum lugar por aí.- Vejo Tomoya me olhar com tristeza e puxar o celular do bolso. Volto a falar com Beyond.
– O que disse para ele?
– Para ligar para a escola.
– Ótimo. Você está conseguindo pensar. Espere a resposta. Se ele faltou a aula é provável que esteja apena fazendo alguma besteira por aí. Senão, Kim... Talvez seja melhor preparar a si mesma e aos outros moradores da casa.
Notas finais
Esse capítulo eu fiz bem grande pra compensar o tempo que passei sem postar, ok, amores? Mais uma vez: PERDOEM-ME!!!
Beijos da Ushio!
PS: Aqui está a legenda dos asteriscos que vocês (talvez) notaram ao longo do texto. Se não viu, LEIA DE NOVO, VOCÊ NÃO PRESTOU ATENÇÃO! (Mentira, não precisa ler não).
* Oyasumi = boa noite. (Japonês)
** Sora no Kami = "Deus do céu". (Japonês)
FONTE: GOOGLE TRADUTOR!!!!
Beijos, amores!!! Até o próximo capítulo!!
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