Distância

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Desculpem a demora!!! Foi sem querer, pessoal, é que estávamos nos ajeitando por aqui, e procurando casas e eu tinha pouco tempo para escrever e só conseguia entrar no Nyah! bem tarde... Quero dedicar esse capítulo à todos que tiveram paciência de me esperar e continuaram lendo a fic. Ah, sim, e o final do capítulo é dedicado à mãe do meu amigo, Pepa, que há algumas semanas atrás me ligou desesperada dizendo que não encontrava ele... Ele estava dormindo. Quase morri por causa dela, mas tudo bem.
Boa leitura pra quem teve paciência de ler até aqui (e pros que não leram também).

Lavo o rosto após acordar pela milésima vez escutando Near me chamar. Agora está amanhecendo, então a probabilidade de eu dormir de novo é algo muito próximo do zero. Apóio sobre os braços de forma que a bancada da pia me mantém erguida e encaro meus próprios olhos no espelho. As olheiras azuladas estão cada dia mais óbvias em minha pele pálida. Agora é assim toda noite, eu vou dormir e acordo com a voz de meu irmão chamando por mim. Ele sempre diz algo perturbador. Diz que eu o abandonei ou que eu nunca vou voltar. Desta vez ele me acordou dizendo que jamais me perdoaria por ter vindo para o Japão. Eu tentei responder, dizer que não vim porque quis, mas fui interrompida por Mello, que também tem sido uma presença freqüente em meus sonhos. Ele surgiu ao lado de Ne-Ne com outra garota nos braços. A que o beijou no aniversario do Near. Sei que é loucura, porque confio em Mello tanto quanto confio em meu irmão ou... ou em mim mesma! Não me preocupo com a possibilidade de ele me trair ou não me amar. Ao menos não conscientemente. Acho que o meu medo é que o amor que ele tem por mim acabe.

Você está sendo idiota, Kim, digo à mim mesma. Saio do banheiro e tiro o pijama antes de colocar meu uniforme. Estou cada vez mais acostumada a vesti-lo todas as manhãs antes de ir para a escola. Ainda não gosto nem um pouco de lá, mesmo tendo Sayu como amiga e um garoto chamado Ichinose Akira – Sim, o irmão de minha antagonista-.

Sento-me na cadeira do computador e ligo o monitor. Na Inglaterra são 21:00hrs, então tentarei conversar com alguém lá e descobrir como está Near.


____________________ LONGE DALI * PDV MATT * ________________________


Ligo o computador para jogar alguma coisa antes de dormir. Mello, para variar um pouco, passou o dia entre se enrolar no cobertor e comer malditas barras de chocolate e ir para o quarto de Near ver se ele está bem. Acho que ele só cuida do albininho porque é como a última coisa que lhe restou da Kim além do skype e do facebook. E, falando na Kim, veja só quem está online no facebook agora mesmo!

Olá, “Snowdrop”. Posso ligar a webcam?

Sim, Matt. Mas só por uns minutinhos, porque daqui a pouco eu vou para a escola. E você não tem o direito de me chamar de Snowdrop!

Ok, desculpe, esqueci que é um direito exclusivo do Mello. Eu entendo, sabe, o Near também não admite que o chamemos de Ne-Ne... snif, snif...

Deixa de ser dramático, Matt! Só ligue logo a droga da webcam e não fique gritando, senão a Kyou acorda e me mata.

Mas você passou a noite inteira acordada?

Não... Acordei agora

Por quê?

Pesadelo. Liga logo a porra da Webcam?

Então eu a obedeço e lhe mando a solicitação pelo facebook mesmo. Ela atende e, do outro lado da tela, vejo a albina sentada na cadeira do quarto que conheço como a palma da minha mão mesmo sem nunca ter estado lá. Ela está com um vestidinho vinho e abraça os joelhos como se fosse uma criança.

– Ei, Mello, sua namorada está aqui! – Chamo.

– Kim? – O louro rola da cama e cai.

– O que foi isso? – Pergunta Kim.

– O Mello se animou demais ao ouvir que você está aqui.

Kim solta uma risadinha e para ao ver Mello chegar. Vejo um brilho diferente surgir nos olhos roxos. Eles estão mesmo apaixonados. Nunca imaginei que Mello pudesse se envolver em um relacionamento tão sério assim. O louro já ficou com várias meninas antes, mas jamais se envolveu emocionalmente com ninguém.

– Oi, Mello! – Ela sussurra sorrindo.

– Oi, pequena Snowdrop. O que faz acordada a essa hora?

– Tive um pesadelo.

– Sobre o quê? – Mello parece preocupado ao olhar para ela através do monitor. Parece até a primeira vez que ele viu as olheiras e o peso abaixo do normal de Kim. Agora ela recuperou o peso, mas permanece com a falta de sono.

– Você. E o Ne-Ne.

– E o que aconteceu, Kim?

– O Near me chamava e dizia que nunca me perdoaria por ter vindo para o Japão. Depois você apareceu e... Bem, lembra do aniversário do Near ano passado?

– Quando a gente ficou.

– E...

– Aquela menina? Kim, você sabe que eu não a beijei! Foi ela, eu juro! Não é motivo para pesadelos, eu jamais te trairia!

– Eu sei, Mello, mas ainda assim tem toda essa distância entre nós e a falta de comunicação... Eu tenho medo que isso afete nosso relacionamento.

– Ok, gente, acho que essa é a hora em que eu saio e deixo vocês conversando aí. – Digo e, em resposta, recebo um olhar assassino de Mello e vejo gratidão nos olhos da albina.

Saio do quarto e vou chamar Íris e Near para falar com a Ki-Ki. Ela ficará contente, pois depois daquele pesadelo precisará do apoio do irmão também. Ainda é cedo, eles não devem estar dormindo. Em especial porque Íris dificilmente dorme cedo. Ela não gosta de ficar sozinha no quarto.

Bato na porta do quarto de minha namorada – na verdade eu raramente penso nela usando esse termo tão superficial. Além do que, isso a coloca em uma situação na qual não passa de um objeto e ela decididamente não é isso-. Ela se abre, revelando uma Íris ainda de pijama.

Ela me beija.

A Kim está conosco. Venha para o nosso quarto depois. Agora ela está resolvendo um assunto urgente com o Mello.

♪ (v^_ ^) v — PDV MELLO — _________•


A Kim não confia em mim? Nada poderia me machucar mais do que isso. Exceto a distância que nos separa. E eu que pensei que "coração partido" era apenas uma figura de linguagem.

– Kim, você não confia em mim?

– Claro que confio! Se não confiasse, não conseguiria sentir nada por você.

– E você sente? — Depois desta revelação, eu não tenho certeza de mais nada.

– Eu te amo, Mello! — Vejo seus olhos se encherem de lágrimas, provando que ela me ama mesmo e que também odeia qualquer possibilidade de eu duvidar dela.

– Eu te amo, Snowdrop. — Respondo. Neste momento a mãe adotiva de Kim, Kyou, entra no quarto e se depara com a cena.

– Nani?! — Ela diz. Não entendo o resto da bronca.

– Gomen! — Responde Kim antes de continuar com uma explicação em japonês que deve abordar desde o pesadelo até o presente instante.

Kyou, então, olha para mim e diz:

– Olá, Mello.

– Olá, Kyou. — Respondo. Ela já está acostumada com minha presença no computador.

A moça volta a sair do quarto depois de dizer mais alguma coisa para Kim.

– O que você disse para ela?

– Expliquei que depois do terceiro pesadelo da noite eu desisti de dormir e liguei o computador. Ela disse que em dez minutos eu tenho que descer.

– Ok.

Então Near, Íris e Matt passam pela porta e se juntam a conversa.

– Onee-chan! — Near quase grita.

– Ne-Ne! — Kim pula ao ver o irmãozinho.

$&@"___PDV #%^* KIM___€£¥•

Após a conversa, eu desço a escada e tomo um rápido café da manhã antes de sair de casa na companhia de Yukiteru.

– Você gritou hoje de novo. Três vezes.

– Eu tenho tido muitos pesadelos, Yuki-kun. Desculpe por te acordar.

– Eu não me importo por você me acordar, só acho que você deveria dar um jeito de parar esses pesadelos. – Responde.

– Como?

– Faça alguns amigos aqui, Kim. Você não seria assim se não fosse tão solitária.

– Eu não sou solitária. E eu tenho a Sayu e o Akira.

– Sinceramente, Kim, não tente me enganar. Eu nunca te vi com ninguém fora da escola. As únicas pessoas com as quais você se relaciona são seu irmão, Mello, Matt, Íris, o garoto das olheiras e o gêmeo do mal dele. E, sejamos sinceros, não é saudável você só ter amigos que moram na Inglaterra. O que vai fazer quando crescer? Se casar pela internet? – Bem, eu pessoalmente tinha pensado em voltar para a Inglaterra assim que eu pudesse. Respondo mentalmente. – Hein, Kim? Vá fazer algum amigo e verdade, seja ao menos um pouco feliz!

– Ah, sim, claro! Além de me afastar do meu irmão, do meu namorado e dos meus melhores e únicos amigos, você e a minha “família” ainda querem que eu seja feliz com isso?! – Cuspo as palavras sem sequer perceber. Depois me dou conta do que disse. Eu não deveria ter feito isso. Levo ambas as mãos à boca, cobrindo-a, como se tentasse impedir o que acabou de sair dela.

– É isso o que você pensa, Kim? Que fizemos isso para te torturar? Saiba que fizemos isso porque sentíamos que a família estava incompleta e a minha mãe não pode mais ter filhos. E, quando encontramos você, achamos que seria um benefício mútuo, eu teria uma irmã mais nova e você teria uma família. Saiba que a sua atitude machuca muito a minha mãe, mas acho que você também não se importa, não é?

– Yuki-kun... – Sussurro. Mas não sei como completar a frase. Eu fui tão egocêntrica esse tempo todo? Pensando só na minha própria dor? Não. Não só na minha dor. Pensei na dor do meu irmão, do Mello, da Íris, Matt e Ryuuzaki. Beyond não sente dor emocional por mim, embora sejamos amigos. Jogo o cabelo para trás com os dedos. Odeio machucar as pessoas. Não apenas por fora, mas por dentro.

– Não venha com essa de “Yuki-kun”! – Diz ele ao se afastar a passos largos. Não tento impedi-lo, pois não tenho o que dizer. Apenas sigo para a escola andando lentamente.

Tão lentamente que acabo me atrasando tanto quanto Akira, que é sempre o último a chegar a escola.

– Ei, Kim! Espera aí! – Ouço-o dizer.

– Oi, Akira. – Sorrio suavemente para o garoto alto de cabelos castanhos claros. Se a minha dor incomoda outras pessoas, guardarei ela para mim mesma a partir de agora. Infelizmente meu amigo é quase tão perceptivo quanto L, embora eu seja uma boa atriz.

– O que houve, Kim? – Ele diz com uma voz entediada que me lembra a do detetive.

– Meu Deus! Você é um candidato perfeito para ir para o Wammy’s.

– Sinceramente, não tenho interesse algum nisso.

– Eu entendo o seu ponto de vista. – Digo com um sorriso um pouco mais largo e convincente, torcendo para que acredite dessa vez.

– Agora diga logo o que aconteceu.

– Ah, é que eu discuti com Yuki no caminho e acabei abordando o tema “Japão”, aí ele falou um monte de coisa e agora eu preciso resolver isso, mas tudo bem.

– Ok. Vou fingir que está mesmo tudo bem. – Ele conclui a conversa.

– Vamos para a sala ou vai se atrasar mais ainda.

– E você não?

– Eu já sei essa matéria.

– Vou me lembrar disso na hora de estudar para as provas. – Ele sorri. Ainda que inteligente para algumas coisas, Akira não é bom aluno. Ele é como Sherlock Holmes, que escolhe o que vai aprender ou não. Acabou indo para o lado dos detetives mesmo. Como eu disse para meu amigo anteriormente, ele seria mesmo um bom candidato para ser o próximo L. Mas acho que ainda não estaria no Ranking dos mais inteligentes do Wammy’s House.

Seguimos para a sala de aula e eu olho os lugares disponíveis. O que eu sempre sento e o a frente. Infelizmente, o lugar ao lado do que eu reconheço como meu está ocupado por ninguém mais ninguém menos que Ichinose Yue. Lá vou eu ficar escutando a voz irritante dela a aula inteira. Mas não vou deixar de sentar no lugar que eu gosto por causa dela. Isso está completamente fora de cogitação.

Sigo para o fundo da sala. Akira se senta na minha frente. Suspiro ao escutar a primeira pergunta da menina.

– É verdade que você está traindo seu precioso namorado com o meu irmão? – Sua voz carrega uma boa dose de falsa inocência.

– Não. – Digo friamente ao abrir um caderno e começar a desenhar.

– Não sei não, hein... Mas justo o meu irmão? Sinceramente, ele é meio esquisito. – Ignoro o comentário e os dez seguintes. Me foco apenas no desenho. Ela não cala a boca. Que droga, ela é teimosa. Por que é que implicou tanto com a existência do Mello?

– Yue, sua baka completa! Que merda, pare de falar, eu não estou namorando a Kim, então deixe ela em paz, ok?.

Suspiro. Agora mesmo é que Yue vai me irritar para sempre. Bem, se ela pode mostrar que seu repertório de piadinhas irritantes é extenso, vou mostrar a ela que minha paciência é infinita.


(____________________Mais tarde...____________________)



Chego em casa e levo a mochila para o quarto. Normalmente eu ficaria por lá mesmo, mas hoje não. Hoje eu tentarei ser a filha que não tenho sido durante os últimos meses. Vou compensar o meu erro.

Vou para a cozinha e encontro Kyou cortando algo.

– Quer alguma ajuda? – Pergunto. O fato é que eu não dou trabalho, mas também não ajudo muito em casa.

– Sim, por favor, Kim. Corte isso em rodelinhas para mim, por favor. – Responde Kyou me apontando a bancada, onde se encontra um maço de cebolinhas ao lado de uma faca. Vou até lá e começo o trabalho.

Não é assim tão ruim cozinhar com Kyou. E ela parece contente com a minha companhia.

– Sabe onde está seu irmão? – Ela pergunta.

– Um deles está na Inglaterra... O outro eu achei que já tinha chegado. – Digo, juntando as sobrancelhas. Geralmente Yuki não espera a minha aula acabar e vem para casa logo. Só espero que ele esteja bem.

– Estranho. Bem, ele deve ter ido para a casa de algum amigo.

– Talvez Raito. Eu vou ligar para ele. Senão tentarei falar com a Sayu e perguntar se Yuki-kun está lá. – Digo.

– Sim, faça isso. Senão estiver, me avise para eu ligar para os outros amigos dele.

– Hai. – Digo e corro para meu quarto para pegar o celular e ligar para Yuki. Ninguém atende e eu deixa uma mensagem. E outra. E outra. E outra. Ao todo, devem ter sido umas dez mensagens. Ao fim da última delas, jogo o celular contra a cama. Ele pula e cai no chão, fazendo-me agradecer por seu um Nokia. Hora de tentar falar com a Sayu.

Resgato o aparelho e aperto as teclas rapidamente, sentindo um mal estar crescente.

– Oyasumi*, Sayu! – Digo quando ela atende.

– Kim, a que devo esta ligação? – Ela pergunta.

– A Yuki, que ainda não apareceu em casa. Ele está aí? – Pergunto.

– Não sei, vou perguntar ao Raito. – Diz ela. Depois sua voz fica mais abafada. – Onii-chan, o Yukiteru-kun está aí com você? – Não ouço a resposta do mais velho, mas já sei qual é. – Desculpe, Kim, ele não está aqui. Vou avisar o meu pai que ele sumiu. Ele saberá o que fazer. Ligo mais tarde, ou se ele aparecer aqui.

– Arigatou Gosaimasu, Sayu. – Digo antes de desligar. Desço as escadas correndo. – Kyou? Ele não está lá.

– Sora no Kami ** — Suspira minha mãe adotiva, pegando o telefone e um caderninho preto.

– Sayu vai avisar Yagami-san. Vamos achá-lo logo, Kyou. – Tento consolá-la. Depois penso em outra coisa. Será que L é bom em achar pessoas? Ou... Bem, eu sei que Beyond é. Desde que essa pessoa tenha iniciais iguais, o que não é o caso de Fujibayashi Yukiteru. – Um instante, vou fazer uma consulta a um amigo.

– Isso não é hora para falar com seus amigos, Kim!

– Mas talvez um deles possa ajudar. – Grito já do topo da escada. Entro no quarto e ligo o computador, torcendo para que alguém esteja lá. Ninguém. Será por telefone mesmo. Puxo o aparelho do gancho e digito o número que decorei há tempos. Roger atende. – Roger, é a Kim. Preciso falar com o Ryuuzaki.

– Ele está ocupado com um caso, Kim. Peço para ele ligar mais tarde.

– Não, Roger, você não está entendendo, isso é um caso de vida ou morte! – Escuto a porta se abrir e Tomoya entra no quarto. Ele quase não fala inglês, então me pergunto o que está pensando a meu respeito ao me ver gritar no telefone com alguém que ele mal conhece. Meu pai adotivo abre a boca e eu ergo a mão, pedindo que espere um pouco. Não demora muito para que outra voz fale comigo pelo telefone.

– Kim, é o Beyond, serve?

– Duvido muito, mas não custa tentar. Você é o namorado do L e o conhece melhor que ninguém, não é? – Começo o interrogatório.

– Eu mesmo, Beyond Birthday. – Quase posso ver seu ar de superioridade ao responder minha pergunta.

– Ele é bom em encontrar pessoas desaparecidas? E você?

– Nós somos geniais, Kim. Mas para encontrar pessoas desaparecidas, L é melhor que eu. Ainda assim, não posso deixar de perguntar o que aconteceu.

– Yuki-kun. Ele não veio para casa ainda.

– Existem muitas opções que não envolvem nada ruim, sabe disso. Ele pode perfeitamente estar com alguma garota. – Diz B.

– Kyou está ligando para os amigos dele. – Depois me dirijo a Tomoya e lhe pergunto se houve alguma resposta positiva. Ele nega e acrescenta que só sobraram duas pessoas para perguntar. – Até agora ninguém sabe dele. Ah, tive uma idéia! – Digo em japonês mais para o universo do que para Tomoya.

– Qual, Kim?

– Ligue para a escola. Pergunte se ele foi a aula. Se ele se meteu em alguma encrenca por si só, é bem possível que tenha feito o serviço completo.

– No que está pensando?

– Estou pensando que, se ele não está na casa de ninguém e não atende o celular, o melhor que pode ter acontecido é ele estar bebendo em algum lugar por aí.- Vejo Tomoya me olhar com tristeza e puxar o celular do bolso. Volto a falar com Beyond.

– O que disse para ele?

– Para ligar para a escola.

– Ótimo. Você está conseguindo pensar. Espere a resposta. Se ele faltou a aula é provável que esteja apena fazendo alguma besteira por aí. Senão, Kim... Talvez seja melhor preparar a si mesma e aos outros moradores da casa.

Notas finais
Vish, o que será que aconteceu com o Yuki? Descubra no próximo capítulo de "Distância"!
Esse capítulo eu fiz bem grande pra compensar o tempo que passei sem postar, ok, amores? Mais uma vez: PERDOEM-ME!!!
Beijos da Ushio!
PS: Aqui está a legenda dos asteriscos que vocês (talvez) notaram ao longo do texto. Se não viu, LEIA DE NOVO, VOCÊ NÃO PRESTOU ATENÇÃO! (Mentira, não precisa ler não).
* Oyasumi = boa noite. (Japonês)
** Sora no Kami = "Deus do céu". (Japonês)
FONTE: GOOGLE TRADUTOR!!!!
Beijos, amores!!! Até o próximo capítulo!!