Disgaea: The Future Of The Past
3 Capítulo 3: O acordar de uma nova era
Notas iniciais
- Como você sabe meu nome?
- Quem não sabe o nome do Overlord do nosso NetherWorld
- Gr... “Qualé”? Não irá se revelar? Não me force a usar forç-
Laharl era interrompido por um gesto de mão do misterioso encapuzado, que gira a mão no ar, tira uma carta dourada do capuz e a joga no chão, pronunciando algumas palavras em língua estranha, que porventura Laharl conhecia e corre com a espada em punho para atacar o homem, mas, no momento em que corria o homem acabava e jogava a carta no chão, então uma forte energia sai do vortex e suga Laharl. Ao ver que Laharl não está mais ali o homem suspeito sorri jogando a cabeça para trás, enquanto assume a forma do Overlord, Laharl."
[Autor: Ah é saco ter que colocar isso de " do futuro" e " do passado" x_x, não me odeiem por isso ._.]
Disgaea The Future of The Past Capítulo 3: O acordar de uma nova era
Após ser tragado pelo vortex, Laharl é jogado rapidamente em várias dimensões, onde não passava 3 segundos e já ia para outra dimensão, passando, ao final, por dezoito ou vinte dimensões.
Até que para em uma, que continha uma enorme esfera no centro, então Laharl era levado para a esfera por uma espécie de onda de vento, e ao chegar à 1 metro da esfera, ele começa e girar em torno dela, até que uma espada de lâmina dourada, e com seu cabo revestido de escrituras, acerta seu braço, prendendo-o à gigantesca esfera. Em seguida, várias outras espadas vem, e cravam seu corpo na esfera, Laharl sentia uma enorme dor ao receber cada espadada, pois cada uma era de um elemento, e fazia suas travessuras em seu corpo, por último, vinha uma enorme lança que era cravada em seu peito, apenas com este último corte que seu sangue começa a jorrar, de maneira desordenada, “pintando” toda a esfera, que brilha fortemente e o faz desmaiar.
Enquanto isso, sorrateiramente o homem (ou a mulher) disfarçado na forma do Laharl, entra no castelo.
— Nossa ( *-* ) que castelo esplêndido – Olhando para os cantos, ele vidra seu rosto para o lado, gelando ao reparar que Gargo, olhava fixamente para ele, em dúvida sobre o ato de seu mestre, ao perceber no gafe que cometera, Laharl (o falso ) entra em pânico e tenta se justificar – V-você não acha? ( ^^’ ) Nunca parei para observá-lo assim...
Gargo desconfia um pouco da situação, mas olha para o seu mestre, e se curva diante dele, retribuindo a estranhice – É mesmo ...“chefinho” – Gargo coloca tanta ênfase ao ‘chefinho’ que Laharl se apavora, mas permanece normal, então sai da sala apressado, andando até a Alameda onde se encosta no muro.
— Eu preciso aprender mais sobre ele... caso contrário estará tudo acabado. ( D: )
Enquanto isso, Laharl ainda desmaiado é transportado pela esfera até um espaço branco, onde é bruscamente jogado no chão, ao ser jogado ele acorda e levanta a cabeça, olhando para os lados, tentando entender ou ver algo. O máximo que conseguia era ver um retângulo metálico, e apenas isso, então Laharl deita a cabeça novamente, e tenta dormir, descansar ou algo do gênero. E consegue obter sucesso, mas é acordado duas horas e meia depois por um estrondoso grito, e um abrir e fechar de portas infernal.
Ao fim, sente-se sendo arrastado para algum lugar confortável, onde é deitado, e chegam enfermeiras após enfermeiras para cuidar de suas feridas, ou lhe dar comida, ao fim de que, após um dia na mesma situação, consegue abrir os olhos, já com o corpo 95% melhor do que estava ao receber os danos.
Mesmo sem enxergar direito, ele consegue distinguir Etna, parada à sua frente e o olhando duvidosamente, até que, ao reparar que ele acordara, dispensa as enfermeiras e o encara longamente, até que, abre a boca para falar.
— Quem é você? E por que está usando a forma do Laharl para se disfarçar?
— Etna, minha fiel ( ou quase... ) vassala, me escute com atenção... Eu não sei o que aconteceu... mas eu fui pego de surpresa por um homem misterioso de capuz, e fui mandado por vários portais, chegando numa esfera estranha, onde teve um clarão.... e eu apareci aqui.
Laharl tomava um enorme susto ao ver as portas do quarto de hóspedes em que estava alojado, serem bruscamente abertas, quase que arrombada, mesmo sem estar trancada. Mas seu susto não foi de ver a porta bater na parede... e sim quem a abriu.
Era como se olhar num espelho, ele se viu abrindo as portas, e ambos os Laharl’s se chocaram de imediato. O choque durou por uns minutos, mas o Laharl que abrira a porta logo se aproxima e praticamente grita consigo mesmo:
— Quem te mandou aqui? E por que se disfarçou justamente de minha pessoa? Deve ter sido para tomar o controle do castelo não é? Espertinho! Mas você não teve sorte, pois eu fui despertado ontem, mesmo todos de fora do castelo não sabendo, o pessoal daqui sabe, esse foi seu maior erro, agora diga, quem te mandou aqui?!
Etna o interrompeu de imediato – Laharl... acho que ninguém mandou ele aqui...mesmo que seja suspeito... Ele é você.
— Etna, não me venha com besteiras!
— Calma... você disse que foi despertado ontem...certo? – Falou Laharl.
— Sim! O que te importa?
— Nossa... então eu voltei no tempo... você tem mil trezentos e dezesseis anos agora... ou eu tenho... sei Lá! – Fala Laharl colocando as mãos na cabeça.
— S-sim... essa é minha idade... Mas... Hm... Por mim ainda parece suspeito....
Etna observava o tom de voz do Laharl acidentado e diz:
— Você disse que voltou no tempo... então... você voltou quantos anos?
— Três... eu acho.
— Cara – Laharl se joga em sua cama. O Laharl que acompanhamos desde o futuro, não percebera que o local onde fora jogado era seu próprio quarto – Isso ainda não me desceu pela garganta!
Etna se senta numa poltrona, apoiando sua cabeça em sua mão, olhando para o teto do quarto, formando um silêncio impenetrável, que é rompido alguns minutos depois pelo Laharl do passado que se senta na cama e levanta voz:
— Certo... esse cara...ou eu...vim do futuro... enviado por um sujeito de capuz... Então... levando esse fato em consideração....... o que devemos fazer para normalizar as coisas?
— Laharl... conte mais sobre quem o atacou – Propôs Etna.
— Tipo, ele usava um sobretudo negro, cobrindo sua face com o capuz do sobretudo e ... hum... acho que era mago, pois tinha uma espécie de portal atrás dele que me sugou... o sujeito tinha também uma carta dourada... Que falou o encantamento em língua humana, com um sotaque demoníaco, e breves pausas angelicais.
— UM HUMANO DEMÔNIO ANJO?!?! – Pergunta Laharl saltando de sua cama, obviamente assustado.
— Foi isso que ele disse........... mestre – Responde Etna – Carta dourada.... carta dourada.... Ah cacete ( O__O’ ) será que poderia ser.... “ele” ?
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