Dilema de um poema
1 Olá, caro amigo.
A dificuldade de fazer um poema
É idêntica à dificuldade de viver
Com poemas, não há dilemas
Mas e viver? Não há como vencer
A não ser que você saiba
O sentido, nos traga.
Quando o último humano descobrir a verdade
Por trás de toda essa malandragem
Ficarei satisfeita ao perceber
Que todo o tempo que tive a perder
De alguma maneira valeu a pena
E me fez sentir plena
E que as paredes que me sufocaram
Não adivinharam
Que me libertaria, que não morreria
As grades que antes me acovardavam
Agora se prostraram
Mas enquanto esta tão esperada felicidade não aparece
Esperarei com paciência
Sim, esperarei o bom rapaz que dirá que não tem medo de mim
Ou que não tem ódio, nem dirá reticências
Os que anseiam o fim
Apenas digo tal coisa:
Não anseiem por sua morte, sua adorável vida sempre foi e sempre será a melhor oportunidade de melhorar você mesmo.
Não é?
Acha que acabou por aqui?
Continuarei o poema, sim!
A mensagem que quis mostrar sim, já foi dita
Mas o que são novas palavras logo após a mensagem?
Dicas?
Ódios?
Dilemas?
Vidas?
Testemunho, no qual todos tanto falam?
E... o que eu faço?
Qual é o meu compasso?
Repito meu erros, ou os corrijo?
Digo isto para mim, mas se quiser, use como pensamento
Há um rapaz amigável que confio
Mas muitos não acreditam nele
Você não tem problema em acreditar
Mas faça o favor de não me odiar
Pois o mundo é muito mais que ódio
É amor, é vida
Tolero os que me cercam e fazem atrocidades
Por que há muitos nas cidades
Que são tratados com a tal igualdade
Quando, na verdade
Deveriam estar em jaulas, criadas para criaturas
Amores perdidos no meio de sonhos,
Aí eu me pergunto,
E o que fazem aqui?
Aqui estão, noturnos
Passivos
Que invadem nossa mente quando menos esperamos
E aqui acabo meu plano
De tentar fazer um bom poema
Que tente rimar com um dilema
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