Notas iniciais
Antes mesmo de terminar o segundo capítulo, fiquei descontente com o rumo geral da história, então reescrevi o primeiro capítulo, e criei um prólogo para a história.

Diversos vírus estão surgindo no mundo. Porém, isso não é nenhuma novidade, é? Sempre houve vírus durante a existência desse mundo. Ah, não falo da Terra, o mundo humano, embora a existência desse mundo seja dependente da Terra. Como um mundo inteiro dentro da vida cotidiana de outro. Um novo mundo, lar de criaturas feitas de informação digital, amigos e inimigos que são tão curiosos sobre nós, como nós sobre eles.

Apesar de parecer interessante o suficiente, esse novo mundo não é um país das maravilhas, uma vez que várias criaturas sombrias do tipo “vírus” vieram, de algum modo, para o mundo humano, procurando ou destruí-lo, ou dominá-lo. As criaturas, simplesmente chamadas de “digital monster” pelos pesquisadores que os estudavam, vieram em todas as formas e tamanhos, desde pequenas e delicadas criaturas perdidas, a demônios alados muito mais altos que uma pessoa comum.

Forças policiais foram inuteis contra eles, e, mesmo assim, algumas dessas criaturas encontram parcerias com certos humanos, e, com confiança incomum entre ambas as partes, esses humanos puderam entender o motivo por trás dessa invasão. O deus de seu mundo, um grande super-computador, mantido em segredo por quem quer que seja, tentou reiniciá-lo em um dado momento, pela liberação do programa que iria excluir permanentemente seus dados, em uma tentativa de evitar o uso excessivo de sua memória, o chamado X-Program.

É válido mencionar que o super-computador, chamado Yggdrasil, é autoconsciente. O programa foi criado e mantido por si só, mas pouco útil. De fato, muitas das criaturas digitais (também chamadas de digimon), foram aniquiladas pelo programa, mas também é verdade de que várias outras ganharam resistência à ele, reescrevendo seus núcleos por meio do X-Antibody, que não só os tornou imune ao X-Program, mas também os tornou mais forte, e visivelmente diferente daqueles que não desenvolveram o anticorpo.

Tempo passou, a história progrediu, e a força de segurança de elite de Yggdrasil já não era mais necessária. Os Digimons Anti-X foram autorizados a viver entre outros digimons. Seu mundo parecia estar em paz novamente.

Mas só parecia.

Não muito tempo depois daquele dia, algo em torno de vinte anos humanos atrás, uma nova ameaça emergiu, e Yggdrasil, de alguma forma dormente, não pode fazer muito para impedir que danos fossem causados. Um aglomerado de dados inutilizados havia criado uma consciência própria, e, uma vez apoderado de restos, começou a acumular dados de digimons “vivos”.

Embora, para muitos, as criaturas digitais não sejam verdadeiramente vivas, a questão permanece a mesma. A massa escura, tal como uma nuvem de tempestade, estava aniquilando as formas de vida do mundo digital, e poderia facilmente alcançar o mundo humano.

Os humanos e seus parceiros digimons, em uma tentativa conjunta de parar esse vírus de se espalhar, criaram uma organização chama Digital Accident Tactical Squad (DATS), que serviu como uma conexão entre os dois mundos. Anos passaram, e o vírus parecia ter entrado em hibernação, mas não antes de tirar inúmeras vidas. A organização cresceu rapidamente com o passar dos anos, enquanto diversos digimons encontravam seu caminho para o mundo humano, e ainda causavam problemas.

Alguém poderia pensar que tudo estava bem, e que todos estavam seguros novamente, mas pelo contrário. O caos aumentaria mais uma vez, maior, e por maneiras inesperadas. Caçadores, domadores e pesquisadores deram suas vidas para proteger ambos os mundos, mas os esforços estavam longe de ser o suficiente para impedir os desastres prestes a acontecer.

Notas finais
Espero que gostem das mudanças! Esse prólogo ainda está sujeito à edições, mas já está bem mais próximo do meu gosto/estii