Notas iniciais
Mais um capítulo...
Boa leitura!

Quando Casey e Stabler saíram da sala, viram o capitão, John e Fin os aguardando.

– Pronto. Com esse já terminamos — falou a promotora olhando para os outros.

– Agora vamos falar com o Diego — disse Elliot.

– Cadê a Olivia? — perguntou Casey olhando em volta e não a vendo .

– Eu a mandei para a sala de trabalho para que esfrie a cabeça — Don deu um suspiro — Ela perdeu completamente o controle e não quis correr o risco dela entrar naquela sala e agredir o Diego. Já temos problemas demais e não precisamos de outro.

– Mas ela está mais calma? — Elliot estava preocupado.

– Aí depende do que você chama de calma — respondeu Munch — Quando ela passou por mim, pude ouvi-la falar algo como "chutar aquele infeliz até ele perder a consciência".

– O que não seria uma má idéia — comentou o capitão, mas ao perceber o olhar de espanto dos outros, acrescentou: — pensei alto. Desconsiderem esse comentário — deu um sorriso.

– Ela quase nunca perde o controle. Foi estranho vê-la daquele jeito — comentou Fin.

– Sem contar que é sempre ela quem pede ao Elliot para se aclamar, aí hoje ela fica assim — continuou John.

– A Sara é quase da idade das vítimas. Por isso ela fica assim nesses tipos de casos. E o fato daquele infeliz ter feito aquela insinuação, não ajudou em nada — Satbler justificou a atitude da parceira.

Ele a entendia porque tinha filhos e também perdia o controle algumas vezes, justamente por isso. Não podia imaginar o que faria, se esse tipo de coisa acontecesse a um deles.

Casey queria acabar logo com tudo isso, então fez com que todos voltassem a prestar atenção no assunto que realmente interessava.

– Bom, então vamos falar com o amiguinho do Joseph. Não vejo a hora de acabar logo com tudo isso — caminhou decidida, em direção à próxima sala de interrogatório.

Elliot a seguiu e os dois entraram.

– Vocês demoraram — disse o advogado.

– Porque estávamos conferindo a versão do seu cliente. E adivinha? Está tudo certo — falou o detetive.

– Então você vai me aliviar? — perguntou o jovem cheio de esperança à promotora.

– Aliviar? — ela perguntou sarcasticamente — E porque eu faria isso?

– Como por quê? — ele a olhava assustado Porque aquela detetive disse que se eu colaborasse a promotoria iria me aliviar.

– Não foi isso que ela disse, Diegon- sorriu — O que ela falou, foi exatamente isto, abre aspas: — fez um sinal com os dedos — "Se você disser o que sabe agora, a promotoria talvez o veja com outros olhos", fecha aspas — fez mais uma vez o sinal — Percebe a sutileza do talvez? Significa que eu poderia lhe ver como uma pessoa prestativa e bondosa ou como um jovem que vende drogas, que sabia de dois assassinatos e que mesmo assim, preferiu ficar quieto, mentir e acobertar o amiguinho. E sabe com qual opção eu fico, Sr. Serpas? — aproximou-se da mesa e o encarou fico com a segunda opção. E garanto que não vou precisar me esforçar muito para que o júri também o veja assim.

Manteve seu olhar fixo ao dele por um tempo, o analisando e vendo se era possível entender como um jovem poderia ser tão frio e cruel. Como as pessoas se transformam nisso? Quer dizer, em que ponto as coisas começam a dar errado e uma pessoa se transforma em um monstro? Ou será que elas já nascem assim? Não obteve respostas, então se afastou juntamente com Stabler e falou ao advogado:

– Nos vemos no tribunal.

Casey e o detetive saíram da sala, mas ainda no corredor, já afastados dali, era possível ouvir Diego gritando insultos, descontroladamente...

Notas finais
Casey Novak é terrível, hein!
Acho um máximo quando ela já consegue acabar com os acusados, antes mesmo de chegar ao Tribunal.
E vocês, curtiram o capítulo?
Bjks!