Die For You
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Tava tudo ótimo, até que tive que vir para minha casa
Ela me levou até o aeroporto.
_Até mais Cassie.
_Até Nina, vou sentir sua falta.
Nos abraçamos ficamos lá abraçadas por uns 3 minutos, então a ultima chamada para meu vôo,e tive que ir para o avião.
_ATÉ MAIS CASSIE. Gritei acenando para ela.
_ATÉ. Ela foi indo embora, eu entrei no avião e parti novamente para Ohio.
Chegando lá fui para minha casa, descansar um pouco, contei tudo pra minha mãe já que ela fez um interrogatório, e depois fui dormir, estava morta de sono.
Acho que fiquei uns dois dias sem sair de casa, então criei vergonha na cara.
Levantei, tomei um banho quente demorado me vesti (http://www.polyvore.com/feed_me/set?id=34368028) fiz minha make de sempre, e fui para a rua.
Estava indo para umas lojas, eu passei pela casa do Andy, vi seu camaro preto na garagem da mansão nova dele, era enorme, e eu passei por lá e comecei ficar mal de novo.
Voltei a andar, não quis chamar um taxi, preferi ir andando mesmo, passei pela loja de rock, e vi Jake e Jinxx lá dentro, eles me viram e me chamaram lá dentro, fui lá.
_Nina quanto tempo. Disse Jake.
_Eu fui para Londres esfriar a cabeça.
_Entendemos. Falaram juntos.
_É e como vai a banda?
_Bem parada, o Andy ta péssimo então resolvemos parar um pouco.
_Péssimo?
_Ah você não soube, ele esta horrível, entrou em uma depressão depois que vocês dois brigaram.
_Serio?
_Super serio, tentamos animar ele todo dia de todos os jeitos, mas ele ta lá chorando o dia inteiro nem come direito mais, sei lá eu se ele ta comendo. Disse Jinxx.
_Não acredito.
Comecei a me sentir culpada pelo o que estava acontecendo.
_Ele ta mal é serio Nina, muito mal.
_E Eu preciso ir.
Sai da loja correndo, mal dei tchau e fui para casa dele correndo.
Tava aberta (ainda bem, por que eu joguei a chave nele quando fui embora.
Entrei na sala e não vi ninguem, fui para cima e o quarto dele estava fechado.
Bati na porta.
_Andy, você esta ai?
_Nina é você? A voz dele estava fraca.
_Sim Andy abre a porta por favor.
Demorou um pouco então ouvi ele abrir a porta para mim.
_ANDY. Abracei-o mais forte que podia.
_Ai.
_Desculpa. Soltei ele e entrei no quarto dele, tava uma bagunça a mesa do computador cheia de garrafas de vodka , whisky, tequila.
Ele tava bem mais magro do que já era (se era possível).
Ele sentou na cama eu sentei ao seu lado e peguei a mão dele, que tremia um pouco.
_Andy o que aconteceu?
_Depois que você falou aquelas coisas para mim, eu parei com tudo.
_Percebi, os meninos me falaram.
_Eu tentei te procurar mas eu não achei mais você, então eu comecei ficar mal, cada vez mais.
_Eu fui para Londres na casa da Cassie eu também tava mal, eu quis ir para longe para resfriar a cabeça.
_Eu fiquei assim então.
Lagrimas escorreram dos meus olhos, eu me senti cada vez mais culpada, eu tava arruinando a vida dele.
_Andy me perdoa por favor, eu fui uma burra, infantil, o ciúmes me deixou louca por favor me desculpa.
_Nina eu sempre vou te desculpar, eu te amo. Ele falou eu vi uma lagrima escorrer dos olhos dele.
Ele limpou meu rosto que escorria lagrimas também, e me abraçou.
_Andy me desculpa, eu não queria fazer nada disso.
_Eu entendo você Nina, me perdoe eu não deveria ter começado falar com aquela garota, eu quis ajudar ela quase desmaiou na minha frente então eu quis ajudar.
_Tudo bem Andy, eu fui burra ciumenta, eu fiz errado de novo.
Ficamos lá abraçados por um tempo.
Olhei para seu rosto um tanto pálido.
_Eu to com fome.
Ele disse sorrindo.
Eu ri.
_Conheci um lugar ótimo, se quiser podemos ir lá.
_Claro Nina, só espera eu me arrumar.
_OK.
Fiquei no quarto dele, esperando ele se arrumar, ele foi tomar banho e voltou no quarto dele só de toalha, quando ele tirou a toalha fiquei olhando para seu corpo.
_Nina para de me olhar. Ele disse rindo enquanto se vestia.
_Eu já vi antes. Falei com voz de cria.
Ele me olhou estava sem blusa apenas e foi deitando em cima de mim e me beijou.
_Eu te amo Nina.
Senti falta daquele beijo então aproveitei no máximo em quanto durou ele se levantou e terminou de se vestir.
_Vamos?
Olhei para ele e fiz bico.
_Vamos no meu carro. Ele riu.
Fazia bico tentando não rir.
_Se quiser ficamos aqui e fazemos algo mais interessante.
Ele riu e sentou na cama de novo.
_My god.
Ele riu.
_Ótimo, vamos
Levantamos fomos até o carro dele e fomos indo para uma lanchonete nova que eu tinha ido um dia desses no shopping.
Fomos para o shopping comemos tanta comida que nem sei quanto gastamos,e compramos umas coisinhas fofas também, estávamos voltando para casa quando ele foi por uma estrada diferente sem movimento algum.
_Por que estamos aqui?
_Você vai ver.
Ele falou sorrindo maliciosamente e em seguida mordendo meu lábio.
_Você não sabe o quando eu me imagino fazendo isso com você!
Eu estava ficando sem reação, eu não conseguia resistir a ele. Tudo nele era convidativo, a voz dele, os olhos dele, o cheiro dele, as palavras, o toque rude. Eu queria sentir tudo aquilo.
Suas mãos começaram a invadir minhas roupas. Tirando minha blusa.
– Não... — Eu gemi sentindo a boca dele no meu pescoço.
– Você também quer isso! — Ele sussurrou bem ao pé do meu ouvido.
Eu agarrei a camisa dele tentando me conter, mas era impossível. À medida que eu sentia o toque dos lábios dele na minha pele eu me rendia.
Ele já tinha tirado minha blusa, tava eu lá só de sutiã.
_Não! — Eu respondi segurando uma das mãos dele.
_Já ta tarde Andy! — Eu me esforçava para negar.
_Você tinha que ter um pouco de piedade! — Ele falou malicioso, botando a mão na minha nuca. Minhas pernas começaram a tremer, ele iria me beijar e se ele fizesse isso eu não conseguiria negar mais nada.
_Você fica ai se contendo, mas quer tanto quando eu!
_C-cala... Essa boca! — Era difícil falar e segurar os suspiro que se acumulavam na minha garganta.
_Vou calar com a sua! — Ele respondeu e me beijou. Ele me beijou forte, toda a excitação dele passava pra mim. Eu queria senti-lo, eu ... Precisava senti-lo.
Ele parou de me beijar para respirar, sua respiração já estava ofegante. Eu o peguei pela nuca e o puxei para me beijar novamente. Agora que tinha chego a esse ponto só conseguiria parar se meu irmão parecesse com uma arma.
Então ele puxou uma alavanca que fez o banco deitar de uma vez só. Sem hesitar ele subiu em cima de mim e voltou a me beijar forte. Suas mãos tiraram meu sutiã e me jogaram no banco de traz do carro.
Seu corpo é tão lindo! — Ele como se falasse para si mesmo.
Ele se sentou tirando a própria camisa pela cabeça e voltando a me beijar. Ele estava inquieto, fazendo tudo com pressa, parecia que estava ansioso para chegar aos finalmente.
Eu senti o contato da pele dele com a minha e meu corpo todo se arrepiou. Eu sentia vontade de tocá-lo inconscientemente. Minhas mãos passavam pelas costas dele por vontade própria.
Então ele se encurvou e começou a beijar meu seio.
Eu agarrava o cabelo dele, tentando segurar os gemidos.
Ele parou, sorrindo malicioso para mim e completamente vitoriosa. Ele se ergueu mais uma vez desabotoando a própria calça.
– O que você vai fazer? — Eu perguntei olhando para ele enquanto ele beijava minha barriga e tirava minha saia por cima.
– Vou te mostrar o que é sexo de verdade! — Ele falou convencido enquanto ainda beijava meu abdômen.
Ele me segurou e se esticou para pegar algo no porta luvas. Como era de se esperar... Preservativo. Então ele rasgou o pacote com a boca, algo que eu achava lindo de ver, e em seguida abaixou a boxer colocando a camisinha.
Ele voltou a olhar para mim, me segurando pelo quadril e me fez sentar sobre ele.
Eu gemi alto o sentindo dentro de mim e ele riu satisfeito. Começamos a fazer um vai e vem que me fazia gemer mais e mais e ele me segurava pelo quadril deixando as estocadas fortes.
Quando ele não estava de olhos fechados, gemendo, me segurava pela nuca para me beijar ou ficar me olhando nos olhos.
Eu sentia a excitação por todo meu corpo que se acumulava a cada segundo.
Andy aperto os olhos e mordeu a boca se segurando ao máximo então invertei as posições me colocando de volta ao bando deitado e subindo em cima de mim, voltando a me penetrar, só que mais forte e mais rápido.
Eu me agarrei às costas dele e sentia a respiração e os gemidos dele no meu ouvido. Cada vez que eu gemia no ouvido dele ele pedia para eu gemer mais, o que me deixava mais excitada.
Ele continuava rápido e forte e eu sabia pela expressão de seu rosto que ele estava se segurando, para continuar ali. Ele me segurava pelo quadril indo mais fundo. Ele me olhou e fez com que olha-se para ele com nossos rostos bem próximos.
– Eu só vou para quando ouvir o que eu quero... — Ele falou com a voz ofegante e continuou indo mais forte.
Eu senti a excitação tomar conta do meu corpo e não consegui conter de gemer o nome dele em alto e bom som.
Foi ai que ele parou liberando toda a excitação dele e gemendo alto. Ele sorriu de lado satisfeito.
Ficamos parados por alguns minutos respirando ofegante e completamente suados. Então ele saiu de cima de mim e se jogou no bando ao lado, ainda muito ofegante.
Eu olhei para ele e ele me encarava sorrindo de lado, malicioso.
– O que você queria ouvir? — Eu perguntei com a voz fraca e ele riu.
Olhou para a janela e voltou a olhar para mim.
– Você dizendo meu nome! — Ele respondeu e eu corei. Não conseguia resistir a ele.
_Andy, eu não quero mais brigar com você.
_Nem eu Nina.
Eu vi que não conseguiria nunca ficar sem ele, então o jeito era tentar me controlar, se ele se controlasse também, sei que ele é garoto, mas ele teria que tentar se controlar ao menos.
Andy sempre foi um amor comigo , mas só tinha medo de que acontecesse alguma coisa que nos separasse para sempre.
Ele me levou para casa.
_Fica aqui comigo hoje?
_Claro.
Chegamos em casa, ele foi comigo ficamos na sala vendo TV, minha mãe chegou.
_Oi Andy.
_Ah Oi senhora Violet.
_Só Violet querido.
Nunca imaginei que minha mãe ia gostar do Andy, o problema era meu irmão, que odiava o Andy desde que ele me deixou aquela vez que eu virei um zumbi.
_Quando sai o casamento de vocês dois?
_Mãe, menos.
Andy riu.
_Em breve.
Eu corei , minha mãe riu e foi para o quarto dela.
_Andy o que você quis dizer?
_Nada não, esquece.
Eu ri, ele começou me fazer cócegas.
_Andy para...
Mal conseguia falar de tanto rir, então ele parou.
_Vou ser bonzinho. Ele riu.
_Bom mesmo.
Minha mãe ficava olhando a gente pela cozinha, enquando riamos nos abraçavamos e nos beijavamos.
Mas confesso que fiquei pensando oque ele tinha dito,
''Em breve''
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