Dias de Apocalipse
10 Capítulo 10
– Não trate minha pistola desse jeito! — Disse ela choramingando.
– Por que você se importa tanto com pistolas? — Falei — Elas não deveriam existir, assim teria paz.
– Como é que nós iriamos nos proteger dos zumbizinhos? — Ela disse.
– Definitivamente, você é uma criança.
– Não sou! — Gritou Candy marchando até a casa — Vá embora!
Eu mal podia esperar para ir embora dali, então sai do território dela, e eu estava na estrada, e pelo o que eu pude perceber eu estava de volta a Nova York, me lembrei da minha mãe e do Jesse, também de Effy.
– Elly? — Disse uma voz confortável e feliz, era a voz de Jesse.
– Jesse! — Gritei me virando e abraçando ele forte.
– Onde você estava? — Ele perguntou.
– Falou o cara que sumiu com minha mochila!
– Eu acordei na prisão.
– Você tem a ficha suja ou algo assim?
– Que eu saiba, não. — Disse Jesse — Por algum motivo, eles me pegaram, mas você não.
– Sinceramente, eu preferia que eles me pegassem mesmo.
– Não fale assim. — Disse ele sorrindo — O que aconteceu?
– Bem, eu fiquei em uma casa, a casa explodiu, eu ouvi gritos, eu fui ajudar mas era bandidos, eu conheci uma menina de 8 anos que fuma...
– Meu Deus!
– Quem você conheceu na prisão?
– Um garotinho com um chapéu de Sheriff.
– Vocês namoraram?
– Não. — Disse ele assustado — Ele me ajudou a fugir,
– Ótimo, eu conheci uma tal de Candy.
– CANDY? — Disse Jesse assustado — A garotinha que tem 18 anos que parece que tem 8?
– Sim.
– Eu amo ela!
Cruzei os braços e continuei andando.
– Ah, mas ela é de uma marca de chicletes! — Ele disse tentando me convencer — Todos gostam dela.
– Vamos logo.
– Ei vocês! — Gritou uma menina de cabelos castanhos, olhos castanhos meio avermelhados, usando uma bandana vermelha — Parem agora!
– Quem é você? — Perguntei.
– Sou Clarisse, filha de Areston.
– Areston? — Falei tentando não rir.
– É! — Disse — Estão sozinhos?
– Estamos. — Disse Jesse.
Ouvimos risadinhas no grupo que estava atrás dela.
– Calem a boca! — Ela gritou batendo sua lança no chão — Querem ir para uma fazenda?
Olhei para Jesse e ele falou que sim.
– Está bem.
– Então entre no Ônibus! — Ela gritou — Rápido!
Nos sentamos no meio, o Ônibus estava lotado, eu fiquei com medo, mas tinha tanta gente que acho que se ela estivesse nos enganando, iriamos matar ela.
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