Diarios De Blaine Anderson 1: Blam
7 01/01/13
Notas iniciais
01/01/13
Oi Sam! Feliz ano novo!
Hoje é o primeiro dia do ano e a minha festa foi muito boa. Aconteceram coisas incríveis. O Sam ainda esta na cama e eu voltarei a contar os fatos acontecidos no dia 15/12/12. Fatos esses que foram muito importantes para o que está acontecendo hoje.
Bom, naquela noite em que Sam e eu dormimos de mãos dadas, se passaram muitas coisas em minha cabeça. Coisas do tipo: O Sam namora a Brittany e ela é minha amiga, querendo ou não eu ainda tenho sentimentos pelo Kurt, o Sam diz que é hétero, mas está apaixonado por outro homem. Isso martelava na minha cabeça o tempo todo e eu não conseguia parar de pensar que o Sam estava gostando de mim. Isso parecia tão distante a certo tempo. Ainda parece distante. Bom, naquele sábado eu acordei era aproximadamente 2:00 da tarde e o Sam não estava mais na cama. Então olhei para cama e vi que no lugar onde ele havia dormido tinha um pedaço de papel. No bilhete com a letra (horrível alias) do Sam, dizia assim:
“Querido Blaine, gostaria de estar ao seu lado enquanto você lê esta carta. Foi ótimo passar a noite com você. A pessoa mais especial que eu conheço. Você faz eu me sentir bem. Gostaria que o dia nunca tivesse amanhecido, para que eu não tivesse que sair do seu lado. Quando estou do seu lado sinto uma vontade louca de te abraçar, e na minha cabeça isso é errado. Eu tenho vontade de te tocar, e sei que isso não é certo. Quando estou ao seu lado sinto que tenho o dever de proteger, sinto que se algo de ruim acontecer a você eu serei o culpado. Bem Blaine, eu quero estar com você e é isso que eu almejo desde aquele nosso primeiro abraço nas seletivas. Estar com a Mercedes, ou até a Brittany me aliava pois elas completavam o vão que era não ter você do meu lado. Sei que é irracional ficar com uma pessoa para aliviar a dor de não estar com outra, porém estar com você me parecia muito errado. Nos conhecemos melhor e então eu me apaixonei. Agora, não estar do seu lado é a coisa mais insuportável deste mundo! Eu não quero estar ao lado da Brittany pensando em você. E foi por isso que eu acordei cedo e fui procurar a Brittany. Não sei o que está se passando na sua cabeça nesse momento, mas espero que seja pensamentos a meu favor. Me encontre na porta da sua casa as 9:00 da noite. Diga a sua mãe que não temos horário pra voltar. Não me ligue, e não me procure. Se puder passe o dia todo em casa descansando, pois prometo que essa sua noite será inesquecível. Te explico tudo quando nos encontrarmos. Blaine, prometo que não te desapontarei. Samuel Evans.”
Eu fiquei assustado ao terminar de ler. Bom, mas eu gostei da ideia de sair com o Sam. Eu peguei o meu celular pra ligar pra ele e então lembrei que ele me pediu para não o fazer. Olhei meu celular e então lembrei das ligações do Kurt. Resolvi ligar pra ele. Nossa conversa foi tranquila. E pelo que eu pude perceber ele seguiu em frente. E eu estou seguindo também. Não tive coragem de tocar no assunto SAM, e eu não precisei. Eu não devo satisfações da minha vida pessoal ao Kurt. Bom eu desci pra sala e minha mãe estava lá assistindo TV. Eu não perguntei o que ela estava assistindo, apenas me sentei ao seu lado e inconstei a cabeça em seu ombro.
Minha mãe sempre tinha sido meu porto seguro, eu me sentia forte ao lado dela. Destemido e sabia que podia contar com ela para tudo. Então eu perguntei: Mãe você acha que é feio começar a namorar o meu melhor amigo que até noite passada era hétero e tinha uma namorada que também é minha amiga? Ela sorriu e perguntou: é o loiro né B? Sam o nome dele. Olha filho, existe uma coisa chamada amor. E com isso não isso não se brinca. Se ele gosta de você e você gosta dele, então tem que dar uma oportunidade para que tudo ocorra bem. Pensar no pior nem sempre é a solução. Mas filho, do que você tem medo? Então eu comecei a falar, me sentindo bem triste. Pois queria que tudo ocorresse bem: Mãe, o Sam namorou garotas antes de começar a gostar de mim. Ele ainda namora Brittany pelo que eu saiba. Não sei se os pais dele vão aceitar ter um filho homossexual assim como você e o papai aceita. E ainda existe o Kurt mãe. O que ele não vai pensar sobre isso? E o que o pessoal do colégio não vai pensar sobre isso? E minha mãe com o tom brincalhão dela disse: Filho, quando é que você vai intender que se você for viver pela opinião dos outros e com medo do que eles vão pensar de você, você vai ser infeliz? Pensei que você já tivesse superado e aprendido essa lição. Filho arrisque-se! Se você acha que vai dar certo você tem que tentar. Não fique se lamentando antes mesmo de ter tentado. Você é novo e ainda tem muitas chances de recomeçar. Vai lá logo e liga pra esse garoto que anda atormentando a cabecinha de vento do meu bebê. Eu fique pensando no que ela disse por um tempo. E vi que ela estava certa. Tudo estava contra mim, menos o Sam. Ah este estava a meu favor. Então eu levantei do colo da minha mãe e disse: Mãe por favor, não me chama bebê. Isso te deixa mais velha! Ela me deu um tapa e eu sai da sala e voltei pro meu quarto. Lá eu me deitei na cama e me abracei com o travesseiro, imaginando que ele era o Sam, comecei a pensar em toda minha vida ao lado do meu querido Sam. Em como andaríamos de mãos dadas nos corredores do McKinley e em como ele me defenderia dos meus opressores caso eu tivesse algum. Cantaríamos duetos românticos nas nossas competições e na sala do coral. Eu a nova Rachel e ele o meu Finn. Nos formaríamos juntos e iriamos pra faculdade juntos. Onde ele fosse eu iria. Nós seriamos dois adolescentes apaixonados pra sempre. Ele ficaria abraçado comigo enquanto observávamos o por-do-sol. Ele iria me contar historias pra dormir e dormiria do meu lado. Iriamos ao cinema e eu sentiria frio, então ele me daria o casaco dele. Coisas bobas desse tipo, mas isso me faria muito feliz! Eu durmi pensando que Sam estava do meu lado e quando acordei já era 7:30 da noite. Fiquei assustado e fui correndo me arrumar. Tinha que escolher a roupa, tomar banho, escolher o sapato, pentear o cabelo, comer alguma alguma coisa pois não sabia onde íamos então tinha que estar preparado pra qualquer coisa. Vesti uma roupa casual. Decidi por não não usar gravata borboleta, o motivo eu não sei. Passei pela cozinha correndo peguei qualquer coisa pra comer, isso já era 9:00 horas (sim, eu quase estava atrasado) Eu disse pra minha mãe aos berros que ia sair com o Sam e não tinha horário pra chegar. Então a campainha tocou e eu sabia que era o Sam. Então ele começou a cantar:
''I feel so close to you right now
It's a force field
I wear my heart upon my sleeve, like a big deal
Your love pours down on me, surrounds me like
A waterfall
And there's no stopping us right now
I feel so close to you right now
I feel so close to you right now
It's a force field
I wear my heart upon my sleeve, like a big deal
Your love pours down on mean, surrounds me like
A waterfall
And there's no stopping us right now
I feel so close to you right now
And there's no stopping us right now
And there's no stopping us right now
And there's no stopping us right now
I feel so close to you right now...''
Ele pegou minha mão, abriu a porta do carro e saímos.
Então Sam, o que está achando? Bom eu ainda tenho muita coisa pra te contar. Mas não hoje, pois o Sam esta me esperando. Beijos, e como você sabe, EU TE AMO.
Fale com o autor