Diabolik Drunkers
11 Capítulo 8
Notas iniciais
Yun se levantou. Do jardim era possível ouvir uma bela música tocada num piano.
Ela seguiu o som indo parar numa sala grande e bem cuidada, onde se encontravam um piano de mogno e Raito, que o tocava com maestria.
– Ah! Olá, Bich-chan!
– Eu desisto de fazer você parar de me chamar assim.
– Hey, Panquca!
– Hey, ruivo!
– Yun-chan!
– Bala de morango! Pera... Isso é uma reunião de família para me fazer desistir de ser alcoólatra?! Porque não vai dar certo!
– Não. Nem consigo imaginar um mundo em que a Panqueca não seja bêbada.
– Nem eu.
– Bich-chan sem alcoól, igual a fim do mundo!
– NÃO ME CHAME DE BICH-CHAN, SEU **** ***** ***! ******* ** *********! ***** ***** *******************!
– Caramba, Panqueca. Mais de um quarto da fala saiu censurada.
– Teddy não deveria ouvir essas coisas.
– Tem razão, bala de morango. Gomenasai, Teddy-kun!
Então, Yunna se conservou em silêncio. Os três irmãos vampirescos estavam preocupados com sua inquilina humana.
– Yun-chan? Tudo bem?
– Hai, hai... Apenas um pouco preocupada...
– Com o que?
– Acho que estou tendo alucinações. Com uma bela mulher de cabelos roxos.
– Mas, essa...- disse Kanato preocupado.
– Vocês a conhecem?
– Sim. Ela era nossa mãe. — disse Raito, se afastando do piano.
– O quê?!
– Sente-se, panqueca. Vai ser uma longa conversa.
***
– Como vocês puderam... fazer isso com a... própria mãe?
– Foi divertido, não foi, Kanato-chan? — perguntou Raito.
– Hai." Está com frio, Okaa-san?"
Raito e Kanato não viam o olhar desolado da human, mas Ayato o notara.
– Com licença. — Yunna disse, deixando o aposento.
– Bakas! — gritou Shuu, furioso, assim que a morena se foi — Como puderam fazer isso
– O quê? — pergutou Raito.
– O que houve com ela? — pergunto Ayato preocupado.
– A mãe dela foi assasinada na frente dela. — disse um Reiji, preocupado, olhando pela janela, seguindo os passos da morena com o olhar.
***
A jovem agora chorava, correndo entre as roseiras do jardim.
– Yunna-chan?
– Suba-kun!
– O que houve? — ele perguntou preocupado, a abraçando.
– Você sabia o que eles fizram com a mãe deles?
– Hai. — albino acenou, tristemente.
– Por que não me contou?
– Teria feito diferença?
– Sim. Muita...
Ela se afastou, deixando um albino perplexo.
***
– Hmm? Ayato-kun?
– Quieta, Panqueca.
– Se eu não tivesse tão cansada... Eu...
A morena apagou, ouvindo apenas um susurro do ruivo:
– Me desculpe.
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