Notas iniciais
Olá, meus amiguinhos Aqui estou eu de novo E ESSE É O CAPÍTULO FINAL EHUEHUEHEUHEUHE Mas, sério, ainda tem outra temporada Estou chorando Essa história ta ficando muito longa. Aff Enfim Boa leitura! ^^

– Vocês...vocês vão...

– Desculpe, eu não devia ter te contado. – ele suspirou – Mas, Louise, nós temos de fazer isso. Se não quiser ajudar...

Eu o beijei, e apesar de me sentir fraca e confusa, disse:

– Eu vou ajudar.

Ele parecia surpreso.

– Mas você...

– Dumbledore nunca me fez mal algum. Na verdade, muitas das vezes, ele me ajudou. — admiti – Mas eu fiz minha escolha. Eu escolhi você, Draco. Então me diga a verdade: você quer que Dumbledore morra? Se você disser que não, eu vou entender, e te ajudarei a fugir. Mas mesmo se você disser que sim, eu não vou sair do seu lado. Você escolhe.

Ele hesitou, com seus olhos nublados de lágrimas. Eu queria que ele dissesse que não. Queria que ele desistisse de tudo aquilo, e que concordasse em fugir comigo para algum lugar onde não nos encontrassem.

Mas aquilo não era um conto de fadas.

– Eu tenho que fazer isso. – ele disse, decidido.

O beijei novamente, sentindo como se estivessem rasgando a minha alma.

– Então eu vou te ajudar.

Ficamos em silêncio, apenar ouvindo os batimentos um do outro. Por fim, ele se afastou de mim, murmurou um feitiço e puxou a porta.

– Oh, Draquinho! – Belatrix Lestrange pulou em cima dele, com Greyback às suas costas – Que saudade de você, meu garoto!

Pigarreei, e ela olhou pra mim – ainda sem soltar o pescoço de Draco. O ciúme queimou minha garganta como fogo.

– Ora, ora, se não é a Bramen. – então soltou um risinho,piscando os olhos brilhantes pra mim – O que está fazendo aqui, queridinha?

– Estou ajudando o meu namorado. – fiz cara feia – Falando nisso, gostaria se tirasse as patas dele, queridinha.

– Namorado? – ela deu uma risada louca – Oh, não me digam que vocês...

Corei, vendo-a soltar mais risos. Greyback não parecia estar ligando pro assunto, e bufou:

– Podemos ir? Não é hora de conversas.

Belatrix enxugou uma lágrima e sorriu.

– Mas é claro! Vamos, pombinhos. É hora de um pouco de destruição.

Ela cantarolou, saltitante, e saímos da sala.

– Onde ele está? – perguntei, hesitante.

– Na torre de Astronomia. Ou pelo menos foi o que disseram.

De mãos dadas, corremos pra cima, enquanto Belatrix saía colocando fogo em tudo. Ao chegarmos lá, Dumbledore estava virado para a janela, com a brisa noturna esvoaçando sua barba.

– Ah, Draco. E...Louise? – ele lançou um olhar para as nossas mãos entrelaçadas – O que os traz aqui?

Malfoy me empurrou para trás dele, pegando a varinha e apontando em direção à Dumbledore. Achei ter ouvido um ruído vindo da escada, mas não liguei. Ao mesmo tempo, Greyback e Belatrix apareceram.

– Ah...vejo que já se encontraram. – ela riu – O que está esperando, Draco? Faça.

Espere. Draco teria de fazer? Eu até entendia o papel dele – abrir o armário para trazer os dois, mas...fazê-lo matar Dumbledore ele mesmo já era exagero.

Ele tremia, e via que ele estava prestes à desmoronar. Sussurrei em seu ouvido:

– Está tudo bem, Draco. Eu estou aqui.

Ao sentir minha mão em seu ombro, ele parou de tremer, se acalmando. Então Snape apareceu, vindo de sabe-se lá aonde.

– Vamos, Draco. Você tem que acabar com isso.

Ele ergueu a varinha novamente, mas não conseguia. Eu suspirei.

– Dê a varinha à Snape. Você não precisa fazer isso.

E, ouvindo o que eu dizia, Severo se aproximou e tomou ele mesmo a varinha de suas mãos.

Tudo aconteceu como se estivesse em câmera lenta. Um clarão verde, um vento forte, e um cheiro de morte. As palavras que foram exclamadas me deram calafrios:

“Avada Kedavra”

Em um milésimo de segundo, Dumbledore foi lançado para trás, e senti lágrimas se formarem em meus olhos. Aquele era o diretor que me acolhera aos 12 anos. O que, apesar de saber meus segredos, não me julgou. O que acreditou que eu tinha uma parte de bondade em mim. E eu estava ali, vendo-o morrer, vendo-o cair lentamente em direção ao chão. Draco não conseguia mais ver a cena. Ele se virou e enterrou o rosto em mim. Eu o abracei, tentando segurar minha própria tristeza.

Eu tinha feito a minha escolha. E essas eram as consequências.

– Vamos. – Puxei Draco pela escada – Temos de ir.

Ele me seguiu com olhos mortos, como se não soubesse mais o que fazer. Me apiedei dele – sabia que também tinha ficado assim quando Cedrico morreu.

Mas aquela não era a hora. Eu poderia consolá-lo depois, quando não estivéssemos sendo perseguidos em uma escola pegando fogo.

Corremos pelo lado de fora, atingidos pelo vento frio. Ao longe, vi Belatrix colocando fogo na cabana de Hagrid. Uma dor se apossou de mim, e rezei à Merlin pra que ele não estivesse lá.

– PARE!

Virei pra trás e vi Harry nos seguindo.

– Merda... – praguejei e me virei para Snape, que observava o fogo sem expressão – Snape, cuide de Draco. Eu já volto.

Fui em direção à Harry, que parou à alguns metros de mim. Ele tinha uma trilha de lágrimas pelo rosto, e parecia confuso e assustado. Mas acima de tudo, com raiva.

– O que está fazendo?! – ele me perguntou – Por que está com eles?! Por que os ajudou?!

Fiquei em silêncio, me esforçando pra não chorar.

– Você sabe o porquê, Harry. – disse, e ele balançou a cabeça, sem acreditar.

– Não...Louise, você NÃO PODE!

– ...eu posso Harry. E já fiz. Foi o que eu escolhi. – minha voz tremia – Agora é melhor voltar pra lá antes que se machuque.

– LOUISE!

Saí em direção à Draco, que estava me olhando com uma expressão dolorosa.

– Vamos. Já está na hora. – Snape disse, e fomos embora.

Ao olhar pra trás, vi o castelo. O castelo em que eu tinha crescido, o castelo que tinha sido a minha casa. Eu tinha virado as costas à todas as pessoas que me ajudaram, as traído, e machucado.

Mas era hora de ir.

Notas finais
EU SEI, QUE FINAL BOSTA EJAIOEJAOIEJIAEJAEI DESCULPA TO SEM CRIATIVIDADE MAS ENFIM Eu vou postar a temporada final em breve :v Talvez agora mesmo. FIQUEM LIGADOS, MEUS AMORES, E NÃO PERCAM A TEMPORADA FINAL WOOOOOOOOOO E ela vai ser mais curta que essa, ainda ejaiejaoe (essa foi bem curta, até) BYEBYE