Notas iniciais
O CAPÍTULO FINAL ESTÁ CHEGANDOOOOO, WEEEEE Socorro, eu sei que eu sempre falo isso, mas DESCULPA PELA DEMORA EJAIOJEOAEJ E boa leitura

De manhã cedo, abri os olhos lentamente, sentindo o calor do Sol nas minhas pálpebras. O cheiro de Draco invadiu as minhas narinas, e quando olhei pra cima, vi seu sorriso presunçoso.

– Bom dia. – ele murmurou.

– Hm...bom dia. – disse, sentindo meu rosto queimar ao lembrar da noite anterior. Eu tinha dormido tranquilamente ao lado dele, sem pesadelos.

– Você está vermelha.

– Deve ser o Sol. – respondi, rapidamente me levantando e indo em direção á janela – Com fome?

– Estou.

– Ótimo, vou chamar Madame Pomfrey. – disse, dando um beijo em sua testa – Volto pra te ver hoje à noite. E você vai ter de me contar que missão é essa.

– Tá. – ele resmungou – Mas você vai ter de me dar mais do que um beijo na testa se quiser que eu fale.

Revirei os olhos, andando em direção à porta.

– Tchau, Malfoy.

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Durante a aula de Slughorn, eu não conseguia me concentrar. Fiz dupla com Ellen, quando ele pediu que fizéssemos a poção do morto-vivo, e só posso dizer que aquela não era a melhor de todas.

– Louise! – ela bufou – Você tem de mexer mais, ela está muito grossa.

– Tenho quase certeza de que está boa. – resmunguei de volta.

Começamos à brigar pela colher, que caiu na cabeça de Neville. Ele olhou pra trás.

– Foi ela! – dissemos em uníssono, apontando uma para a outra.

No final, Harry fizera a melhor poção – para a surpresa de todos.

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– Ei, Malfoy, eu trouxe um pouco de puxa-puxa. – disse, entrando na enfermaria – Você...

Quando olhei para a cama de Malfoy, ele estava com os olhos fixos no chão, tremendo. Estava extremamente pálido.

– Draco? – me aproximei, colocando minha mão em seu ombro – Você está bem?

– Está na hora. – ele disse – Eu tenho que acabar com isso logo.

Ele se levantou, e eu o tentei puxar de volta pra cama.

– Draco, você não pode sair, Madame Pomfrey disse...

– Eu tenho! – ele gritou, me fazendo pular pra trás – Ou ele...ele vai me matar.

Estremeci.

– Você...é Você-Sabe-Quem, não é?

Ele assentiu.

– Eu vou te ajudar. – sorri – Não se preocupe.

– Você não pode, Louise. Você vai se machucar.

Revirei os olhos e peguei a mão trêmula dele na minha.

– Eu já falei que não vou te abandonar, Malfoy. Agora me diga o que fazer.

Ele hesitou, apertando meus dedos como para tentar ter certeza de que eu estava ali, de que era real. Seu cabelo quase branco estava bagunçado, assim como as roupas. Os olhos pareciam olhos de um louco.

– Vamos até a Sala Precisa. Tem algo que eu preciso te mostrar.

– Claro. Vamos?

Andamos um pouco até uma parede vazia. Draco fechou os olhos e se concentrou, como se estivesse chamando a porta. Depois de algum tempo, a mesma apareceu, e entramos.

A sala era uma bagunça. Se você não tivesse um bom senso de orientação, se perderia facilmente entre as bugigangas mágicas. De caixas à espelhos, pássaros engaiolados e cestas de ametistas.

Passando por tudo isso, paramos em frente à um grande armário escuro. Ele engoliu em seco.

– Por que estamos aqui? – perguntei.

– Eu...esse armário...é um armário sumidouro.

Arregalei os olhos. Já tinha ouvido histórias sobre armários sumidouros.

– E onde está o gêmeo?

Ele ficou em silêncio.

– Draco...

– Na Travessa do Tranco. Com Greyback e Belatrix.

Um calafrio correu minha espinha.

– O que eles vão fazer aqui? Por que você foi escolhido pra isso?

– Lorde das Trevas não confia muito em você. – ele me olhou como se soubesse de algo que eu não sabia – Achou que você tentaria nos impedir.

– Impedir de quê?! — apertei sua mão um pouco mais forte.

– De...matar Dumbledore.

Notas finais
Hue. Eu sei, foi pequeno, mas já estou escrevendo o próximo :v QUERO COMENTÁRIOS, OK? OK. Bye