Notas iniciais
-Queria agradecer quem está acompanhando;
-Comentem; :3
-Boa leitura.

Comecei a reorganizar o plano, fiquei nisso a noite toda. Fiquei ali, apenas pensando e organizando as ideias. As coisas passavam como um filme na minha cabeça, era tudo tão... Tão mágico. Resmunguei algo do tipo “aquele verme vai ver do que sou capaz, todos vão”. Eu resolvi ir dormir, no dia seguinte queria acordar cedo. Iria achar um emprego, mas quem iria dar-me um emprego? Eu tinha uma aparência horrível e apenas catorze anos. Finalmente peguei no sono [...] Acordei como de costume às 5:30, fiz a mesma rotina. A única diferença foi: eu não fui à escola, não vi aqueles projetos de gente e babacas que habitam aquela espécie de inferno. Eu sai de casa, estava novamente sem rumo, “sem lenço, sem documento”. Eu tinha apenas uma ideia fixa na cabeça, vingança, com minhas próprias mãos. Resolvi ir direto para a biblioteca, a do centro era a maior de Townsville. Peguei o ônibus e fui... Como de costume eu ia ouvindo o meu Mp3, mas hoje, resolvi mudar de primeira música, dessa vez seria “Fuck The System – SOAD”. Fiquei ali esperando chegar ao meu destino,apenas observando meu trajeto e pensando na minha nova vida.Chegando na biblioteca, fui direto para minha sessão preferida, Serial Killers. Fui analisando caso por caso, o modo de organização e como eles agiam. Naquele dia estudei como se fosse fazer alguma prova ou algo do tipo. Fiz algumas anotações no me bloquinho, reproduzi algumas cenas em desenhos – meus desenhos eram bons e precisos, isso sempre me foi um talento. Anotei nomes e utilidades de armas dos mais variados tipos. Anotei estratégias e movimentos. A Dona Flor – a secretária da biblioteca, ela era bem velha. Tinha um olhar mórbido e cansado, seus cabelos eram totalmente grisalhos e lisos. – me olhava com espantada, fazia algumas horas que eu estava ali, anotando, lendo e aprendendo como ser uma “Máquina do Mal”.

Primeiro precisava criar uma nova identidade. Fiquei olhando para tudo que havia anotado, para livros e capas, procurava uma inspiração para um nome. Pensei, pensei e pensei [...] E de repente falei:

-Já sei!

-Shiu! Dona Flor falava enquanto me fitava, parecia estar me matando em sua mente, logo depois voltou a fazer o que fazia com alguns papéis.

-Foi mal. – Falei num tom baixo, e voltei a pensar comigo mesma. Catherine, esse vai ser meu primeiro pseudonome. Agora preciso achar um jeito de apagar meus dados e...

-Senhorita, eu vou fechar em quinze minutos.

-Ah, tudo bem, dona Flor. – Falei enquanto arrumava minhas coisas e me levantava. Segui em direção à porta. Saindo de lá mexi na minha bolsa caçando meu maço de cigarros. Droga! Acabei de lembrar que estou faminta. Fui andando em direção a uma padaria próxima dali, comprei um biscoito qualquer e uma coca-cola. Fui comendo até o ponto de ônibus, olhei meu relógio, já eram 16:30 horas, como o tempo voou. Fiquei esperando um ônibus por uns minutos. [...] No caminho eu só pensava no plano. Cheguei em casa, subi as escadas rápido e silenciosamente, fiquei em lá só esperando a hora de por o plano em execução.

Notas finais
-Gente, esse não ficou muito grande, acho que assim é melhor.
-Não percam o próximo, hahaha.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.