Notas iniciais
Bem, essa é uma fiction que vai se desenvolver com o tempo, atualmente (08/07/2013) meu computador está sem internet, e são raras as vezes que eu uso o computador de outras pessoas, então, eu vou sempre copiar os capítulos, mas nem sempre postar...
Espero que goste..........Boa Leitura!!!

Capítulo um: Prólogo

Diário louco, eu diria que não é só louco, é muito louco. “Por que diário louco, Lizzie?” Ora, eu sou Elizabeth Ryder, sou a garota mais nerd que a escola já teve, ando sempre com roupas que cabem três eu dentro, uso um óculos enorme para poder ver e estou segurando uma cartinha rosa e indo em caminho do rapaz mais popular e bonito da escola, para me declarar. Se isso não é ser louca, eu não tenho idéia do que é...

Ele estava sozinho na hora do recreio, “Não é recreio Lizzie, é ‘intervalo’, você já tem 16 anos”. Se eu quiser, eu chamo de “hora do lanchinho”, diário; deixe-me terminar a história!

Onde parei? Ah, lembrei: Ele estava sozinho no “intervalo”, eu carregava a carta escondida entre meus braços. Aproximei-me o suficiente e o entreguei a carta, ele não disse nada, eu apenas entreguei a saí correndo, eu corri, diário, corri o mais rápido que consegui, me senti rápida como o vento, corri como... “Já entendi Lizzie!” Ok... Eu corri para dentro do banheiro feminino, me olhei no espelho, meu rosto estava tão vermelho, que se eu pintasse o cabelo de verde eu seria um tomate.

Fiquei lá até o fim do recreio, assim que o sino tocou, eu corri para a sala de aula, ouvi alguém me chamar, mas ignorei, apenas corri sem olhar para onde, por sorte cheguei à sala e não esbarrei em ninguém (Lê-se: não esbarrei no inspetor de corredor). Durante a aula tudo foi normal, não olhei para os lados, ignorei todos que falavam comigo (como sempre faço) olhei apenas para o quadro e para o meu material escolar.

Mas nem tudo é perfeito, certo, diário? Isso significa que a aula acabou, fiz o que toda pessoa desesperada faria: coloquei o fone de ouvido e fui andando tranquilamente até onde o carro do meu pai estava.

–Vamos– Falei entrando no carro

–Tenho que passar na padaria antes– Ele disse– Sua mãe disse que precisamos de queijo e presunto para sanduíches.

(...)

Assim que cheguei em casa, fui para o meu quarto, joguei tudo em cima da cama e fui tomar um banho, fiquei umas duas horas na banheira, me perguntando como enfrentaria o dia seguinte, se ele recusasse, claro que ele vai recusar, somos de panelinhas diferentes, de mundos diferentes... Mas e se ele aceitar, se começarmos um relacionamento, será que vai dar certo, pode ser que não dê, pode ser que eu me machuque muito, caro diário. Sem que eu percebesse lagrimas de arrependimento surgiram no meu rosto, um enorme arrependimento.

–Lizzie– minha irmã chamou– Você está bem? Está no banho há duas horas!

–Tudo bem, Lynn– Respondi com voz de choro.

Depois de uns cinco minutos eu saí do banho, coloquei uma roupa confortável e fui para a sala. Eu estava assistindo TV quando Lynn se aproximou.

–Está tudo bem mesmo?– ela perguntou– A ultima vez que te vi chorar você tinha cinco anos e tava com o braço quebrado por ter caído da escada.

–Tudo bem, é só... – Não consegui completar essa frase.

–É problema com algum garoto?

Meu pai e meu irmão se viraram para nós em uma velocidade incrível.

–Lynn... – Eu disse– Posso falar com você em particular?

Eu a puxei para o meu quarto.

–O que pensa que esta dizendo?– Perguntei

–Eu só quero saber

–Tudo bem, eu conto... Mas eu... Só não sei se fiz o certo...

–Fala!

Olhei para os lados para ter certeza que não tinha mais ninguém ouvindo e falei o mais rápido que pude:

–Eu me confessei pro garoto mais popular da escola e agora me arrependo disso!!!

Respirei pesadamente e Lynn começou a rir

–É só isso?– Ela perguntou

–“Só isso”? Você quer que tenha mais alguma coisa?

–Olha, você está realmente arrependida?

–Claro.

–Então como eu sou a mais velha, eu vou te ajudar, amanha pode ir pra escola normalmente.

Notas finais
Então, o que acharam????
Reviews????
Sim ou não????