Diário
10 Capítulo IX - Charlie
Notas iniciais
Então eu tenho três comentários para fazer.
Primeiro é que eu não fiz nem metade das coisas que eu queria, eu deveria ter introduzido duas personagens necessárias e ter dado uma explicação, mas eu simplesmente não achei o ponto neste capítulo e terei que deixar para o próximo.
Segundo foi um lapso meu e eu vou pedir perdão por ele. No capítulo em dois eu nomeei a ex-noiva da Quinn de Kate e depois eu acabei modificando para Andrea. Eu esqueci completamente, mas vamos manter o Andrea certo?
Por ultimo é que o orange não saiu exatamente do jeito que eu queria, na verdade esse deve ter sido um dos piores que eu já escrevi.
Pelo jeito o capítulo não saiu do jeito que eu queria rs vou deixar vocês decidirem agora. Enjoy!
Eu sou duas pessoas em uma. Duas faces de uma mesma moeda que gira no ar e quando cai sempre fica para cima aquela que serve como máscara para quem realmente sou. Às vezes tenho a impressão que essa máscara está tão encruada em mim que quando mostro a outra face todos acham que ela é a verdadeira máscara. Porque preciso da máscara? Você se pergunta. Seja verdadeiro e quem for seu amigo de verdade irá permanecer ao seu lado, é o que sempre dizem.
Eles só esquecem que o mundo em que vivemos é movido a falsidade e convenções sociais banais onde todos se enganam para que assim tenha essa falsa sensação de felicidade.
Quando eu posso ser quem realmente sou? Quando estou com ela. Quando me sinto segura e sei que nada vai me atingir por que essas convenções sociais não significam nada quando o seu sorriso me enche os olhos.
Minhas barreiras caem por terra e a moeda gira no ar mais uma vez, com suas piruetas graciosas e posso observar em câmera lenta minha verdadeira face se revelar.
Quinn levou a garrafa de cerveja à boca, estava apoiada no bar da maldita boate que Santana havia sugerido. O problema é que tinha chegado cedo, Rachel tinha achado melhor a loira não ir com muita frequência ao teatro.
Kurt já tinha lhe passado uma mensagem avisando que não estavam muito longe enquanto a latina e Brit? Celulares desligados.
Afastou-se do bar evitando a pista de dança, se sentou em um dos sofás que havia pelos cantos da boate, seu olhar foi para suas mulheres que se acariciavam no outro sofá.
- Posso me sentar aqui? – A voz rouca emseu ouvido.
Abaixou a garrafa e olhou para cima, a pele morena claramente queimada de sol ou seria bronzeamento artificial? Os cabelos castanhos escuros e ondulados, lábios fartos e os olhos escuros a analisavam com fome, sem esperar a resposta se sentou ao lado de Quinn com um sorriso cheio de luxúria.
- Me chamo Claire. – Se apresentou pousando uma das mãos sobre o joelho da outra.
A autora apenas desvirou o olhar.
- Tímida? – Gargalhou. – Ou será que é a sua primeira vez em uma boate dessas?
- Não. – Tomou um gole de cerveja.
- Então eu posso pagar uma bebida?
Ia abrir a boca para responder quando o rosnado irritado veio primeiro. – Ela já tem uma bebida e também tem dona.
Santana praticamente se materializou na frente delas. Claire olhou para a latina, seus olhos percorreram o corpo latino.
- Se a sua namorada quiser eu não me importo em brincar a três. – Correu a língua pelos lábios.
- A namorada dela se importa sim. – Rachel apareceu logo ao lado de Santana, seu olhar era frio para a mulher.
Quinn reprimiu o sorriso antes de se levantar e caminhar até a diva, a envolveu nos braços e deu um beijo casto nos lábios. Rachel a segurou pela nuca deixando bem amostra a passagem de sua língua para a boca de loira, Quinn apertou o braço na cintura da morena gostando da demonstração de possessividade.
Santana bufou revirando os olhos deu um olhar afiado para Claire que rapidamente se mandou dali.
- Chega casalzinho maravilha. – Debochou olhando para as próprias unhas. – Eu vou vomitar daqui a pouco.
Quinn se separou a muito contra gosto apertando Rachel contra seu corpo.
- Anda logo eu quero dançar com a minha Brit. – Deu as costas para as duas indo para a parte de cima da boate.
Quinn entrelaçou seus dedos nos de Rachel a conduzindo, sentiu que a morena segurava firmemente em seu braço enquanto subiam as escadas circulares. O segundo andar também tinha um bar e várias mesas espalhadas junto com sofás, Kurt acenou para elas de uma mesa próxima ao bar.
- Finalmente. – Sam sorriu para elas, estava sentado com as costas apoiadas na parede envolvendo Mercedes pelos ombros.
- A Q estava quase sendo estuprada lá embaixo. – Santana pegou o copo que Brit segurava o virando com uma careta leve.
- Não exagera. – Resmungou puxando uma cadeira para Rachel.
A Berry se sentou cruzando as pernas firmemente trocou um olhar com Kurt. Quinn abaixou ao seu lado.
- O que você quer beber? – Pediu suavemente. – Vinho?
- Não estou com sede. – Respondeu com um pequeno sorriso.
Quinn acariciou seu rosto colocando um beijo na têmpora da morena.
- Como está o seu pulso? – Blane apareceu com a taça de Martini que Kurt havia pedido.
- Bom. – Olhou para o braço ainda enfaixado. – A única coisa ruim é que não posso escrever direito.
- Nem me fala. – Sam pegou a cerveja que Santana lhe estendia. – Foi um inferno para que ela assinasse os documentos pra dar entrada na adoção do Ethan.
Rachel esperou a loira tomar o lugar ao seu lado para repousar a mão na coxa da autora.
-E quando vamos ver a casa? – Mercedes se balançava no ritmo da música.
- Hn… eu peguei as chaves tem uns dois dias mais ou menos, mas antes de mobiliar tenho que ver quais as adaptações necessárias. – Tomou um gole da cerveja, passou o braço pelos ombros de Rachel.
- Quando a cadela do gelo vai chegar? – Santana bufou revirando os olhos.
- Santana. – Quinn arqueou uma sobrancelha arrancando uma risada dos amigos. – Não fale assim.
Santana deu de ombros olhando para a pista, Quinn tomou mais um gole da cerveja com um olhar divertido.
- Sabe pra quem disse que nunca iria admitir gostar da Rachel você foi bem protetora com ela lá embaixo. – Comentou casualmente com um pequeno sorriso.
Santana lhe atirou um olhar fulminante arrancando ainda mais risadas.
- Berry por que você não oferece um almoço pra cadela do gelo? – Santana sorriu satisfeita vendo o sorriso de Quinn morrer.
- Concordo com a Santana. – Kurt se inclinou para Rachel. – Mantenha os amigos próximos e os inimigos mais próximos ainda. Não é esse o ditado?
- Kurt. – Quinn o chamou demonstrando uma levechateação. –Vocês não vão trata-la igual uma inimiga né?
- Eles irão trata-la direito. – Sam olhou para todos na mesa. – Não vão?
- Fale por você boca de caçapa. – Santana voltou a olhar para a pista.
- Ela vai tratar a Andrea bem. – Brittany olhou para ela tentando manter a pose séria. – Vamos dançar San?
A latina apenas a pegou pela mão a levando para longe da mesa, Kurt e Blane as seguiram de perto.
- É melhor você apressar as obras da casa. – Sam se dirigiu a Quinn. – Não deve demorar muito para você ganhar a guarda provisória.
- Isso já é certo? – Rachel fazia carinho na perda da loira.
- Não tem empecilhos para a Quinn não adotar o Ethan. – Sam observou Mercedes se levantar e ir se juntar aos outros na pista. – Em seis meses ela deve ter a guarda definitiva.
Quinn olhou para a pista e soltou uma pequena gargalhada.
- Sam eu acho que a sua esposa quer expandir os horizontes. – Apontou para onde Mercedes dançava animadamente com outra mulher.
- Vocês sabem que é uma fantasia masculina ter duas mulheres na cama, certo? – Sam estava analisando a situação.
- E você sabe que se aquela mulher ali estiver na cama você vai ficar só assistindo né? – Gargalhou quando o homem arregalou os olhos e se levantou depressa.
Rachel a puxou contra a cadeira para apoiar-se contra a mulher.
- Quer dançar? – Sussurrou para a diva a beijando nos cabelos.
- Quero ficar aqui um pouco. – Se virou a mordendo no maxilar. – Sabe onde eu posso estar olhando você e impedindo outras mulheres de tentar te agarrar.
- Mas você já fez um ótimo trabalho quase gritando que eu tenho namorada. – Sentiu Rachel se afastar de seu corpo, o olhar da morena era encabulado.
- Desculpa. –Moveu os lábios.
- Pelo que? – Soltou uma risadinha.
- Eu sei que não estamos namorando e que falamos em ir devagar…
- Já percebeu que devagar não é uma opção para nós. – Acariciou o rosto de Rachel. – E eu não me incomodei em ser nomeada a namorada de Rachel Berry, além do mais eu acho que devemos nomear o que temos.
- Então estamos namorando? – Rachel se aproximou sugestivamente.
Quinn capturou os lábios da morena os sugando gentilmente, se afastou pairando sobre os lábios molhados.
- Se você aceitar.
- Pergunte. – Seus olhos conectados cheios de uma energia intensa.
- Você quer namorar comigo?
Rachel sorriu antes de lambê-la nos lábios e correr a mão para a nuca se agarrando aos fios loiros.
- Perdão, mas para namorar alguém eu tenho que conhecer bem a pessoa. – Observou Quinn contorcer o rosto sem entender. – Eu ainda não conheço o Charlie.
Arqueou uma sobrancelha tentando entender se era aquilo mesmo que Rachel insinuava.
- Eu quero conhecer o Charlie. – Voltou uma das mãos para a coxa da loira a apertando, moveu lentamente para o interior da coxa. – Será que ele pode passar a noite comigo?
Quinn sorriu de canto, seus olhos assumindo um brilho mais sedutor e faminto. Correu o lábio com a ponta da língua.
- Eu adoraria. – Ronronou.
O olhar de Charlie a manteve parada contra a parede do elevador. Sua respiração pesou e o coraçãoacelerou, sem querer sentiu o corpo tremer diante do sorriso safado que Charlie exibiu.
A porta do elevador se abriu e a morena tropeçou para fora, Charlie a seguiu de perto a segurando possessivamente elos quadris, sua voz grossa pelo tesão ordenou:
- Abre a porta.
Rachel sentiu os cabelos da nuca e os pelos do corpo se arrepiarem, sua boca se encheu d’água e os mamilos se erriçarem. Deus era possívelaquela mulher lhe dar tantas reações apenas com a voz?
Suas mãos tremiam e ela quase não conseguiu abrir a porta, Charlie a virou para seu corpo, fechou a porta com o pé a suspendendo pela cintura, a morena soltou um grito de surpresa antes de passar as pernas pela cintura de Charlie.
- Quinn… — Suspirousentindo o ataque em seu pescoço.
- Não. – Rosnou se afastando, a mordeu no lábio. – Você não queria o Charlie? Então chama por ele.
Rachel sorriu fraco sentindo as mãos invadirem seu vestido e apertarem forte sua bunda.
- Charlie. – Gemeu entre suspiros.
Charlie a jogou no sofá quase que brutalmente, se agachou na frente da mulher que tinha os olhos arregalados.
- Você disse que nunca tinha tido um orgasmo descente certo? – Tinha um sorriso safado nos lábios, subiu o vestido que ela usava enquanto falava. – Não se preocupe eu vou dar os melhores da sua vida.
O vestido subia revelando a pele quente, cheirosa e macia. As coxas roliças e perfeitas a calcinha rosa minúscula e já encharcada. O abdômen tonificado duro e perfeito fez Charlie lamber os lábios, seus lábios se encontraram a pele sensível abaixo do umbigo.
Rachel embrenhou os dedos pelos fios loiros, jogou a cabeça para trás mordendo o lábio quase que inconsciente a empurrou para baixo ouvindo a risadinha. Charlie brincava com a ponta da língua sentindo os músculos tensos, parou logo abaixo de uma costela e chupou duramente a pele querendo marca-la.
Voltou para baixo mordendo a coxa esquerda a lambendo em seguida. Apoiou as pernas de Rachel em seus ombros se aproximando mais do centro, lambeu por cima do pano soltando um gemido baixo, Rachel apertou os olhos bem fechados.
- Você é tão gostosa. – Sussurrou, afastou o pano molhado. – Vou te devorar todinha.
Rachel engasgou arregalando os olhos soltou um lamurio sufocado.
- Char-lie. – Gemeu sentindo seu clitóris ser sugado quase que brutalmente.
Charlie passou a estimular os nervos com a língua antes de puxa-los entre os lábios. Rachel gemeu mais alto erguendo os quadris exigindo mais contato, Charlie sorriu se afastando.
- O que você quer? – Arqueou uma sobrancelha com um sorriso malicioso. – Pede baby.
Rachel mordeu o lábio olhando para baixo com os olhos cheios de luxúria. Ainda sorrindo Charlie correu a ponta da língua pela entrada de Rachel que suspirou quase arrancando sangue do lábio.
- É isso que você quer? – Penetrou só a ponta rosada.
Soltou a respiração acenando freneticamente com a cabeça.
- É, é isso. – Gemeu baixinho. – Por favor.
O músculo rígido ia entrando e saindo com o ritmo firme enquanto o nariz ia estimulando o clitóris. A morena se agarrava como podia no sofá, tentava segurar os gemidos roucos soltando suspiros sofridos.
Charlie se afastou e subiu colocando beijos úmidos pelo abdômen enquanto Rachel reclamava.
- Shh… — A bicou nos lábios. – Deixa o Charlie trabalhar.
A puxou pelos cabelos da nuca expondo o pescoço e o colo moreno arrastou o nariz pela pele.
- Gostosa. – Ronronou em seu ouvido.
Rachel estremeceu soltando um gemido baixo, seu vestido foi arrancado e logo seu seio era tomado com fome. Soltou o gemido mais alto do que pretendia, mexeu os quadris procurando algum atrito com a perna que Charlie mantinha entre as suas.
- Deus… Charlie… — Gemeu tentando puxar o corpo para cima querendo alcançar sua boca.
Resistiu com mais força do que Rachel poderia prever, voltou a deslizar o nariz por seu corpo chegando até seu centro quente e molhado, sua musculatura já contraída pela antecipação que não foi exagerada quando Charlie mais uma vez lhe presenteou com aquela língua divina.
Manteve o musculo dentro de seu corpo o mexendo enquanto sugava todo o líquido que ela deixava sair, Rachel já não resistia deixando os gemidos saírem. O primeiro alerta foi a contração em seu útero seguida daquela sensação de moleza e as seguidas contrações que iam relaxando seu corpo e sem saber apagou no sofá.
Acordou com alguém massageando seu pé, piscou tentando se livrar daquela nuvem que cobria sua visão. Seu corpo não estava respondendo direito ainda estava dormente.
- Foi bom o cochilo? – Ouviu aquela voz rouca e o corpo que deitou sobre o seu.
- Char… — Parou para limpar a garganta e sorriu debilmente. – Charlie.
- Hn? – Perguntou sem tirar a boca do pescoço da morena. – Vamos para o quarto?
Sentiu os lábios subindo para sua orelha e logo a boca quente engolindo a cartilagem, seu corpo se arrepiou.
- Eu… não consigo… me mexer… — Murmurou envergonhada.
- Essa frase você vai dizer amanhã. – Amamentou suavemente o lóbulo da língua.
Charlie se levantou e suavemente puxou Rachel em pé a sustentando contra seu corpo, trocando os pés a diva se deixou guiar até o quarto. Não parou para registrar nada apenas a cama grande e confortável no centro do quarto.
O sofá havia sido o ensaio, a cama seria o aquecimento e o resto todo seria o palco principal da noite.
Colocou o corpo moreno nu no meio das folhas brancas e se afastou para poder puxar a camisa para fora do tronco magro, sem nunca desgrudar seus olhos dos de Rachel. A atriz lambeu os lábios vendo o corpo bem trabalho se revelar na sua frente, se empurrou para cima deitando mais confortável, mas a risadinha de Charlie lhe alertou que não seria assim tão fácil.
A puxou pelos pulsos a sentando na cama antes de puxa-la em pé, seus braços circularam a cintura esfregando os corpos nus. O roçar dos seios tirou gemidos das duas antes das bocas se encaixarem num ritmo perfeito.
Charlie a colocou de costas para seu corpo podendo pressionar os seios nas costas suadas, seus dedos rastreavam pelo pescoço deslizando pelo vale entre os seios arrepiando a pele. Colocou um beijo quente no ombro acariciando a barriga tensa, Rachel jogou a cabeça pra trás arfando diante das carícias tão sutis que recebia da ponta dos dedos sabia perfeitamente que Charlie estava amando toda aquela tortura. Sentiu o puxão em sua perna enquanto Charlie a fazia pousar um dos pés sobre o colchão para lhe dar melhor acesso.
- Você está tão molhada. – Sussurrou no ouvido da diva com um sorriso divertido. – Nossa Rach está até escorrendo.
Rachel estremeceu jogou os braços para trás prendendo as mãos no pescoço de Charlie como conseguiu.
- Pare de brincar. – Rosnou baixinho. – Apenas faça, por favor.
Pressionou o indicador contra o clitóris sentindo a pulsação dele, lambeu a nuca colocando uma pequena mordida ali. Começou a fazer movimentos circulares alternando a pressão apenas para deixa-la mais descontrolada.
- Rach você está tão excitada que está até… — Sua voz era ofegante devido ao tesão. -… pingando no chão.
Apertou as coxas bem juntas tentando recuperar o ultimo fio de controle que restava, mas Charlie sentindo essa tentativa apenas mergulhou o dedo para dentro dela fazendo ambas gemerem.
- Tão apertada. – Gemeu no ouvido de Rachel. – Tão gostosa.
Enfiou o segundo dedo sem ao menos deixa-la se acostumar com o primeiro, fazia o movimento de entra e saia de forma que quando saísse seria lento, mas quando entrasse seria forte e rápido. Rachel gemia roucamente, sem saber como inclinou o corpo para frente empinando ainda mais o quadril para trás.
- Meus brinquedinhos tinham que estar aqui. – Charlie gemeu a chupando no meio das costas. – Eu tenho que te foder direito.
Sentiu que Rachel ia contraindo a musculatura como se mamasse os dedos que lhe invadiam tão gostosamente, apertou seu rosto a pele suada aspirando aquele cheiro de sexo. Aumentou a força da estocada colocando mais um dedo dentro da diva, tinha que achar o ângulo certo. O grito estrangulado que Rachel soltou foi a dica que tinha acertado a parte esponjosa que tanto queria, sem pensar pressionou os dedos contra o ponto especifico. O corpo moreno começou a tremer e a musculatura aumentou ainda mais a pressão em torno dos seus dedos e então Charlie retomou as estocadas sentindo Rachel ter o segundo orgasmo da noite.
Caiu sobre a cama ainda sentindo a loira dentro de si lhe tocando sem pudor algum abrindo bem os dedos.
- Apertada demais. – Ouviu o gemido enquanto sentia os dedos lhe abandonarem.
Ofereceu os três dedos melados para a mulher que os chupou sem cerimônia.
- Assim… — Se curvou surrando em seu ouvido. – Mama bem gostoso por que eles ainda vão acabar com você hoje.
Notas finais
Até a próxima.
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