DezChaves

1 O começo do dia sem fim


Notas iniciais
AY
Oi pessoas, sou a Gabey que todo mundo, cof cof "ama"

Essa história foi feita com meus amiguinhos de um RP...
nenhum personagem é de minha "autoridade"!
Apenas os NPCs.

Falando com o pessoal da RP agora... eu não sei realmente se vocês irão gostar da ideia da fic mesmo vocês querendo participar... Mas eu aceito críticas!
Espero que gostem.

Gabey P.O.V ON

Escutei um barulho em minha cabeça que com certeza me implicava...

Foi quando abri meus olhos e me virei para o lado afastando meu edredom para baixo de minha cintura,

era o alarme do celular.

Eu brisei um pouco olhando para o celular tocando aquele barulho irritante sem me dar conta de que eu estava atrasada para a escola.

Quando percebi pulei da cama desesperada, corri para o banheiro para lavar meu rosto e tirar aquela sonolência, olhei para o espelho.

Gabey: ...Olheiras, que maravilha, meu pai vai me internar por eu não dormir. — Resmunguei colocando meu sweater.

Foi quando meu cachorro, Akemi mordeu minha meia e puxou, não doeu muito porque ele é pequeno igual uma pelota de pelos, mas os dentes afiados e não evitei um gritinho.

Gabey: AI!! — Sacudi meu pé e suspirei. — Não tem como ficar com raiva de algo tão fofo.

Peguei o Akemi no colo e fui até a sala ver meu pai.

Gabey: Pai...? — O chamei mas não o vi. — Talvez ele tenha ido ao trabalho mais cedo... — Eu exitei um pouco a frase já que meu pai sempre me avisava quando precisava sair mais cedo.

Conti meu sorriso, e coloquei Akemi no chão, ele parecia inquieto...Latia sem motivo, mas ignorei e sai de casa mandando um tchau com a mão.

Gabey: Espero que meu pai não tenha se metido em problemas de novo. -Falei caminhando pela calçada estranhando. — Ue...

Olhei para os parques que tinham por perto e não tinha ninguém, na lanchonete também não, comecei a olhar para os lados andando meio assustada.

Senti algo respirar atrás de mim, então olhei para trás mas não vi nada, mas quando virei para frente um homem me puxou e tampou meu nariz e boca com um pano que se não me engano havia clorofórmio, mas quando minha visão estava embaçando vi Akemi pulando no homem o mordendo e rosnando, ele me soltou mas cai no chão meio fraca e vi Akemi sendo pego por aquele traste de pessoa, não tive reação e desmaiei.

Acordei com a visão um pouco embaçada ainda e com uma sensação horrível, mas quando vi...Pai!

Pai: Gabriela! Você está bem graças a deus! — Ele me abraçou.

Gabey: Hm...- Coloquei minha mão em minha cabeça.- O que aconteceu...Você está bem papy?

Pai: Sim...Mas a situação é delicada.

Gabey: Como assim? -Falei meio rouca

Pai: Você não está vendo essa gente toda?!

Quando ele disse isso que fui reparar...Tinha muitas, mas muitas pessoas ao redor! E de diferentes lugares, dava para ver por suas características e orações em varias outras línguas diferentes uma das outras.

Gabey: MAS QUE PORR- Fui interrompida com um barulho de radio ecoando pelo salão inteiro, parecia ser um líder por estar falando por um radio.

Radio: Ola cidadãos! Sou um comandante líder daqui! E vou anunciar que hoje todos vocês morrerão!

— Ele deu uma risada enquanto todos choravam ou se lamentavam. — Entre tanto, aposto que alguns ainda querem viver... então eu resolvi fazer um jogo...cuidado com a cabeça. — O teto se abriu e muitas armas caíram no chão, muitas mesmo, logo pegaram uma arma e atiraram em outros.- Ei...Eu nem disse que era para começar algo. — ele estalou os dedos e uma sniper apareceu numa porta automática na parede e acertou em cheio o cara que havia matado o outro senhor.

Pessoas aterrorizadas tremiam e nem se atreviam a tocar nas armas caídas no chão, só esperavam as regras do "jogo".

Radio: É o seguinte paspalhos...vocês irão fazer de tudo para sobreviver...matando uns aos outros, o ultimo sobrevivente irá ganhar o direito de sair vivo e ir repovoar nosso novo mundo mesmo não tendo as qualidades...

Preparados? Que o jogo comece.

Um tiroteio mortal começou, pessoas gritando, pessoas chorando, pessoas rezando, animais sendo brutalmente mortos, pessoas se exitando a matar seus amigos, familiares ou mesmo pessoas...

Mas sempre os fanáticos tomavam conta dessas vidas...

Meu pai olhou para mim e tudo ficou lento

Pai: Gabriela vai ficar tudo bem... -Ele falou com uma voz trêmula.

Quando ele disse isso, corpos eram cortados e decapitados atrás dele, e sangue de pessoas e animais jorravam e mim.

Gabey: Não sei porque você acha que ficaria bem...Não sei nem porque ainda estou viva...- vagarosamente peguei uma pistola próxima ao meu pé.

Pai: O que...- Ele deve ter pensado que eu iria mata-lo.

Akemi surgiu do meio dos corpos e estendi eu braço para ao lado e ele pulou no mesmo, coloquei a cabeça dele ao lado da minha e mirei a pistola em nossas cabeças de uma forma em que morrêssemos juntos.

Gabey: Prefiro me matar do que morrer por idiotas.

— meu pai iria dizer algo mas foi o tempo dele abrir a boca que eu apertei o gatilho e o tempo se apressou novamente.

"Só queria dizer que eu te amo."

Quando cai no chão não foi normal... eu...eu afundei!?

Como assim...

Acordei num lugar sem cor e escuro...tinha cheiro de animais recém-mortos...Me arrepiei, olhei para o lado e o Akemi estava la também.

Gabey: Nós estamos mortos ou alguma coisa do tipo? — Perguntei a mim mesma, mas um corvo morto se levantou e respondeu.- Quase querida.

Dei um pequeno pulo.- Eta, não fico tão surpresa, ok, então você realmente é um corvo morto que fala...? Ou eu fui dopada...

Corvo: Sou um espirito, mas já que esses animais estavam mortos e vi que uma criança caiu aqui, resolvi ajudar por mais perturbador que seja.

Gabey: então...onde estamos? — Perguntei pegando o Akemi no colo e fazendo-o carinho.

Corvo: No limbo.

Gabey:... que eu saiba eu preciso ter algum objetivo não atingido na minha vida para estar aqui.

Corvo: Você tem que salvar seu pai moça, mas para fazer isso você precisa passar por 10 portas

Gabey: Portas de que?

Corvo: Olha eu sei que parece nada a ver com nada mas, as portas contêm personagens dos contos de fadas só que de uma realidade alternativa...

Gabey: Parece interessante.

Corvos: Mas você precisa de chaves para passar para as outras portas... — Ele voou para uma arvore morta e pegou uma chave prateada com um pingente azul e me entregou.

Gabey: Hm... Como conseguirei a outra?

Corvo: Sempre que você for começar uma porta nova você irá ganhar 3 objetivos, quando você completar, a chave aparecera dentro dessa bolsinha amarrada no seu braço.

Gabey: Que complicado...- Olhei para meu braço onde estava a bolsinha.

Corvo: vamos começar?

Vamos

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.