Devoção Reduzida A Cinzas
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Com seu terço reza para se santificar
No quarto do convento esta trancada
Chora pelo amor proibido
A doce freirinha querida da vila
Ajoelhada ao pé da cruz estava se escomungar pelo seu amor proibido.
Era um convite ao pecado amar que não deve ser amado
Possuir o que não se deve ter
E adimirar o que não deve ser adimirado
Tudo isso machucava o puro coração da doce jovem
Forçada a morar nas paredes frias do convento.
O rapaz alvo do seu amor o principe daquela terra tão distante
Com seu olhos vivos e apaixonantes
Belas jovens seduzia para descartar no dia seguinte
Ate uma bela jovem conhecer
E alegrar seu dias como o florescer da primavera
Que sempre trazia suas flores em abundancia.
A freira desconsolada se sentia traida e abondonada
Deu ouvidos aos seu instintos humanos
Deu ouvidos a inveja e a falta de devoção
Derramou mortal veneno nos ouvidos da população
Acusando de vil feiticeira a bela jovem amada pelo principe.
E os tristes ingnorantes, bebendo do veneno oferecido pela verdadeira feiticeira
Foram levados a julgar a criatura inocente e sem macula alguma
Sentenciada a extinguir sua beleza para todo sempre
A voz impura sussurra nos ouvidos da jovem
Presa no tronco como vil bruxa que não eram.
Abondone sua devoção, de nada ela te servira agora
Salve se , flor, me sirva para toda eternidade
Vinge-se desse povo ignorante e vil.
A voz obscura sussurrava em seu ouvidos
Como a tentação que levou a humanidade a perdição
A jovem então aceitou o fruto proibido
Quando as chamas do mal ja estava a lhe queimar as pernas
Apos gritar: sim minha devoção não é nada comparada com meu ódio.
Duas asas negras nas suas costas cresceram
e para outro plano a levaram
Onde poderia sim ser chamada de feiticeira
Onde poderia enfim se vingar da acusação falsa e vil
De sua atroz rival e do povo maldoso e sem coração.
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