Deve Ser Castigo
12 Desafios. Eu aceito
Notas iniciais
Mas parece que ninguém sentiu minha falta mesmo, então No Problems ^^
Mas me surpreendi pq enquanto eu estava sem pulso ganhei mais uma recomendação *------* (foi um dos motivo deu ter morrido minha segunda recomendação ^^)
Obrigada IsaBonnie
Bom aqui está um capitulo depois de tanto tempo e muito, muito, muito grande!!! (para recompensar meu atraso, mesmo q eu ache q não seja o suficiente)
Se eu não receber review nem vou me surpreender ou ficar triste pq eu já vou levar em consideração q vcs tiveram preguiça de ler mesmo ^^ (mas ainda quero reviews T3T, só não vou obriga-los - dessa vez XD - brincadeira não obrigo ninguém a nada, se quiser comentar se não quiser eu não posso fazer nada né?)
Mas eu percebi que eu tenho sido mt boazinha na história, ta calma demais u.u
então vou tentar começar a pegar mais pesado ok?
Bjuks =*
Os alunos da ala Filhos das Trevas formavam uma multidão na área norte dos seus alojamentos, a cada segundo aumentava a quantidade de pessoas no sufoco. Todos, os presentes, estavam vestidos com a roupa esportiva de Fairy Tail. Alguns dos presentes vieram por conta própria, não que estivessem felizes em estar ali pelo contrario prefeririam voltar para seus quartos e se afundarem no tédio em vez de ter que enfrentar aquilo novamente e era por isso que outros chegavam acompanhados pelos coordenadores ou professores trazendo-os a força, eram aqueles que tentavam escapar daquela futura situação ridícula, mas não havia escapatória era obrigatória a participação de todos. Outra lei idiota.
Uma das trazidas a força foi Lucy, mas apenas porque ela não sabia que teria esse festival. Na verdade até sabia, fora avisada por Virgo um dia antes, mas ela realmente não queria participar do que já sabia que seria o caos então no final acabou sendo trazida à força por Aquarius
“Aquela velha plastificada...” – Lucy pensou com raiva se lembrando de ter sido acordada por um balde de água fria. Literalmente.
De acordo com Aquarius ela era uma das professoras organizadoras e coordenadoras desse evento então a ultima pessoa que queria que faltasse era sua protegida. A loira mantinha uma a testa franzida e os braços estavam fortemente cruzados sobre o busto.
Os fios de seus fones passavam sob a blusa escondidos, assim como os pequenos fones disfarçados por seus cabelos loiros soltos que caiam ondulados sobre os ombros tensos. A única coisa que a acalmava, ou pelo menos tentava, era a música alta que ouvia. O alvoroço de estudantes ao seu redor era grande, mas ela nem ligava; os olhos fechados com força a impedia de ver o que acontecia e como estava “surda” também não ouvia mais nada além de altas melodias. Estava tão concentrada estando perdida em seu mundo que não sentiu pessoas se aproximar dela.
A loira foi interrompida do seu momento de estresse e música sentindo uma pressão no ombro que a puxou para tras para que se virasse, assim que o fez encontrou Erza e Cana.
– Ei Erza – Lucy deu um aceno monótono, estava entediada e sonolenta, após tirar um dos fones de um dos ouvidos – Cana…
– Esta péssima Lucy – Cana disse irônica e com risos de brincalhona
– Que delicado da sua parte perceber – Lucy retrucou com sarcasmo e mau humor fazendo Cana ir um pouco mais, satisfeita pela reação da loira
– Eae novinha?! — Erza disse meio animada trazendo desconfiança para os olhos castanhos de Lucy
– Já esta melhor Erza? – ela perguntou de uma vez séria
A animação da ruiva derrepente sumiu, ela agarrou um dos braços o prensando contra o corpo enquanto se encolhia de leve, seu sorriso não existia mais e ela olhava tristemente pro chão. Cana também percebera a súbita mudança de humor de Erza e começou a fita-la seria,como Lucy que ainda esperava sua resposta.
Ela levantou a cabeça e deu sorriso falso escondendo a tristeza antes que chorasse novamente, mas seu sorriso não enganara nenhuma das duas.
– Claro, eu nem estava mal. Por que diz isso? – ela deu uma desculpa não convincente
– Talvez porque desde que o aluno novo chegou você tem estado deprimida – Lucy disse não se deixando ser enganada
Erza abaixou a cabeça deixando a franja esconder seus olhos
– Não é nada. Não se preocupe – ela falou seriamente
Lucy e Cana a encararam por alguns minutos procurando alguma outra reação, ambas deram um suspiro aceitando que Erza seria teimosa demais para dizer a verdade ou demonstrar seus sentimentos, Cana sorriu e Lucy voltou a ter uma expressão séria e brava por ter de esperar por tanto tempo naquele sol escaldante. A ruiva agradeceu mentalmente por elas terem aceitado a desculpa e não aprofundarem o assunto perguntando mais alguma coisa.
Ela voltou a sorrir para esquecer, desejando que esse efeito acontecesse o mais rápido possível
– Ei aquele não é o Loke vindo com a Kinanna? – Cana afirmou apontando para um canto da multidão, o qual Lucy e Erza seguiram com os olhos.
Loke e Kinanna vinham lado a lado na direção das três.
– Erza. Cana. Lucy. Bom dia – ela cumprimentou gentilmente e de modo educado.
– Bom dia – Erza e Cana disseram em uníssono
–Oi – Lucy fora mais direta, logo após a loira puxou Loke pela gola da camisa para mais perto de si. Seus rostos bem próximos um do outro faltando muito pouco para se beijarem, mas antes... – Bom dia – ela disse de modo malicioso
Loke ficara um pouco surpreso com o ato de Lucy no início, mas não demorou para se recuperar. Ele segurou forte sua cintura colando ainda mais seus corpos.
– Bom dia linda – ele disse baixo e rouco, e então se beijaram
Eles ficaram por alguns segundos nessa sua diversão pessoal, até Cana intervir.
– Ei parem de nos fazer segurar vela, seus amantes de quinta – ela disse puxando Lucy pra longe de Loke pelos braços
– Ei... – a loira se irritou – Vá arranjar um pra você e me deixa em paz com o meu – ela ia começar uma briga com Cana enquanto os outros três apenas riam
Talvez elas caíssem no tapa depois de uma retrucar a outra, mas forma interrompidas por um barulho agudo de microfone sendo ligado. O grupo olhou na direção do barulho e encontraram Makarov em um tipo de palco montado um pouco mais a frente quando acabava aquela multidão. Ao seu redor encontravam-se algumas pessoas desconhecidas por Lucy, talvez professores, no entanto também havia outras bem familiares.
Uma delas era Aquarius, a loira percebeu que ela se segurava mostrando uma postura severa para não atacar seu namorado, outro guarda costas, que estava ao seu lado, Scorpio. Ele era mais alto que ela e gostava de mostrar os músculos usando blusas de mangas mal rasgadas assim como a gola, basicamente tinha bom gosto para se vestir e tentava manter um estilo moderno, tinha um ego inflado além de agir como um cantor de rap muitas vezes. Outro que estava ali era o Sargitarius, um homem de meia idade com cabelos ainda de cor bem negra que adorava hipismo e tiro com arco, sempre mantinha consigo alguma coisa relacionada a eles e em alguns poucos momentos se fantasiava de cavalo, no momento apenas segurava seu arco e as flechas guardadas penduradas em seus ombros aparentemente largos. Os outros professores também vestidos para modalidades esportivas ainda eram desconhecidos pela loira. Menos Ultear a coordenadora inseparável do diretor.
– Seus delinquentes inúteis – ele chamou mais a atenção dos estudantes obtendo silencio — como vocês já sabem hoje é mais um começo de mais uma semana no mês do que eu gosto de chamar com orgulho de inferno para vocês — ele disse com um sorriso zombateiro no rosto — Vocês participaram de todas as modalidades esportivas propostas até não se aguentarem em pé ou pedirem piedade, o que vier primeiro – ele debochava de todos – ele debochava dos alunos que fingiam ligar enquanto reclamavam mentalmente, uma demonstração física seria a cara de desgosto de todos – e agora sigam-nos para a tortura estimulante de vocês. – dito isso ele desceu do palco sendo seguido pelo resto dos professores.
Naturalmente sem nenhuma ordem os “filhos das trevas” também começaram a segui-los, alguns professores paravam de andar deixando a multidão se acumular para depois seguir por trás assim garantindo que nenhum tentasse escapar, Lucy apenas os seguiu para não ficar pra trás ou perdida mesmo que não estivesse entendendo nada. Para saciar a curiosidade ela perguntou:
– Porque estamos saindo do reformatório? – ela perguntou quando o grupo de delinquentes se aproximava do portão automático agora aberto
– Shh – Cana mostrou um olhar severo colocando o indicador em frente aos lábios em sinal de silencio – Essa palavra agora é meio que proibida
-Como assim proibida? Que eu saiba o nome dado pra esse inferno não devia ser proibido
– Lucy... — Erza tampou a boca da loira com força encanto a mantinha presa pelos braços — Ja falamos pra calar a boca, você não pode falar essas coisas apartir desse ponto — já haviam passado dos portões e Lucy tentava a todo custo escapar da força de Erza que para não arrumar problemas, depois de um olhar gélido de um professor, a soltou
– Ta bom, ta bom já entendi — ela disse arfando por ter ficado um pouco sem ar — Agora me explica o por que
– Porque aqui fora não somos delinquentes — Loke disse sério e com o olhar perdido — Aqui fora somos alunos modelos de famílias com poder, pelo menos é isso que pensam
Sim, Fairy Tail era um colégio normal para quem estava do outro lado do muro colorido, mas aqueles presos entre o muros cinzas conheciam suas verdadeiras identidades.
– E isso conta para os "filhos da luz" também — Kinanna continuou ela também parecia séria — e como estamos indo pra lá temos que começar a nossa atuação de estudantes perfeitos
– Por isso todo tipo de palavreado inadequado, atos inconsequentes ou até qualquer palavra que faça parecer que isso é um reformatório cheio de adolescentes incontroláveis com ficha na policia são proibidas — Cana explicou melhor
– Apartir de agora temos que ser outras pessoas por uma semana — Erza continuou
– E esse é um dos motivos para odiarmos essa semana esportiva — Kinanna disse com certa fúria no olhar que parecia até mesmo mais... mortífero, prontos para dar um bote. Talvez Kinanna não fosse tão inocente quanto aparentava.
– Entendi — Lucy disse como não importasse mais ou apenas realmente não fosse grande coisa, mas a verdade era que por dentro estava com vontade de aproveitar a chance e fugir. Mas os professores e coordenadores de olhares severos e em prontidão não dariam essa chance
Ela olhou para o lado e viu pessoas que passeavam pela rua, elas também olhavam para eles com curiosidade nos olhos, pareciam dizer coisas como "Chegou essa época do mês de novo"; "Eles realmente são disciplinados"; "Fairy Tail realmente deve ser um ótimo colégio". Lucy ficou com vontade de rir e vomitar ao mesmo tempo.
– E o verdadeiro inferno começa — Loke anunciou baixo para não ser ouvido enquanto eles cruzavam o portão para a ala dos "filhos da luz”
***
– Oeeh! Gajeel... – Levy finalmente o encontrara e vinha falar com ele
Aparentemente Gajeel estava em um local mais afastado de toda a escola, não era bem um lugar escondido estava mais para um campo aberto, mas ainda sim era uma ala meio que afastada dos outros que se aprontavam para o começo do festival.
– Ei Levy! – ele cumprimentou calmo olhando fixamente pra ela enquanto dava um gole da garrafa de Wisky, a garota percebeu a bebida alcoólica
– Gejeel você sabe das regras! – ela disse se referindo a garrafa que ele segurava e continuava a beber sem se importar com a presença dela ou com o que ela dizia – Aqui nós não podemos inserir bebida alcoólica. Então seja um bom menino e me dê essa garrafa – ela estendeu a mão esperando ele obedecê-la
– Não – ele foi direto e afastou, ainda bebendo, mais o Whisky dela que se esgueirou pra tentar tirar dele, mas não conseguiu sendo impedida pelo corpo e braço musculoso dele.
– Me dá logo isso – ela meio que gritava nervosa
Gajeel fechou a garrafa com medo de que essa pequena confusão fizesse alguma misera parte daquele liquido precioso caísse. Jogou a garrafa fechada na grama e se concentrou em parar a pequena azulada que ainda tentava alcançar a bebida com esforço. Em alguma hora ele conseguiu segurar os pulsos dela de mordo firme, mas ainda assim de modo delicado, mas a garota ainda resistia e então ele usou um pouco mais de força a levando ao chão e acabando por ficar em cima dela. A garota estava em um misto de surpresa e aflição, ele riu. Gajeel então prendeu as mãos dela contra o chão do lado da cabeça dela.
– Como se você fosse santa, Mcgardeen – ele começou a dizer sarcástico e assim a irritando – Aposto que na verdade você queria era tomar um pouco também não é? – ele ainda dizia sarcástico e agora parecia até um desafio para saber a reação da garota
Levy olhou pro lado e percebeu a garrafa ao alcance da mão, ele percebeu o que ela fitava e para comprovar sua teoria soltou os pulso da garota, mas ainda se mantinha em cima dela. A garota o encarou com um olhar forte e o dele ainda parecia sarcástico entre os olhos meio avermelhados.
Ele estava a testando com aquele sorriso de alguma forma medonho e principalmente com superioridade.
Ela esticou o braço e pegou a garrafa, em um movimento rápido abriu-a deixando derramara algumas gotas e então rapidamente tomou da bebida de maneira que se tornava satisfatório. Por causa da posição que estava fora mais fácil fazer o liquido descer pela sua garganta, assim a refrescando sem parar. Além de ter sido um movimento meio desastroso já que algumas gotas escapavam pela boca fina da menina. Ela tomou de uma vez até ficar sem fôlego e assim que o fez jogou a garrafa aberta para o lado dando um longo suspiro atrás de ar e ouvindo um riso satisfeito do garoto ainda em cima de si que testemunhou toda a cena. Ela olhava com um pouco de raiva pelo modo que ele brincou com ela a fazendo ceder.
– E como sempre eu estava certo – ele se bajulou e se aproximou do rosto dela lhe dando um beijo sufocante
Ela não cedeu à ele a principio já que ainda estava com raiva e não queria cair na armadilha dele novamente, mas aos poucos ela sem perceber levou as mãos a nuca do rapaz impedindo que ele se afastasse sem terminar de satisfazê-la como o Whisky havia feito à pouco tempo.
Ela ficaria sem ar novamente.
Assim que outra meta fora concluída ele passou a “limpar” com pequenos e suaves beijos o canto de sua boca, uma parte do roso e principalmente o pescoço e o colo, lugares do corpo pequeno onde a bebida havia caído durante o ato involuntário da garota. Ela suspirava de leve, mas não chegava a gemer, não ainda. Apenas queria por mais
Mas esse querer estava prestes a desaponta-la
Ela sentiu seu celular vibrar no bolso do short, mesmo que contra sua vontade ela afastou Gajeel de si, que não precisara de uma ordem direta dela, enquanto sentava no chão e pegou o celular para ver o quão importante teria sido o caso para interrompê-la. Era uma mensagem da Lucy.
Ei Levy, olha por lado e vem pra cá
Ela seguiu a primeira instrução e encontrou Lucy, Kinanna, Cana e Juvia que a chamavam fazendo sinais com as mãos. Obedecendo ao chamado delas Levy se levantou apressada deixando Gajeel pra trás e foi de encontro delas, ela se encontrava meio que irritada.
– O que vocês querem – ela disse meio nervosa – Não viram que eu estava meio ocupada
– Espera – Cana disse concentrada e levantando o dedo indicador na frente do rosto de Levy
– Cinco, quatro, três dois... – Lucy fez uma contagem regressiva com o mesmo olhar que Cana e antes que ela disse-se “um” Levy ouviu um grito, alguém gritava o nome de Gajeel com raiva enquanto Lucy apontava para onde ela estava à poucos minutos
Basicamente a cena que impressionara Levy a deixando sem palavras era um Natsu, um Gray e um tipo de demônio com cabelos escarlates atacando o moreno, mas apenas dois o ataca primeiramente com uma fúria inexplicável.
– Gajeel – Natsu gritara o levantando do chão enquanto o segurava pela gola – Como você foge daquela punição infernal – Levy ficara sem reação novamente, era apenas por isso que eles estavam formando confusão novamente?
Gajeel se soltou dando um soco em Natsu que o fizera cair no chão
– Como assim punição? – ele se fizera de desentendido e estava com raiva por ter sido atacado
– Aquela que tivemos que aguentar mesmo estando bêbados mortos de sono – Gary disse retribuindo o soco como se ele tivesse levado, mas não fizera por Natsu
– E ainda vamos ter que sofrer mais por causa disso enquanto você escapou ileso – Natsu entrou na briga depois de se recuperar rapidamente e eles começaram a trocar golpes
Levy ainda estava sem fala e olhou pras meninas em uma busca desesperada por resposta, ou pelo menos algo que a fizesse entender aquilo
– Quando entramos Natsu e Gray estavam desesperados e nervosos em busca do Gajeel – Juvia começou a explicar entendendo o olhar de apelo de Levy – Então acabamos encontrado a Lucy e as outras. Eu expliquei pra elas o porquê dos dois estarem tão inquietos e parece que a Erza também ficara nervosa.
– Depois bastou encontra-los para eles perderem o resto de paciência que tinham – Lucy falava do seu jeito indiferente, algo muito parecido com o jeito de Aquarius
– E pra você não se envolver na guerra, nós te tiramos do olho do furacão – Kinanna continuou de um jeito mais gentil
– Devia nos agradecer – Cana disse de um jeito meio que empolgado
E então a atenção de Levy voltou para a “muvuca” que já se formava entre os três, e percebera que uma pessoa que estava faltando ali pioraria as coisas.
Erza ainda se mostrava imóvel no canto, mas sua presença era amedrontadora. Ela emanava ódio puro e conseguia ainda mais escondendo os olhos, que deviam estar tenebrosos, com a franja além dos punhos fortemente cerrados enquanto os braços estavam grudados ao corpo. Ela olhava com cautela a briga dos três e quando pareceu ver uma brecha ando lentamente até os arrumadores de confusão. Antes que alguém percebesse, ela já havia chutado Gajeel para fora da briga, claro não deixando desaparecer a raiva que sentia.
Gray e Natsu nem ao menos se deram o trabalho de para-la, além do fato dela ter parecido muito estressada esse fim de semana ninguém se poria no caminho da chamada Titania, uma mulher imbatível de cabelos escarlates. A única coisa que conseguiram ver fora Erza indo pra cima de Gajeel enquanto gritava com ele
– Como você pode ter fugido daquela punição se você também participou de tudo, seu grande metal de merda?! – Com certeza ela estava descontrolada, percebia isso pelo fato dela não gostar muito de xingar os companheiros de tempos atrás, além dos berros – Sabe o inferno que eu tive que passar com aquela buzina desgraçada? – por um instante a garota soltou o rapaz e ficou agachada tampando o rosto, estava desolada?! – Foi algo horrível, horrível. Eu ainda tenho pesadelos com aquilo – ela parecia chorar no seu cantinho
– Sim, sim – Lucy apareceu batendo de leve em suas costas – Já passou, já passou – ela a reconfortava, mas ainda parecia entediada. Não tinha paciência para aquilo
– Lucy, foi terrível – ela abraçou a loira quase fazendo as duas caírem
– Sim eu sei que foi... – a loira começou a afagar a cobeça da ruiva – afinal eu estava lá – ela sussurrou o mais baixo que pode para que Erza não escutasse sua indiferença
– Inacreditável – todos se referiram as duas, mais a Erza
– E esse cara ainda conseguiu escapar como se não tivesse feito nada – ela apontou para Gajeel e antes que Lucy falasse a ruiva foi pra cima de Gajeel novamente só que dessa com golpes mais leves como se fosse de brincadeira
Dessa vez em vez de surpresa todos começaram a rir, menos a loira que ainda mantinha sua pose série
– Meu Deus, vocês são um bando de descontrolados – ela comentava sobre eles – Nenhum de vocês tem jeito, mesmo – não por vontade própria, mas como um costume ela abriu um leve sorriso afinal àquilo ainda era de um jeito ou de outro divertido
Ela então percebeu que Natsu, que estava sentado no chão observando a briga, a encarava com seriedade e atento a qualquer reação dela.
– O que foi seu retardado? – ela ficou nervosa por ele ficar olhando tão fixamente pra ela
– Você também não muda continua sendo estranha
Talvez por ela ter uma personalidade barraqueira e adorar uma briga quando aparecia uma, ou se irritar muito fácil, mas ela começara uma briga com Natsu pulando em cima dele. Basicamente depois de alguns rolamentos ela acabou sentada no seu colo e segurando seus pulsos com força, mas não os prensando em algum lugar
– Retire o que disse – ela exigiu dele
– Não, estranha sempre estranha ora – ele disse como se fosse o obvio e a irritou mais, mas suas próximas palavras a surpreendeu – Você diz que agente não mudou em nada, mas a senhorita Heartfilia continua a mesma também – ele abriu um sorriso enorme no rosto, aquele sorriso idiota que só ele podia fazer – Isso é muito legal, que você não tenha mudado – e ele continuava a sorrir
Aquele sorriso...
“Droga!” – foi o que ela pensou, antes de esconder o rosto. Se ele estivesse certo e ela não tivesse mudado ela estaria corando agora.
Esconder essa fraqueza era uma opção.
Lucy começou a golpea-lo na cabeça o quão mais, melhor. Ela ouvia as reclamações dele, mas eram de brincadeira, pois nem tão forte ela estava batendo. Ela só queria esconder seu verdadeiro...
Não. Não era mais seu verdadeiro eu. Ela não era mais igual.
E bater nele provaria, mesmo que fosse fraco já que ela estava perdida em pensamentos.
“Tira esse sorriso. Tira esse sorriso. Tira esse sorriso. Tira esse sorriso!!” – era o que ela desejava enquanto continuava a bater de leve nele – “Some com esse sorriso da minha vida!”
Natsu finalmente conseguiu segurar as mãos dela para impedi-la de continuar e quando ela percebeu voltando a levantar o rosto para vê-lo o encontrou ainda com aquele sorriso achando graça da reação dela. Antes que pensasse em corar a garota se levantou rapidamente enquanto o empurrava fazendo-o cair no chão e para não se deixar abalar e não perder a postura de garota séria e sem paciência deu um chute na barriga dele enquanto ia andando até Levy, Cana e Kinana novamente.
– Para de brincar comigo Dragneel – ela sussurrou entre um trincar de dentes.
Natsu não havia sentindo tanta dor, já que comparado a verdadeira força dele Lucy não era tão forte, mas ainda assim se sentiu irritado pelo que ela fizera, e enquanto abraçava a barriga ele a olhou com fúria enquanto ia para um pouco mais longe de um jeito superior. Essa luta duraria muito mais tempo ainda
Erza já tinha acabado também, então a loira agradeceu por já ser hora de voltar e mesmo que fosse algo ruim ela preferia muito mais o festival idiota.
***
– Ei não fique se achando o todo poderoso Laxus – aparentemente um garoto normal de cabelos castanhos apontava o dedo na cara de Laxus enquanto tentava lhe dar um sermão
O loiro estava sentado em um dos bancos da praça da ala dos “filhos da luz”, seus meio que subordinados o rodeavam e ele mantinha um olhar entediado, afinal o que o garoto normal falava não era de sua importância.
Ao seu lado de pé e se mantendo em postura se encontrava Freed e ao lado do mesmo um outro rapaz, que apesar de trajar uniforme esportivo, usava um casaco de moletom preto totalmente fechado e o capuz grane tampava parte de seu rotos mantendo à mostra apenas um sorriso malicioso nos lábios, parecia se conter para não mostrar a língua grande e afiada em um tom brincalhão, o casaco grosso incomodava os ao seu redor já que realmente parecia extremamente quente vesti-lo no calor que o dia exalava.
Seu nome é Bickslow.
Do outro lado de Laxus um uma garota de corpo curvilíneo e que fazia questão de mostra-lo para se aparecer entre os rapazes e mostrar as mulheres que era a melhor.
Esta é Evergreen.
Uma garota com tributos além de no corpo no rosto também, a pele branca entrava em contraste com os olhos sempre semicerrados demonstrando superioridade e sensualismo tudo isso misturados nas cores castanho mel, mas estes eram cobertos pelos óculos. Além dos olhos ela tinha a boca fina e rosada que se mantinham como os olhos, sempre sem perder a postura. Normalmente seu rosto era emoldurado pelos cabelos cumpridos, ondulados e loiro claro, mas dessa vez eles estavam presos em um coque para que combinasse mais com a ocasião em que se encontravam.
Ever ria com sarcasmo e escondia a boca com os dedos meio abertos.
Claro, para não esquecer sentado do lado de Laxus e com a cintura entrelaçada pelo braço de tal estava Mirajane, com mesmos trajes esportivos e o longo cabelo agora presos em um rabo de cavalo. Ela não era “subordinada” de Laxus e nunca seria, tinha orgulho. Ela apenas estava com saudade para não sair de perto do aconchego quente do seu amante.
Sim, ambos não tinham um relacionamento sério. Eles aproveitavam um ao outro na mesma intensidade e até agora gostavam disso.
E digamos que aquele trio não eram subordinados de Laxus. Eles podiam muito bem deixa-lo quando quisessem, mas o respeito era tanto que os de fora pensavam assim.
– O que quer dizer com isso? – Laxus finalmente o respondeu deixando de ignora-lo, mas sua voz exalava autoridade.
– Não nos trate como se fossemos esse seus cachorrinhos – ele apontou para os três, e digamos que apesar de não perderem a pose, que se demonstrava superior à eles, os cachorrinhos rosnaram.
Laxus riu, sinal de que o trio parasse.
– Então você se diz melhor que nós? – ele disse com sarcasmo para um dos “filhos da luz” este se encontrava rodeado por muitos outros que também estavam descontentes, seu nome era Tora um tipo de rebelde.
Antes que esse respondesse, os arruaceiros que antes estavam brigando em um lugar afastado apareceram para verem o motivo do tumulto.
– Ei Laxus – Natsu o chamou de longe – Então você voltou – ele disse simpático
– Oi Natsu – Laxus também disse simpático diferente de como se dirigia Tora, à algum tempo Natsu e Laxus tiveram desentendimentos, mas nada de tão sério que não os tornassem companheiros mais próximos agora.
– Afinal o que esta acontecendo aqui? – Gray se pronunciou
– Estávamos prestes a ouvir exigências de alguns descontentes com nosso estilo – Freed respondeu abrindo um meio sorriso, Cana se aproximou dele e o beijou na frente da multidão atraindo murmúrios de quem não estava acostumado achando aquilo um absurdo, “Filhos as Luz”.
Era como se fosse uma prova do comportamento dos “Filhos das Trevas” que eles estavam precisando
– É mesmo? – Gajeel entrou na brincadeira também – Vamos ver o que eles querem – e para curtir mais ainda com eles, o rapaz puxou Levy para perto de si mantendo seus corpos mais colados possível.
Logo muitos outros curiosos chegavam. De um lado um bando de delinquentes que estavam adorando irritar os mocinhos vendo suas caras tímidas como se isso que eles fizessem não fosse normal. De outro lado um tipo de grupo revolucionário que seguia as regras e estavam descontentes com as atitudes dos delinquentes.
“Filhos das Trevas” rindo com sarcasmo e achando tudo divertido.
“Filhos da Luz” se mantendo firmes para não perderem para os outros, mesmo que estivessem um pouco abalados.
– É disso que estamos falando – Tora, o líder continuou – Vocês não tem vergonha.
– Isso mesmo – dessa vez uma menina falou – Olha como estão agindo
Lisanna que chagara a pouco também pensava em se divertir e apareceu por trás de Natsu colocando os braços entre seu pescoço e fechando as mãos sobre o peitoral dele assim o abraçando por trás. Natsu aceitou o plano dela e a puxou para mais perto colocando a mão atrás da cabeça dela e a outra prendendo seu braço, ele colocou a cabeça mais perto da dela e se não fosse essa posição desfavorável eles se beijariam.
Ambos sorriam com sarcasmo e como todos os outros tinham algo sombrio no olhar.
– E como estamos agindo? – a albina começou a se divertir também testando eles
– Exato – Lucy começou a falar enquanto ia de encontro com Loke sentado no chão, ela se sentou no colo dele em estilo princesa, segurou sua nuca e tirou os óculos dele o prendendo na gola da blusa, ambos com a mesma autoridade – Nós só estamos curtindo a vida – ela disse com a voz doce, mas um pouco sarcástica.
– Se não sabem fazer isso – agora Gray tomou a palavra, ele segurava o queixo de Juvia a fazendo manter o rosto bem próximo ao seu. A garota parecia que ia desmaiar fingindo estar sendo facilmente seduzida por ele. Ambos quase se beijavam. – Não coloquem a culpa na gente
Erza se colocou em um de suas posições sexuais se insinuando para os outros ingênuos da Luz. Todos das trevas brincavam com eles apenas com olhares e sorrisos
– Acho que eu nem preciso me pronunciar – ela dizia sedutora
Kinanna ao seu lado também gostou da ideia e se mantinha em alguma posição de sedução e superioridade
– Vocês já devem ter entendido, ou são idiotas. – ela tinha uma voz doce, mas o modo como falava não parecia assim
– Parem de brincar conosco – Tora trincava os dentes, ele era um dos que recebia aqueles olhares esmagadores – Se são tão bons nos vençam em um desafio — ele gritou alto, finalmente tirando aqueles sorrisos dos rostos dos outro que agora estavam interessados – Em vez de termos o mesmo festival de sempre em que somos obrigados a confraternizar um com os outros, vamos ter um desafio. Nós contra vocês em todas as modalidades esportivas, quem ganhar terá que fazer algo que o outro queira
– Isso – a menina de antes confirmou com um sorriso confiante
– E no nosso caso queremos a verdade sobre vocês – Tora já exigia – Vocês não devem ser normais.
O olhar confiante dele chamou atenção de Laxus que estava surpreso por um tempo, mas logo que se recuperou ele sorriu confiante em uma aceitação ao desafio
– Como quiser – fora apenas o que ele disse e os outros “Filhos das Trevas” sorriram confiantes aceitando aquilo também.
***
Evergreen antes que fosse embora depois da confusão foi puxada para trás de uma árvore que era perto do lugar onde havia acontecido o espetáculo de antes. Assim que percebeu quem a puxara a surpresa foi embora e ela deu um sorriso sedutor como sempre, voltando a sua feição normal.
– O que foi Elfman?
Elfman era um homem dito por grande, tanto de altura quanto musculatura. Irmão do meio de Mirajane de Lissana ele carregava as mesmas características básicas delas. OS cabelos grisalhos era um deles, mas sua pele era mais morena.
– Ei o que vocês pensam que estão fazendo aceitando algo assim? – ele disse meio bravo
– Ora qual é o problema? – ela disse brincalhona e como sempre mantinha a pose e tom de voz sensuais. Isso não dava muito certo com ele – Vai ser divertido para acabar com esse tédio – Ela começou a contornas os músculos do peito dele enquanto falava,uma boa tentativa de tentar seduzi-lo – Por que? Não gosta?
– Claro que gosto, isso seria algo másculo de se fazer – ela riu por dentro com o comentário dele, mas parou quando o viu tirar sua mão da pequena brincadeira que ela fazia sobre uma parte de seu corpo – Mas apenas não passem dos limites, afinal minhas irmãs vão se envolver nisso
Ela bufou meio irritada com a possível chance de machismo na frase. Claro podia ser uma proteção familiar, mas mesmo assim ela conhecia o jeito dele.
– Não se preocupe. Suas irmãs são tão crescidinhas quanto você – ela escondeu a boca entre os dedos meio abertos novamente, era uma mania que tinha por manter tanto um leque consigo. Como no momento atrapalharia À fazer esportes ela teve que deixa-lo no quarto – E depois será divertido para ambos os lados – ela deu um leve risinho – Laxus sabe o que faz – ela comentou e ele bufou meio enciumado fazendo ela rir por dentro mais uma vez.
Ever saiu da prisão dos braços de Elfman e se pós a ir embora
–Ei Ever! – ele a chamou – Eu ainda não acab....
Tarde de mais. Ela já ia embora rebolando e mostrando seu corpo como gostava de fazer, deu um aceno por cima do ombro, mas sem olhar pra trás deixando um Elfman desolado por não ter cumprido com seu objetivo, algo não tão digno para um homem.
***
– Vocês fizeram o que seus moleques inúteis? – Makarov gritava alto para alguns dos líderes da bagunça. Os outros delinquentes já haviam se dissipados pelos lados do colégio. Sim literalmente um colégio diferente da outra ala que era o reformatório. Basicamente a turma de sempre que arranjava confusão.
– Nós não seu velho barulhento – Gray respondia estressado – Seu neto
– Não nos culpe pelo que não fizemos – Pela primeira vez Natsu concordou com Gray, mas também parecia cansado de mais para receber uma bronca
– Mas vocês participaram dessa palhaçada seus tolos — Makarov estava totalmente irritado, afinal por que não? Se eles seguissem a aposta do desafio seria uma catástrofe enorme a verdade sobre Fairy Tail vazar. – É só eu virar as costas por um segundo – ele dizia depressivo – Por que senhor? Por que meu Deus?
Ultear estava do lado do mestre sem palavras, já que não queria se estressar por mais uma burrada do irmão. Seria melhor que ela ficasse calada para não piorar as coisas
– Sem drama velhote – Gajeel pedia
– Nem é tão ruim assim – Kinanna se pronunciara
– É extremamente ruim – Maarov não gritava com Kinanna já que ela era como uma filha — Mas temos vantagem – Makarov parecia pensar — Apesar deles terem grandes títulos vocês são melhores que eles com certeza. Só não são registrados – ele filosofava uma maneira de sair daquela encrenca – É isso vocês podem vencer e eu não vou ter que me preocupar ou me estressar com autoridades maiores – ele já dizia mais calmo – Esta decidido vocês tem que ganhar – agora ele ordenava para os delinquentes que ainda mantinham um olha entediado sobre ele
– Quem disse? – Natsu se pronunciou firme indo contra as ordens de Makarov que se surpreendeu
– Como?
– Exato – Erza também se mantinha firme – Eu estou muito estressada para fazer alguma atividade física com vontade
– Sim estamos muito cansados – Lisanna disse de um jeito fofo e desentendido
– E depois qual é o problema mesmo deles descobrirem? – Levy dizia como se fosse o obvio
– Sim, Sim – Lucy concordava – E olha só para a minha perna – ela apontou para a perna enfaixada que ainda se recuperava do corte profundo – Eu não posso competir assim
– Se já não fazíamos nada antes, porque faríamos agora? – Gajeel questionou
– Entenda velhote – Gray dizia com um olhar forte – Nenhum de nós vai levar essa aposta fuleira a sério
– Isso aqui é só uma obrigação sem sentido – Natsu finalizou
Makarov tentava se recuperar das palavras deles, enquanto isso todos já se levantavam para ir embora cuidarem das suas vidas.
– Esperem – o idoso disse baixo então eles não ouviram – Esperem! – dessa vez ele gritou fazendo eles pararem e o olharem com interesse – Se vocês ganharem, eu cancelo todas a punições do mês de todos os estudantes da ala “Filhos das Trevas”. – agora ele chamara à atenção dos adolescentes – Todas as punições que vocês tiveram e ainda vão ter e ainda deixou vocês fazerem uma festa de comemoração no refeitório, mas claro sobre as regras
– Espera. – Loke foi o primeiro a se pronunciar – Isso é sério?
– Claro que é – Makarov disse confiante já sabendo que tocara no ponto fraco – Cada palavra, mas apenas se vocês ganharem – ele abriu um sorriso
Do nada como se o incentivo fosse tudo que eles precisassem mudaram de atitude. Eles abriram sorrisos confiantes e maliciosos nos rostos, misturado com um olhar forte. Eles sabiam que eram melhores e que bastava pouco para ganharem, eles iriam vencer e agora a todo custo.
- Ha — Lucy zombou com um sorriso — Então nós só precisamos ganhar deles certo?
- E não vamos ter que aguentar mais nenhuma merda de punição — Juvia acentiu sorrindo confiante
- Isso nem chega a ser um desafio — Gajeel ironizou
- Mas pelo menos pode matar um pouco o tédio — Lisanna afirmou
- Acho que nem isso — Erza confirmara
- Velhote, tem que nos dar desafios maiores do que apenas isso — Gray dizia — Já sabe que vamos ganahr mesmo — ele riu
- Finalmente algo diferente — Loke finalizou
Saíram já emanando uma aura já de vitória, além de determinação e confiança muito bem estampados em seus sorrisos e olhares. A noticia do prêmio se espalhou entre todos os delinquentes os fazendo aceitarem sem pensar duas vezes em cumprirem a aposta, agora era uma questão pessoal.
Se eles não vencessem ninguém mais o faria
– Agora sim eu estou empolgado – Natsu afirmou o que todos sentiam enquanto dava um soco de leve contra a palma da mão
Os jogos iam começar
Notas finais
Bom eu amo meus leitores de qualquer jeito mesmo ^^
Como muita gente tinha pedido, eu botei uma cena Gale pra vcs ^^
E no próximo cap eu vou tentar colocar a Wendy e mais um personagem ai kkkk
Reviews?? Se tiverem gostado?! Se não tiverem gostado então pauladas pra cima de mim (eu mereço por ter sumido mesmo) XD
Bjuks =*
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