Devaneios de um Coração Partido
47 Sangue Negro
Notas iniciais
"E o meu coração sangra aos poucos,
Porém o vermelho do meu sangue morreu,
Se tornou negro, espesso,
Sem necessidade de ar,
Sem vontade de amar,
Já que tudo o que ele tinha pra viver,
Você sugou e levou embora
E o deixou em sua infinita amargura.
E essa amargura demora,chora,
Explora a dificuldade de se regenerar.
O coração,está destruindo-se,
Entregando sua liberdade sua vida...
E você o que faz nesse tempo que ele sangra?
E o seu coração, o que faz nesse tempo que ele morre?
Recebi sua reposta de uma forma cruel,
Seu coração me foi entregue aos pedaços
Com uma carta,dizendo que era meu,
E que o sangue que por ele derramei não foi em vão,
Ele chegou até você e que para me compensar você me devolveria ele nem que fosse aos pedaços para nunca mais sofrer."
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