Amo-te,como amo meu próprio viver.
Então nem sempre a amo,nem sempre a quero.
Mas ainda assim insisto em viver,insisto em querer.

Amo-te,como amo a poesia.
Então nem sempre a amo.
Pois nem sempre a escrita é aquilo que muitos aspiram ser ao abrir o livro.

Amo-te,como amo a poetisa.
Então nem sempre a amo.
Já que ela sempre complica minha vida.
Ao escrever de uma forma tão complexa o que sente,o que vive.
Amo-te como amo o mundo,
como amo a existência desse ser que se diz humano,
mas que muitas vezes se comporta como um animal que abandona o bando,
para morrer sozinho em seu infinito ser
de egoísmo e auto preservação insano.

Esse é o tanto que te amo.

Notas finais
Obrigada por ler. Aguardo comentários