Deus Mecânico
4 Vermelho Carmesim
— Olá, eu sou o Dr. Hohenheim, e vou te apresentar nossos melhores espécimes, pelo menos no setor em que posso mostrar a você garotinha. Disse o doutor em tom descontraído.
Anko se encontrava em uma grande sala, com várias pessoas andando de um lugar para outro, várias máquinas e televisores por todo o lugar, era sujo e mal organizado, mas ninguém parecia ligar muito para aparecia do local. O homem sentado na cadeira central da mesa com suas pernas em cima da mesa, era o Dr. Hohenheim, cabelos loiros muito bem penteados para trás, com um óculos de lentes redondas pequenas, anunciava e comentava sobre as funções e setores da fundação, atrás de sua cabeça estavam várias televisões que gravavam espécimes dentro de suas celas, alguns que pareciam humanos, outros pareciam criaturas pré históricas ou alienígenas, outros não dava para ver nada. Ele se levantou da mesa acompanhada de clara e mais outros dois homens de jaleco, e saiu pela porta da sala, Anko de mãos dadas com clara seguia os três, ela parecia mais empolgado que a garota sobre o que iram contemplam dali para frente, entraram em um elevador, e passaram por vários corredores e salas, até chegar a um corredor muito amplo com várias portas cada um com um número e letras diferente.
Eles entregaram em uma das portas com as siglas 2B507 caminharam até chegar a uma parede de vidro, as luzes foram ligadas Anko e clara param a 2 metrôs de distância do vidro enquanto um dos assistentes do doutor, parou perto de um mesa ligada a parede, cheias de botões e visores o outro se pôs perto do vidro ao lado esquerdo do doutor, a criatura que estava lá dentro parecia as de um filme de terror ou de alienígenas, era magro, corpo amarelo com machas cinzas, corpo esguio e pescoço longo, assim como todos os membros daquela corpo era, longo, sua cabeça era desproporcional ao restante do corpo, a testa parecia não ter fim pois era como se um tapa redonda de bueiro estive no final de sua testa, não tinha olhos apenas uma grande boca sem lábios, com os dentes amostra, não apresenta mais nenhum orifício, a criatura tinha um jeito esquisito de se mover, cada movimento lento fazia com que ele estalasse seu pescoço com um curto movimento para o lado esquerdo.
— Essa é um criatura é de outra dimensão, foi encontrada a mais de 40 décadas em uma cidade rural, matou metade dos moradores antes da fundação capturar-la, entre suas habilidades está a de apagar sons, basicamente ela absolve quanto energia sonora presente no ar, tendo a capacidade de manipular essas ondas causando ilusões, delírios e até morte cerebral, mas o interesse é que essa criatura conseguir separar o espaço, cortando assim tudo dentro dele, ou seja, todas as coisas, porém não demostrar inteligência racional, parece sempre parado em constante movimento lento, e se alimentar de som, entretanto faz um estrago se solto por aí. Disse Hohenheim passado de um lado ao outro do vidro.
— Se continuar vendo essas criaturas saberá que a maioria tem um comportamento animal, não demonstram grande inteligência e não realizam fins, mas também perceberam que é melhor assim, as inteligentes é que são os maiores problema. Disse enquanto sai da sala seguindo pelos outros quatro.
Eles entraram em outra sala com as siglas 7C90G2 na porta, era igual a anterior em todos os aspectos, parando novamente a 2 metrôs do vidro, o que viram era ainda mais fascinante, parecia com um animal felino, porém seu corpo parecia feito de vidro, tinha um aspecto de ser um robô gato, pois todo seu corpo se assemelhava a lâminas translúcidas, que faziam barulhos mentalicos, seus olhos era de cor azul e de seu corpo fluir um tipo de energia rosa e azul claro, se movia de um lado a outro vibrando suas escamas cintilando as cores do arco-íris, Anko se maravilhou com a criatura, sem perceber já estava trocando o vidro, Hohenheim se aproximou do ouvido dela e disse:
— Não é lindo. Disse com voz doce.
— É a coisa mais linda que eu já vi. Disse Anko cheia de brilho nos olhos.
— Ela ou Ele é tão mortal quanto é bonita, para cortar a pele humana basta tocar-la. Costumamos chamar-la de Manticola de vidro, o nome não faz tanto sentido, mas acharam uma gracinha. Disse Hohenheim fazendo caretas.
— Vamos para o próximo galerinha. Disse o doutor se apressando para sair.
— Vamos Anko, ela não é linda, é minha favorita. Disse Clara pegando na mão de Anko e a levando a porta enquanto a garota continuava olhando para criatura.
A porta da vez era a da sigla 89HK98 essa diferente das anteriores tinha várias camas, computadores, máquinas e assentos, ao chegar perto do vidro Anko viu o que menos esperava, era uma garota, tinha cabelos brancos tão brancos como sua pele, seu olhos era verde jade, era magra e pequena, ficou sem entender e olhou para Hohenheim com uma cara cheia de desconfiança.
— Sim, minha querida, ela é humana, mais que isso nasceu em solo nacional, porém foi submetida a certo experimento na época da 2° guerra pelo governo do nosso país, entretanto durante o experimento envolvendo partículas sólidas, em níveis quânticos a garota desenvolveu a habilidade de regressão temporal, tudo que toca ou ver, é acelerando no tempo seja para frente ou para trás, nós tivemos que roubar-la sua visão, assim com os sentidos de seus membros, porém se ela tiver a noção que está interagindo com algo essa coisa terá seu fim logo, logo, felizmente ela é muito fraca para se locomover, assim como está a tanto tempo em contato com o chão que não tem noção que está interagindo com ele, por isso ainda não escapou, pode parecer crueldade, realmente é, mas não tem outra escolha. Várias criaturas e pessoas desse local são uma ameaça a vida no planeta, então em vez de matar-los nós os encarceramos. O que acha Anko? Perguntou Hohenheim olhando para ela.
— Eu, eu não sei o que pensar, é tudo muito novo para me, não sei responder a essa pergunta. Disse Anko muito pensativa.
— Por isso cabe a nós, responder e efetuar essas coisas tão complexas, mas vamos a grande atração da noite, ou dia, é difícil saber quando se está em uma laboratório subterrâneo. Disse Hohenheim quase correndo para fora da sala.
Se adiantado entrou na sala 8888SS4, sua semelhança as anteriores era clara, porém essa sala parecia mais suja que as anteriores, antes que pudesse se aproximar do vidro para observar a criatura ela falou:
— Visitas, eu não tenho visitas, o que esse louco de óculos quer perturbado minha viagem. Disse a criatura quase gritando.
— Senhorita, essa criatura, não é uma criatura comum, não é nem um tipo de animal ou um ex humanos, mas um deus. Disse ele se aprimorando do vidro.
— Que tipo de Deus? Perguntou Anko em seco.
— Do tipo que te matar se você não se apresenta direito dozela. Disse a criatura atrás do vidro.
— Desculpe. Disse Anko gaguejando.
— Não assuste a garota miserável. Disse Hohenheim chutando o vidro.
— Ele exigir que toda pessoa que nunca o virá se apresente. Disse Hohenheim segurando a garota pelos ombros, até a frente do vidro.
— Vamos pode falar. Disse ele atrás dela segurando em seus ombros.
— Meu, meu nome é Anko Mayuri. Disse ela olhando para o vidro.
— Que belo nome dozela, o meu é Bastiater dadelta, o senhor dos contratos. Disse a criatura.
Nesse momento pela primeira vem Anko viu a criatura, ele tinha quatro braços magros, pernas longas, corpo vermelho carmesim, com grandes olhos amarelos a cabeça tinha um formato de um mamão, sua boca era larga e tinha muitos dentes pontudos, a pela tinha várias ondulações, e as partes mais magras e alongadas de seu corpo possuíam argolas que pareciam serem feitas de ouro branco, metade de suas coxas estavam mergulhadas em águas azuis cristalinas, com vários peixes passado em sua volta. Anko olhou muito impressionado e assustada.
— Esse pequeno Deus de outro mundo, tem o poder de fazer contratos com humanos dando-lhes poderes em troca de algo, seja uma pernas, emoções, sentido ou coisas materiais, ele não está exatamente preso aqui, sua mente não é fixada ao corpo, por isso ele pode ir a qualquer lugar desse mundo ou aos outros. Disse Hohenheim batendo no vidro.
— Outros mundo?. Perguntou a garota curiosa.
— É, existe outro mais que a mente humana seria incapaz de compreender e as que podemos compreender, o preço por tais informações é muito alto, e esse carinha é um mão de vaca, não é mesmo vermelho. Disse Hohenheim enquanto batia com o calcanhar do pé no vidro.
— Deseja fazer um contrato garotinha? Você tem algum desejo que queria compartilhar comigo, eu posso realizar, mas é claro por um preço equivalente. Disse a criatura com ar malicioso na voz.
— Não responda, isso pode te custar caro, não vale a pena, além do mas é um território incerto e perigoso. Disse clara segurando a mão de Anko puxando ela de volta a saída.
Anko continuou olhando para atrás até aporta se fechar enquanto ouvia gargalhadas da criatura profana, enquanto pensava se realmente teria sua vida de volta de fizesse tal desejo a criatura.
— Por hoje é só, essa estação é gigantesca, existem muitas criaturas e objetos perigosos e para muitos magicamente fantásticos, mas eu tenho trabalhado, e acredito que a senhora também tem, então até mais.
— Obrigada... tchau. Disse Anko meio travada se curvando para frente um pouco.
— Vamos o Toji está esperando. Falou clara arrastando a garota ao elevador. Enquanto a menina se pergunta quem era Toji e o que faria a seguir, com um pouco de medo, as dores em seu corpo por conta dos experimentos pareciam melhores, mas continuava a causa-le dores, isso pelo menos tirava o seu medo e ansiedade que sentia em demasia horas atrás, e sua expedição as celas de contenção tiraram um pouco de sua tristeza em relação ao que avia acontecido a ela, a gentileza de Clara e do Doutor, tirando mais uma parte de seu medo de está fora de seu lar e em um lugar completamente desconhecido e cruel como aquele.
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