Deus Mecânico
7 Nascido pra Matar
Kisaki estava agora sentado em uma cadeira e a poucos metros dele estava Zim outro chefe de uma pequena gangue de 8 pessoas, o grupo de Kisaki já avia brigado com esse mesmo grupo várias vezes só que agora seria diferente. Os dois estavam sentados e rodeados de pessoas estes eram outros chefes de gangues das pequenas até às grandes, os das gangues maiores estavam escrevendo e colocando broches nas jaquetas de Zim e Kisaki, eles escreviam nomes, frase e símbolos, isso sevia como um tipo uma marca de patrocinadores, os chefes de gangues desenhavam seus símbolos ou frase nas jaquetas dos competidores que estavam apostando uma grana na corrida que ira acontece adiante, quando acabou a jaqueta de Kisaki estava toda rabiscada, nenhum rabisco tocava o símbolo do olho que era a marca registada dos Bandwagon mais o resto era complementada com broches de Paz e Amor, Smile, anarquista, caveiras e símbolos referente a drogas, avia frase como "anti-democracia", "não pise em me" com um desenho de uma cobra claramente quem escreverá era um simpatizante dos Libertinos que apoiavam o fim do governo do Shogunato e de qualquer outro governo, a maioria das gangues era adepto a essa vertente, mas as frases que mais se destacaram eram a que estava na frente de sua jaqueta que dizia "nascido pra matar" e a que estava atrás que dizia "Ao logo do céu e da terra eu sou o honrado”. Kisaki se levantou e foi em direção a sua moto Veneno que brilhava com sua cor verde radioativo pelas luzes dos faróis de todas as moto que estavam ali, ele estava rodeado de pessoas, Tenchi passou com muita dificuldade pela multidão barulhenta que gritava suas apostas nos dois competidodes.
— Kisaki, tem um grande problema você vai passar pelo cruzamento 23 da rua Lincoln, e cara aquele lugar está infestado de manifestantes, concerteza o exército está lá logo logo, além de você e o Zim precisarem passa pelos manifestantes ainda teram que passar pelo exército, vai ser um caos total cara. Disse Tenchi quase gritando diante do barulho que às pessoas fariam.
— Eu sabia disso quando aceitei a corrida contra o Zim, assim como o Mandrake também tinha essa conhecimento, isso deixa as coisas mais emocionante, eu só preciso ser rápido e nada mais, e o RTC já é meu Tenchi. Disse Kisaki também quase gritando.
— Mas você vai correr que nem um louco no meio daquela multidão, eu sei que vai, então tome cuidado você tem mais chances de morrer do que ir preso. Disse Tenchi gritando ao descobrir que essa era a única forma de comunicação naquele lugar primitivo.
— Eu sei, confie em me. Disse Kisaki batendo no peito confiante enquanto gritando no meio do que parecia agora um show de rock orquestrado por um bando de babuínos para uma platéia porcos no pico de uma histeria coletiva.
As máquinas foram ligadas, a veneno brilhou suas luzes azuis e vermelhas o som da máquina era abafados pelos gritos, outras motos também foram ligadas, estás não iriam competir mais iriam acompanhar enquanto filmavam os dois competidodes durante todo o trajeto sendo transmitido as várias telas presente no distrito 13 para os apostadores acompanharem sua vitória ou sua perda de dinheiro em tempo real. No meio dos gritos as duas motos disparam no meio da noite a toda velocidade acompanhada por mais 6 motos, todas iluminando a rua com suas luzes e perturbando a vizinha com seus sons barulhentos.
Naquele mesmo instante na rua Lincoln estavam tendo manifestações e protestos entre os manifestantes que eram contra a rendição do país a confederação unida chamados de confederação e os que eram a favor de sua rendição intitulados libertinos. Um palco foi armado no meio da rua pelos protestantes que eram a favor da rendição, um homem alto um pouco gordo estava em cima do palco juntamente com vários outros membros honorários dos confederados, porém ele era o único que falava no microfone enquanto os restantes e a grande platéia era contagiada com seu fervoroso discurso.
— O país está em ruínas, nossos jovens se afundando em marginalidade e drogas, a pobreza nunca foi tão demasiada quanto esse país após a 2° guerra, ao qual foi ajudada benevolentemente pelos países que agora pendem com cordialidade nossa rendição. Disse o homem barrigudo no microfone.
— Não fizemos nada, não vamos nós render não seremos escravo desses países estrangeiros. Disse várias vozes do outro lado da rua, onde se concentram manifestantes contra a rendição.
— Nós fizemos sim, não diga que não, somos um estado e o que nossos políticos que nós colocamos lá fazem cabe a nós a responsabilidade sobre seus atos, também somos responsáveis pela tragédia que dizimou Lister. Disse ele enquanto a plateia concordava com suas palavras.
— Eu não votei em ninguém, foram vocês democratas, eu não matei ninguém, não foi eu que lancei as bombas. Não fizemos nada. Gritou várias vozes cheias de ódio no meio da multidão dos libertinos.
— Somos um corpo, não deixe que essa sua individualidade egoísta nos leve a mais uma guerra, pois é isso que acontecerá se nós não nos entregamos. Disse o homem barugido para a multidão.
— Isso mesmo, vão jogar uma bomba nas nossas casas se não nos entregamos agora. Disse várias vozes na platéia.
— Exatamente meu companheiros, seremos dizimados assim como a cidade de Akagi foi destruída pela bomba atômica, nossos governantes seram preso por crime das guerras, por isso eles se recusaram a se entregarem, querem leva todos nós junto com eles, nosso tempo é escasso, devemos tomar o poder e nos render a confederação.
— Loucura, tudo que esse homem diz são loucuras, os países da confederação unida só querem nos invadir, pegar nossas casas, nossos empregos, quem domina este país com suas políticas e empresas, quem sugar nossas riquezas assim como fizeram após a 2° guerra, se não fosse o Shogun este país estaria nas mãos dos estrangeiros, e estaríamos ainda mais pobre e controlado pelas normas de seus governos. Disse outro homem em cima de um parapeito com um alto falante que vestia a bandeira criada pelos libertinos que era a imagem de uma pílula, estes que apoiavam os países estados, que consistiam na separação dos estados do governo central e dos restantes estado do país.
— Não ouçam esse tolo, ele levaram o país a próxima guerra nuclear. Disse o homem barrigudo no microfone para a multidão ao mesmo tempo que era chamado maluco pelos libertinos.
— As mesma nações que exigem nossa rendição são as mesmas que nos ameaçam com uma nova guerra e bombeiros nucleares. Eles não são nossos salvadores, são um bando de exploradores sedentos por dominação e controle, eles tem medo do que nós e os urukianos podem fazer, não ouçam o louco. Disse o homem no parapeito.
No estante seguinte um dos manifestantes passou entre a multidão dos que eram favor da rendição até chegar ao palco onde estava o líder do discusso, antes de alguém percebesse sua presença ele puxou o barrigudo para o chão onde vários de seus companheiros já o esperavam ansiosos pelo linchamento que realmente o fizeram quando o barrigudo se espatifou no chão. E como todo bom protesto que se preze os dois grupos começaram a ataca um aos outros e a confusão tinha direito a pauladas, coquetel molotov, fracas, chutes e pontapés, na mesma medida em que ele gritavam eles também se matavam, uma proficiência dentro do ramo que só era adquirido tal talento depois de anos de desenvolvimento apanhando e batendo após um discusso muito bem fervoroso de um homem gordo lu barbudo é claro se você continuasse vivo por muito tempo. Mas tarde a polícia chegaria para contribuir com aquele teatro sobre os duros anos antes da civilização moderna.
Kisaki vinha pilotando sua moto enquanto olhava para trás a todo momento vendo a aproximação de Zim que vinha em disparado fazendo ainda mais barulho, se fosse um disputa de estourar tímpanos a moto de Zim já teria acabado com os ouvidos dos juízes e de todos no raio de 100 metros de sua moto e todas as seis motos vinham atrás tentando acompanhar a corrida.
Naquele estante a polícia já via presenteando os manifestantes com granadas, gás que aparentemente não fazia muito bem aos olhos e balas de borracha que a maioria das costelas ou ossos do rosto dos manifestantes concordavan não serem nenhum um pouco agradáveis, os mais corajosos ou com menos juízo na cabeça não dava para saber qual dos dois entraram em confronto com a polícia, os mais revoltados ou suicidas que também não dava para saber dos dois lados se juntavam para derrotar o inimigo em comum, pelo menos era o que parecia já que ninguém virá os dois lados conversando sobre, mas dado a linguagem que esses grupos desenvolveram ao longo de muitos manifestações que consistiam basicamente em sons sem um padrão pré estabelecido também conhecido como gritos e sons que pareciam quer dizer alguma coisa, mas precisamente chigar algum coisa, eram ouvidos de ambos os lados muito provavelmente também estavam discutindo e concordando que leva cacete na cabeça juntos era melhor que sozinho ao mesmo modo que equilibrava o número de agredidos de ambos os lados, para que não ouvesse desigualdade que diga-se de passagem tal coisa em uma manifestação popular era o pior dos crimes. No meio daquela dança tribal uma par de sujeitos suspeitos e com aparentes segundas intenções não que os manifestantes já não fosse suspeitos e cheios de segundas e terceiras opção, se movimentavam com muita calma ao redor de um grande caminhão, que ninguém percebera se estava ali desde o início da dança ou o motorista tinha um talento sobrenatural de passar e estacionar um veículo daquele tamanho sem atropelar nenhum dos dançarinos. Até que um deles abriu a porta de carga do caminhão, a vários metros dali Kisaki vinha baixando a velocidade para que não atropelasse ninguém, os manifestantes não pareciam quererem ajudar muito nisso, fazendo Kisaki pergunta se eles não estavam querendo quebra alguns ossos sendo atropelado para falta no trabalho no dia seguinte, mas logo lembrou que eram manifestante e esse não curtiam muito o termo trabalho, pelo contrário não seriam manifestantes, Zim pouco se importava se não fosse um corrida provavelmente já teria atropelado uns 15 incluído mulheres e crianças, o próprio segurava um cabo de ferro que tinha descoberto uma nova função, golpear pessoas que estivessem a pelo menos um metro de distância de seu dono, conforme iram pilotando o número de pessoas aumentava e Kisaki começava a questionar se o trânsito está bom naquele noite para um corrida de motos, o cano de Zim começava a questionar sua durabilidade depois de derrubar o que parecia uma mulher de mais de 129 kilos. Kisaki se deparou com um bando de pessoas na sua frente, na tentativa de desviar caiu se arrastando pelo asfalto, sem nenhum ferimento grave, Zim também quis participar da brincadeira e caiu a poucos metros do primeiro acidente envolvendo política, pessoas com salário baixo e motos o que não era nem um pouco uma mistura saudável, antes que Kisaki pudesse começasse a crítica o trânsito da noite e qualidade do sabor do asfalto ouviu o que pareciam gritos não humanos, mesmo que os sons dos manifestantes passasse longe de um grito proveniente de um homo sapiens, aquele era de gelar todo o corpo, quando levantou a cabeça por cima da multidão percebeu que todos corriam na direção que ele viera, corajoso do jeito que era continuou a ir na direção contrária da multidão até parar e colocar sua coragem no bolso ao ver uma criatura que parecia uma mistura de um esquilo voador com um dragão muito magro com mais de 5 metros de altura, a besta atacava loucamente os manifestantes e os policiais que agora foram promovidos de agressores de pessoas desgovernadas para agressores de bestas desgovernadas, os tiro não pareciam fazem efeito suas artilharias não aparentavam terem sido promovidas junto com eles, Kisaki olhou para trás e não viu sinal nenhum de Zim, deduziu que ele tomara outro caminho para chegar a linha de chegada, o que na real não acontecerá pois Zim já se encontrava indo direto para o distrito 13 depois de sua troca de olharem tímida com a criatura desgovernada, Kisaki tinha um dilema pega a rota que Zim na sua cabeça usara e chega em segundo lugar ou passa pelo cruzamento 23 onde os policiais brincava com a criatura sedenta por afeto, contrariando o juízo, a lógica e o amor pela vida ele voltou alguns metros e subiu novamente encima da moto disparando em direção ao cruzamento, desviando dos policiais e passando a poucos metros da criatura ele consegui realizar o feito com todos os membros presos ao corpo, acelerou a moto ao máximo enquanto ouvia o belo só dá noite que se resumia a gritos de terror e tiros desenfreados como se o governo tivesse uma quantidade infinita de balas em suas despesas para os policiais gastarem tantas balas da maneira já declara inútil.
Um batalhão de tanques que estavam atravessando o cruzamento 23 começaram a atirar contra a criatura, diferente dos tiros de pistola e metalhadora dos policiais estes tiveram efeito contra a criatura que gritou de dor enquanto agora tentava fugir da brincadeira com os policiais, sobre a alegação que os militares do Shogunato não sabiam brincar direito e por isso não eram bem vindos na brincadeira, depois de vários tiros finalmente a criatura cairá no chão sem vida seu sangue era negro que deixou o chão da rua quase completamente preto, nesse momento Kisaki já avia cruzado a linha de chegada e de dirigia para o distrito 13 em busca do prêmio de sua vitória como se um criatura desconhecida atacando manifestantes e policiais no meio da noite não fosse grande coisa, mas depois de seus últimos encontros com velhos voadores e estrangeiros fumando mais que o aceitável aquilo realmente não parecia nada para se surpreender.
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