Determinação

23 3° Temp. - Calmaria tempestuosa


Antes...

— Eu venci... Hinata murmurou. — Seus olhos estavam pesados, assim como o seu corpo. — Eu preciso aperfeiçoar mais essa técnica, ela ainda gasta muito chakra. — A consciência dos seus sentidos foi perdida. O seu corpo despencou da árvore, porém a poucos metros do chão uma mão de areia a segurou.

— Parece que a batalha aqui foi bastante intensa. Gaara sussurrou, para em seguida deixar a garota deitada embaixo de uma arvore.

Agora...

— Gaara você acha que está tudo bem em deixa-la aqui? — Temari indagou, após aterrissar ao lado do irmão.

— Não vejo problema nisso. E você, vê algum? — Ele averiguou, a mesma logo negou. — Temos que seguir com a missão, o próximo está perto daqui. Kankurou há essa hora já deve ter ajudado o Aburame.

— Hai! Os ninjas médicos já devem estar chegando para cuidarem dela. — Ela fitou a Hyuuga, em seguida ambos os irmãos retornaram a correr. – Essa garota faz parte da equipe daquele loirinho, assim como o esquisito dos insetos”.— Ela sorriu, enquanto saltava por entre os galhos. – “Parece que essa equipe é bem forte”.

...XXXXXXXXX...

O vento gélido percorria a tarde nublada de Konoha, as ultimas folhas avermelhadas provenientes do outono dançavam ao ritmo imposto pelo vento. As árvores estavam praticamente sem as suas folhagens.

No cemitério de Konoha uma cova era cavada, após a sua finalização um caixão foi enterrado dentro deste buraco.

Quem presenciava a tudo, era a Senju Tsunade acompanhada do seu filho. Ambos tinham as suas lamentações, sobre o quão curta fora a vida do Uzumaki.

Uma pessoa avistou ambos os Senju’s abraçados, o dito cujo se aproximou deles, parando ao seu lado.

— Eu vim o mais rápido que pude.

— Que bom que você está aqui Jiraiya. — Tsunade disse, para em seguida se aproximar do homem de cabelos grisalhos e rodear os seus braços entorno da cintura dele. — Ele não merecia isso. — Suas palavras eram em demasia sofridas.

— Otou-san. — O filho também se aproximou, para abraçar ambos os pais. — Até quem você voltou, mas não eram três meses que o senhor ficaria fora da vila?

— Algo aqui não cheira bem. — Jiraiya disse. — Sim Setsuko, seriam três meses se não tivesse ocorrido essa fatalidade.

— Entendo... O garoto murmurou. — Daqui a pouco ele não vai cheirar nada bem mesmo. — Setsuko proferiu a sua piada, tentando amenizar o clima tenso que se instalara.

— Eu não me refiro a isso, e sim o fato do Naruto morrer por algo tão estupido. — Eles se separaram do abraço. Aquele garoto não morreria assim tão facilmente, eu o conheço. Nós é que não estamos vendo a verdade por de trás da verdade. – “Será que a Akatsuki está por traz disso? Mas eles não parecem querer matar os Jinchuuriki’s e sim captura-los”.

— Então eu não sou a única que suspeita. — Tsunade sorria. Será que aquele piralho nos enganaria assim? Mas o porém ficaria no ar; Por que ele se passaria por morto?

— Eu não sei, mas darei um jeito de descobrir mais sobre isso. — Ele passou a caminhar em direção a saída, ainda de costas ele proferiu. — Vamos Setsuko, está na hora de brincar para ver quem descobre o tamanho daquilo. — Um sorriso pervertido iniciou na face de ambos os homens ali, no entanto um deles ainda não era homem e sim uma criança com a mente muito poluída.

— Hai! — Ele correu para alcançar o seu pai. — Até mais Okaa-san. — Tsunade voltou-se para fitar a cova. — Eu adoro, adoro a nossa brincadeira. — Assim que saíram dos limites do cemitério Setsuko apontou para uma mulher, e logo Jiraiya passou a fita-la. — Olha aquela morena ali, ela tem oitenta centímetros de busto. — Seus olhos brilhavam

— Hehe, parece que você melhorou. Nossa! — Jiraiya fitou uma loira que acompanhava uma pequena morena. — Eles são grandes, eu diria que ela tem uns noventa e dois centímetros!

— Não! Setsuko negou com um mover de cabeça. — Ela tem noventa e dois e meio de pura perdição.

— Ei! Setsuko que cara é essa? — Jiraiya indagou após ver a face irritadiça do seu filho. – Não vai me dizer que você parou de gostar de mulheres?

— O QUE?! — O seu grito atraiu a atenção das mulheres que eles fitavam. — Você está ficando biruta Otou-san? — Setsuko deu um pequeno pulo e agarrou a orelha do Jiraiya, forçando-o a se abaixar. — Aquela morena ali é a Katsuragi, ela é uma completa idiota. Vive me batendo quando eu fico olhando para a bunda da Reiko-sensei. — Surrara o garoto no ouvido do Sannin.

— Hum... Entendi? — Eles prosseguiram o percurso. — Que tal tomarmos um sorvete? — Seu filho logo aceitou.

...XXXXXXXXX...

Shikamaru suspirava calmamente e analisava a situação em que se metera. Ele fitava o seu oponente, assim como observava a cachoeira e o rio estreito que existia no fim daquela colina. Além é claro de uma ravina.

— Pare de fazer essa cara de tédio seu infeliz. — Sakon rosnava. — Você está me irritando muito! — Ele avançou sobre o Nara, desferindo sequencias de murros e chutes, que eram esquivados ou defendidos pelo ninja de Konoha.

— “Ele está apenas brincando comigo, se quisesse me ferir já teria usado algum jutsu”. - Shikamaru analisou, após saltar com um mortal para trás e ficar longe do seu inimigo. – Se ele me subestima, quer dizer que eu tenho a vantagem do elemento surpresa”.

Tarenken. Sakon saltou em direção ao Nara, visando acerta-lo. De seu braço direito, mais dois saiam. O golpe alvejou o solo, pois Shikamaru havia se esquivado. — Não pense que será tão fácil assim. — Ele correu em sua direção. — Tarenken.— Shikamaru utilizou uma pedra de cerca de um metro de altura, que ali havia, como um trampolim, com isso ele saltou por cima do seu adversário e se fixou atrás dele, no entanto assim que tocou o solo, os punhos de Sakon atingiram as suas costas, lançando-o para longe.

— “Que merda foi essa?”. Ele indagou após se levantar. — “Como ele me acertou, se nós dois estávamos de costas um para o outro?”.

— Você está surpreso? — Sakon moveu-se rapidamente, ganhando terreno com a sua velocidade. — Tarenkyaku (Múltiplos Pés Conectados). — Ele direcionou um chute ao Nara, de sua perna esquerda mais duas surgiram, o golpe acertou a costela direita do rapaz. O impacto foi triplicado e o lançou na outra direção.

— Que técnica foi essa? — Seu rosto expressava a surpresa, pois o que seus olhos presenciaram não era algo lógico.

— Oh! Desculpe-me. — Ele fez uma breve reverencia. — Eu não te apresentei o meu irmão Ukon. — Sakon disse com a voz carregada de ironia. — O meu irmão, pode estender suas mãos e pés, por qualquer parte do corpo. — Como prova do que estava dizendo, um braço surgiu em cima do seu ombro direito. — Engraçado não? — Tarenkyaku.— Outro chute múltiplo atingiu o Nara.

— Essa habilidade é realmente muito estranha.

— Vamos acabar logo com isso Sakon. — Ukon disse. — Não temos muito tempo.

— Certo, então vamos partir para o nível dois. — Proferira Sakon. O segundo nível foi ativado, Sakon e Ukon ganharam uma semelhança com os duendes. A pele tornou-se avermelhada, o cabelo cresceu e ouve o surgimento de um único chifre em ambas as cabeças.

—Que caras estranhos. — O tédio reinava na face do Nara.

— Vamos fatia-lo irmão. — Ukon disse. — Ambos atacaram o Nara, lhe acertando diversas sequencias de golpes. — Você é patético. — Ele caminhou em direção a Shikamaru que estava deitado no chão. — Nem vai se levantar e tentar correr? — Tarenken.— Ele direcionou um soco triplo em direção ao Nara, no entanto o mesmo recuou.

No local onde Shikamaru estava, havia um papel bomba que foi acionado, após ele se levantar. Ocasionando numa explosão e no lançamento dos irmãos.

Kagemane no jutsu.— Shikamaru aproveitou a brecha e executou o jutsu, antes mesmo que eles se levantassem. — Onde está a outra cabeça?

— Eu estou aqui seu paspalho! — Ukon disse com a cabeça saltada para fora do corpo do Nara. — Hehe. — Ele riu, após ver a expressão aterrorizada de Shikamaru.

— Entendo... Essa habilidade estranha lhe permite entrar no corpo do seu adversário, assim como você o divide com o seu irmão.

— Isso mesmo paspalho, mas tem um, porém. Eu também posso destruir o corpo do meu inimigo, de dentro para fora. E ainda não sofro com isso, mesmo estando a dividir o próprio corpo. — Ukon disse. — Agora, vamos desfazer essa técnica. — Ele começou a destruir as células do fígado do Nara, com isso a técnica das sombras foi desfeita. — Está doendo não está? — Shikamaru ajoelhou-se diante da dor. — E que tal isso? — As células do pâncreas começaram a ser destruídas em uma velocidade impressionante. — É boa essa sensação de dor, não é? É muito prazeroso ver a dor acontecer. E com ela você tem a certeza de que está vivo. — Seu sorriso doentio não sai da sua face. — Somente com a morte nós podemos ter certeza de que estamos vivos. Que tal você conferir isso pra mim? (N/A: Com esses argumentos ele fica parecido com o Pain).

— Então se em algumas partes nós dividimos o mesmo corpo, quer dizer que sentiremos a mesma dor? — Shikamaru empunhou uma kunai e a cravou no seu ombro esquerdo.

— Arhh! Você ficou louco? — O Nara não respondeu, apenas retirou a kunai do ombro, e voltou a crava-la no mesmo local. — Agrrrh! — Com tal dor Ukon saiu do corpo do Nara, ambos tinham sérios ferimentos nos seus ombros. – “Eu nunca pensei que ele pudesse fazer isso”.— Ele encontrava-se sentando, fitando de maneira atônica o garoto a sua frente.

—Irmão! — Vociferara Sakon, partindo para cima do Shikamaru.

— Não tão rápido! Kagemane no Jutsu.— Shikamaru direcionou a sua sombra para ambos os irmãos. — Sabe vocês estão trapaceando, são dois contra um e isso não é nenhum pouco justo, além é claro de ser muito problemático. Eu só queria descansar e dormir um pouco, mas não a Tsunade-sama me manda em uma missão problemática, para trazer um cara problemático de volta.

— Eu já estou odiando essa técnica. — Sakon disse. — Tire-a de nós e lute como um homem. — Ele tentava a todo o custo se livrar do aprisionamento, assim como o seu irmão, no entanto nenhum deles tinha êxito.

— Então eu espero que você goste dessa técnica. Kage Kubishibari no Jutsu (Técnica do Estrangulamento da Sombra). — Tanto em Sakon quanto em Ukon, duas mãos feitas de sombras surgiram a partir das suas próprias. Elas rodeavam os seus corpos e subiam, centímetro a centímetro, segundo a segundo. — “Eu tenho que estancar logo esse sangramento, se não eu poderei perder a consciência, e isso seria problematicamente o meu fim”. — Ele suspirou, forçando ainda mais a sombra.

“Essas sombras estão aplicando uma forte pressão sobre o meu corpo. Isso é bem semelhante a mãos verdadeiras, mas estas são feitas a partir das minhas sombras, em junção a sombra desse fedelho”.— Raciocinara Sakon.

“Droga está difícil de acabar com esses caras”.— O Nara forçava ainda mais as sombras.

Ambas as mãos de sombras chegaram ao pescoço do Ukon.

— Entendo, já que ele está a cerca de um metro de mim, a minha sombra exerce uma maior pressão sobre ele.— Ponderara o Nara. – “Esse jogo é lento e desgastante, assim como o shogi, quanto mais se joga, mais tempo se há para pensar em diversas oportunidades. Podendo perder ou ganhar”.— As mãos de sombras começaram a apertar ainda mais o pescoço de Ukon.

— NII-SAN! — Vociferara Sakon, alarmado com o bem estar do seu irmão.

— Arrrh! — Ukon gemia de dor, seu pescoço era apertado aos poucos, até que se ouviu um estralo. O liquido viscoso e vermelho saiu pela sua boca e nariz.

—Um a menos. — Vendo isso Shikamaru desativou a técnica sobre o irmão que agora se encontrava morto. — Só falta você. — Ele se concentrou ao máximo em Sakon. – “Odeio lutar, isso é muito cansativo”.

— Seu... Seu... Seu vadio. Eu vou rasgar você e fatia-lo em pedaços. Vou comer você todinho. — A saliva escoria pela sua boca. — E depois... E depois que o meu intestino lhe dissolver, eu vou ter o prazer de te comer de novo... E de novo, até não sobrar mais merda nenhuma de você, literalmente. — As mãos de sombras, estavam regredindo lentamente. — Hehe, você está ficando cansado, ou resolveu se entregar, para deixar eu te comer? — Ele sorriu. — Ou você confundiu o que eu disse sobre te comer, e achou que fosse de um jeito diferente?

—Não confunda as coisas. — Shikamaru disse. “Estou quase sem chakra, e essa perda de sangue só piora as coisas”.

— Não é o que parece, hehehe. Acho que você quer que eu te coma de outro jeito não é? — Ele ria constantemente das expressões faciais de Shikamaru.

—Droga! — O Nara praguejou, logo após ter perdido o controle sobre a técnica.

— Ao se ver livre da técnica das sombras, Sakon avançou sobre Shikamaru, lhe desferindo várias sequencias de golpes. Ele segurou o Nara pelo colarinho da camisa, e voltou a desferir golpes no seu rosto.

“Que patético eu sou. Nem forças eu tenho para contra atacar”.— As sequencias de socos continuavam intensamente, a sua face já aparentava um arroxeamento e inchaço. — “Parece que o meu fim chegou”.

— Cansei de brincar. — Sakon começou a andar, enquanto arrastava o Nara. — Eu vou te matar com estilo, veja só! — Seus pés pararam sobre a areia da encosta do pequeno rio que ali havia. — Vou te matar afogado hahahaha! — Rindo muito Sakon mergulhou a cabeça do garoto contra a água. O Nara esperneava tentando de todo o modo se livrar do seu agressor. — Essa foi rápida, parece que ele já morreu. — Sakon tirou o corpo inerte de dentro da água e o jogo contra o solo. – Missão completa... Merda Orochimaru-sama ficara furioso, por causa do meu atraso. — Ao virar-se ele se deparou com alguém.

Fuuton: Kamaitachi no Jutsu (Elemento Vento: Técnica da Foice da Doninha). — Um forte vendaval atingiu Sakon, as graves correntes de ar ao atingi-lo criaram bolsões de vácuo. O vendaval o levantou no ar, Sakon após ser envolvido pelo vendaval foi atacado por inúmeras laminas de vento invisíveis, retalhando minimamente cada ponto do seu corpo. — Ei seu paspalho. — Temari fitava o Nara. — Levante esse traseiro preguiçoso desse chão, por que eu sei que você só está se fingindo de morto.

— Maldição... Sua problemática. — A muito contra gosto Shikamaru se levantou. — Parece que você é o meu reforço, será que eles não tinham alguém melhor não? — Ele indagou com um sorriso debochado nos lábios.

— Pelo visto você adora desistir não é? — Ela fitou Sakon, que se levantava lentamente, com demasiados cortes pelo corpo. — Além de desistir no nosso combate, você se finge de morto aqui... A me poupe. — Seu jeito rude e tempestuoso era notório, porém fazia um belo contraste com o jeito calmo e desleixado de Shikamaru. — Mas se quiser pode voltar a se fingir de morto enquanto eu acabo com esse cara. — Ela manuseou o leque graciosamente, deixando-o aberto a sua frente, dando visão das três luas arroxeadas contidas nele.

— Parece que vocês viraram aliados de Konoha! Indecisos não? — O inimigo indagou. — Sakon agora jazia a vários metros de seus oponentes. – “Esse jutsu de Fuuton é bastante poderoso, tenho que tomar cuidado com isso”.

— Qual é a situação zé preguiça?

— Ele é um cara bem forte e podia fundir o corpo com o seu irmão, ou então ele podia entrar dentro do seu inimigo assim como fez comigo, no entanto eu não sei se esse cara ai é capaz de utilizar tal técnica. — Shikamaru caminhou para o lado da loira. — Esse cara pelo que eu vi até agora gosta de um combate corpo a corpo.

— Entendo então eu devo me manter distante, é parece que esse é o meu tipo de batalha. — Ela dizia sorrindo enquanto manejava o leque. — Fuuton: Oukamaitachi no Jutsu (Elemento Vento: Técnica do Ciclone Ceifador). — Em um movimento rápido e preciso Temari utiliza o seu leque para formar uma rajada de correntes de ar pesado.

— Isso é mau! Eu tenho que agir rápido. — Sakon disse alarmado. As rajadas de vento se acumulavam criando bolças de ar com laminas invisíveis de vento. Usando selos rápidos Sakon tocou o solo com a palma da mão direita. — Kuchiyose: Rashoumon.— A sua frente um grande portão se levantou do solo. Em toda a sua moldura o portal tinha a coloração vermelha escura e nela haviam estacas apontadas para diversos lados, ao centro a face demoníaca do Oni (Ogro) chamado Rashoumon era visível.

O jutsu de Fuuton atingiu o portão, criando uma pequena rachadura e por consequência gerando um forte estrondo.

— NADA PODE DESTRUIR ESSE PORTÃO! -Sakon vociferou. — “Preciso pensar em algo para derrotar essa garota”.

— Então eu terei que pegar pesado. Fuuton: Tatsu no Oushigoto (Elemento Vento: Grande Tarefa do Dragão). — Temari balançou o seu leque em direção ao céu, logo um tornado gigante tocou o solo. Ele avançou sobre o portão e se colidiu com o mesmo, destruindo-o em questão de segundos, em seguida engoliu Sakon dentro de si. O Tornado seguiu rotacionando velozmente por mais quinhentos metros, até que se desfez, levando Sakon a se colidir já sem vida contra o solo. — Já acabou? — Em sua voz a indignação era presente. — Nem teve graça.

“Como ela é forte!”. - Shikamaru encontrava-se de olhos arregalados. – Ela é muito assustadora, é melhor eu tomar cuidado com o que eu vou falar com ela, se não esse será o meu fim”.

— Então tudo em ordem contigo? — Temari disse sorrindo. — Ou você ficou com medo?

— Na-nada disso. Além do mais obrigado.

— Chega desse sentimentalismo Nara. — Vamos atrás do Gaara, ou você não consegue mais andar? — Seu tom desdenhoso irritou profundamente o moreno.

— É claro que eu consigo sua problemática. — Ele virou a face de maneira contrariada. – “Odeio essa garota, por que ela tem que complicar tudo?”.— Ele suspirou, assim como deu de ombros, não se importando em solucionar a sua própria pergunta. — Então vamos. — Logo ambos retornaram a correr.

Continua...