Desventuras Em Seddie
3 Um Freddie debaixo da cama da minha mãe
Notas iniciais
Voltando pra atualizar a fic safadinha.
Pela queda de reviews, peguei pesado demais no último cap, né? No problem, não vai ter coisa tão pesada assim no futuro.
Boa leitura!
Há duas semanas Sam não fala comigo, exceto o essencial. A enxerida da Carly tem me enchido o saco perguntando o que aconteceu, e ainda bem que tenho conseguido tapeá-la com uma conversa mole. Não é da conta dela.
Sinto saudades de falar com a loura. E de fazer outras coisas com ela, também.
Eu dei uma puta vacilada mesmo, mas o que ela estava fazendo era tão bom, eu não consegui me segurar.
No momento, estou em frente ao meu computador, checando meus e-mails. Spam, spam, spam... que saco isso.
De repente, vejo uma coisa interessante no meio dos spams. E acho que pode me ajudar a ficar bem na fita com a Sam de novo...
Bem, aqui estou eu, na frente da casa de Samantha Puckett, criando coragem. Após meditar por alguns minutos, eu toco a campainha.
Para meu deleite, quem atende é a loira maravilhosa. Infelizmente, ela tenta fechar a porta, o que não consegue, pois eu coloco o pé no vão.
“Por favor, me escuta. Eu quero pedir desculpas.”
“Não quero ouvir suas desculpas.”
“Nem com um buquê de bacon?”
“Ouvi bacon?!?”
Eu mostro o buquê de bacon, e ela arregala os olhos.
“Oh, Freddie, você é tão cavalheiro, entra, por favor.”, diz ela, quase babando.
Eu lhe dou o buquê, e ela começa a devorar as ‘flores’.
“Olha, Sammy, eu não sei como pedir desculpas pra você... eu só queria continuar com nosso tratado, isto é, se você quiser, claro.”
De boca cheia, ela me fita com seus olhos azuis adoráveis, e responde:
“Vochê vai me trager maish deshte bacon?” — Que adorável.
“Claro, princesa!”
Sam termina de engolir o bacon, limpa a boca e senta no meu colo.
“Então eu te perdoo, meu Benson.”
Começamos a nos beijar de língua. Estava com saudades de fazer isso. E agora estava incrementado com o sabor do bacon!
Eu coloco minha mão por baixo de sua camiseta e pego seu mamilo com meus dedos indicador e polegar, fazendo-o ficar durinho, o que ela responde com um leve gemido.
“Sua mãe...”
“Saiu, acho que só volta à noite.”
“Onde dá pra gente...”
“No quarto dela, a cama é de casal, vai ser mais gostoso.”
Eu a pego no colo e a levo até o quarto da Sra. Puckett, jogando-a em cima da cama. Ela se ajoelha e tira a camiseta, me puxando para perto dela.
Sam desabotoa minha camisa e a joga longe. Logo depois, desabotoa minha calça e a tira.
Quando estou só de cuecas, o pesadelo começa.
“Samantha, cheguei! Onde está você?”
É a mãe dela... cacete, tô ferrado...
A loirinha arregala os olhos e fala ‘ferrou!’ pra mim, como seu eu já não o soubesse.
“Se esconde debaixo da cama! Talvez ela não fique muito tempo aqui!”
Não consigo achar minha camisa, então só coloco minha calça e pulo embaixo da cama.
“O que você está fazendo no meu quarto, garota?”
“Hã... bem...”
“Roubando dinheiro de novo, né, sua safada?”
“P-puxa... não dá pra esconder nada de você, hein, mamãe?”
“Tudo bem, pode ficar com a grana, só que chispa daqui, vai na casa da Carly.”
“Mas, mãe...”
“Sem mas, eu quero ficar um tempo sozinha aqui, entendeu?”
“Tá, mãe!”
Ah, não, ah, não! A Sam não pode ir embora! O que eu vou fazer agora?!?
Ouço ao longe uma porta sendo fechada com estupidez, só posso acreditar que seja a Sam indo embora.
Mil opções passam pela minha cabeça agora, desde suicídio até o aparecimento repentino de poderes de intangibilidade ou invisibilidade, que me possibilitariam sair daqui. Pena que nada disso eu possa utilizar na prática...
Ouço a campainha.
Uma voz masculina fala alguma coisa. Seria um amigo da Sra. Puckett?
De repente, sons de risadas e de gente se amassando. A porta do quarto se abre, e vejo quatro pés vindo em direção à cama. Um som abafado é ouvido, trata-se do som de dois corpos se atirando em cima da cama. Não, meu Deus...
“Ah, sua loira... é hoje que acabo contigo.”
“Então, vem, garanhão. Me pega de jeito, vai.”
Nhéc, nhéc, nhéc.
Eu tento tapar meus ouvidos, mas é inútil, o barulho da cama é alto demais.
“Oh, oh... vai, vai.. me xinga!”
“Ah, sua vagabunda, eu vou te pegar! Eu vou te pegar!”
Ahhhhh... o que eu fiz pra merecer isto?!? Pensa Benson, pensa em outra coisa... pensa em se teleportar daqui pra lua, pensa... quem sabe isso não acontece?
“Oh, aí, aí... sim, sim... oh, Deus...”
Nhéc! Nhéc! Nhéc!
“AAAAAAHHHH!!!”
Com os olhos abertos, eu encosto a bochecha direita no chão. Isso foi a pior experiência que eu já tive na vida, e duvido que algo consiga superar isto.
Depois de duas horas (e outra trepada), eles parecem ir embora. Eu saio de onde estava e coloco minha camisa, atordoado com a horripilante experiência e com sérias dúvidas se vou precisar de terapia.
Sam volta à sua casa e me abraça.
“Nerd, o que aconteceu?”
“Sam... meus ouvidos... meus ouvidos... eu quero... esquecer... esquecer.”
Notas finais
Acho que no próximo capítulo a Sam vai descobrir alguma coisa sórdida sobre a Sra. Benson.
Até meninas!
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