Desventuras Em Minha Vida
1 Capítulo 1
Capitulo 1 – O desastre.
[Poly solta o tecladooooo], desculpa minha gente é que minha irmã muito chata não largava o teclado, meu nome é Emerson tenho 12 anos, quase 13, sou o caçula da família [o que é uma droga] eu tenho cerca de 150 cm, cabelo não muito bom, mas também não tão ruim, preto, olhos castanhos escuros e pele morena. Minha irmã tem 16 anos tem cerca de 1,70cm, cabelo liso preto, olhos castanhos claros e a pele é branca.
Tecnicamente eu sou o mais preso dentro de casa por ser o mais novo, ou seja, eu não tenho amigos, não posso ir a um lugar sem explicar em detalhes o que eu vou fazer, então, eu não vou namorar nem tão cedo. Minha irmã já teve dois namorados (sendo que um só durou cinco dias e o outro seis meses foi esquisito, pois o cara ficava me encarando).
Eu tenho um “colega” na escola o resto é tudo chato, eu gosto de uma garota chamada Ana Beatriz [Bem nessa época eu gostava dela] o meu “colega” também gostava dela, ou seja, nós dizíamos que éramos amigos, mas no fundo — nem tão fundo — assim queríamos nos matar. Tipo de tal modo a: pegar o pescoço dele e sacudi-lo até ele desmaiar, depois eu jogava-o dentro de um tonel e tocar fogo RARARA, só que eu não sou tão mal assim então eu me seguro mesmo para não arrebentar a cara dele.
Segunda-feira e a Bia vai tá lá, tô doido para vê-la já que é a abertura da feira de ciências e ela vai participar. Ou seja, eu vou vê-la e outra novidade é que vai ser no shopping. Na minha sala tem um demoniozinho em aprendizado, ou seja, a sala é um inferno, ninguém a aguenta. Você leu certo, ELA, ou seja, o demônio incorporou em uma menina.
Domingo uma menina muito louquinha chegou para brincar e fala de "atores” que nem as conhecem. Eu me pergunto por que as meninas de hoje deliram por qualquer atorzinho que passa na TV? Isso é um absurdo. Sim continuando a menina maluquinha irmã do menino maluquinho se chama Enya ela tem 15 anos tem 1,69cm de altura, cabelo crespo preto, olhos Marrom escuro e a cara com umas duas espinhas.
Essa chegou umas 10h00minh da manhã de DOMINGO OU SEJA, EU ACORDEI CEDO DEMAISSSSSS. Elas passaram cerca de 8h falando de atores e de um livro chamado “As garotas do 315” [Sim Poly eu tô falando do seu livro, posso continuar], interessante é que do meu quarto eu ouvia as duas cochichando e reclamando com aquelas voisinhas muito irritantes.
Terça-feira vou fazer uma viagem com Poly Enya para o Los Angeles. Eu banquei as três passagens que custou 3500 reais [pode rir meninas maluquinhas] a minha eu comprei por 1500, pois eu pedi paraquedas sabe por segurança e fiquei na porta de emergência.
Durante a viagem o avião começou a tremer (eu sabia que aquele paraquedas seriam uteis eles não estavam lá atoa), a minha irmã e a doida ficaram correndo em círculos e gritando “vamos morrer” enquanto as outras 100 pessoas estavam sentadas rezando.
O avião caiu no meio do deserto eu pulei de paraquedas junto com a Poly e a maluquinha que quase rasgaram minha calça ao meio. Chegando ao solo a Enya disse “não morremos na explosão mais vamos morrer desidratadas” e minha irmã se juntou a ela de repente só a vi correndo em direção ao uma arvore desidratada e caindo dura no chão. Quando eu perguntei o que havia acontecido ela me respondeu “Pensei que fosse uma fonte” então joguei a cabeça dela no chão para ver se tomava juízo.
A Enya levou uma serie completa de ‘The vampires Diares’ e com seu notebook sentou no chão quente e começou a assistir o primeiro episódio. Então eu peguei o notebook e começamos a andar rumo à liberdade.
É eu sou o mais novo porem o mais responsável.
Chegou à noite eu e a Enya tínhamos que conseguir madeira. Então eu disse pra ela utilizar a cabeça e de repente eu só ouço o estrondo de madeira caindo e Enya estendida no chão foi então que eu disse “use a cabeça para pensar não era para bater”. Então construímos uma cabana e uma fogueira e minha irmã no bem bom com a cabeça fraturada e o braço quebrado.
Quando amanheceu quase morremos queimados saímos rapidamente da cabana desmontamos tudo e partimos, no meio do caminho havia três camelos que domamos e fomos à liberdade três horas depois chegamos a Las Vegas.
Tentamos falar inglês, mas parece que minha irmã teve um surto e todos os anos de inglês desapareceram na sua memoria, ou seja, nós estávamos lascados, fomos há um hotel chamado Cassino e Hotel Las Vegas.
- Parece ser um lugar legal – disse Enya com um tom de babaquice.
- Deve ser caro – Falei com um tom triste, pois sabia que ia sobrar pra mim.
- Não deve falar português – Disse Poly.
Nesse momento um cara chegou falando português.
- Querem se hospedar – Falou o funcionário com um sotaque muito esquisito. Tentei não rir, mas foi impossível com aquela cara que a Poly fez.
- Quanto custa? – Falei ainda rindo.
- 2000 reais ou 1000 dólares – Falou o funcionário.
- Para todos – e antes que eu pudesse concluir ele disse.
- Não por pessoa – Nesse estante toda a alegria que eu estava sentindo se transformou em raiva nesse momento eu queria pular no pescoço dele e esganá-lo.
Puxei a Poly que puxou a Enya [Sim Poly tipo uma corrente] fomos procurar um abrigo e não ser um bando de sem teto.
Encontramos uma casa abandonada.
- Vou entrar – disse eu.
- uhu! – disse ou urrou a Enya.
- legal. – Falou a Poly.
Quando entramos a porta automaticamente se fechou no mesmo instante a Enya pulou nos frágeis braços da minha irmã que gritou de dor.
- Tentei acender a lâmpada para ver a cena mais toquei em um fio descascado e eu fui a lâmpada por 1 minuto. Fiquei legalmente morto por 5 minutos.
Quando eu acordei dei de cara com a luz e perguntei:
- Estou morto?
- Não. — respondeu a Poly.
Dormi o resto da noite tínhamos que voltar para nossa vidinha inútil, ou seja, estávamos perdidos no Pais da maravilha e nós não sabíamos nada.
Quando olho para cima vi a Enya gritando e pulando:
- Eu consigo voar. Neste mesmo momento ela caiu de cara no chão se arrebentando toda.
Eu ri pouquinho. Ela ficou com um olho inchado.
Fomos para o centro e todos nós arrumamos empregos.
Poly – Sorveteira
Enya – Palhaça de Circo
Eu – Carteiro.
Meu emprego era uma droga, sempre era perseguido por cachorros, quando fiz minha ultima entrega foi perseguido por um quilometro até entrar em uma loja armas peguei uma de dar choque a atirei 2000 w nele que instantaneamente caiu duro.
[Não Enya ele não era o coitado].
Poly e eu fomos assistir a Enya, quando eu vi a Enya pintada e com um nariz vermelho gigantesco e um sapato numero 100 não me aguentei e comecei a gargalhar.
Fomos para o interior para ver se encontramos hotéis menos salgados.
- Olha um cavalo – Disse a Enya com um tom de abestaiada.
- Não – Disse com ironia.
Tinha uma placa escrita “Welcome”.
- Bem Vindo – Disse a Poly relembrando o Inglês.
- PQP. – Falei irritado – VOCÊ NÃO PODERIA TER LEMBRADO ANTES? – Falei quase engolindo a Poly.
Fomos recebidos por um veinho tarado que ficou olhando os peitos da Enya que nem notou.
A gente ficou no andar de baixo e no andar de cima um casal recém-casados. (já sabem né?).
Quando fomos dormi só ouvíamos o barulho teco-teco.
E uma poeira caindo sobre nossas cabeças.
- Eba poeirinhaaaa – Disse Enya fazendo uma retardes completa
E para completar ela imitava uma cantora de Rock, de Opera, e de Raggue.
- Nesse momento eu pulei no pescoço dela e tentei enfiar juízo na cabeça dela.
- êê ta brabinho – Falou Enya para me irritar.
Se não fosse pela Poly eu teria matado ela. Para completar o povo lá em cima fazia um negocio danado.
- ai daqui a pouco eu vou lá em cima e vou matar eles. – Disse eu.
- eu ajudo — falou Poly
- Eu o seguro – Falou Enya
Eu dei um pulo da cama de felicidade, pois ela não falou merda.
- eba mosquinha – disse Enya acabando com o momento.
Amanheceu e eu com dor de cabeça quase mato Enya quando ela disse
- Manhasinha bonitinha. – Me segurei para não ser preso menor de idade.
O casalzinho ainda tava fazendo o teco – teco.
- Noite agitada – sussurrei com elas
- Queria tar no lugar dela – falou Enya.
- Como? – Perguntei
- Eu os espiei a noite toda. – explicou ela
Pagamos o aluguel e fomos embora para nossos empregos, mas Enya ficou sem emprego, pois o circo saiu da cidade, então ela mudou de emprego catadora de lixo e isso era o que não faltava lá.
Novamente fui perseguido por um cachorro que era pitbull só que eu esqueci minha arma no hotel (não quero nem imaginar o que aconteceu com a pessoa que sentou nele.).
Passei por Poly que gritava (Olha o soverte cremosinho picolé.) ela tentou fugir do pitbull, mas foi impossível, estávamos literalmente fazendo um preparatório para a maratona do Pan 2011.
No caminho a Enya passou de gari e nos segurou assim a gente fugiu do pitbull.
Quando fomos agradecer só vimos a Enya gritando
- Cachorrinho vem aqui.
Descemos do caminhão apavorados peguei o braço dela e nos escondemos na esquina, fomos para um hotel e passamos o resto do dia lá.
Quando amanheceu levei Enya a um psicólogo para ver se ele botava juízo na cabeça dela. Duas horas depois o psicólogo saiu queimado.
- o que houve? – perguntei
- Sua amiga confundiu a vela com um brinquedo e o álcool com a agua.
- ou sinto muito – Disse Poly.
Reunimos nossos dinheiros e conseguimos comprar uma casa.
- espere aqui – falei
- ok – disse Poly
- Vou me certificar de que não há fogo ou qualquer coisa do tipo por aqui.
Claro que como todo lugar no mundo existem pessoas chatas e bandidos.
Tínhamos que estudar alias a gente não era gênio. Matriculamo-nos na escola primaria de Las Vegas.
Para minha sorte eles estavam ensinando português, e eu fui o único a tirar dez nas provas.
Para minha surpresa a Enya não ficou abestaiada como sempre fica. Eu não sabia se chorava ou se ria.
Nunca vou me acostumar com a Enya sem ser lesada.
Quando a Enya ia descendo a escada ela levou uma queda e torceu o tornozelo.
Quando chegamos ao hospital tinha centenas de pessoas na frente.
Depois fomos a uma loja de hospitais e compramos um par de moletas.
Poly estava doida para dançar então eu peguei “emprestado” um porshe e fomos para uma balada muito maneira.
A Enya ficou bêbada e falou cada vez mais coisas sem sentidos.
- Negocio brilhante – Falou Enya apontando para o globo colorido.
- Cadê a Enya? Acho! – Disse ela.
Nesse momento peguei um pedaço de pau e bati na cabeça dela e a mesma caiu dura no chão.
Quando amanheceu Enya ficou reclamando de dor de cabeça, só quem estava com dor de cabeça era nós eu a Poly, pois eu perdi a bolsa de carteiro com as correspondências, e a minha irmã o carrinho de sorveteiro e teve que pagar uma indenização equivalente a 1000 dólares.
- AI QUE SACOOO! – falou Poly irritada.
- pode crer. – Disse eu. — Amanha terei quer sair na rua atrás das correspondências.
- vendi a casa. – Disse Enya.
Saímos para procurar condomínios e achamos um bem legal.
- vamos nos hospedar aqui – falei.
Passei o dia fora procurando a bolsa de carteiro, achei mais fui perseguido por um cachorro doido durante 1 hora e quando cheguei lá nos correios ele atacou um cara muito baixinho cerca de 90 cm.
Cheguei ao condomínio todo arranhado não tinha ninguém no apartamento, fui tomar um banho quando só ouço um estrondo era um felino caindo do trigésimo quarto andar para o meu o vigésimo andar.
Chamei o pet shop para cuidar dele.
Tínhamos que comer então liguei para Poly e mandei-a fazer compras, depois ouvi alguém bater na porta.
- Quem é?
- É a Jenyffer – Amiga da minha irmã.
Jenyffer, amiga da minha irmã tem cerca de 180 cm, cabelos encaracolados pretos olhos castanhos claros [sim, Poly vocês tem muito em comum posso continuar?], pele branca e só.
- o que você ta fazendo aqui? – perguntei assustado.
- viajando.
Ok isso foi muito esquisito ela ta viajando e sabe que eu tô nesse apartamento, será que é ela mesmo ou é algum etê na forma de Jenyffer tentando me matar?
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