Notas iniciais
Senti necessidade de reescrever esse capítulo porque estava bem ruim (haha).

Eu estava tão bem de vida que chegava a me dar nausea. Não achava mesmo que deveria fugir — nunca fizera isso e não iria começar -, então o jeito era aproveitar enquanto eu podia.

Aproveitar estava diretamente relacionado com enlouquecer Edward Cullen.

Renée nunca estava em casa e isso nunca foi novidade, então eu tinha tempo de sobra para as minhas brincadeiras. Vesti um vestido branco bem casual e subi para o meu quarto. Antes de ir provocar Edward, entrei em algumas redes sociais, coloquei o resto de minhas roupas o meu closet e aproveitei para pesquisar preços de presentes de casamento.

Antes que eu pudesse sair do meu quarto, Edward entrou, vestindo uma blusa de manga comprida da Hollister e uma cueca box do mesmo tom branco da blusa. Ali estavam três coisas que eu não podia resistir: camisa da Hollister, cueca box branca e Edward Cullen usando apenas as duas primeiras coisas.

Mordi os lábios para reprimir um sorriso e ele me encarou com um olhar de matador. Ele sabia que eu amava homens usando aquelas duas coisas e ele sabia que eu amava quando ele passava os dedos pelos cabelos desgrenhados. Ele sabia que eu não resistia a seu sorriso torto e era por isso que ele estava fazendo tudo aquilo ao mesmo tempo; para se vingar pelas minhas provocações.

Eu estava sentada na minha cama, com meu notebook em cima das minhas coxas; Edward se aproximou, ajoelhou-se na minha cama e tirou meu notebook de mim, colocando-o gentilmente sobre o criado-mudo. Seus dedos deslizaram pelas minhas pernas, me deixando arrepiada. Respirei fundo quando ele colocou seu corpo sobre o meu, sem fazer peso, e me beijou logo depois.

– Pare... — pedi. Não era aquilo que eu queria, lógico que não, mas ele não podia se vingar.

– Por quê? — aquelas mãos safadas percorreram minhas curvas. — É isso mesmo o que você quer?

– É — respondi sem pensar. Edward me deu um chupão enquanto massageava meu seio esquerdo.

– É isso mesmo que você quer? — ele perguntou de novo.

– É... — minha voz saiu tremula.

Ele beijou minha mandíbula, tirou o meu vestido e roçou seu membro em mim.

– É isso mesmo que você quer? — ele nem ao mesmo esperou a resposta, só me beijou. Suas mãos percorriam meu corpo e eu mal podia me controlar. — Tem certeza?

Balancei a cabeça negativamente e ele sorriu.

– E o que... — ele começou, tirando meu sutiã — você quer?

Ele sabia muito bem o que eu queria. Me recusei a dizer, então ele massageou meu sexo com dois dedos. Estiquei meus braços para agarrá-lo, mas ele se afastou.

– O que você quer? — ele perguntou sorrindo.

– Edward... — resmunguei ansiosa.

– O que você quer? — ele forçou a barra, dando uma pegada forte nos países baixos.

– Eu... Você sabe... — minha voz estava tremula.

– Três palavrinhas e eu resolvo o seu problema. — ele disse sorrindo, passando a mão no cabelo.

– Eu quero você. — eu disse baixo.

– Eu não ouvi... — ele se aproximou. — O que você quer?

– Eu quero você, porra! — quase gritei de ansiedade. Ele riu e veio pra cima de mim.

– Já que pediu com tanto carinho... — ele sorriu e começou a massageá-la, me dando leves chupões no pescoço e nos seios. — Já está assim, Bells? Pensei que fosse mais forte... — ele disse sacana e tirou a blusa. Oh my... Edward tirou minha calcinha devagar e deu leves beijos nela.

– Eu quero você Edward, agora.- quase implorei.

Ele riu e roçou seu membro em mim de novo. Eu estava quase morrendo alí. Ele tirou a cueca devagar demais e exibiu seu membro ereto.

– Você vai gemer o meu nome, não vai? — ele provocou enfiando só a cabecinha.

– Vou! — respondi ofegante. Ele tirou.

– E vai parar de ser tão má, não é? — ele enfiou mais um pouquinho.

– Vou! — tentei elevar minha cintura, mas ele se afastou mais rápido.

– Eu mando aqui hoje, ouviu? — ele disse quase sério. Assenti rapidamente. Ele abaixou mais um pouco. — Quem manda aqui hoje? — ele perguntou.

– Você! — disse desesperada.

– Vai fazer tudo o que eu mandar? — ele colocou mais um pouquinho, depois tirou.

– Vou!

– Promete? — ele roçou em mim.

– Prometo, Edward! Por favor... — implorei. Ele riu e enfiou seu membro todo de uma vez, me machucando um pouquinho. — Desculpe... — ele pediu.

– Tudo bem... — murmurei. Ele foi acelerando gradativamente, mas algo no fundo da minha mente me trouxe alguma responsabilidade. — Edward, camisinha...

Ele parou subitamente e se afastou de mim. Seu rosto se tornou carrancudo.

– Eu não tenho nenhuma... — ele disse transtornado.

– Está brincando! — eu disse mau humorada. — Sinto muito, mas não posso fazer isso.

– Tudo bem, você está certa... — ele disse sério e começou a vestir sua roupa. Pegou meu vestido no chão e me entregou. — Vista e vamos sair.

– Aonde vamos? — perguntei.

– Providenciar camisinhas! — ele disse como se fosse óbvio.

– Ah...

Saímos caminhando pelas ruas de Phoenix de mãos dadas até encontrarmos uma farmácia. Conversamos um pouco sobre a cidade e voltamos rápido. Quando chegamos em casa terminamos aquilo que havíamos começado.

– Foi foda ver você com aquelas roupas, me provocando daquele jeito e não poder fazer nada... – ele disse com seu rosto feliz de pós-sexo.

– Você é um sacana! — ele me olhou curioso. – Box branca? Você sabia que eu não podia resistir!

– Pimenta nos olhos dos outros é refresco! — ele disse rindo.

– Acha que aguenta mais uma? — perguntei sorrindo.

– Agora! — ele respondeu convicto.

Aquilo era tudo o que eu estava precisando: Edward Cullen fazendo as minhas vontades.

Notas finais
Não fui tão detalhista com o ato em si, mas a história é +16, então eu adequei a faixa etária. Espero que tenham gostado das alterações. Beijos!