Destiny or Chance?

5 Só por ser você. Ps: Notas importantes!


Notas iniciais
Oi, não me matem, por favor! Primeiramente- esse capitulo deveria ter sido escrito a 2 meses! Eu tinha até feito uma musiquinha pra derrota da Argentina! " Aehoo Argentina vice! Messi, não é mentira, o Gotze comeu o Di Maria!" Poético nao? Segundamente- desculpa vocês nao merecem isso ;-; nem a piadela nem o atraso monstro! Maaaaaas voltei. Terceiramente- segundamente e terceiramente existem? Enfim, e ai, beleza?Obrigada pelos comentarios e por não terem me abandonado


Lar, doce lar... ok, eu to no aeroporto. Sim eu poderia dizer que o ar dessa cidade me revigora, que não há lugar como o lar e toda essa baboseira, mas se você sabe o que é trocar o ar do campo pelo da cidade, você me entende, olhos ardem, lábios racham, essa maravilha.
Sentei ao lado da porta de entrada/saída do aeroporto, recusando de dois me dois os taxistas que passavam, comecei a reparar no movimento de reencontros e despedidas até que minha carona chegou.
– E ai Nami?- sorri minimamente ao me abaixar na altura da janela de seu carro.
– Entra logo!
Obedeci, mas antes coloquei as sacolas e a bagagem no porta malas. Logo de cara já recebi minhas boas vindas por parte da ruiva.
–Awn, eu senti sua falta seu homem bomba verde!
É o que?!
– Você me chamou de que sua mercenária?!
– Só disse a verdade, ou o que, seu cérebro derreteu com os treinamentos e você não percebeu?- berrou ela debochando, me fazendo sentir o sangue ferver e uma veia pulsar na testa.
Penso sinceramente em revidar ou sair do carro e pegar um táxi para não ter que ouvir mais merda, mas ai a encaro e não consigo conter o riso, era Nami, a mesma bruxa de sempre, a Nami que seria fundamental para o que sobrou da minha sanidade mental. Paro de rir e recosto minha cabeça no banco suspirando.
– Tá preparado?- Pergunta ela colocando a mão sobre na minha.
Em resposta a olho com pouquíssimo entusiasmo, e ela capta a mensagem.
~.~.
Já vai fazer um ano que eu divido o apartamento com o EroCook, e olha, não é tão ruim quanto eu pensei que seria. Basicamente, nós não nos vemos quase nunca, por causa do meu curso e da faculdade dele, os quartos vieram com isolamento acústico- melhor coisa do mundo- e ainda, de quebra tem sempre comida fresca na cozinha.
–Oe Marimo!- ele me chama da cozinha.
– Que saco... o que você quer Madame?- depois de reclamar comigo, ele me pede para picar algumas coisas para o jantar de amanhã.
Ah sim, amanhã é noite de Ano Novo, o bando, e mais alguns, virão para cá pra comemorar o início de 2012 no terraço daqui do prédio.
– Oe Cook- chamo sua atenção após terminar meu serviço- a Nami te contou?
– A Nami-san?- seu olhos viram corações, me obrigando a tacar a almofada do sofá em sua cara- Quer morrer imbecil?!
– É pedir demais um dia sem discutir?- peço me dirigindo até o "barzinho" que tínhamos na sala de estar, ignorando sua cara de surpresa.
– Enfim... o que minha mellorine deveria me contar?
– Que eu vou pro Japão amanhã.
– Nossa, eu sei que o seu senso de direção é péssimo, mas nunca pensei que fosse tão ruim a esse ponto- ele ri enquanto o fuzilo com o olhar- o que vai fazer lá?
Pão imbecil, o que mais?!
– Digamos que seja um combo, treinamento e campeonatos, por sugestão do Mihawk e ainda consigo limpar a mente.- explico vidrado no sake que cai no copo
– Limpar a mente? Mais?!-Ele não consegue parar consegue?- tá bom não me olhe com essa cara, como assim?
– Vejamos,às vezes fico com saudade de momentos que eu ainda não vivi e às vezes peco na vontade de sentimentos que eu ainda não senti...
Que poético, isso saiu de mim?!
–Quanto tempo você vai ficar fora?
– Dois anos mais ou menos.
E nesse momento ele faz algo que eu jamais imaginaria. Ao invés de me chamar de gay, ele me beija.
Fico por um tempo sem reação, tempo esse o suficiente para que eu consiga ver seu rosto corado pela iniciativa e também o suficiente para que eu me esquecesse de tudo o que me impediria de fazer algo desse tipo.
Com pressa, peço passagem e ele concede, Ah como eu queria fazer isso. Vou andando, fazendo com que ele tropece no sofá, se desequilibrando e caindo logo em seguida.
– O que deu em você?- perguntei em seguida ofegante.
Para de ser idiota! Ele tá na sua frente, caído, corado e aparentemente duro, tá esperando o que?!
... isso não é estupro é?
– Também não sei- respondeu sentando e me dando um selinho- considere isso meu presente de despedida Marimo.
Pensei um pouco, aquilo era mesmo real? Mas antes de conseguir raciocinar, Sanji me ataca de novo. Nunca pensei que poderia sentir tanta falta de algo como senti da sua boca, mesmo com tanto gosto de nicotina, que vão por mim, é forte pra caralho.
Fui descendo minha mão por seu pescoço, sentindo sua pele se arrepiar, chegando até sua camisa, onde não demorei muito para desabotoar os primeiros botões.
– M-Marimo, espera- Sabia, tava bom demais pra ser verdade- ao menos vamos pro quarto- Eu poderia morrer de felicidade agora.
E assim fomos, mas aquilo ainda me parecia errado, mesmo na seca que eu tava.
–Falei sério, por que isso?- tentar pagar de machão na minha situação é mais difícil do que pensava.
–Nem eu sei!-responde se sentando na cama- m-mas você vai ficar tanto tempo fora, isso me abalou, não sei por que, mas abalou...
E de novo fiquei sem respostas.
~.~.
–Chegamos Zoro
Olho para o lado constatando a escadaria que vai até a porta do prédio e o barzinho que ficava logo ao lado, nada tinha mudado.

Suspiro e uma pequena pane se instala dentro de mim.
– Cacete! Eu quero voltar ainda nã...- antes de terminar levou O soco- porra...
–Vai voltar nada! Presta atenção Roronoa, você bate de frente com o Kuma mas não aguenta isso?!!
Ponto para Nami
~.~.
–Como assim, te abalou?-sento ao seu lado.
–Eu deveria te odiar, m-mas- ele começa colocando as mãos na nuca puxando um pouco os cabelos da região e abaixando a cabeça- saber que você ficaria tão longe... me lembrou...- volta a olhar pra mim- você sabe não?
Raciocinei um pouco antes de responder.
– Do que aconteceu na festa do Sabo?- Sanji só assente me fazendo soltar um riso debochado- aquilo foi culpa sua Erocook!
–Como é imbecil?!
Sanji agarra a gola de minha camisa e não consigo me conter. Jogo-o na cama e tranco seu corpo com as pernas ao lado de sua cintura.
– Porra! Eu não posso explicar?!-berra corado.
– Não agora- beijo abaixo de seu lóbulo- nesse momento eu quero muito te fazer berrar meu nome KusoCook.
–Hm... É O QUE?! O caralho que eu vou ser o passivo! Quem falou isso?!!
– Eu- respondi e em seguida o beijo, num selinho demorado- por favor...- sinto o cheiro em seu pescoço, normalizando a respiração- vão ser dois anos...- me surpreendo com o tom choroso de minha voz.
Então Sanji se senta, me fazendo repetir o gesto e passa os braços por meu pescoço me abraçando.
– Eu sei que eu sou irressitivel- ele riu contra meu pescoço, o que me fez arrepiar- mas não fique assim Aho Marimo- começou me acariciando- eu faço isso, mas só por que é você.
Meu coração acelera, meu rosto esquenta e por mais estranho que seja me sinto mais duro que antes.
–Mas se alguém souber disso eu te mato!- eu só rio.
~.~.
Subimos as escadas até chegar ao apartamento, Nami abre a porta, diga-se de passagem que eu estava incapacitado de fazer tal coisa de tantas coisas que carregava, e me surpreendo ao encontrar a casa vazia.

Notas finais
Acabei! Bem bem, prometo não demorar tanto assim para o proximo capitulo onde forninhos irão cair hehe