Destiny - O Destino da Terra
7 Nova Iorque Ameaçada
Notas iniciais
– John! Gritava uma pessoa.
– Quem, cof...cof... está ai?
– Sou eu Steve!
Enquanto eu saia da água, Steve me perseguia.
– Espere capitão! Não consigo te alcançar! Ele disse.
– Steve?
– Sim?
– Vamos para o prédio Tom Day.
– Por que senhor?
– Preciso de falar, com uma pessoa.
PRÉDIO TOM DAY
Estávamos andando na cidade, quando nos deparamos com ela toda destruída. Carros cobertos de fogo, gente pedindo ajuda, casas, prédios tudo estava destruído, não tinha mais Nova Iorque não tinha mais Terra.
– Nossa Barton! Eu disse assustado.
Avistamos ele, com a roupa toda rasgada e andando na rua.
– Por favor John, me ajude, por favor. Ele me implorou e fiquei meio comovido com aquilo.
– Vamos te ajudar Barton! Disse o Steve olhando para mim.
– Eu estou preocupado com mais outra coisa, o Curt e a Diana.
– Se acalme John, Diana sabe se virar.
– Eu sei Barton, e com esse mundo ameaçado? Ela saberá se cuidar, essa é a minha dúvida, essa é a minha preocupação! Eu disse nervoso.
Ouvimos uma explosão.
– Corram! Disse o Steve.
Ficamos atrás de umas plantas, avistando as naves passando.
Era uma espécie de luz que ficava fiscalizando a presença de humanos, e posteriormente avistamos um morador de rua ser morto por uma rajada óptica. Foi terrível.
As naves já tinham passado.
– Temos que arranjar um abrigo seguro. O Barton nos disse.
- Vão na frente. – Eu disse – Vou procurar um telefone e comunicar com meu filho e com a minha esposa.
– Capitão, sua vida pode estar em risco se o senhor fizer isso. O Steve falou.
– Eu não vou sem você John, você é o meu melhor amigo, não quero te perder, Steve você concorda?
– Óbvio Barton!
– Então vamos, não temos o dia todo. Eu disse.
Avistamos se tinha mais algum alienígena, mas nada. Então fomos.
Vimos um telefone, mas não funcionou eu fiquei tentando no máximo 8 vezes, e nada.
– Anda John, vamos, é uma perda de tempo, não vai adiantar. E o pior é que Barton estava completamente certo.
– Não, eu vou conseguir.
Mas uma rajada óptica caiu sobre nosso lado. Corremos que nem doidos, mas conseguimos sair dali.
Arranjamos um abrigo, muito simples, mas era o que conseguimos.
– Gente, vou ver se acho comida. Disse o Steve.
– John, não fica assim sua família pode estar bem, pior eu que perdi tudo que eu tenho: minha empresa, minha casa, e anos atrás os meus pais.
– Verdade Barton, verdade.
Depois fiquei quieto, e ainda preocupado.
– Capitão, Barton olhem, achei uma caixa cheia de armas.
– Nossa, viu isso John? Dá para o gasto né Steve?
– Não sei, mas acho que deve servir.
– O Steve, tem munição? Eu perguntei.
– Não sei vamos ver.
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