Destiny Clock

14 Manutenção


Notas iniciais
Desculpe demorar a postar... Mas antes de quererem me matar, leiam o capitulo. E neste capitulo, tive uma ajudinha de uma amiga, que deixou um recadinho nas notas finais para vcs. Bjinhus e Boa leitura!

Tenho uma proposta para vocês!


Essas simples palavras ecoavam como uma música repetida nas mentes de Rachel e Quinn. A frase não era apenas pra uma e sim para as duas, o medo do que Shelby pudesse sugerir ainda estava no ar.

— Que proposta? – Will perguntou franzindo a testa enquanto cruzava os braços e expressando a curiosidade de todos.

— Vocês iram participar do campeonato — Todos do Glee comemoraram – Mas, para isso acontecer Quinn Fabray não poderá competir.

Alguns ficaram confusos pela proposta. Já outros balançavam a cabeça concordando e outros apenas pensando em si próprio, entretanto, havia aquela que achava a proposta um desafio.

— Não! – Rachel exclamou irritada e nervosa pela a situação.

— Aceito – Quinn afirmou calma e ignorou o que a Diva falou, pois sabia que isso era importante para grupo e não se achava tão boa para fazer alguma diferença — Pode mexer seus pauzinhos. Não irei competir.


O olhar raivoso da Diva fez Quinn encolher-se um pouco. Porém, isso não a fez mudar de ideia e Shelby apenas acenou saindo em seguida. Rachel, estava tão exasperada com a loira, que apenas saiu pisando duro e um único pensamento em mente.

Estou numa enrascada.


A baixinha foi direito para o banheiro, que não era utilizado por ser o mais distante e estar sempre com uma placa de manutenção pendurado na porta. Fitou todas as cabines perdida em pensamentos, quando escutou a porta abrindo-se. Ela virou-se cruzando os braços e olhando no rosto de Quinn.

Aqueles olhos avelãs são reveladores.


Calmamente, caminhou até a loira passando por ela e colocou uma plaquinha escrito ‘’MANUTENÇÃO’’ em letras grandes, trancando a porta logo em seguida. A Fabray, apenas olhava em silêncio a atitude da pequena e nada fazia.

— R..Rach...el.. – Quinn murmurou gaguejando e finalmente quebrando o silencio pesado, mas o nervosismo fazia com que ela suassem frio.

São nesses momentos, que uma pessoa se sente um completo idiota. Porque as palavras ou fogem ou não saem como deveriam. E são nesses mesmo exatos momentos, que a pessoa também surpreende-se, o que nunca é esperado finalmente acontece.

Rachel Berry dera um tapa no rosto de Quinn.

O rosto dela pendeu para o lado pelo impacto da força usada. A loira colocou a mão sobre a bochecha dolorida e reprimiu as primeiras lágrimas. Por Deus como doía, entretanto a dor maior era na alma. No coração. Quinn, antes mesmo, que conseguisse gritar ou devolver o tapa fora pressionada contra a parede enquanto os lábios nada gentis de Rachel atacavam sua boca ferozmente. Ali havia pressa, desejo e posse na forma, que ela era beijada e pressionada contra a parede ao lado da porta. Um carinho transmitido pelos toques sutis em sua cintura suavizaram o beijo fogoso e a intensidade que ia diminuindo aos poucos.

Agora os lábios movendo-se um contra outro eram mais lentos. Os movimentos mais ponderados, sem pressa para acabar e um pedido mudo de desculpas. As mãos de ambas iam explorando o corpo uma da outra, entretanto, quando Rachel arranhou com as unhas curtas o abdômen definido de Quinn fora ouvido um gemido rouco e baixo. E isso intensificou os toques novamente. A loira inverteu as posições repentinamente, colocando a Diva contra parede e levantando as belas pernas para ficarem enlaçadas em torno da sua cintura. Pedido esse, que foi aceito sem dificuldade nenhuma por Rachel.


As respirações eram ofegantes e descompassadas. Puxões de cabelos e mãos tocando os pontos certos, porém a roupa atrapalhava toques mais ousados. Beijos famintos iam descendo pelo o pescoço e até aonde o limite do decote da blusa permitia. Os corpos mexiam e encaixavam-se um no outro perfeitamente em busca de algum atrito aonde elas mais queriam. A necessidade de um toque mais íntimo nas suas entradas úmidas e pulsantes faziam ambas ficarem mais desesperadas para ter alguma satisfação. Quando, Rachel finalmente conseguiu tirar a cardigã de Quinn, a loira diminuiu a intensidade e fitou os olhos da Diva, completamente ofegante e descabelada, na realidade Rachel se encontrava na mesma situação dela. O desejo era um reflexo do que ela sentia no olhar luxurioso que recebia. Ela tinha certeza que não estava diferente, seu corpo gritava por alivio, pela a satisfação carnal, mas tinha que manter o controle porque não poderia ter sua primeira vez com Rachel no banheira da escola.

— Precisamos parar — Quinn sussurrou ofegante e baixinho, fechando os olhos em busca de algum autocontrole e desejando ela mesma acreditar nas próprias palavras.

— Não é o que seu corpo acha – Rachel retrucou mordendo os próprios lábios e usou uma voz provocante e sedutora enquanto deslizava o dedo pela pele exposta de Quinn, deixando-a completamente arrepiada e ainda mais excitada.

A loira mordeu a boca para não soltar um gemido esganiçado e tentou manter-se firme no motivo no qual havia feito Rachel parar.

— Facilita as coisas pra mim, baby — Quinn implorou baixinho com a respiração ainda ofegante e suas palavras saíram mais parecendo um gemido.

— Estou facilitando – Rachel sussurrou no ouvido da loira e não se contendo mordeu o lóbulo.


São nesses momentos da vida que esquecemos os motivos certos e agimos por puro impulso. O controle já fraco de Quinn foi mandando para o espaço e os beijos voltaram mais ousados. Agora a Fabray colocou Rachel sentada na pia e suas mãos subiam por aquelas pernas enlouquecedoras lentamente.

— Não — Quinn gritou recobrindo a consciência do que estava acontecendo e se afastou o mais longe possível.

Ficou do outro lado do banheiro com a respiração falha e tento uma visão que não ajudava em nada em seu controle. Rachel Berry estava ofegante e com os cabelos bagunçados, roupas amarrotadas e com as pernas abertas o que lhe deixava uma verdadeira perdição.

A loira fechou os olhos.

— Não se aproxime — Quinn advertiu levantando as mãos ao ver Rachel se mover com um sorriso de satisfação e malicioso no rosto bonito — Eu não consigo resistir mais. Precisamos conversar e não é assim que vamos resolver qualquer problema — Ela respirou fundo – Tenho certeza que seria ótimo. Por Deus, seria muito mais do que ótimo. Seria maravilhoso. Mas, eu sei que esse não é o momento certo ainda— Ela deu ênfase no " ainda" sorrindo de forma misteriosa.

— Desculpe – Rachel pediu em tom de arrependimento repentino já de pé e tentando se ajeitar – Eu não deveria ter forçado nada – Tentou se explicar enquanto as primeiras lágrimas acumulava-se nos seus olhos, ela se sentia envergonhada e principalmente rejeitada por Quinn.

Por Deus, o que Rachel mais desejava naquele momento era que um buraco se abrisse no chão e a engolisse. A sua vergonha era tanta e o gosto amargo da rejeição juntamente com as lágrimas a impossibilitou de enxergar com clareza. Ela abriu os olhos quando, Quinn ergueu sua cabeça e lhe abraçou.

Sua pequena.


— Você não tem noção o quanto foi difícil para que eu parasse. Não tem noção do efeito que você tem sobre mim – Sem parar para pensar em suas ações a Fabray colocou a mão da judia dentro se seu vestido sobre a sua calcinha — Está sentindo o que você causa em mim? O quanto estou molhada por sua causa? — Sua voz estava carregada de desejo e com muito autocontrole tirou a mão da Diva, de onde mais desejava no momento – Mas, não pode ser assim.

— Por que? — Rachel indagou confusa e fitando-a.

— Estamos no banheiro da escola. Você me bateu e depois me agarrou. Deveríamos estar conversando sobre o que aconteceu no coral, mas... — Ela foi interrompida.

— Desculpe – Rachel pediu separando-se um pouco da loira e passou a mão carinhosamente no seu rosto, aonde ela havia dado o tapa — Eu não queria te machucar. Perdão, Quinn — Havia dor e arrependimento nos olhos da baixinha.

— Se depois tiver tudo isso – A loira segurou Rachel mais contra seu corpo e deu um sorriso safado. — Até que apanhar de você vale a pena, mas não estilo 50 tons de cinza, ok? Não levo jeito de submissa — Ela ganhou um tapa no braço. – Ai. Sua bruta – Reclamou arrancando um sorriso da outra – Aliais, por que saiu de lá assim? – Quinn indagou ficando séria.

— Ela está jogando e você entrou no jogo dela — Desviou o olhar — Ela não está nem ai para o Glee. Shelby, sabe que mexendo com você irá me afetar e assim eu iria atrás dela e isso faria que tivéssemos uma conversa.

— Você não vai atrás dela e essa é uma oportunidade para você entrar na faculdade que deseja, pequena. Se pra isso eu tiver que entrar no jogo da sua m...Quero dizer Shelby, eu entrarei — Quinn murmurou toda carinhosa com a judia.

— Você não entende – Exclamou — Se tivesse dito não, ela ia desistir – Rachel fala com convicção — Ela criaria outra proposta, uma que eu aceitaria e algo mais acessível — Fala sem ânimo — E você tomou uma decisão sem que eu concordasse, simplesmente se sacrificou por todos — A voz mostrava o quanto estava chateada e desapontada.

— Se para te proteger significa que eu precise me sacrificar — Quinn encara os olhos de Rachel profundamente — Não pensarei duas vezes.

São nesses momentos que se percebem que não importa o sacrifício que seja feito, mas se for para pessoa amada você fará. Como ficar com raiva da pessoa amada? Se no lugar dela faria a mesma coisa. Apenas, devesse deixar amar e fazer o máximo para mostrar o amor.

Notas finais
P.S. Oiiee sou a Tati hehehe e não resisti em deixar isso aqui e dizer...Que MDs adorei ajudar a escrever o capítulo mesmo quase desmontando sobre o note MAS adorei a experiência...Aline não apague isso ok? Bjus povo e comente o capítulo por favor.