Destiny

1 A bela princesa


Notas iniciais
Antes que matem: não abandonei o Trouble Maker. Apenas uma mudança de ares.~>Boa leitura

Destiny

Capitulo 1A bela princesa

Ela era linda. Seus cabelos eram da cor do por do sol, que destacava a sua pele branca. Os seus olhos eram como brilho das estrelas. Ah, seu sorriso! Diziam que era capaz aparecer o sol nos dias chuvosos. Ela era umas mais belas princesas que aquele reino já teve. Estava sentada na varanda que ao lado tinha uma bela cerejeira florida em pleno verão. Suas delicadas e hábeis mãos faziam um belo bordado.

_ Orihime! – uma voz firme a chama

A jovem levantou o olhar e esbanjou o mais belo dos sorrisos. Era um senhor, com uma longa barba branca, careca e vestia vestes de imperador. O destaque do seu kimono era o dragão de cinco dedos. Estava acompanhado de dois subordinados.

_ Vovô! – respondeu à jovem indo ao encontro do senhor. – Que bela visita! – abraçando-o

_ Como estás a minha neta? – retribuindo o abraço da jovem.

Imperador Yamamoto era um homem rígido e severo. Quase não demonstrava algum sentimento diante das pessoas, sejam eles seus subordinados ou seus filhos. Somente duas pessoas que lhe deixava calmo nesse mundo: sua falecida esposa e a adorável neta Orihime.

_ Estou bem, vovô! – continuava com sorriso nos lábios. – E você, vovô? Como foi de viagem?

_ Cansativo meu bem. – podia notar um pequeno sorriso – O importante que você esteja bem. Eu lhe trouxe um presente. – fez um sinal para que um dos seus empregados trouxesse uma caixa grande na cor vermelha.

_ Mas vovô não é meu aniversário! É somente daqui dois meses. – garota parecia supressa com o presente.

_ Não é preciso de uma data para presentear a minha neta. — repassou a caixa de veludo para sua neta.

A garota colocou a caixa no chão abrindo. Retirou do papel de seda um lindo Yukata florido.

_ É lindo! Muito obrigada! – passando a mão na delicada peça.

_ Para que use no Festival hoje à noite.

_ Claro! Eu irei usá-lo. – beijou o seu avô na bochecha

_ Imperador Yamamoto, não esperava por sua visita. – um homem de cabelos brancos compridos se aproxima dos dois.

_ Não preciso da sua permissão para vim aqui, Ukitake – diz severo o senhor mais velho. – Venho visitar a minha neta e vê-la se está em devidos cuidados.

_ E por que não irei cuidar bem dela? – questionou Ukitake – Que pai não quer o bem estar de sua filha? – sorriu e olhou para jovem moça.

O imperador não pronunciou nenhuma palavra sobre a declaração, apenas semicerrou os olhos como desaprovação do modo que palavras forma ditas.

_ Tenho assuntos importantes para tratar com você, Ukitake. – falou ríspido ao mais jovem.

_ Tudo bem, iremos conversar no escritório. – caminhando para dentro da casa – Irei mandar providenciar um chá.

_ Aham...papai? – falou a jovem ruiva

_ Sim, minha querida. – parou de caminhar e olhou para sua filha com um sorriso gentil.

_ Irei com as meninas no festival hoje à noite.

_ Toma cuidado e divertir-se. – sorriu.

A garota sorriu de volta e saiu cantarolando do local.

****

A jovem entrou no seu quarto cantarolando. O festival de Verão era umas datas que lhe deixava mais feliz. Abriu novamente a caixa de veludo, que ganhara do seu avô, retirou o Yukata. Rodopiou no quarto com peça na mão. Parou um breve momento, olhou para seu pulso esquerdo. Fitou para aquela pulseira de prata com um pingente de Lua. Carregava com consigo, como fosse um precioso tesouro.

Essa pulseira é uma lembrança de anos atrás, quando era pequena. Do festival de verão que saíra escondida do palácio, junto com suas amigas Tatsuki e Rukia para participar da festividade.

O plano era simples: se divertir e voltar para o palácio sem que ninguém perceba. Oras quem disse que deu certo? A pequena princesa tinha que se perder no meio da cidade. A pequena nunca tinha saído sozinha do palácio. Quando raramente saía sempre estava acompanhado pela sua guardiã e mais uma tropa de soldados para escoltar. Deslumbramento por está do lado de fora era tão grande que se esqueceu de acompanhar as garotas.

Quando tinha percebido era tarde demais! Tinha causado confusão com dois sujeitos nada agradável que estava prestes a fazer algo com a pequena princesa. Os cabelos sempre que foi mais chama atenção, todos queria tocá-la. Os seus olhos cinza já estavam lagrimejados e seu corpo tremia temendo o pior.

Ela não sabe como e de onde apareceu o seu herói. Um garoto um pouco mais velho que ela, talvez a diferença seja de um ano. Puxou para fora do local onde estava e os dois saíram correndo pelas ruas da cidade de mãos dadas.

Os correram até na macieira que ficara um pouco afastada da cidade, sentaram no alto para o folego se recuperar.

_ Você deveria tomar cuidado! – o garoto a reprendeu – Não devia andar sozinha, você é muita distraída.

_ Me desculpa. – sua voz saiu baixa e chorosa – Eu me perdi das minhas amigas.

_ E vocês não tinha nenhum adulto lhe acompanhando? – questionou o garoto – Crianças não devem andar sozinhas. -diz convicto

_ Mas você também é criança? – questionou a pequena garota – Cadê o adulto lhe acompanha?

_ Oras sou forte! – glorificou o garoto – Sei proteger!

A garotinha riu da fala do garoto e o mesmo estampou uma carranca no rosto.

_ Desculpa. – falou a princesa depois de perceber a carranca do garoto – E obrigada por me salvar! – terminou a frase com sorriso gentil.

_ P-por nada – o garoto sentiu as suas bochechas se queimarem. – Mas que aqueles queriam?

_ Cortar o meu cabelo – disse a princesa tristemente – Eles acharam estranho. É por isso que Hime não gosta do cabelo. Ele é feio desse serem por isso as pessoas querem cortá-lo.

_ Eu não o acho feio. – disse o menino docemente – Ele lembra o sol.

As bochechas da garotinha ruborizaram, a primeira vez que alguém que não seja da sua família elogiou o seu cabelo. E assim as crianças continuaram ali no topo da arvore divertindo naquela tarde.

Lembrança. Uma doce lembrança. Depois daquele dia não encontrou mais com o garoto. Queria saber mais sobre ele e de reencontrá-lo novamente. Tanto que esse era o desejo que fazia no templo em todos os anos.

A jovem princesa estava terminando de colocar o enfeite de flores no cabelo preso em um delicado coque, quando ouviu leves batidos na porta.

_ Pode entrar.

_ Você está linda! – elogiou Ukitake entrando no quarto.

_Obrigada papai. – sorriu ainda olhando no espelho

_ Orihime — a chamou sério.

_ Sim, papai. – virou para senhor.

_ Antes de ir para festival, precisamos conversar. É importante que eu e seu avô decidimos sobre você.

Continua...

Notas finais
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