Destiny
1 Capítulo 1
Eu não tinha mais força para continuar, estava andando fazia quatro dias, meus suprimentos acabaram no segundo, meus pés doem e sinto que vou desmaiar a qualquer momento, minhaq única esperança é uma pequena casa que está a poucos metros de mim, reuno minhas forças, respiro fundo e vou até ela, bato três vezes na porta, fazendo barulho e assim chamando a atenção de dois Walkers que estavam detro da casa, ainda no hall de entrada da casa arrumo minha única faca em minhas mãos, o primeiro Walker vem até mim e antes que me morda craco minha faca entre seus olhos e com um de meus pés o empurro fazendo-o cair no chão, o segundo se aproxima e lanço minha faca em sua testa, o que viria a acontecer me deixou irritada e apavorada, a regra número um para sobriver a um apocalipse zumbi é: nunca vire as costa para o seu inimigo; me abaixo para pegar minha faca ainda na testa do Andante, eu não tinha mais fforças minhas pernas começavam a tremer, precisava subir a escada e achar um quarto, ou ir a cozinha em busca de um suprimento, parei no meio de meus pensamentos que eram minha única companhia, quando senti uma dor alucinate em meu ombro: tinha sido mordida. Tirei rapidamente a faca do zumbi que estava no chão e matei o que me mordera, ele caiu no chão e então me dei conta de que iria morrer, dei um passo para frente e entrei dentro da casa fechando-a.
Me arrasto até a escada fazendo um rastro de sangue pelo caminho, e entro em um dos quartos, deito na cama encolhendo-me logo em seguida. E como diziam, antes de morrer a vida passa diante de nossos olhos, sua melhores e piores lembranças vem a mente:
#Flashback
- Vamos, você consegue, me de a mão – dizia Carl tententando me ensinar a nadar.
-Eu estou com medo – disse a ele.
- Vamos, eu confia rm você, sei que consegue. Prenda a respiração e volte, volte em direção ao céu!
Então fechei os olhos e afundei, primeiramente me assustei pensei que morreria afogada, mas olhei para cima e vi o céu, não, ainda não era minha hora de morrer; nadei em direção ao céu e assim que subi a superfície Carl estva lá sorrindo abertamente para mim.
#Flashback off
Comecei a chorar, meu ombro doia de mais, sabia que em poucos minutos ou se tivesse sorte horas viraria uma daquelas coisas, não, não deixaria isso acontecer, peguei minha arma e conferi só me restava uma bala e juntamente com essa notícia me veio uma lembrança:
#Flashback
Estava na escola, sentada na sombra de uma árvore daquele imenso jardim, lendo meu livro predileto, quando sinto alguém me cutucar, me viro em direção da pessoa e vejo Carl, ele senta na minha frente respira fundo antes de falar e somente depois me pergunta:
- Emy, si eu fizer uma coisa você vai ficar brava comigo?
Inocentemente respondo:
-Acho que não Carl...
O menino já corado respira fundo novamente fecha seus olhos e desajeitadamente cola seus lábios nos da menina.
E foi assim que o amor entre eles nasceu, tão lentamente como o desabrochar de uma flor, mas por causa de uma tragédia acabou tão rapidamente como o murchar de uma flor.
#Flashback off
Suspirei em meio ao choro, não conseguia mais enxergar direito, destravei a arma e apontei para minha cabeça a minha última e mais preciosa memória me veio a cabeça, ela ocorreu no meu quarto no dia em que o mundo se perdera:
# Flashback
- Emy, promete para mim – Carl me pedia desesperado.
Eu conseguia escutar os gritos na rua, barulho de armas e coisas quebrando. Segundo o governo dos Estados Unidos essa epidemia estava controlada, quatro três dias depois pais matavam filhos, famílias ficavam cada vez mais incompletas e o mundo um caos.
- Por favor, Carl, não me deixa aqui, eu não vou conseguir sozinha!
- Emy olha para mim – ele ergueu meu queixo com sua mão me obrigando a olha-lo – Eu preciso buscar minha mãe e ver se meu pai conseguiu chegar da delegacia antes de tudo isso. Você não vai desistir, nunca, me promete?
- Eu prometo Carl!
Ele me olhou e me deu um demorado mais inocente selinho, senti como se fosse o último, ele pegou sua arma que estava no meu criado mudo me olhou novamente e saiu, sem olhar para trás.
#Flashback off
- Me desculpe Carl – Murmurei bem baixinho.
Escutei um banque na porta e sabia que eram mais Walkers, uma única lágrima escorreu, e então, puxei o gatilho.
P.O.V. Carl
Dei um chute na porta da casa, observei o local e vi que três zumbis já estavam mortos; arrastei meu pai até o sofá que tinha no canto da sala, ele estava assim paralisado desde que vimos o Moisés de Judith cheio de sangue, logo em seguida escuto um barulho de tiro no andar de cima, comecei a subir a escada e vi sangue fresco fui acompanhando o caminho e cheguei até um quarto, apontei minha arma para frente e entrei dentro do mesmo, vi uma menina morta em uma cama, sua arma estava no chão, me aproximei dela e constatei que ela tinha sido mordida no ombro, tirei seus cabelos do rosto e então a vi, minha arma foi de encontro ao chão, comecei a chacoalhar o corpo já sem vida na cama. Não, por favor, Emily volte.
Assim que consegui acreditar que ela estava realmente morta, soube que meu pedido jamais iria se concretizar, jamais escutaria sua voz e jamais sentiria seus lábios no meu. Nesse momento quis pegar minha arma e me matar, mas não continuarei aqui, continuarei lutando, serei forte e não vou desistir, por ela. Dei um ultimo beijo em sua testa já gelada e sai, fechei a porta do quarto e não olhei para trás, novamente estava deixando-a.
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