Destiny
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Regina, Henry e Tink conversavam animadamente no Granny's enquanto esperavam por seu almoço.
Regina não podia imaginar a vida melhor. Tinha o filho que tanto amava, tinha o pirata que a cada dia que passava Regina parecia se apaixonar mais e tinha Tink, sua amiga querida.
Não era melhor amiga dos Charmings ou do resto dos heróis, mas tinha um bom relacionamento com eles e Emma a cada dia se tornava mais uma amiga.
Robin entrou com o filho. Regina viu Henry abanar entusiasmadamente. Parecia estar se tornando amigo do menino, Roland, apesar da diferença de idade.
– Bom dia! — Robin os cumprimentou. Regina sorriu e lhe deu um "Hey" sem som.
– Por que não sentam com a gente? — Henry disse.
– Não queremos atrapalhar seu almoço. — Robin olhou para Regina com um olhar de desculpas.
– Esta tudo bem — A morena disse. — podem ficar se quiserem, não é incomodo algum!
Os dois sentaram com eles. Henry conversava animadamente com Roland e parecia fascinado com Robin, lhe fazendo todo o tipo de pergunta sobre Enchanted Forest e sua história.
Tink também parecia ter gostado do homem, na verdade a fada parecia mais saidinha do que Regina se lembrava.
– Hey mom, — Henry disse depois de todos terminarem de comer. — posso levar Roland até o Playground?
– Não sei, pergunte ao pai dele. — Ela disse dando de ombros.
– Não sei Henry... Talvez outra hora. Ainda não conheço muito esse mundo e não quero deixar Roland sair por ai sem um adulto.
– Se quiser posso leva-los. — Tink se ofereceu e então se virou para Regina com um sorriso divertido. — Hey, será que se eu fizer serviço voluntario não melhoro minha imagem com a Blue e ganho minhas asas de volta, hum?
– Eu duvido, — Regina disse rindo. — mas não custa tentar.
Tinker empurrou Regina levemente com o ombro e voltou-se novamente para Robin que olhava interrogativamente para as duas.
– Então, posso leva-los?
– Não vejo porque não.
Assim, Tink se despediu e saiu com Henry e Roland, deixando Regina e Robin sozinhos.
– Ganhar as asas de volta? — Ele interrogou.
– Ela era uma fada, perdeu as asas porque a fada azul é uma tirana. — Disse simplesmente, omitindo sua participação na história.
– E você é a uma figura extremamente exemplar, não é? — Ele provocou.
– Fala o ladrão! — ela disse erguendo uma sobrancelha.
– Eu tenho bons motivos, então... Sim — devolveu — Sou uma figura exemplar.
Regina levantou, deixando o dinheiro em cima da mesa com um sorriso divertido.
– Acredite no que quiser. — Ela deu duas batidinhas leves do ombro dele o passar. — Acredite no que quiser.
***
– Ok. — Regina disse sentando ao lado de Hook no sofá com o controle remoto na mão. — Eu já deveria ter lhe mostrado isso antes, — Ela tentava conter a risada. — mas tive medo dos efeitos sobre você. Isso pode abalar profundamente seu ego, capitão. — Regina disse com um olhar teatral.
Já passavam das sete e Regina estava com um ótimo humor.
– Nada pode abalar me ego, love. — Ele respondeu com um sorriso convencido.
– Ok então. É assim que você é visto nesse mundo! — Ela disse apertando o play.
–Sério!? – O pirata começou.
Regina teve que brigar com ele para ficar quieto durante todo o filme e, sem sucesso algum, tentava conter a risada com as reações do pirata.
– Olhe aquele cabelo! E o bigode? E por favor, eu por acaso uso um chapéu ou roupas chamativas?
– Depende do ponto de vista – Disse rindo.
– E que vilão perderia a mão para um crocodilo? Literalmente um crocodilo!
– Você fala de mais, pirata! – Regina já tinha lagrimas nos olhos de tanto rir.
– Eu paro de falar – Ele sussurrou puxando a Rainha para o seu colo. – Se você admitir que sou muito mais charmoso e...
– Modesto. – ironizou.
– ...10 vezes o pirata que esse... Hook nunca será.
– Huum... Yeah! — Disse beijando-o.
– E que esta totalmente apaixonada por mim.
Regina jogou a cabeça para trás, rindo, antes de se voltar novamente para o pirata.
– Você superestima seu charme, — Ela sussurrou a centímetros dos lábios dele. – Capitão.
– É mesmo? – Ele ergueu as sobrancelhas com um olhar de descrença e um sorriso cafajeste típico dele, antes de beija-la.
A Rainha imediatamente cedeu ao beijo.
Ela odiava isso. Agir como uma boba apaixonada. Sentia como se não fosse ela, mas ainda sim era exatamente quem era com o pirata. Odiava a forma como suas barreiras caiam, como se sentia vulnerável e ao mesmo tempo como se não pudesse estar mais segura do que nos braços dele. Ela odiava se perder nos lábios do capitão como se nada mais importasse e, principalmente, ela odiava o quão importante ele se tornou nesses poucos meses, o quanto precisava dele!
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