Notas iniciais
***************************************************************************** * Yey gente. * Tudo bem com vocês? * ESpero que esteja tudo bem e hoje vou postar um capítulo masi curtinho mas espero que vocês gostem. * Boa leitura ******************************************************************************

Fechei a Rosie's era 00:00. Os últimos clientes haviam saido a 20 minutos e o Bob a 10.

Coloquei a chave em baixo do vaso de flores da entrada e comeceo meu caminho de volta para casa. Havia pouco movimento na rua por conta do horário e ser terça-feira.

Comecei a ouvir passos atrás de mim. Me virei discretamente e vi um homem, ele usava chapéu apesar de ser de noite e um casaco apesar de ser uma noite quente de primavera,

Então me lembrei do que minha mãe havia me dito que tinha um novo assaltante pelas ruas.

Comecei a caminhar um pouco mais rápido, então um outro homem cortou minha frente e me empurrou, mantive meus pés firmes para não cair no chão. O homem que antes estava atrás de mim agora já tinha me alcançado.

– Parada ai bonequinha — O homem da frente falou com uma voz grossa.

– Por favor, me deixe ir — Falei pensando em um modo de escapar daqueles dois.

– A bonequinha não quer brincar é? — O homem de trás falou.

Olhei para o lado, então puxei da minha pasta um spray de pimenta e joguei na cara do homem da frente o homem de trás segurou meu braço direito fazendo o spray cair, graças a Deus sou canhota e estava segurando minha pasta com a mão esquerda, e com a mão esquedar me virei com toda força e dei com a pasta na cara dele.

Comecei a correr pela rua olhando assustada para trás onde os dois homens estavam caidos. Olhei para frente e vi uma scooter preta vindo a toda velocidade, tentei desviar mas era tarde demais.

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Abri os olhos devagar e ouvi um murmurinho. Olhei em minha volta e vi que estava no meu quarto, me sentei me sentindo um pouco tonta e sem entender nada do que estava acontecendo. Olhei para a porta entreaberta e tentei me concentrar quem estava na minha casa conversando com a minha mãe.

Eram duas vozes masculinas. Comecei a me lembrar da minha fuga dos ladrões, eu correndo e então uma scooter preta me atropelando. Uma scooter preta, pensei.

– Ai não! — Falei me jogando no travesseiro e pensando no motorista da scooter, eu tinha um palpite.

A porta se abriu completamente me fazendo dispertar dos meus pensamentos e ver que meu palpite estava certo. O Cameron havia me atropelado, e lá estava ele com sua jaqueta de couro preta, camisa branca e com suas mãos no bolso, ele sorriu sem jeito. Também entraram no quarto minha mãe e o doutor Rui.

– O que aconteceu comigo? E o que ele esta fazendo aqui? — Falei apontando pro Cameron.

O Cameron olhou para minha mãe, mas foi o doutor Rui quem falou:

– Você foi atropelada Molly, mas não se preocupe que esta tudo bem. Você não teve nenhuma fratura o que foi pura sorte.

Olhei para os três.

– Ta tudo bem filha? Está sentindo alguma coisa?

– Só um pouco de dor de cabeça.

O Dr.Rui começou a me examinar e recomendou eu ficar de repouso até o dia seguinte.

Minha mãe saiu do quarto com o Dr.Rui para leva-lo a porta, deixando eu e o Cameron a sós.

O Cameron ficou olhando pra mim.

– Vai ficar ai me olhando com essa cara? — Perguntei a ele.

– Não. Eu.... me desculpe Molly — Ele falou.

– Cameron, a culpa foi toda minha.

– Nada disso. Eu que te atropelei, portanto a culpa é minha.

– Eu meio que me joguei na frente da sua scooter.

Ele me olhou.

– Por que estava correndo? — Ele perguntou pegando uma cadeira para se sentar perto da minha cama.

– Dois caras queriam me assaltar, eu joguei spray de pimenta em um e no outro eu dei com a minha pasta e sai correndo.

– O que fazia na rua tão tarde?

– A Dona Rosie pediu pra mim fechar o Rosie's Diner.

Ele olhou para o chão.

– Cameron?

– O que foi? — Ele perguntou voltando o olhar para mim.

– Não conte para minha mãe, tá?

– Por que?

– Ela já acha perigoso eu trabalhar até tarde, imagina se ela souber disso.

– Por que faz isso então?

– O que? Trabalhar?

– É!

– Cameron, eu preciso ajudar minha família. Minha mãe trabalha tanto como eu e não sei se você sabe, mas meu pai foi recrutado para a guerra.

Ele segurou minha mão que estava descansando na cama e olhou para meus olhos.

– Tudo bem, pode contar comigo.

Eu sorri.

– Obrigada.

Foi a vez dele sorrir.

– E você, o que fazia na rua tão tarde? — Perguntei tirando minha mão de baixo da dele. — Você estava na discoteca?

– Não! Meu irmão ficou muito mal e minha mãe pediu para mim ir atrás de um remédio.

– Qual deles?

– O Ted.

– Como ele está agora?

– Melhorou um pouco.

Vimos minha mãe entrar no quarto. O Cameron se levantou.

– Hora de ir — Ele falou olhando para minha mãe.

– Obrigada por ter trazido ela — Minha mãe falou agradecida colocando a mão no ombro de Cameron para guiá-lo para fora do quarto.

– Até mais Molly. A gente se vê amanhã na escola.

– Até Cameron e obrigada.

A porta se fechou atrás da minha mãe, me virei para o lado e fechei meus olhos. Tentei pegar no sono mas só a imagem do Cameron vinha na minha mente. Eca, pensei.

Notas finais
***************************************************************************** * Então... o que acharam? * GOSTOU? DEIXE O SEU REVIEW * NÃO GOSTOU? DEIXE O SEU REVIEW DIZENDO O QUE PRECISA MELHORAR * Quer receber a atualização dos capitlos seguintes? É só acompanhar a Fanfic * Obrigada por ler * Até o próximo * Beijos *******************************************************************************
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.