Destinos Ligados
22 3.22 - Sonho Adolescente
Notas iniciais
O dia amanhecia, Blaine e Sam estavam deitados, dormindo, descansando de alguns dias cansativos e divertidos de seu lua de mel na cidade dos sonhadores, Las Vegas. Foram alguns dias ao lado de Marley e Ryder, poucos, mas que jamais seriam esquecidos, eles viviam a realização de um sonho.
acordou, ainda era escuro, mas os primeiros raios de sol começavam a aparecer. Espreguiçou-se e foi até a janela, abriu as cortinas e viu o acordar da cidade. Olhou para trás, viu Sam. Sorriu. Blaine Anderson nunca imaginou que depois da saída de Kurt do McKinley sua vida mudaria tanto.
Tudo passou como um filme antigo em sua cabeça, ouvia até o barulho da fita rodando. Seu primeiro dueto com Sam Evans, o primeiro beijo e toque de mão, a primeira vez que falaram “eu te amo” um para o outro, a que fizeram sexo e a primeira vez que fizeram amor.
Amor, essa era a palavra chave para tudo, inclusive para resolver os maiores mistérios da vida de Blaine. Foi o amor que o levou até ali, que fez com que seu relacionamento com o loiro superasse tudo e todos, até mesmo a ganância e os piores erros do bocudo. Por amar Sam Evans incondicionalmente, Blaine passou por cima do seu orgulho e perdoou, casou-se com ele e realizou os maiores de seus sonhos. Ele amava-o muito e era amando o loiro bocudo que o solista daquela antigo clube de coral acabaria seus dias.
Sam mexeu-se, B. aproximou-se e sentou na cama ao seu lado. O quarto ainda estava meio escuro, mas seus cabelos eram tão louros que brilhavam como um sol naquela ambiento cheio de trevas. Seus cabelos, sua boca, seu corpo, seu coração, tudo era de Blaine. O solista não sabia por que o destino havia feito aquilo, o unindo logo a Sam Evans. Mas, o que estava feite, estava feito. Eles estavam amarrados eternamente pelas mãos de uma força maior.
– Hum... – Grunhiu o loiro ao acordar. Ele abriu os olhos, Blaine estava ali. O puxou para perto e o beijou no rosto. – Acordado há muito tempo? – Perguntou com um enorme sorriso.
– Não, só o suficiente para admira-lo um pouco. – Falou e deitou-se ao seu lado, com a cabeça em seu peito.
Sam sorriu ao ouvir aquilo. Eles ficaram um tempo olhando para o teto, ouviam a respiração um do outro e pensavam.
– No que está pensando? – Perguntou Blaine ao loiro, rompendo o silêncio.
– No quanto eu te amo. – Respondeu ele sem titubear – E por que te amo tanto.
suspirou. Uma lágrima escorreu pelo canto do olho. Era comum que, com um tempo, o entusiasmo de ambas as partes de um casal com o relacionamento fosse acabando um pouco. Só que, com eles, era justamente o contrário. Seu amor parecia apenas crescer, crescer e crescer. Nunca havia tempo ruim se um estivesse ao lado do outro.
– E por que você me ama? – Perguntou o solista após mais alguns suspiros.
O bocudo sorriu, suspirou e depois virou-se. O casal ficou frente a frente, deitados de lado e olhando um para o outro.
– Por que eu te amo, Blaine Anderson? Hum... Deixa eu pensar um pouco... – Brincou e fez cara de pensativo, depois sorriu e suspirou – Porque você é o homem mais incrível do mundo. Porque quando estou contigo me sinto seguro e completo. Também porque, Blaine Anderson, você me mostrou o que era o amor incondicional e, ao seu lado, aprendi a lutar pelo que achava justo e melhor para mim, a não me esconder, a viver na luz. Aprendi com você que posso ser gay, mas não preciso ser um afetado, que é possível viver sem estereótipos. Eu te amo porque você esteve ao meu lado em todos os momentos desde então, ruins ou bons, e sempre me apoiou e deu-me a mão. Eu te amo porque você me ensinou o que era o verdadeiro amor, me ensinou a apenas amar, sem arrependimentos. Eu te amo demais, cara. – Chorava de alegria – Te amo, pois todos os dias quando acordo sinto-me como em um sonho, mas aí te vejo aqui, ao meu lado, te beijo e te toco, vejo que é real. Todos os dias sinto-me o homem mais feliz do mundo e tudo isso por tê-lo ao meu lado. Só por isso e apenas isso, eu te amo.
Blaine sorria e chorava, seus olhos brilhavam bobos e apaixonados. Ouvir essas palavras bonitas de Sam, mesmo que ouvisse todos os dias, ainda o deixava assim.
O loiro o puxou e beijou. Selou seus lábios nos de Blaine e preencheu a boca do solista com sua língua. Usou-a para explorar cada local daquela cavidade, beijou e beijou B. enquanto subia e deitava em cima dele. Beijou mais e tirou a camisa. Foi descendo com a boca pelo seu queixo, mordeu e chupou enquanto tirava o calção que dormia. Foi até o pescoço, distribuiu mordidas e beijinhos. Blaine tirou a camisa, Sam avançou em seus mamilos, chupou-os e mordeu, estavam durinhos e apontando para ele.
Blaine segurava a cabeça do marido e a guiava, fazia com que ficasse mais tempo nos locais que davam mais prazer. Depois de muito chupar e abusar dos seus mamilos, guiou a cabeça do marido para baixo. Fez com que usasse seus lábios fartos e carnudos em sua barriga, mordeu-a. Depois desceu mais, era a vez de sentir um prazer maior.
O bocudo levou sua enorme boca até a cueca do solista, mordeu seu pau por cima da roupa e melou-a com sua saliva. O loiro estava com água na boca, não esperou muito, foi ao ataque. Tirou o pau de Blaine para fora, arregaçou e tornou visível a avermelhada e suculenta cabecinha de sua pica. Levou a língua até ela e rodeou-a, deixando-a toda melada de saliva. Engoliu toda extensão do membro de Blaine, o fez bater em sua garganta e ficou indo e vindo. Chupou e sugou, sempre se lambuzando com todos os líquidos provindos de B. O gosto do pau dele foi o suficiente para que Sam endurecesse, Blaine foi ao ataque também.
deitou-se com a cabeça do outro lado. Sam estava só de cueca e, com a boca, Blaine a tirou. Cheirou-a um pouco enquanto metralhava a boquinha do marido. Ele foi e veio, meteu enquanto o loiro mantinha a boca aberta e salivando. Levou a boca até a pica de Sam, sua cabeça rosadinha estava meladinha já, ele passou a língua e limpou tudo. Começou o sexo oral sugando a cabecinha do pau de loiro, sugou e sugou, enquanto o bocudo o chupava entre um suspiro e outro. Depois desceu até as bolas, mordendo de leve todo o corpo do cacete do marido. Beijou uma e depois outra, lambuzou-as e engoliu as duas de uma vez. Brincou com as bolas de Sam, revezava entre chupões e mordidas, puxando os pelinhos do saco do loiro com os dentes, de vez em quando, para provoca-lo.
Ambos estavam exaustos, chuparam um ao outro até cansarem. Sam foi o primeiro a parar, queria outra coisa agora. Era o último dia em Vegas, queria algo diferente. Saiu da cama e foi até a bolsa, pegou algo e escondeu nas costas, sorriu para Blaine.
– Amor, o que você tem aí? – Perguntou B. meio assustado.
Ele foi aproximando-se, jogou algo para o marido. Era um dildo, parecia feito de algum metal, era um pouco frio. O loiro deitou-se de bruços, apoiando o rosto em um travesseiro, e empinou a bundinha. Os olhos de Blaine brilharam, ele entendeu o recado.
O solista avançou naquela bunda enorme e branca. Abriu-a e vislumbrou o anelzinho rosado e piscando de Sam. Meteu a língua dentro. Girou a língua e movimentou-a de todas as formas possíveis dentro do cuzinho do loiro, que gemeu e gemeu falando algumas palavras sacanas. Isso instigava B., que fodia e adentrava Sam com sua língua mais avidamente. Ele parou e subiu distribuindo mordidas pela bunda do marido, deixou-a toda marcada por seus dentes. Pegou o consolo, mostrou a Sam e fez um sinal perguntando se tudo estava o.k., ele assentiu.
Blaine o tinha em mãos, era frio, pensou na sensação que aquilo causaria dentro de Sam, deveria ser gostosa. Para provocar o bocudo, levou-o a boca e ficou brincando. Passava a língua no consolo e depois enfiava dentro da boca e o deixava molhadinho, também batia com o objeto na bunda do loiro. Fez assim por um tempo. Levou-o a boca do marido, que o chupou fazendo caras para Blaine. Em seguida, pediu para que Sam ficasse abertinho para ele, foi o que o loiro fez.
O bocudo levou as duas mãos a bunda e abriu-a, deixou o cuzinho a mostra e vulnerável para que Blaine fizesse dele o que quisesse. B pegou o dildo e começou a introduzi-lo no marido. Meteu a cabecinha do pênis metálico, o anelzinho de Sam se alargou um pouco e ele gemeu. Cuspiu em cima do consolo, a saliva escorreu e entrou no loiro, ele enfiou mais. Entrou até a metade, o loiro gemeu mais alto.
A medida que era penetrado, Sam abria mais as pernas, era um dor gostosa. Sentia o dildo metálico adentra-lo e a saliva de Blaine escorrer para dentro, era geladinho e gostoso. Ele empinou mais a bunda, faltava um pouco para que entrasse totalmente. O objeto media mais ou menos o tamanho do pau do solista, só era mais fino. Blaine foi deitando por cima dele, aproximou a boca da orelha do bocudo e a mordeu.
– Posso, amor? – Perguntou enquanto enfiava o resto do instrumento sexual dentro do marido.
– Você pode tudo. Ah... – Respondeu o loiro e suspirou em seguida – Pode até doissss.... Ah! – Disse.
Algo passou pela mente de B., seus olhos brilharam. O solista voltou beijando as costa do loiro, até chegar na bunda. Ele a mordeu e terminou o serviço, enterrou o consolo até o fim no cu de Sam. O loiro gemeu, mas B. queria mais. Ele começou a bater com sua pica na bunda de marido enquanto girava o dildo dentro dela, bateu e girou, bateu e girou. Melou toda a bunda do loiro com seu pré-gozo, depois posicionou-se por trás dele.
Blaine cuspiu de novo no cu de Sam, desenterrou o pau metálico até a metade, depois começou a meter o seu. O anelzinho do loiro já estava um pouquinho alargada, mas mesmo assim, era difícil. Sam apontou para a bolsa, Blaine foi até ela. Havia um tubo de lubrificante lá, ele o pegou. Tirou o dildo de dentro do marido, abriu-a e jogou um pouco no cuzinho de Sam. Passou mais um pouco no próprio pau e mais ainda no dildo. Respirou fundo e pediu que Sam abrisse bem a bunda com as mãos, o loiro estava deitado de costas para cima com a bundinha bem empinada. Assim que o loiro o fez, ele levou o consolo por baixo do seu pau, juntou os dois e foi.
Primeiro, meteu a comecinho do consolo, que foi adentrando junto com a cabecinha do pau de B. Sam gritou, B. parou, ambos respiravam forte. Quando o loiro deu sinal, o solista prosseguiu. Meteu, entrou a até metade, o bocudo mexeu a bunda, rebolou e rebolou, Blaine adentrou mais. A medida que o loiro mexia a bunda branca e farta, o solista penetrava o anelzinho rosado, que já estava cedendo sem resistência.
– B...Ah! Aaaah! Enfia, vai! Mete esse caralho em mim! Eu te amo, viado! – Gritava Sam entre um gemido e outro.
Aquela nova experiência enchia os dois de tesão, eles prosseguiam. Blaine continuou, metralhou o rabinho de Sam, enterrou, junto do consolo, seu pau no buraquinho dele até o fim. Ambos mexiam o quadril e gemiam juntos, o prazer mútuo era o melhor daquilo. Sentir prazer e dar prazer a quem amava era tudo que importava, era isso que eles faziam.
Após um tempo, o suor pingava da testa de Sam, o casal ofegava junto e Blaine foi perdendo forças. Mesmo assim, continuou metendo.
– Samm...y... Ah! Eu acho que vou...Ah!
Antes que Blaine terminasse, o bocudo virou-se um pouco e o puxou para um beijo, sem que o marido saísse de dentro dele. A línguas se encontraram e travaram um disputa dentro daquelas bocas, o líquido branco e viscoso escorreu entre as pernas de Sam.
– Ah...Uh...Ah! – Gemia Blaine após gozar alguns jatos de porra dentro do seu loiro.
Eles caíram, ficaram um ao lado do outro de novo e olhando para cima. Riram, nunca haviam feito nada igual a aquilo. B. rastejou pela cama e levou sua cabeça ao peito do bocudo.
– Te amo. – Disse ao loiro.
– Amo você. – Respondeu ele com um enorme sorriso.
Dormiram o resto da manhã inteira.
Quando acordaram de novo, já era tarde. Pediram o almoço, aquela era o último, o dia de voltar a NY se aproximava.
– B., eu estava pensando. – Falou o loiro enquanto comia – Para onde vamos sair hoje à tarde? É nosso último dia de lua de mel, quero que seja inesquecível. – Perguntou Sam.
– Eu também pensei sobre isso, amor. – Falou e riu, o canto da boca de Sam estava melado, ele o limpou. – Como é desastrado – Pensou – E lindo. – Sorriu — Eu vi um lugar muito bonito na internet, quero ir lá. Mas é surpresa, só verá na hora. – E piscou.
Sam fez bico, deu com os ombros.
– Tudo bem, você quem manda, pequeno polegar. – Falou e riu.
– Olha o deboche, boca de truta! – E jogou um pouco de comia nele.
– Ah, é assim? É guerra? – Revidou com mais comida e riu.
– Você quem pediu! — Blaine pegou mais comida.
Sam correu, eles começaram uma guerra de comida entre risos e pulos no quarto, pareciam duas crianças, mas duas crianças felizes.
Tomaram banho e saíram.
Blaine estava bem enigmático com relação ao lugar que iam, levou o loiro ao táxi e explicou ao motorista onde era, mas sem que Sam ouvisse. Eles partiram.
O carro parou. Blaine, que estava no banco da frente, se virou e entregou uma faixa ao bocudo.
– Coloca. – Disse.
– Mas, para que tanta surpresa? – Perguntou o loiro e riu.
– É necessário, você vai gostar. – Respondeu o solista e sorriu.
Sam fez o que lhe foi pedido. Colocou a faixa nos olhos e pegou na mão do marido, deixou que o guiasse até onde queria.
O loiro foi andando e, à medida que se aproximava de um lugar com barulho de insetos, o cheiro de campo aumentava. Sentia cheiro de rosas, margaridas e outras flores. Andou mais, até que chegou a um local mais abafado. Sentiu um pouco de calor, depois sentiu B. soltar sua mão.
– Pronto, pode tirar a faixa. – Falou o solista.
Sam o fez, olhou ao redor, era magnífico.
Estava em um local com paredes de vidros. Ao redor, inúmeros canteiros de flores cheios de abelhas e insetos coletando pólen. A frente, dos lados e por trás haviam entradas, por elas, ele viu uma imensidão de verde e o colorido de inúmeras espécies de flores. Uma lágrima escorreu pelo canto do olho.
– É lindo. – Disse enquanto olhava para o rosto do marido.
– Você, uma vez, me deu uma cama cheia de pétalas de rosas, lembra? Pois bem, agora é minha vez de retribuir. – Puxou o ar ao redor e sentiu o aroma de todas as flores dali – Te dou todas essas flores, Sam. Dou-as a você junto do meu amor. – Falou olhando no fundo dos olhos do bocudo.
A emoção que tomou conta de Sam foi enorme, ele se sentia em paz e cheio de sentimentos bons. Abriu um enorme sorriso e andou um pouco pelo local, aproximou o nariz de umas flores e as cheirou. Virou para B.
– Mais cedo, perguntou por que eu o amava. Eu respondi. Agora é sua vez. – Sorriu — Por que você me ama, Blaine Anderson?
sorriu e caminhou um pouco também, cheirou uma rosa, uma abelha pousou na ponta de seu nariz, ele levou a ponta do dedo até lá e o inseto pousou nele. Sam observou-o enquanto brincou com a natureza. Finalmente, Blaine voltou a atenção para o loiro, ele tinha um papel em mãos agora.
– Por que eu te amo? Deixe-me me ver... – Fez cara de pensativo, Sam riu — Eu te amo porque você me acha bonito, mesmo sem maquiagem alguma, de cara limpa! – Falou e riu, o loiro o observava – Você ri de qualquer piada minha, mesmo das mais chatas e absurdas. – Foi aproximando-se com um enorme sorriso – Eu sempre soube, lá no fundo, que você me queria, isso desde o começo, Sam. Antes de eu conhece-lo, as coisas estavam boas, eu tinha o Kurt. Então me perdi, elas começaram a pesar. Você me trouxe de volta a vida, me mostrou o amor. – Estavam frente a frente, Blaine tomou a mão de Sam para si, pareciam querer dançar uma valsa. Aproximou a boca do ouvido dele – Agora, todos os fevereiros nós comemoraremos o Valentine’s Day juntos. – Disse e o beijou, depois soltou. – Venha, vamos percorrer todos os caminhos essa noite! – Falou enquanto corria dando voltas naquele lugar, o loiro ria e chorava – Sem arrependimentos, apenas amor, sim? – Perguntou sorrindo – Nós podemos dançar, dançar e dançar! Dançar até a morte, mas eu e você seremos jovens para sempre. Nosso amor nos eternizará. – Aproximou-se – Eu te amo, Sam Evans, porque você faz eu me sentir como se estivesse vivendo um sonho. O mais lindo, romântico e perfeito sonho adolescente! – O beijou, mordeu seu lábio – Veja – Pegou a mão do loiro e levou ao seu pau, estava duro e Sam o apertou. Ambos riram – A forma como me excita é inexplicável, às vezes, mal consigo dormir. Meu coração bateu mais forte desde a primeira vez que percebi que te amava. Bastou um toque de amor seu para eu perceber que era real e que minha vida jamais seria a mesma dali em diante. – Disse com os olhos lacrimejando. Olhou para uma saída, pegou forte na mão do loiro – Vamos aproveitar a chance que temos hoje, vamos amar e nos perder em nosso amor sem olhar para trás, venha!
Segurando na mão do marido, correu. Blaine e Sam correram, correram e correram. Fizeram até ficarem exaustos e cair na grama, um ao lado do outro. B. rolou e ficou por cima do loiro, sentou-se em seu colo e olhou bem no fundo dos seus olhos.
O bocudo esperou por algo louco, talvez sexo ali mesmo, ao ar livre e na grama. Mas não foi nada disso, Blaine apenas cantou.
We drove to Cali
And got drunk on the beach
Got a motel and
Built a fort out of sheets
I finally found you
My missing puzzle piece
I'm complete
Let's go all the way tonight
No regrets, just love
We can dance, until we die
You and I, will be young forever
You make me feel
Like I'm livin' a
Teenage dream
The way you turn me on
I can't sleep
Let's run away and
Don't ever look back
Don't ever look back
My heart stops
When you look at me
Just one touch
Now, baby, I believe
This is real
So take a chance and
Don't ever look back
Don't ever look back
I'm a get your heart racing
In my skin-tight jeans
Be your teenage dream tonight
Let you put your hands on me
In my skin-tight jeans
Be your teenage dream tonight
You
You make me feel
Like I'm livin' a
Teenage dream
The way you turn me on
I can't sleep
Let's run away and
Don't ever look back
Don't ever look back
No
My heart stops
When you look at me
Just one touch
Now, baby, I believe
This is real
So take a chance and
Don't ever look back
Don't ever look back
I'm a get your heart racing
In my skin-tight jeans
Be your teenage dream tonight
Let you put your hands on me
In my skin-tight jeans
Be your teenage dream tonight
Olhando bem no fundo dos olhos de Sam, e com lágrimas de alegria caindo sobre o rosto do marido, ele o beijou.
– Eu te amo. Amanhã, voltaremos a Nova Iorque, e eu prometo Sam, prometo continuar sendo tudo que sou e te fazer o cara mais feliz da face da terra!
– Você já faz isso, bobo. – Falou com um enorme sorriso. – E sem se esforçar muito, apenas sendo você e me amando. – O beijou no nariz.
Eles sentaram-se um ao lado do outro. Sam escorou a cabeça sobre o ombro de B.
– Toma – Blaine entregou um papel a ele, o mesmo que tinha na estufa.
O bocudo pegou, mas pareceu não entender bem.
– Um formulário? – Era o que parecia.
Blaine sorriu.
– É a ficha da clínica de reprodução. – Ele pegou a carteira e tirou outro papel. Era uma ficha preenchida com os dados dele – Como aquelas abelhas e insetos polimerizaram aquelas flores hoje, Sam, e as farão procriar, eu também quero povoar esse mundo. – Levantou-se e puxou o loiro, segurou em suas duas mãos e olhou bem nos seus olhos – Liguei para Tina e falei com ela esses dias, concordou em ser nossa barriga. Fiz minha ficha na clínica, agora é sua vez. – Disse e sorriu – Eu vou povoar esse mundo, Sam, e ao seu lado. – Disse com um sorriso bobo e doce, parecia até um adolescente.
O loiro não sabia o que fazer, estava emocionado. Não imaginava que Blaine fosse fazer isso, essa surpresa. O puxou e abraçou forte, chorou.
– Vamos ser pai, não era o que queria? – Cheirou seus cabelos e deu um suspirou apaixonado – Sei que pode ser cedo, mas eu não queria esperar, Sam. Aprendi, ao seu lado, que não se pode deixar a felicidade passar. Há oportunidades que surgem apenas uma vez na vida. – Disse com os olhos brilhando – Eu te amo, isso é inegável. Assim como nossa ligação forte e especial também é. – O beijou.
Beijou aquelas lábios carnudos e sedosos com amor. Beijou um beijo apaixonado e molhado. Beijou até cessarem o fôlego
– Sem arrependimentos, apenas amor. – Sussurrou o bocudo no ouvido do marido.
– No regrets, just love – Sussurrou Blaine também, só que de forma cantada. – Meu único e verdadeiro sonho adolescente. – Disse o beijou de novo.
Eles olharam para cima, o sol estava se pondo. Precisavam voltar e arrumar as coisas, partiriam bem cedo no outro dia. Partiriam para viver uma vida cheia de alegrias. O destino, com certeza, havia os reservado coisas magníficas para viverem um com o outro após tantas provações. Eles viveriam e morreriam juntos. Amando sem arrependimentos.
Correram, era hora de partir. Partir para viver seu eterno sonho adolescente.
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