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9 3.09 - Novo Tempo


Notas iniciais
Tina busca aliados, enquanto Sam e Blaine estão cada vez melhores, e mais quentes...

– Você não pode estar falando sério, Tina! – Esbravejou Santana – Você não pode insistir com isso, esqueça o Blaine. Ele está com o Sam. – Dizia a garota que estava pretérita com o que ouvia.

Tina estava sentada em um sofá, no apartamento em que Puck morava com Santie. A asiática tinha as mãos na cabeça enquanto a amiga falava. Ela parecia não ouvir, só pensar em tudo que estava prestes a acontecer.

– Tina, você já errou uma vez... E quase perdeu o seu melhor amigo. Não pode fazer essa loucura de novo. Ainda mais agora que ele vai casar!

– Você não entende, Santana... – A garota levantou a cabeça – Sabe o que é amar alguém e não poder tê-lo? É muito doloroso. Eu nunca senti por ninguém o que sinto pelo B. Eu tento lutar contra, mais não dá.

Santana olhou para o lado e lembrou-se. Fechou os olhos e respirou fundo. Depois voltou a si.

– Sim, Tina. Eu sei como se sente. Porém, no meu caso foi pior. Ela morreu. – Disse com os lábios trêmulos. Parecia se emocionar.

– Desculpa... Eu não queria te fazer lembrar-se disso.

– Tudo bem. Vamos nos esquecer disso. – Santana foi até a amiga e sentou ao seu lado. – Escuta o que digo, isso é loucura. Você só vai se machucar.

– Já entendi que não quer me ajudar. – Tina levantou-se – Eu só vim aqui mesmo porque é minha amiga. De certa forma, nos ajudamos muito nos últimos tempos, não? Pensei que podíamos repetir o ato. – Falou meio aborrecida.

– A questão não é essa, Tina. Não é que eu não queira te ajudar, eu não posso.

– Não faz mal, esqueça isso. Você só poderia não contar a ninguém que ainda amo o B. e quero conquista-lo? – Perguntou a garota.

– Claro. Você é adulta, sabe o que faz. Não vou me meter.

– Então vou indo. – Ela se dirigiu até a porta.

– Cuidado, só o que peço.

Tina olhou para amiga, sorrio com o canto da boca e saiu. Santana voltou aos seus afazeres. A noite, Puck chegou do trabalho. Ele entrou e beijou a namorada.

Santana estava deitada na cama pensativa. Seus olhos e narinas estavam um pouco avermelhados, parecia ter chorado.

– Você está bem, amor? – Perguntou ele ao ver o estado de Santie. – Parece triste...

– Sim, um pouco. Mas não é nada de especial. – Ela o beijou – Não se preocupe com isso. Vamos jantar?

Eles foram. Depois deitaram. Puck primeiro, depois a latina, que deitou e dormiu no peito do namorado. Pela manhã, ao acordar, ela teve um ataque de choro. Puck acordou com aquilo, ela o abraçou forte.

– Tudo bem, amor? – O rapaz sentiu que ela estava gelada.

– Sim, foi só um pesadelo. – Respondeu Santie.

– Com o quê?

Ela respirou fundo, sentou-se na cama. Puck a observou enquanto isso. Depois se levantou e pensou um pouco.

– Eu olhei para o passado. Sabe... Você já sentiu como se toda a sua felicidade não fosse real? Como se tivesse vivendo uma vida que não é sua? Às vezes, eu olho para o passado e me pergunto quem eu sou e se estou fazendo realmente as escolhas certas.

– Tipo o quê?

– Tipo a NYADA. – Santana voltou a sentar na cama- Eu nunca quis isso. Só queria um emprego e... Puft! Chega essa vaga em uma das maiores academias de arte para mim. Só que... – Santana parou.

– Só que...? Pode falar, amor. Eu também tenho que estar contigo nos momentos difíceis. Afinal, eu vivo com você não só para compartilhar de suas alegrias. – O rapaz aproximou-se a abraçou – Você sempre parece tão forte e blindada aos sentimentos... É bom te ver vulnerável as vezes. Diga-me o que te incomoda.

– Eu me sinto uma Rachel Berry, não a Santana Lopez. Isso que me incomoda. – Disse ela.

– Então, o que quer?

– Eu ainda não sei, Puck. Mas pretendo descobrir. Aí poderei responder isso a você e a mim. – Concluiu ela e depois voltou a abraçar o namorado.

No apartamento de Blaine e Sam, era hora do almoço. Os dois já viviam juntos em Nova Iorque há alguns dias. Tudo se passava bem desde então. Exceto pelo fato dos pais do loiro realmente nunca mais terem feito contato. Eles sempre visitavam Rachel. O casal a adorava e babavam com a barriga da amiga, que crescia cada vez mais. Sonhavam com a sua vez de terem uma família.

O solista estava pondo a mesa do almoço quando o noivo chegou. Sam, que ultimamente andava triste por causa dos pais, apareceu com um sorriso radiante.

– O que houve? – Perguntou B., sorrindo ao ver a alegria de seu amor.

– Eu consegui! – Exclamou e correu, depois abraçou o noivo – Eu consegui um emprego!

– Que ótimo, amor! – Disse o solista, que abraçou forte o loiro – Você merece.

– Agora podemos casar, já posso te bancar! – Brincou o loiro e os dois riram.

– É uma pena que eu não pretenda depender de ninguém. – Respondeu o solista. – Mas valeu a intenção. – E riu. – Vai trabalhar com o quê?

– Em uma loja de instrumentos. – Disse ele, radiante em felicidade — E o melhor, poderei tocar violão de vez em quando e aprender coisas novas.

– Fico feliz de verdade, Sammy. – B. o beijou no rosto – Agora acho que deveria almoçar, afinal, empregado ou não, você precisa comer... Tem se alimentado mal ultimamente. – Disse o moreno.

– É, acho que ainda pelos problemas com meus pais. Não tenho muito apetite. – Falou o bocudo, que se entristeceu um pouco ao lembrar daquilo – Mas hoje é um dia especial, vamos comemorar! – Disse.

– Opa! Então vamos. – Blaine disse aos risos e eles foram à mesa.

Começaram a comer, Sam não parava. Parecia que estava tirando o atraso dos dias anteriores.

– Calma, garotão. Assim vai passar mal. – Disse Blaine.

– Idiota, eu estou com fome. – Falou o bocudo enquanto comia. Blaine riu.

– Eu estava pensando em chamar a Tina para ser minha madrinha e deixar a Marley e o Ryder como seus, o que acha? – Perguntou B.

Sam fez uma pausa. Blaine viu que ele não aceitou bem aquilo.

– Você não gosta dela, não é? – Perguntou ao loiro.

– Você sabe bem o porquê... Não confio nela. Acho que madrinha de casamento é uma espécie de “cargo de alta confiança”.

– Tudo bem, podemos conversar sobre isso mais tarde. Não quero estragar seu dia. – Ele puxou o loiro e beijou – A noite quero você, tudo bem? – E riu. – Não tem comparecido muito...

– Olha! Cala a boca, viado! – Os dois riram – Hoje à noite prometo uma surpresa.

– Vou esperar... – B. piscou.

– Quando chegar da aula, me terá só para ti. Prometo. – Sam piscou de volta.

Com o tempo que se passou desde que o casal de noivos chegou, as aulas na NYADA já haviam voltado. Sendo assim, Blaine, Tina, Rachel e Santana também voltavam a se relacionar mais. Desde que Sam veio com B. a NY, os laços entre os dois e Rachel se fortificaram cada vez mais. A garota ajudou muito os dois a voltaram, a Blaine seguir seu coração. O bocudo sentia-se em dívida com ela, o solista a sentia como uma verdadeira amiga.

Na faculdade, B. caminhava para sua primeira aula quando encontrou uma velha amiga no corredor.

– Tina! – Exclamou e correu para o abraço.

– Calma, B.! – Disse a garota rindo, sufocada.

– Eu estava com saudades. Esse período a gente não pegou nem uma aula juntos ainda. – Explicou o rapaz e sorriu.

– Eu também senti muito sua falta. Mas sei que estava matando as saudades com seu namorado... – Disse a asiática de forma um pouco sarcástica.

– Noivo. – Corrigiu Blaine meio sem jeito. – Tina, para. Eu te adoro... Sei que não gosta muito de eu estar com o Sam e sei o porquê também.

– Só por causa do lance com o Finn, B. Mais nada. Ele não presta...

– Isso não importa. Vou casar com ele. Quero que sejamos amigos. Você é minha melhor amiga. Almoça conosco depois de amanhã? Quero te contar algo.

– Claro. Almoço sim. – Respondeu Tina, que sentiu vontade de negar o pedido, mas não conseguiu. – Vai ser bem legal. – Mentiu.

– Ótimo! Vai ter uma surpresa. – Ele a beijou de supetão na bochecha e correu – Tenho que ir! Estou em cima da hora. Beijão!

Ela também foi. E pensou melhor. Talvez o almoço na casa de Blaine fosse à chance que ela precisasse. Só que também precisaria de ajuda e Santana não iria ajudar. Pegou o telefone e ligou para um velho amigo.

Ela foi até fora da NYADA e o esperou na calçada.

– Artie, que bom que veio! – Disse e foi logo se aproximando.

– Também estava com saudades. Você e eu só nos falamos por telefone, Skype e tal... Pensei que pudéssemos nos ver mais até.

– Claro, claro que podemos! – Disse ela de forma alegre, mas não muito interessada – Só que antes, preciso de sua ajuda.

– Ajudarei com todo prazer. – O cadeirante se encheu de alegria – Do que se trata?

Tina olhou para um lado e outro, depois pegou a cadeira e conduziu o amigo até um local um pouco mais distante, onde não havia ninguém por perto, apenas um banco. Ela posicionou Artie ao lado dele e sentou-se em seguida.

– Quero que me ajude a conquistar o Blaine. Preciso tentar mais uma vez. – Explicou

– Tina... Eu sinto dizer, mas... O Blaine é gay. – Disse Artie um pouco sem jeito.

– Sério? Sabe que nunca percebi. – Falou a asiática de forma grossa e se levantou – Por que ninguém quer me ajudar?! – Esbravejou — Ele é gay, mas pode ser corrigido. Vai me ajudar ou não? – Questionou.

Artie a olhou, incrédulo no que ouvia. Não podia acreditar que sua amiga do Glee Club pudesse falar algo daquele tipo. Ele respirou fundo para poder responder.

– Eu não vou te ajudar, não com isso. – E movimentou a cadeira. – Sabe, eu sei que vai se dar mal. Quando isso acontecer, venha me procurar. Aí sim eu poderei te ajudar. – E se foi. Percebeu que fez bem em voltar para perto dos amigos, perto de Tina. E lembrou-se do que o fez voltar. Pena que Tina não podia saber.

Tina levantou-se do banco e saiu cuspindo brasa. Ela parecia cega e determinada. Até que um braço, de alguém que estava atrás de uma árvore, a puxou.

– Hey! Idiota! – Disse.

– Calma, lindinha. Eu só quero conversar. – Disse Brody – Eu vi seu papo com o Artie. Acho que posso tentar te ajudar. Vamos tomar um café?

Eles foram, lá o rapaz explicou tudo a Tina.

– Então você me ajuda e em troca eu te aproximo da Rachel, é isso? – Perguntou.

– Exatamente. – Ele anuiu com a cabeça – Há um tempo queria te convencer a ajudar-me com isso. Vi agora a oportunidade. Ajudo-te e em troca você me aproxima dela. Só que sem trapaças, quero conquista-la.

– Ótimo. – Falou Tina sorridente. – Você me consegue uma encomenda, pode ser? – Ela tirou um papel do bolso e o entregou – Não faço ideia de como conseguir esse produto. Acho que tem que ser alguém com muitos contatos...

Brody pegou o papel e leu. Franziu a testa e olhou para a garota.

– Mas o que quer com isso? Tina...

– Shiu! – Exclamou – Confia em mim. Faz o que peço e te ajudo, topa?

– Claro. – Ele sorriu para ela – Negócio fechado. – Depois apertou sua mão.

Blaine voltou para casa depois da aula. Resolveu passar em uma lojinha de doces antes, queria fazer uma surpresa a Sam, e comprou um caixa de bombons. Durante o caminho de volta, ele foi pensando em como seria o seu casamento. Queria algo especial, algo que fosse inesquecível para ele e seu bocudo. Contudo, sem os pais de Sam, ele não sabia se isso seria possível. Pensou em uma forma de ajudar o noivo e uma pessoa veio a sua cabeça. Decidiu que procuraria por ela. Mas não hoje, já que já estava anoitecendo e ele precisava ir para casa, para os braços do seu loiro. Mas antes ainda passou em uma loja e comprou um espumante, lembrando-se de outras vezes que tomou algo do tipo com o loiro.

Chegou com algumas sacolas em casa, guardou a bebida na geladeira e depois foi ao quarto, procurando o loiro. Entrou e não o encontrou, depois virou-se, para voltar a sala, e ele estava lá, na porta do quarto, olhando-o e sorrindo.

– Procurando alguém? – Perguntou o bocudo, fazendo graça.

– Talvez... – Respondeu B. – E talvez também querendo presentear alguém com isso. – E mostrou a caixa de bombons.

– Nossa! – Ele sorriu e se aproximou – Assim vou ficar gordo. – E pegou a caixa e a abriu em seguida.

– Acho que não seria ruim... Está muito malhado. Talvez sejam bons alguns por centos de gordura nesse corpo. – Brincou B.

Sam sorriu e depois pegou um chocolate. Mordeu, fazendo um croc e lambendo os lábios, depois os mordeu e olhou para o noivo. O loiro piscou e ofereceu uma mordida a B. O solista riu, Sammy o chamou com o dedo e mordeu de novo o chocolate, comendo-o todo. Pegou outro e abriu, comeu metade e lambuzou-se todo. B. não resistiu e se aproximou.

Blaine foi até Sam e segurou sua cintura, depois o beijou e limpou seus lábios sujos de chocolate. Eles riram ao final. O bocudo levou a metade que sobrava do chocolate à boca de B. e ele comeu, mordendo o dedo de Sam.

O loiro beijou Blaine novamente, dessa vez provando dos lábios do solista, chupando-os cada vez que as línguas cessavam. Depois o soltou.

– Quero cantar para você, já que sempre canta para mim. – Disse Sam.

– Eu adoraria. Já estou com saudades de sua voz mesmo. – Falou o solista e sorriu.

Sam piscou, estalou os dedos e começou.

Feel a surge coming over me

I feel it all around my thighs

And chills going up my legs

This is the worst coming out of me

When I can't tell, feel like I could die

And it sends chills up my spine

You're sexy sexy

I got things I want to do to you

Make me, make me

Make my tongue just go do-do-do

Flex it, flex it

Flex your muscles, and through the roof

Arrest it rest it, cause you're a criminal

I been laying in this bed all night long

Don't you think it's time to get it on?

But we gotta get it right, we can't get it wrong

Don't you want to feel this fire before it's gone?

I feel the thirst pouring out of me

The things that I wanna try

That echoes in my head

This is the first time I get to see

Things I've never seen in my life

You make flowers grow under my bed

You're sexy sexy

I got things I want to do to you

Make me make me

Make my tongue just go do-do-do

Flex it, flex it

Flex your muscles, and through the roof

Arrest it rest it, cause you're a criminal

I been laying in this bed all night long

Don't you think it's time to get it on?

But we gotta get it right, we can't get it wrong

Don't you want to feel this fire before it's gone?

For so long when you were gone

Ran right back home when I'm in your arms

You played my strings like my guitar

When I look in your eyes I see all the stars

Would you believe

I'm dancing in the mirror

I feel like I got no panties on

I wish that I could feel you

So hurry, hang up that damn phone

I been laying in this bed all night long

Don't you think it's time to get it on?

But we gotta get it right, we can't get it wrong

Don't you want to feel this fire before it's gone?

I want it I want it, make it last forever

What you want all day

Just as long as it's you and I together, babe, don't make me wait

O loiro começou a performance no quarto, dançando e cantando, até se aproximar de B. e cantar um pouco ao seu ouvido. Depois colou o corpo no do noivo, por trás, e seguiu dançando com ele e cantando até chegarem à sala. Nesse ambiente, Sam subiu no sofá e continuou dançando e cantando, rebolando. Blaine olhava e ria. O loiro pulou e desceu, pegou a mão do namorado e seguiu a cozinha, abriu a geladeira e pegou o espumante. Abriu a garrafa e a estourou, pegou um taça e serviu o noivo. Blaine bebia enquanto Sam cantava. Ele dançava sensualmente, rebolando e deslizando a mão pelo corpo. Até que finalizou a música. Blaine bateu palmas ao fim, depois serviu o bocudo.

– Um brinde a nós! — Disse B. e bebeu outro gole na garrafa mesmo. Depois foi a vez de Sam, que dispensou a taça.

Após beber, o loiro colocou a garrafa em cima de uma bancada e puxou B., beijando-o. Foi levando Blaine até a mesa. Ao encostar nela, o solista arrastou o braço por cima, levando tudo que tinha sobre ela ao chão. Os dois riram. Blaine sentou-se à mesa.

O solista estava sentando com a pernas abertas abraçando a cintura do loiro, que o beijava sem parar. Sam segurava os cabelos de B. e os puxava de leve, enquanto chupava a língua do noivo. Blaine decidiu que queria mais, então tirou a camisa e guiou os lábios do loiro até seus mamilos.

O bocudo apenas levou a boca até lá e chupou. Mordiscou, chupou e passou a língua ao redor. Seguiu assim em um, depois em outro. Subiu e desceu, revezando os mamilos com o pescoço.

Depois, com a mão, Blaine guiou a cabeça de Sam até mais em baixo. O loiro desceu com a boca, indo até a barriga, onde mordeu arrancando um suspiro de B. Em seguida, pousou a cabeça sobre o volume entre as pernas do noivo e cheirou. Blaine segurou a cabeça dele lá e começou a pressionar, esfregando-a em seu pau por dentro das calças que já começava a endurecer.

Sam mordeu o volume, depois levantou e desabotoou a calça do noivo. Tirou a camisa e virou-se para Blaine. O solista levantou-se e abaixou a roupa de baixo do bocudo. Encostou-se nele, o encoxando por trás e cheirou sua nuca, arrancando um gemido abafado do loiro. Mordiscou lá, só para provocar, depois pegou Sam e o jogou em cima da mesa onde estava antes.

Blaine ajoelhou-se na borda da mesa e começou a morder a coxa peluda do loiro. Seus pelos eram claros e aparados e sua pele tinha um cheiro não muito forte de hidratante misturado a suor. Ele enlouqueceu e começou a morder e beijar, subindo até chegar ao pau do bocudo. Seu cacete estava duro e pulsante dentro da cueca, B. subiu mais e puxou a cueca do noivo com os dentes, em seguida tirou-a e jogou.

Abocanhou o pau do loiro e começou a chupar, indo e voltando, enquanto o bocudo acariciava seus cabelos e gemia mordendo os lábios.

– Chupa, B.! Vai! Ah! Que deli...cia... Ah! – Dizia o loiro entre uma mamada e outro do noivo.

Blaine continuava, chupando e chupando, depois sugava só a cabecinha rosa do pau do loiro. Descia lambendo o cacete dele até chegar às bolas, onde ficava brincando com a linguinha e puxando o saco com os dentes. Subiu de novo e mamou, mamou e mamou. Até que Sam pediu que parasse.

O bocudo se ajeitou na posição de frango, abrindo as pernas e guiando a cabeça do solista até seu anelzinho que piscava róseo, o que encheria a boca de qualquer um de água, inclusive a de Blaine.

B. mordeu os lábios com a visão, em seguida, começou a agir. Levou a linguinha até a abertura e passou de leve lá, apenas brincando com o loiro. Ele arfava e seu cuzinho piscava. Vez ou outra, B. enfiava a pontinha da língua e deixava lá, para que ele a prendesse com os espasmos. Sam levou a mão ao seu pau e começou movimentos de vai e vem, enquanto isso o solista passava a linguinha no cuzinho dele, apenas rodeando.

Após um tempo, o loiro estava bem excitado e, se possível fosse dizer, molhado. B. levou então um dedinho até a abertura de Sam, enfiou só o comecinho e esperou que o loiro apertasse-o com seu cuzinho. O bocudo gemeu, B. penetrou mais, e mais. Sam mordia os lábios e contraia a musculatura do local, brincando com o dedinho de B.

Blaine continuou enfiando, até que o dedo estava todo dentro de Sam. O solista olhava para o noivo com uma cara safada, Sam o respondia por meio de gemidos. O loiro, que estava deitado na mesa da cozinha, decidiu brincar um pouco e foi levantando-se com o dedo do noivo dentro de si. Até que ficou sentado em cima do dedo de B., que apontava para cima. O moreno riu da situação, enquanto Sam começou a rebolar ali como se fosse um pau. Blaine foi se aproximando e começou um beijo, molhado e cheio de luxúria. O loiro continuava com o dedo dentro de si.

Sam voltou a deitar, dessa vez voltando as costas para Blaine. O solista foi deitando por cima do noivo, perna sobre perna, coxa sobre coxa e seu membro roçando a bundinha já atiçado do loiro. B. começou a esfregar o pau no cuzinho de Sammy, que rebolava comedidamente para aumentar o desejo e provocar o noivo.

O loiro então se virou e puxou Blaine para perto dele, beijou-o e mordeu seu lábio inferior. Em seguida, foi ao seu ouvido e sussurrou.

– Vem cá e me fode, vem?

O solista enlouqueceu. Desceu da mesa e pegou o noivo nos braços, depois o levou ao quarto e o jogou na cama. Virou-o de costas novamente e chupou dois dedos, enfiando-os em seguida no cuzinho do loiro.

– Ah! – Sam arfou.

– Hoje você vai ser meu, Sammy. E não tem que achar ruim. – Falou o solista, que tinha um sorriso safado expresso na boca, ao seu noivo.

– Eu sempre serei só seu. Entenda isso... Ah! – Disse loiro, ainda sendo penetrado.

Blaine tirou os dedos, deitou Sam de costas para ele e levou as mãos às nádegas do loiro, abrindo-as. Cuspiu e levou a cabeça do seu pau em seguida. Enfio-a, o loiro gemeu. Foi adentrando aquele cuzinho róseo e quente, a cada centímetro ele constatava o prazer do bocudo por meio de gemidos, caras e bocas.

Continuou adentrando o cuzinho do loiro, centímetro a centímetro, até que seu pau estava dentro por completo. Textura, calor e os espasmos do cuzinho de Sam deixaram Blaine doido, ele começou a fazer movimentos de vai e vem, metralhando aquele cuzinho que era enormemente gostoso. Ele meteu, meteu e meteu. Até que decidiu fazer algo diferente.

Blaine saiu de dentro do noivo e o colocou na posição de frango. Voltou a meter, fodendo o cuzinho de Sam sem piedade. Ele fez sinal para que o noivo fosse levantando, então o bocudo levou as mãos aos ombros de B. e foi levantando e sentando em seu colo. O solista, que estava posicionado bem próximo ao fim da cama, segurou o noivo com força e saiu, o levando da cama.

Sam foi levado por Blaine, que o encostou a parede. O loiro ficou com as costas na parede do quarto e com o noivo a sua frente, segurando-o com seu pau dentro dele. Blaine voltou a metralhar o cuzinho de Sam, segurando-o forte e metendo. Eles ficaram nisso por alguns minutos, suados e cansados, até que B. gozou.

O solista saiu de dentro do noivo e o levou a cama de novo. Depois beijou-o na testa suada.

– Acho que dessa vez você se superou. – Brincou Blaine e riu.

– Não, acho que você que se superou. – Sam riu também – Onde aprendeu esse negócio da parede?

– Depois te digo... – B. sorriu – E também te ensino mais coisas, topa?

– Claro! – Falou o loiro e gargalhou, depois beijou o noivo – Eu te amo. Esse novo tempo ao seu lado está sendo fantástico. Não quero que acabe nunca.

– Não vai, eu prometo. – Disso B. e beijou o noivo na boca – Eu também te amo. Você é tudo para mim, Sam. Obrigado por estar aqui comigo. – E sorriu.

– Eu que agradeço, seu viado. – Falou o loiro e suspirou – Você me faz o homem mais feliz do mundo. Eu te amo, cara! – Os dois riram então.

Os dois se abraçaram. Em seguida, Sam aninhou-se nos braços do solista e ambos dormiram exaustos e certos de que daí para frente seriam muito felizes e que esse novo tempo seria cheio de novas experiências e alegria. Mas Tina estava disposta a fazer sua última tentativa, e logo... Blaine e Sam mal desconfiavam disso.

Notas finais
Músicas: Get it Right - Miley Cyrus Vai mais um aí, pessoal! Espero que gostem e comentem. Desculpem a demora e até o próximo!