Destinos Ligados
3 3.03 - Unindo Forças
Notas iniciais
O silêncio tomou conta do clube de coral. Todos se olharam por um instante, pois ver Kitty e Bree duelando, mesmo que por meio de música, poderia significar que alguém saísse machucado dali. Mr. Shue foi o primeiro a se pronunciar.
– Bem... A ideia não é ruim, Bree. Você aceita, Kitty? – Perguntou.
– Mas é claro. – Respondeu ela com um sorriso no canto da boca – Eu vou acabar com essa vadia. – Disse encarando a inimiga.
– Digamos que você também poder se dar mal, meu benzinho. – Falou Bree com provocação na voz – Quem sabe você não é detonada aqui e por mim? Seria uma honra, pode ter certeza. – Havia hostilidade em seu olhar.
– Não quero ninguém acabado, muito menos detonado por aqui! – Esbravejou Mr. Shue – Escutem bem, se houver qualquer agressão física, eu expulso a Kitty e vou banir a Bree de vez daqui. Estamos entendidos? – Perguntou o professor às duas. Elas ficaram emburradas, mas assentiram. – Perfeito. Blaine irá julgá-las. Agora, se preparem, pois o show está prestes a começar!
As duas se posicionaram a frente de todos. Todos os integrantes do coral a observavam com apreensão. Alguns balançavam a cabeça, enquanto outros tinham medo no olhar. Blaine, que estava ali a convite de Will, observava no intuito de buscar algo ali que pudesse ser aproveitado nas Nacionais. Mr. Shue fez sinal, elas começaram.
Kitty e Bree:
You wanna?
You wanna?
Bree:
You wanna hot body?
You wanna Bugatti?
You wanna Maserati?
You betta work, bitch?
Kitty:
You wanna Lamborghini?
Sip Martinis?
Look hot in a bikini?
You betta work, bitch
Bree:
You wanna live fancy?
Live in a big mansion?
Party in France?
You betta work, bitch
Kitty e Bree:
You better work, bitch
You better work, bitch
You better work, bitch
Now get to work, bitch
Ah, ah
Now get to work, bitch
Ah, ah
Kitty:
Bring it on
Ring the alarm
Don't stop now
Just be the champion
Work it hard
Like it's your profession
Watch out now
'Cause here it comes
Here comes the smasher
Here comes the master
Here comes the big beat
Big beat to blast ya
No time to quit now
Just time to get it now
Pick up what I'm puttin' down
Pick up what I'm puttin' down
Bree:
You wanna hot body?
You wanna Bugatti?
You wanna Maserati?
You betta work, bitch
Kitty:
You wanna Lamborghini?
Sip Martinis?
Look hot in a bikini?
You betta work, bitch
Bree:
You wanna live fancy?
Live in a big mansion?
Party in France?
You betta work, bitch
Kitty e Bree:
You better work, bitch
You better work, bitch
You better work, bitch
Now get to work, bitch
Ah, ah
Now get to work, bitch
Ah, ah
Bree:
Break it up
Break it down
See me comin’
You can hear my sound
Tell somebody in your town
Spread the word
Spread the word
Go call the police
Go call the governor
I bring the trouble
Don’t mean to trouble ya
I make it bubble up
Call me the bubbler
I am the bad bitch
The bitch that you lovin’ up
Kitty e Bree:
Hold your head high
Fingers to the sky
They gon’ try and try ya
But they can’t deny ya
Keep it moving higher and higher
Keep it moving higher and higher
So hold your head high
Fingers to the sky
Now they don’t believe ya
But they gonna need ya
Keep it moving higher and higher
Keep it moving higher and higher
And higher
Work, work, work
Work, work, work
Work, work, (work), work
Work, (work), work, work (work)
Work, work, (work), work
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Work it out, (work it out) work it out
Bree:
You better work, bitch
Kitty:
You better work, bitch
As palmas ecoavam tão fortes pela sala que até pareciam vir de fora. Ao final, as duas estavam extremamente casadas e ofegantes. Elas haviam dado duro na performance. Kitty para poder derrotar a líder, Bree para poder entrar no Glee. Durante o show, elas dançaram, cantaram, pularam e, por momentos, se enfrentaram. Parecia que queriam meter as unhas uma na cara da outra. Mr. Shue quase pensou em intervir, mas Blaine fez sinal, pedindo-o para deixar continuar.
Quando as palmas cessaram, o professor as olhou e sorriu.
– Então, Blaine, temos uma vencedora? – Perguntou.
– Uma?! Não mesmo! Seria injusto algo assim. – Disse enquanto se levantava da cadeira – Temos duas! — Exclamou alegre – Vocês são incríveis juntas! Não há como não pensar em um dueto só para vocês nas Nacionais. – Todos se calaram. Kitty queria fulminar Blaine. Bree tinha um risinho no canto da boca indicando vitória – Mas é claro... Tem algo que ainda me intriga. – Blaine não era idiota, sabia que tinha motivos para a loira não gostar da líder de torcida. Bree não era nada confiável – Por que quer entrar no Glee, Bree? – Questionou-a.
Bree suspirou. Então caminhou e sentou-se em cima do piano. Kitty odiou aquilo. Além de tudo, ela ainda tinha tamanha marra e ousadia. Marley apareceu por trás e pousou a mão no ombro da loira. Má sorriu e Kitty baixou um pouco a guarda. Todos focaram em Bree, todos queriam a resposta da pergunta que Blaine fez.
– Bem, vocês têm realmente motivos para não confiar em mim, eu não os julgo. – Disse a garota – Mas o fato é que, depois que eu falhei, a Treinadora Sylvester veio atrás de mim. Ela me pediu para entrar em um novo plano. – Continuou a moça. Todos a olhavam com curiosidade, mas também havia apreensão. Esse era um momento crucial no diálogo – Só que eu me neguei a participar. – Falou Bree e engoliu em seco. Parecia lembrar-se de algo – Ela então me expulsou das líderes. Não tenho mais ninguém. E, depois de dançar, cantar é o que mais gosto. Sei que vocês precisam de mim. – Explicou.
A maioria parecia satisfeita com o discurso da morena, exceto Jake e Kitty. Eles se olharam. O Puckerman foi à frente.
– Isso não basta. Você só explicou aí que foi expulsa das líderes de torcida e que gosta de cantar. Poderia muito bem cantar em outro lugar. Por que o Glee? – Jake não estava satisfeito.
– Será que eu preciso mesmo responder, Jake? – Bree rebateu com outra pergunta. Em seus olhos havia lágrimas – Acho que é esperto o suficiente para adivinhar. Não, Puckerman? – Ela desceu do piano – Então, estou dentro? – Perguntou.
– Por mim, sim. – Disse Blaine – Tenho planos para você e Kitty.
– Sendo assim, bem-vinda ao New Directions, Bree! – Disse Will e todos bateram palmas – Bem-vindo também, Jake. Espero que se comporte dessa vez. – Disse o professor que quase ia esquecendo que Kitty pediu para que aceitassem o amigo de volta.
Bree saiu. Ela conseguiu entrar no Glee. Parecia feliz. Pois, além de entrar, havia acabado com os planos de Kitty, sua principal rival. Ela andava quando sentiu alguém puxar seu braço.
– Escuta aqui! – Disse Kitty apontando o dedo para ela e segurando seu braço com força – Você pode ter convencido a eles, mas eu não! – Esbravejou — Eu estou de olho, garota. Cuidado. Qualquer passo em falso será o fim para você! – A loira a soltou e saiu. Kitty estava bufando de raiva.
– Louca! – Gritou Bree. Depois gargalhou. Balançou a cabeça e saiu, rindo daquilo.
À noite, Sam acabava de arrumar a casa. Ele queria tudo bem caprichado, pois Blaine iria vir jantar com ele. Limpou toda a cozinha, arrumou e perfumou seu quarto, depois organizou toda a sala. Após meia hora, o trabalho havia sido concluído. Ele sentou e esperou. Seu noivo não tardou a chegar. O loiro atendeu B. na porta com um beijo apaixonado, depois pediu para que ele entrasse. Eles iriam fazer o jantar juntos.
O casal dirigiu-se a cozinha. Sam pôs água para ferver enquanto observava Blaine. Havia algo de diferente nele. Depois de um ano na faculdade, um ano em Nova Iorque, o solista parecia realmente outra pessoa. B. estava mais homem, mais maduro. Com certeza, ele estava pronto para uma vida a dois.
Eles fizeram um macarrão com um molho especial que somente Sam sabia a receita. Depois foram à mesa para comer. Eles serviram-se da receita do bocudo e, para acompanhar, também incluíram vinho no cardápio.
– Você já parou para pensar que ao ano está acabando? – Perguntou Blaine enquanto enrolava macarrão no garfo.
– Penso nisso todos os dias. – Respondeu o loiro sorrindo – Ano novo, vida nova. E isso tudo ao seu lado, ao lado do homem que escolhi para passar o resto dos dias de minha vida. – Ele pousou uma mão sobre a do noivo. Blaine sorriu para ele e soltou um beijo.
– A Bree te convenceu com aquele discurso? – Blaine perguntou agora um pouco aflito. Sam percebeu que havia algo incomodado o namorado desde que eles saíram da escola, mas não sabia o quê. Agora compreendia.
– Acho que ela não convenceu ninguém, B. Sei lá... – O bocudo suspirou – A questão é que realmente ela não é vista com as líderes há um tempo... Acho que seria bom darmos um voto de confiança a ela. Afinal, o que ela poderia fazer, a essa altura do campeonato, para nos prejudicar? As Nacionais são próxima semana. Já estamos ensaiando há um tempo. E a performance principal não será dela. – Disse Sam.
– Você tem razão. – B. sorriu torto – Não vou me preocupar mais com isso.
Eles prosseguiram comendo, conversando um pouco sobre Nova Iorque e a vida lá. Enfim, acabaram e foram ao sofá ver filmes juntos. Eles amavam fazer isso. Era quase como que um ritual para Sam parar naquela sala e ver filme ao lado de B. quando eles estavam em Lima.
Blaine se espreguiçou, ele já estava dando indícios de que o sono estava batendo a porta. O solista sentou no colo do noivo e se aninhou ali. Sam começou a acariciar seus cabelos. O filme terminou.
– Você está com calor? – Perguntou Sam.
– Calor? – Blaine riu – Por que o interesse nisso?
– É que meus pais compraram um brinquedinho novo aqui para casa... Fica no quarto deles e queria experimentar com você. – Disse Sam cheio de mistérios.
– Hum... Eu posso me negar a participar disso? – Perguntou.
– Não! – O bocudo riu. – Venha, vamos! – Pegou a mão do noivo e saiu com ele.
Eles adentraram no quarto dos senhores Evans juntos. Sam abriu uma porta, era um banheiro. Eles entraram. Lá dentro havia uma banheira branca e enorme de hidromassagem. Havia espaço para umas quatro pessoas dentro. Blaine olhou-a boquiaberto e depois olhou para o loiro. Sam piscou para ele. B. entendeu o que o bocudo queria.
Sam pegou algumas coisas no armário de despejou na água. Depois ligou a banheira e tirou a roupa. Entrou quase que em um mergulho na água. Blaine riu e depois fez o mesmo. Entrou e sentou-se ao lado do noivo, pousando a cabeça em seu ombro.
– Louco. – Sussurrou ao ouvido do loiro.
– Louco por você. – Disse Sam e beijou o namorado.
Sam puxou Blaine e fez com que sentasse em seu colo. B. segurou nos ombros do namorado e começou a beijá-lo. Ele levou a língua à boca do loiro e começou a chupar a dele, sugando levemente de vez em quando. Entre um beijo e outro, Blaine mordia um dos lábios de Sam. O loiro queria algo mais quente, então começou a avançar com a língua na boca de Blaine com mais veracidade. Ele sugava com força, quase que como se quisesse arrancá-la do solista. Blaine soltava uma risada abafada de vez em quando e Sam continuava. O solista se contorcia um pouco, isso gerava pequenas ondas na banheira. Logo a água começava a saltar para fora. Foi aí que eles pararam e começaram a rir.
– Mas já? – Brincou Blaine.
– Só uma pausa. – Falou Sam e riu – Você me consome. – Ele segurou na cintura do solista e o puxou para perto de sua face, deixando seus lábios próximos – Mas eu acho que dou conta. – Disse baixinho.
O bocudo empurrou B., fazendo com que ele sentasse no outro lado da banheira, depois mergulhou. Sam abocanhou o pau do noivo e começou a chupar em baixo d’água. Blaine não acreditou naquilo a princípio, mas tratou logo de levar as mãos à cabeça do namorado e enlaçar seu dedos por entre os longos cabelos loiros dele. Sam chupava e sugava a cabecinha vermelhinha do pau do solista e sentia suas carícias em seu couro cabeludo. Ele chupou, chupou e chupou. Teria chupado mais, se não tivesse faltado ar. O loiro emergiu. Blaine riu da situação.
– Acho que seria melhor assim. – Disse o solista enquanto subia e sentava na beirada da banheira. Seu pau, duro e molhado, estava ali, em pé e apontado para cima. Sam lambeu os lábios ao vê-lo — Vem. – Chamou e pegou no cacete, começando a masturbar.
O loiro sorriu e avançou, cheio de gula e luxúria. Ele agarrou a pica do moreno e começou a suga-la. Sam fechou os olhos e se concentrou ali. O gosto, meio salgado e com interferência da água da banheira, o levava a loucura. Ele ia e vinha, chupando e sugando cada vez mais fundo. Depois de um tempo, já enfiava até o talo do pau de B. em sua boca. Ele babava-o todo. Blaine estava com os olhos fechados e arfando.
– Chega! – Disse Blaine, mas o loiro não parou.
Sam seguiu e agora ele começou a usar a mão. O loiro subia e descia, arregaçando a pica do namorado. Blaine mordia os lábios com força e gemia. O bocudo revezava a mão e a boca. Ora chupava, ora batia. Ora sentia o caralho quente e pulsante do homem que amava em sua mão, ora sentia em sua boquinha. Blaine não aguentava mais, quando Sam levou seu pau a boca de novo e sugou mais um pouco sua cabecinha, o solista gozou ali mesmo. Sam apenas engoliu e depois sorriu para o noivo. B. deslizou para dentro da banheira e eles ficaram se beijando por um tempo.
– Agora é minha vez. – Disse Blaine após alguns beijos – Preciso retribuir seu favor... – Ele riu e empurrou Sam para o outro lado, onde eles estavam a principio.
. Blaine sentou-se no colo do noivo e começou a se mexer, o pau de Sam logo endureceu. Ondas se formaram na banheira enquanto isso. O moreno segurou nos ombros do loiro e atacou seu pescoço, distribuindo mordidas. Sam gemia enquanto Blaine se fartava ali. Para B. era prazeroso, enquanto isso, o loiro, além de prazer, sentia cócegas. B. levou as mãos aos peitinhos do noivo, eles estavam durinhos e Blaine garantiu para que permanecessem assim, pois começou a massageá-lo. Ele sentia o cacete do loiro apontando em sua entradinha. Riu e começou a rebolar, provocando Sam.
– Ah! – Gemeu o loiro – Isso é golpe baixo... Hum... – Blaine roçava a entradinha no pau de Sam – Você vai ver só! – Disse Sam, segurando o noivo pelos ombros.
O bocudo forçou Blaine a encaixar-se onde ele queria, em seu membro que pulsava duro reagindo as provocações do solista. O noivo de Sam rebolava devagarzinho, arrancando suspiros do loiro e sentindo prazer com isso. A cada movimento que B. fazia, seja subindo e descendo na pica do bocudo, ou rebolando, Sam arfava e depois mordia o lábio. Ele começou a investir contra aquele caralho duro que pulsava dentro dele. B. segurou na beirada da banheira e começou a pular. Ele pulou, pulou e pulou. Quicando no pau do noivo. As ondas iam e vinham, molhando tudo ao redor do compartimento com água. Sam deu um gemido.
Sam puxou o namorado e o beijou com força. Mordeu o lábio de Blaine e puxou, B. cessou um pouco os movimentos no quadril e se concentrou ali. Ele levou a língua à boca do loiro e entrou na brincadeira. O bocudo chupava com avidez, assim como chupou anteriormente a pica do moreno. Ele beijava sem cessar, até que o fôlego se fosse. Depois descia até os mamilos de Blaine, durinhos e suculentos. Sam chupava e mordia, enquanto o noivo urrava de prazer e retomava as investidas contra o cacete do bocudo. Eles ficaram brincando assim por um tempo. Blaine gemia e rebolava no pau duro de Sam enquanto era mamado por ele. Quando Sam estava sentindo que ia gozar, voltava à boca de B. e dava mais alguns beijos quentes, fazendo com que o amante cessasse lá em baixo.
– Puta que pariu! – Sam exclamou quando Blaine voltou a rebolar. O moreno segurava nos ombros do loiro e subia e descia em seu membro duro, os dois ofegantes – Você vai me matar, B.! Não aguento mais! Vou gozar!
– Não! – Disse Blaine, que não gritou por falta de forças – Não ainda. Espera.
Blaine segurou na cintura do loiro e o guiou até que ficasse em pé na sua frente. Sam entendeu o recado. Sorriu e segurou o pau com a mão direita, bem na frente do noivo, depois bateu com ele na esquerda, brincando. B. olhou e mordeu os lábios, depois passou a língua na boca. O loiro piscou. Os dois riram.
O solista decidiu que era hora de ir ao ataque. Ele avançou e abocanhou o pau do bocudo. Blaine mordia e sugava toda a extensão da tora de Sam como se estivesse sem comer há dias e aquilo fosse seu alimento. Os espasmos do cacete do loiro eram contínuos. Ele apenas segurou a cabeça do moreno e deixou que ele trabalhasse.
– Vai! Ah... Chupa, B.! Isso... Hum... – Dizia enquanto o noivo lambia a cabecinha do seu pau, revezando a língua entre ela e suas bolas enormes – Puta que pariu! – Gritou – Ah... – Sam gozou.
Blaine apenas continuou com a boca lá. Não tirou até que não restasse nenhuma gota de porra mais. Ele engoliu tudo. Depois levantou e puxou Sam com força. Beijou-o e sentou-se na banheira de volta, com o loiro em seu colo.
– Você acha que nós poderíamos ser assim... Tipo... Felizes para sempre? – Perguntou o loiro no colo do noivo.
– Deixe-me pensar... Talvez se você continuar me amando para sempre e sendo esse cara incrível e se... Se eu vir que merece... Acho que sim! – Disse e beijou o bocudo – Acho não, tenho certeza. Nós seremos felizes. Pode contar com isso, amor. – Falou o solista com uma voz doce e um sorriso bobo e apaixonado.
Sam abraçou Blaine com força. Eles passaram mais um tempo ali. Um ensaboou o outro, depois se lavaram e foram deitar. No calor da cama do loiro, eles trocaram mais algumas carícias e saliências. Até que caíram no sono e o novo dia chegou.
Os ensaios seguiram duros, dia após dia. Will exigia bastante do Glee e, ao que parecia, eles estavam prontos. Com a ajuda de Blaine, ele conseguia sugar o máximo dos talentos de seus pupilos. Também com a ajuda do solista, o professor havia traçado a estratégia que, para o seu bem e do Clube Glee, levaria a sua vitória.
Era manhã, Bree estava se dirigindo a sala de coral quando Marley e Ryder a viram e seguiram junto com ela. A princípio, apenas cumprimentos foram trocados. Seguiram o caminho quase todo calados. Embora a morena fizesse parte do Glee, era como se fosse uma intrusa ainda ali. Eles estavam beirando a porta quando Marley decidiu falar algo.
– Bree. – Chamou. E a morena dirigiu o olhar a ela – Eu espero, do fundo do meu coração, que você realmente tenha mudado. E, por favor, não me leve a mal. Não estou querendo ser grosseira... É só que... Precisamos ganhar, você sabe. Não por nós, mas pelo Mr. Shue. Ele é uma pessoa boa e a Sue quer acabar com ele. Ela não pode, nós não permitiremos. – Falou.
– Relaxe, Marley. Eu sou da paz. Pode contar com isso. – Disse a ex-líder.
– Obrigada. – Marley a abraçou. Bree, sem reação, apenas ficou lá, parada, recendo o gesto de carinho da companheira de coral – Eu tinha a preocupação de que você tivesse mentido para nós. – Disse e depois a olhou. Marley sorriu de forma meiga – Vejo que é uma pessoa boa. Só era mal compreendida, por isso se vestia no disfarce de vadia. Eu sei como é. A Kitty era da mesma forma. Como ela, sei agora que você é outra. – Disse e saiu com Ryder, eles entraram na sala.
Bree ficou lá parada por um tempo. Parecia meio desnorteada, ainda tentando assimilar o que Marley havia dito. Uma voz a chamou dentro da sala, ela virou-se e viu que era doce garota. Então entrou. Blaine e Will tinham um recado para dar.
– Bem, pessoal. Como vocês sabem, em dois dias serão as Nacionais. Vamos enfrentar os Warblers... Talvez nosso pior inimigo. – Harmony, que estava sentada a frente do professor, suspirou. Ela lembrou-se de Hunter e que teria que enfrenta-lo – Eu e Blaine montamos uma estratégia! Apostaremos tudo nela. – Will sorriu – Eu sei que podemos, eu confio em vocês. – Disse, por fim. Blaine deu um passo à frente.
– É o seguinte. Bree e Kitty já mostraram que têm potencial juntas, então cantarão um dueto. Com tudo que têm direito! Dança, roupas extravagantes e muita provocação. Quero uma competição, algo parecido com o que vimos na última performance de ambas. – Explicou o solista – Teremos uma performance grupal, algo de praxe. E depois o grande final... O solo! – Falou com os olhos brilhando. Marley e Harmony se olharam, na expectativa de qual das duas seria a grande escolhida – Sam, isso é com você! Sei que é capaz, afinal, faz muito tempo que está aqui... Tempo até demais, não? – Brincou Blaine e depois sorriu. O loiro olhava incrédulo.
– Mas B... Por que eu? E se... – Questionou o loiro.
– E “se” nada! Você será a grande estrela da noite! Apenas brilhe e faça com que ganhemos. Sei que consegue. Eu confio em você.
Confiança era um sentimento que Sam não esperava que Blaine nutrisse por ele ainda. Eles se amavam e queriam morar juntos. Mas o bocudo ainda tinha algumas desconfianças a respeito do quanto B. acreditava nele, a respeito da escala de confiança que o noivo o atribuía. Ele não podia julgá-lo, já que havia feitos coisas horríveis. Ouvir da boca de Blaine que ele confiava nele fez com que Sam pulasse da cadeira onde estava. O loiro irradiava alegria. Aquela palavra fez com que o próprio acreditasse em si mesmo. Blaine o amava e confiava nele, talvez aquele fosse um dos dias mais felizes de sua vida.
– Eu aceito. – Disse depois do pulo – Eu brilharei, Mr. Shue! E nós venceremos! – Unindo nossas forças! – Olhou para todos, eles também confiavam nele — Juntos
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