Destinos Entrelaçados

1 Capítulo I - Um dia comum...


Notas iniciais
Bem, espero que gostem do capítulo. (É a minha primeira fanfic aqui postada no Nyah!)

Retirei o vestido formal que eu utilizava todos os dias e segui em direção ao meu armário, ao abrir, me deparei com a foto da Marceline, ela estava feliz naquele dia... Quer dizer, nós éramos felizes naqueles tempos. No tempo em que Marcy e eu vivíamos um romance de conto de fadas, onde não tínhamos que nos preocupar com obrigações ou com um certo garotinho loiro que não entenderia coisas de adultos, hihihi.. Realmente sinto falta daquele tempo.

– “Eu sempre estarei ao seu lado, não importa o que aconteça.” – Repeti as palavras que Marcy me disse há muito tempo atrás, fui em direção a minha cama.

Ao me deitar, olhei o céu noturno e por alguma razão, as estrelas estavam mais brilhantes. Me pergunto se Marceline está pensando em mim, se ela chora todas as noites com saudades de nosso tempo. Ela se transformou num ser chato e grotesco, é por isso que eu não posso mais ficar com ela, eu odeio aquele tipo de pessoa. Será que ela não pode ser mais fina e gentil as vezes?

– Ah, dane-se! Tenho o povo doce ao meu lado... – Resmunguei e me escondi nas cobertas, adormecendo logo após.

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Senti os raios de seu em meu rosto e me levantei irritada, eu não deveria colocar aquela janela ridiculamente enorme próxima a minha cama, odeio acordar cedo! Lutando contra a vontade de deitar na cama e dormir mais um pouquinho, fui até a cozinha e bebi minha vitamina de abacate matinal.

Após terminar minhas necessidades básicas desci até o salão do reino para averiguar se estava tudo organizado e os doces mais jovens não estavam causando problemas, ao me certificar liguei para o Finn e o comuniquei que estava indo dar uma passada na casa da árvore.

– Finn, eu estou indo para a casa da árvore. – Falei serenamente, pelo meu celular.

– Claro princesa! JAKE FAZ AS PANQUECAS DE TOUCINHO. – Finn falava gritando do outro lado da linha, aquele menino é infantil mesmo.

Desliguei a chamada e fui caminhando pelo caminho que mais adoro, o campo de flores. O campo de flores é basicamente composto de flores róseas e brancas, particularmente minhas preferidas. Eu e Marcy costumávamos andar aqui sempre e... Droga! Estou falando dela novamente, se eu apenas pudesse esquecer..

Eu senti minhas bochechas queimando e sem prestar atenção no caminho acabo de topar contra um ser frio, levei o olhar para o ser e pude perceber que na verdade era a MARCELINE.

– Marceline, o que faz aqui?! – Gritei, me levantando.

– Nada, ué.. Eu estava indo a feira, para comprar algumas coisas. – Ela respondeu totalmente sem-graça.

Marcy estava bonita hoje, trajava um vestido branco e usava um chapéu bege rodeado por uma bela fita azul, ela sempre soube se vestir muito bem. Enquanto eu estudava seu look, parei um pouquinho numa certa área bem abundante no corpo de Marcy.. Os seus seios.

– Jujuba? – Ela falou, na tentativa de ver se eu ainda estava viva.

– O que foi? Eu não estava olhando para os seus peitos! – Gritei, assustada.

– M-meus peitos?

Vi a Marceline corando pela primeira vez e colocando seus braços ao redor dos seios. Espera aí, ela tinha realmente ficado envergonhada logo comigo? Sinceramente, ela me canta praticamente todo dia e tanta me persuadir para tentar voltar a namorar como antes, será que ela foi enfeitiçada por um mago ou algo assim?

– Enfim, eu estou indo visitar o Finn.. Ele não é tão mais novo. – Fiz questão de falar o nome do Finn, para ela não perceber que estou sozinha.

Deixei ela no campo e prossegui até a casa na árvore, da última vez que estive aqui eles tinham um grande elefante de guerra pré-histórico. Mas bem, nunca gostei das coisas sobrenaturais que o Finn e o Jake curtem. Ao entrar na casa, pude sentir o cheiro delicioso das panquecas de toucinho que só o Jake sabia fazer, como eu amo esses dois!

– Oi, princesa. Que bom que veio tomar café da manhã conosco... – Falou Finn, sentando-se a mesa e devorando um pedaço da panqueca.

– Verdade. Nós adoramos suas visitas e agora que a criminalidade de Ooo diminuiu, não precisamos ajudar mais ninguém. – Falou Jake, pondo um prato cheio de panquecas de toucinho, hmmm... Ficaria melhor se tivesse mel.

– Meninos, a Marceline está namorando alguém?

Perguntei meio tristonha e enfiei dois pedaços grandes de panqueca em minha boca, para ter que evitar as expressões confusas dos dois. Como sou burra! Eu deveria ter perguntado quando eu tive a chance, mas eu sou tão tímida.. Quer dizer, orgulhosa.

– Ela não está namorando.. Marceline falou que o amor verdadeiro dela morreu e tal.. – Jake comentou saindo da sala e me deixando apenas com o Finn.

– Princesa, você e Marceline já namoraram, não foi?

– Como soube disso Finn? Ela te contou...?

– Não. Eu já vi o diário dela e soube de tudo, mas fique tranquila.. Eu não vou contar a ninguém.

As palavras de Finn não me acalmaram e eu continuei nervosa, se esse assunto se espalha pelo reino eu estou ferrada, sim, ferrada! Mas eu acredito no Finn e agora que ele já sabe, posso pedir ajuda dele.

– Finn, preciso de sua ajuda para eu e Marcy reatarmos nosso namoro. – Falei confiante. Ele nunca se recusaria a me ajudar.

– Ok, princesa. O que eu devo fazer?

– Eu vou produzir uma poção do amor e você tem que fazer a Marcy beber ela, okay?

– Ok.

Após conversarmos muito, acabei indo novamente pelo meu reino e passei o resto do dia resolvendo equações, cuidando da administração do reino e eu não tive tempo para fazer a poção... Até que num certo momento, escutei passos pesados e rápidos vindo em direção a mim.

– Mas o que é i-...

Um gigante explodiu o telhado de minha casa e me agarrou, como isso pode acontecer tão repentinamente? O gigante lançava raios por seus olhos por todo o reino, as chamas logo se proliferaram criando o caos, os cidadãos doces explodiam ou fugiam, tive a impressão de ver alguém derretendo ali.

– SOCORRO! ESSE GIGANTE ME PEGOU, FINN E JAKE, ME SALVEM! – Gritei pelos meus heróis mas nenhum veio, o que eu vou fazer?

O gigante continuou a destruir todo o reino doce e me apertava cada vez mais, quebrando o meu braço logo em seguida. Até que Marceline aparecesse dando um murro no gigante e o derrubando junto a mim, mas o que é isso? Marceline me ajudando ao invés de Finn e Jake?

– Princesa, você está bem? Se machucou? – Ela estava realmente preocupada.

– Estou bem.. Agora pode derrotar esse monstro? – Falei, me escondendo nos entulhos das casas.

Marceline voou em direção ao gigante deu inúmeros socos, ele estava quase desmaiando e ela iria ganhar, porém num ataque mais ágil o gigante lançou um raio que fez Marceline ser jogada contra a muralha do reino. Eu estou ferrada... Quem vai me salvar?

O gigante se ergueu e caminhou em minha direção, ele com certeza iria me matar ali e agora.

Notas finais
Se gostaram, favoritem e deixem seu review, isso deixa um escritor muito feliz! Se não gostou, deixe seu review do motivo de não gostar da história e eu tentarei melhorar. Se achou que uma coisa ficou errada, ou quer me dar algumas tramas que podem acontecer no futuro, comente também!Até a próxima!!