Notas iniciais
oi pessoinhas...quanto tempo neh?! esse eu demorei....desculpe, é que tenho dificuldade para colocar os pensamentos do Dom em ordem kkkkk Boa leitura. PS: talvez achem que o nome não tem nada haver com o capitulo...mas depois vão entender... Bem vindas leitoras novas!!!

Ela estava dançando, e até que dançava bem, mas aquilo estava me entediando e não me excitando como ela esperava.

Olhei o relógio pela quinta vez e estralei o pescoço.

– Alexandra – interrompi – eu tenho mesmo que voltar...

Ela veio até mim, me empurrando sobre a cadeira, ela usava roupas de dança do ventre na cor purpura.

– você não vai a lugar nem um sem me dar o que eu quero – Alexandra mordeu os lábios – eu quero você, selvagem como sempre.

– desculpe...mas realmente não estou no clima – falei afastando-a – e preciso ir, tenho que cuidar de umas coisas.

– eu vou deixa-lo no clima – ela ligou a música – e seus compromissos ficam pra depois.

Suspirei olhando-a dançar, Alex fazia a dança dos 7 véus, retirando um após o outro de forma sensual, comecei a observa-la, ela era maior que Anna, que cabia perfeitamente nos meus braços, já Alexandra era grande demais, ela tinha o cabelo por demais chamativo, eu gosto de morenas, e seus seios são muito grandes, os de Anna cabiam perfeitamente em minhas mãos, e por que ela tinha que ser tão oferecida? Lembro de quando Anna veio até mim, ela estava completamente corada e envergonhada do desejo que sentia...como ela ficava linda ao corar.

Parei um instante, inconscientemente estava comparando Anna a Alexandra... isso me fez pensar, não era ali que eu queria está, preferia passar a noite inteira vendo Anna dormir do que fodendo com Alexandra, e isso era mal.

Me levantei.

– eu tenho que ir – me dirigi a porta — a dança estava boa.

– o que? – ela se aproximou perplexa, estava seminua – está me dizendo que não ficou nem um pouco excitado pelo que viu? E vai simplesmente embora? O que deu em você Romanoff?

Suspirei, a última coisa que quero fazer nesse mundo é ficar me explicando a qualquer mulher.

– só não estou afim essa noite Alex.

Ela chegou perto de mim, os seios balançando, eles eram bonitos, tinha de admitir.

– você virou gay? – ela sussurrou baixinho.

Uma gargalhada saiu involuntariamente.

– então só porque não estou afim de transar com você eu sou gay? – abri a porta – talvez eu só não goste de comer pratos repetidos, e acredite, você já deu o que tinha para dar.

Então sai, talvez tivesse pegado um pouco pesado, mas não passava da verdade, o acontecera, acontecera, e fim, não era um relacionamento.

Entrei no quarto que estava hospedado já era realmente tarde, coloquei minhas coisas em cima da mesa e fui até o quarto das meninas, a pequena me surpreendera quando decidiu ficar comigo ao invés de Anna, e o sentimento que estava começando a crescer em mim me assustava de certa maneira, quando ela chegou, era apenas um conveniente, uma coisa que comprei para deixar Diego irritado, para provar o quanto ele não tinha controle sobre as coisas, mas depois...depois eu não sei, tinha algo mais, e isso é assustador.

Abri a porta do quarto delas, Vicky dormia tranquilamente e... estava sozinha.

Franzi a testa.

– Anna – chamei – Anna?

Andei pelo quarto e até pensei que ela teria ido para minha cama, mas não, estava vazia, o banheiro a cozinha.

Me sentei na cama da pequena a cariciei seus cabelos.

Ela se mexeu e abriu os olhos, tentei sorrir para ela.

– Dom – ela sorriu mostrando as janelinhas.

– onde está Anna? – perguntei.

Ela franziu a testa e se sentou.

– eu não vi, o que aconteceu? – ela ficou assustada – onde ela está?

Anna não iria embora, ela havia prometido, e não deixaria Vicky para traz, acontecera alguma coisa.

– vou encontra-la – sorri – fique calma, vou manda-la para casa, e vou atrás de Anna ok?

– ela foi embora? Me deixou aqui?

– não – olhei sério – Ela não faria isso, vou encontra-la, prometo.

Meu telefone começou a tocar e sai para atender.

– Romanoff

– que bom que atendeu – meu Отец falou do outro lado –preciso de você aqui.

– o que ouve? – peguei vodca servindo-me um copo.

– mina está tendo uns problemas com os trabalhadores – a voz dele estava fraca – eu disse para mandar todos embora e colocar robôs.

– vou resolver isso – falei – preciso de um dia.

– um dia? – ele tentou gritar mas começou a tossir – para que?

– tenho umas...

– o que? Coisas? – meu pai respirava com dificuldade — Dominic, eu estou falando da nossa mina, vá para lá imediatamente.

– sim senhor.

E era sempre assim, não conteste, obedeça, sempre faça o que ele mandar. E então ficara tudo bem, seja o orgulho dele, não o deixe mais doente.

Liguei para meu motorista, pedi que trouxesse marta até aqui para ajudar Vicky a se arrumar, parei na porta, não havia notado um dispositivo circular perto da entrada.

Assim que meus dedos o tocaram ela começou a emitir uma luz vermelha, mas a pessoa que saiu dela era conhecida.

– Olá irmão – ela cumprimentou – que bom que não demorou a encontrar meu recado.

– não me chame de irmão – rosnei – onde ela está?

– ela? – ele franziu a testa de modo sínico – se está se referindo aquela criatura inferior e extremamente gostosa, sim estou com ela.

– você sabe que vou mata-lo não?

– não faria isso se fosse você – ele começou a rir – não vai querer que ela morra.

– o que você quer? – perguntei.

– você tem uma coisa minha que pode acabar com minha carreira – ele sorriu – eu a quero, e mais 350 milhões, pelo resgate e para que eu não resolva fazer nada com ela.

– seu desgraçado, o que o faz pensar que vou te dar isso de bandeja? – perdi o controle – você passou dos limites, nunca vai ter o que você quer.

Ele sorriu de modo irritante.

– então se acostume com a ausência da sua escravinha.

E apagou.

Liguei para a segurança exigindo saber como ele entrara no meu quarto, eu estava na ala mais segura do hotel e ele entrara sem o mínimo esforço. O gerente quase enfartou quando disse que haviam entrado no meu quarto e roubado minha Selirion, ele me garantiu que havia colocado todos seguranças do hotel atrás dela, mas eu sabia que eles nunca a encontrariam.

– quero meu carro – falei com ele.

– senhor não é seguro ir atrás dela fora dos portões.

– eu não vou atrás dela – suspirei -vou para casa.

– sim senhor – ele pegou o telefone – imediatamente senhor.

Não seria assim, não ameaçariam o nome da minha família e ficariam impunes, se aquele canalha acha mesmo que vou pagar aquele resgate ou dar o que ele quer está muito enganado, não funciona assim na minha cidade. Simples assim.

Parece que dessa vez vou desobedece-lo pai.

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ANNA.

Minha cabeça doía terrivelmente e meus músculos finalmente estavam começando a se soltar, tentei mexer meus braços mas correntes magnéticas os impedia, entrei em pânico, de repente voltei ao dia em que fui vendida, como uma animal, pisquei várias vezes tentando ver onde eu estava, era um salão como se de jogos, me pareceu um cassino abandonado, olhei em volta tentando enxergar alguém e meu coração parou assim que notei a figura bem a minha frente, parecia que ele batia na minha garganta.

– Daniel – murmurei.

Notas finais
FERROU....U.U e ai acham que esse capitulo merece uma favoritação? ou uma recomendação ??? * olhinhos do snupp até a próxima!!