Notas iniciais
GENTE TIPOOOOOO FINALMENTE POSTOOOOOOO!!
AHHH eu ja escrevi 5 capitulos desta fic, estou com um monte de ideias e é so comentarem muito que eu posto rápido ta??
COMENTEM PLEASEE LEIAM E COMENTEM E LEIAM E COMENTEM E ME IGNOREM '-'

Abri a porta lentamente, sem fazer barulho, dirigi-me até à escadaria, subi devagarinho, tentando não acordar ninguém. Depois de chegar ao segundo andar da mansão, atravessei o corredor esquerdo e abri a última porta que continha o nome: Astoria Greengrass em letras verdes. Entrei no meu quarto e me joguei na cama adormecendo em seguida.

Pareciam ter-se passado só alguns segundos, quando a minha mãe entrou pelo meu quarto.

- Astoria acorde – ela chamou numa pose fria.

- Nãooooo – reclamei remexendo na cama – Ainda é cedo – coloquei o travesseiro em cima da cabeça para tapar os meus ouvidos.

- Eu estou mandado você se levantar imediatamente. São 9 horas e hoje vamos ter um almoço importante. – ela me encarava séria. Porque ela tinha de ser assim? Parecia que nem se importava comigo.

- Eu não vou – encarei-a.

- Você vai sim. Estou farta que você se comporte como uma rebelde e mimada. Você é uma Greengrass. – ela afirmou

- Eu sei quem sou, não precisa estar sempre me lembrando isso. – eu afirmei me levantando e me dirigindo para o meu banheiro.

- Vou pedir para Ginn (o elfo doméstico deles, nome inventado, tá? u.u) arrumar o seu quarto e colocar as roupas que você vai vestir para o almoço.

- Não obrigada, eu sei cuidar de mim sozinha – gritei do banheiro e depois ouvi a porta bater, avisando que ela tinha saído do meu quarto.

Estava com tanto sono, tinha passado a noite toda um bar em Hogsmeade com os meus amigos. Tinha sido uma festa muito divertida, não o tipo de festa que “gente como nós” como a minha mãe costuma dizer, vai. Mas sim o tipo de festa que qualquer garota de 18 anos gosta de ir. Dançar, beber e ficar com garotos.

Ás vezes acho que sou adotada e ninguém me disse. Sou tão diferente do resto da minha família. Em vez de cabelos loiros, tenho cabelos castanhos compridos, os meus olhos são verdes, mas não é o verde característico dos Greengrass, é um verde diferente, um verde mais escuro, um verde com vida. Eu não me importo com os nascidos trouxas, nem com os trouxas, nem mestiços, nem acho que eu seja mais que os outros por ser sangue-puro. Sangue não define caracter. Odeio as festas desinteressantes que os meus pais me obrigam a ir, festas onde fico rodeada de gente me elogiando e que por dentro acham que sou uma anormal. Eu não gosto de falsidade, mas posso encontra-la em cada rosto e olhar à minha volta. Sou diferente e é por isso que as pessoas “importantes” na sociedade bruxa não gostam de mim. Acham que sou uma rebelde, mimada, excêntrica e louca. Eu não concordo, apenas gosto de viver a minha vida e seguir as minhas próprias regras.

Depois de um banho demorado, sai do banheiro só de toalha e abri meu closet. Metade das minhas roupas, eram roupas elegantes e que eu me negava a vestir e a outra metade, eram as roupas que eu amo. Jeans, shorts, blusas, camisetas e principalmente all stars. Amo os meus all stars e não os trocaria por nada.

Peguei um all star preto, uma calça jean preta e uma camiseta vermelha dos Nirvana, uma banda trouxa muito foda. É, eu sei que os meus pais vão-me querer matar por eu estar vestido vermelho, vermelho para eles é desrespeito, pois simboliza a casa da Gryffindor, e meus pais e toda a minha família (incluindo eu) fomos da Slytherin.

Vesti-me e quando estava a passar uma maquiagem simples, mas bonita, alguém bateu na porta.

- Pode entrar – falei, enquanto passava o lápis nos olhos.

- Hey Asty – chamou Theodore.

- THEO! – corri até ele e o abracei. – Quando voltaram?

- Ontem à noite – ele sorriu.

- Como é Paris? Gostaram?

- Sim, foi demais, mas tivemos de voltar mais cedo pois a sua mãe pediu. Parece que este almoço vai ser muito importante – ele afirmou rindo no final.

Theodore Nott é namorado da minha irmã Daphne. Eles namoram desde o último ano deles em Hogwarts e agora estão noivos. Para celebrar o noivado, foram passar 2 semanas à França. Theodore, é o que posso chamar do meu irmão mais velho, companheiro e divertido. Ele, em certo ponto, é como eu. Theo, como eu lhe costumo chamar, não gosto de todas essas regras da sociedade bruxa, mas ele sabe se calar e se comportar como todos esperam que ele se comporte. Talvez por ele já ter 20 anos e já saber mais da vida do que eu, saiba que o melhor é se calar e fingir que aceita tudo o que os outros dizem. Mas quando estamos juntos, eu e ele somos como duas crianças rebeldes e loucas.

- Estou para ver o que vai vir desse almoço, coisa boa não pode ser. – eu ri.

- Deixe de ser pessimista, Asty – ele sorriu – Talvez só vão falar de coisas desinteressantes como sempre.

- Espero mesmo que sim. Vamos descer? Tenho de tomar o café da manhã.

- Vamos Asty esfomeada – ele riu irónico.

- Idiota – dei um tapa no seu ombro e rimos juntos.

Comi o café da manhã rapidamente e quando já eram 10 e meia, pedi licença para me levantar.

- Posso-me levantar, minha mãe? – perguntei revirando os olhos. Odeio estas regras de etiqueta idiotas.

- Claro, Astoria. Vá se arrumar para o almoço, ao meio dia, eles devem aparantar aqui. – afirmou o meu pai, lendo o profeta diário e nem olhando para mim.

- Arrumar? Mas eu já estou pronta – eu respondi confusa.

- Astoria por favor, você não vai vir almoçar assim – ela apontou para as minhas roupas com nojo – Ginn já deixou em cima da sua cama a roupa que você vai vestir – ela afirmou.

Revirei os olhos, mas nem disse mais nada. Me levantei da mesa, subindo para o meu quarto.

Cheguei no meu quarto, que era o meu refúgio, o único lugar naquela casa que tinha vida.

O meu quarto era preto e vermelho, porque são as minhas cores preferidas. As paredes estavam cheias de posters de bandas trouxas que eu amo, como paramore, Nirvana, 30 seconds to mars e muitos outros. Eu tinha vários objectos trouxas como uma lava lamp que eu acho muito legal.

Deitei-me na minha cama fofa e peguei o meu iPod, mais um aparelho trouxa, e fiquei ouvindo música deitada em cima da cama.

Algum tempo depois ouvi um barulho e tirei os fones dos ouvidos. O elfo doméstico Ginn tinha aparatado no meu quarto.

- Senhorita Astoria, a senhora Greengrass pediu para a avisar que os convidados estão quase a chegar.

- Obrigada Ginn, diga à minha mãe que eu já vou descer – afirmei e o elfo desaparatou.

Guardei o iPod e peguei as vestes que estavam sobre a minha cama. Era um vestido preto até ao joelho, elegante e justo e uns sapatos de salto alto pretos. Odeio saltos altos e a minha mãe sabe disso.

Atirei os sapatos para o fundo do meu closet e peguei uns all stars com caveiras. Vesti o vestido com uns collants pretos e os meus all stars preferidos. Deixei os meus cabelos soltos que caiam em cachos até ao meio das costas.

Desci a escadaria no mesmo momento em que ouvi o som habitual da aparatação. Quando cheguei à nossa sala, encontrei os meus pais, a minha irmã e o meu cunhado e… não pode ser. Quem eram mesmo os convidados? Porque não me lembrei de perguntar? Aff, este dia promete.

Draco Malfoy, Lucius Malfoy e Narcisa Malfoy cumprimentavam os meus pais no momento em que cheguei à sala. Narcisa foi a primeira a me ver entrar.

- Oh olá querida Astoria – ela me abraçou, um abraço frio – Como você tem passado? Há muito tempo que não nos víamos.

- Eu estou bem – afirmei desinteressada.

Nesse momento Draco Malfoy olhou para mim, me lançando um sorriso zombeteiro. Odeio aquele garoto. Ele é tudo o que mais desprezo. É frio, calculista, idiota, pegador, irónico e sarcástico.

- Draco querido, você se lembra da Astoria? – a minha mãe perguntou.

- Claro, ela estudou em Hogwarts comigo e com a Daphne, mas claro, nunca falamos muito pois ela era 2 anos mais nova – ele sorriu ironicamente para mim. Que vontade de lhe bater. Idiota!!

- Pois. Mas agora eu já sai de Hogwarts – sorri falso. Porque toda a gente me conhece como a pequena Astoria? A mais nova Greengrass? A irmã mais nova de Daphne?

- Sim, nós sabemos. O que você pretende fazer no futuro? Pretende trabalhar no ministério? – Lucius Malfoy perguntou. Eu odeio Lucius tal como odeio Draco. Só que Draco me dá raiva e vontade de lhe bater e bem… Lucius me dá medo.

- Não. Eu ainda não sei o que quero ser – afirmei e vi a decepção de todos. Por eu ser uma Greengrass, todos esperam que eu seja grande coisa, que vá ter um cargo importante, mas não é isso que eu quero.

- Bem, vamos para a sala de jantar? Assim o nosso elfo pode servir o almoço e podemos conversar mais calmamente – o meu pai afirmou tentando mudar o rumo da conversa. Os meus pais tinham vergonha de mim, por eu ser diferente…

Todos nos dirigimos para a sala de jantar, sentamo-nos à mesa e logo as conversas desinteressantes voltaram.

Falavam de tudo, do ministério, das novas notícias do profeta diário e até de fofocas sobre a sociedade bruxa. Como alguém pode achar isso interessante? Só quero sair daqui e ir dormir na minha linda caminha. Que sono, meu Merlin, não devia ter ficado tantas horas naquele bar e só chegar a casa de manhã. Agora o sono vai-me perseguir o resto do dia.

Ginn começou a servir o almoço e todos começaram a comer em silêncio, o almoço estava ótimo.

- Alguém já nos pode dizer qual o porquê deste almoço? – Draco perguntou.

- Draco, tenha calma, logo logo irá saber – afirmou Lucius

- Ok, Lucius — ele disse voltando a comer. Não sei porque Draco chama o seu pai de Lucius, sempre soube que a relação deles não era das melhores. Mas… continua sendo pai dele. Infelizmente não se pode escolher a família.

Depois do almoço, dirigimo-nos para a sala onde o meu pai e Lucius discutiam as novas medidas do ministério.

- Lucius, querido, acho que já está na hora de explicarmos a razão deste almoço.

“Obrigada Merlin. Isto significa que o almoço está quase a acabar”

- Claro, Narcisa, não vamos deixar as crianças esperarem mais – disse a minha mãe.

Revirei os olhos com o nome “crianças”. Já tenho 18 anos e Draco, Daphne e Theodore 20, já não somos crianças nenhumas.

- Bem, então, eu e Lucius estivemos conversando e Daphne já está de casamento marcado com Theodore, então achamos que uma boa forma de as nossas famílias se unirem, seria com um casamento. Draco e Astoria, vocês irão casar. – afirmou o meu pai.

- O QUÊ? – gritei

Ouvi Theo soltar uma gargalhada ao meu lado, mas ignorei.

COMO ASSIM CASAR? EU? E DRACO? CASAR? MAS SERÁ QUE ESTÃO TODOS LOUCOS?

Notas finais
Gostaram?????? sim???????? COMENTA! naoooooo? COMENTA NA MESMA!
Gente, tipo, eu sou portuguesa e tentei ao máximo escrever como voces para perceberem o que digo.
Bem, espero que gostem *o*