Destinos Cruzados
1 Capítulo 1
15 De Junho 2012 Privet Drive Little Whinging, Surrey, Inglaterra.
Era um dia comum para Harry Potter, acordar 5 horas da manhã pra fazer o café da manhã dos Dusleys antes deles acordarem, era um pouco difícil porem, por que ele estava com uma dor de cabeça muito forte, balançou a cabeça tentando clarear a visão, não era hora para isso é saiu do seu “Quarto” e foi em direção à cozinha supresa foi eufemismo ao encontrar todos os Dursley na cozinha não se lembrava deles falar que sairiam de férias, ou no caso de Dudley se gabar.
"Anda moleque, não fique ai com essa cara de idiota e vai fazer o nosso café!"
"Sim tio Vernon." Indo em direção à cozinha, e fazendo suco, bacon, ovos, pão com queijo e café, mas quando ia levar o café pra mesa ele teve que parar no meio do caminho, pois uma forte tontura o atingiu mais voltou a si como seu tio o golpeou nas costas então empurrou pra parte de traz da cabeça como sempre, indo em direção à mesa. Logo depois deles comerem seu café, tio Vernon o pegou pelo braço e arrastou ate o carro e jogou dentro, então tia Petúnia entrou no banco da frente e Dudley no banco de traz reclamando de ter que estar perto da aberração, foi nesse momento que tio Vernon entrou no carro e disse:
"Calma Dudley amor depois que voltarmos você não vai precisar se preocupar com esse fardo na nossas vidas."
"O que?..."
Uma tapa na cara foi há resposta que ele recebeu
"Nunca mais me interrompa seu maluco eu vou fazer o que já deveria ter feito há muito tempo me livrar de você seu desperdício de espaço e nenhum maluco vai me impedir de fazer isso entendeu." Disse com a cara roxa de raiva e me olhou com tanto ódio que me fez encolher.
"Sim tio Vernon"
Já faz horas que estamos no avião eu não sei o que eles querem nas eu estou ficando com medo, porque lhes disseram que iam se livrar de mim.
O avião já esta pousando me sinto mais nervoso a cada momento, uma mão vem no meu ombro dou um pulo e olho pra traz e vejo que e só a comissária de bordo.
"Querido, já e hora de descer, desculpe eu não queria assustar você criança, mas seus pais devem estar preocupados." Disse com uma voz doce e um sorriso no rosto enquanto tirava uma mecha de cabelo loiro do rosto, e me ajudava com o cinto de segurança.
"Obrigado." Digo sorrido pra ela com as bochechas coradas de vergonha por não conseguir fazer uma tarefa tão simples.
"Disponha." Diz me oferecendo a mão, que pego então ela me conduz ate onde os passageiros se encontram. Vejo os Dursley e digo que tenho que ir ela acena com a cabeça e me da um longo tchau, mas quando eu ia responder tio Vernon me deu uma tapa na cabeça reclamando por ter os feito esperar me. Viro de costas par onde estava à mulher gentil encontro ela olhando para mim quando percebe que estava sendo observada ela me da um sorriso triste eu também lhe ofereço um, mas tenho a impressão que saio mais como uma careta, então os sigo para o carro que eles devem ter alugado enquanto eu estava tendo uma conversa silenciosa com a comissária de bordo.
Agora estamos no hotel por várias horas e dudley está choramingando sobre ficar aqui no mesmo quarto que eu , como era de se esperar quem tem que sair sou então.
"É melhor você sair daqui garoto é só voltar amanhã!. Se eu ver essa sua cara feia antes de amanhã, você vai se arrepender da sua audácia. E se pensar em perturba a minha família eu vou acabar com você moleque, não importa o quanto vão nos pagar por você, entendeu menino?" Gritou apertando o meu braço com força com certeza vai deixar mais um hematoma.
"Sim tio Vernon." Saí correndo logo que ele me soltou, para a minha sorte tinha um parque algumas ruas do hotel. A minha respiração já estava ofegante, meu corpo tudo doía, o que mais me assustou foi o que o tio Vernon disse , o quê será que ele quis disser com isso?
Um garoto pequeno de cabelos negros tremia como a brisa passou por ele, mas ele continuou andando, com roupas suradas e grandes que o faziam parecer ainda menor. Tremendo passou os braços em volta de sí uma tentativa desesperada de obter calor. A imagem do garoto de alguma forma acabou mexendo comigo, mas o que diabos é um garoto fazendo em Nova York às 1 hora da noite, sem os pais, e em um velho casaco, desgastado ? Especialmente um que jovens! Ele não pode ter mais de 4 anos de idade. Provavelmente 5 anos mesmo assim, Nova York e um lugar bem perigoso a essa hora.
" Ei!, o quê você esta fazendo a essa hora em um parque garoto? " ele pulou com os olhos arregalados e se encolheu e procurou com os olhos assustados uma rota de fuga.
"Calma garoto eu não sou um assassino, sou muito bonito para isso. Meu nome e Tony, Tony Stork. Qual seu nome garoto?" tentei fazer uma piada mais parece que só o assustei mais. Ele andou para trás tropeçou e caiu no chão o cabelo saiu dos olhos e eu pude ver não só medo e apreensão mas vários hematomas no rosto dele.
"Pequeno, você está bem?"
"Harry" sussurrou
"O que?" Confuso, o que ele está dizendo.
"Meu nome é Harry."
"Bem Harry você deveria estar em casa não achá? vem eu vou ate a sua casa."
"Eu sinto muito eu juro que eu não fiz nada!" Harry respondeu rapidamente como se esperasse ser atingido e se encolheu na menção de voltar para casa. Eu rapidamente mudei de assunto ele então relaxou. "Tudo bem você não quer voltar para casa agora, então o que acha de comer alguma coisa."
Ele aceitou quando nos ouvimos o seu estômago roncar, ele ficou pálido e me olhou então sorriu quando eu ri do seu estômago. Caminhamos em silêncio até um café e depois de comer ele me surpreendeu perguntando hesitante por que eu estava ajudando ele. Pôr quê eu estava ajudando ele? me olhou esperando a resposta.
"Eu não sei, só me parecia a escolha certa."
Depois que nós saímos do restaurante ele disse obrigado e saiu correndo. Algo me diz que essa não será há última vez que verei o garoto de olhos verde esmeralda, suspirando volto caminhando para casa, talvez eu deveria chamar feliz para vir me buscar.
Fale com o autor