Destinos Cruzados

18 Capítulo 18, Confiar...


Notas iniciais
Oie.... leitores lindos do me S2....
capítulo quentinho para vcs rsrsrsrsr espero que gostem.
Bom eu quero agradecer e dedicar o capítulo as pessoas lindas que recomendaram a fic rsrsrsr
LariSantos, bia hatake, gabyallves... meninas muito obrigada, vcs não fazem ideia de como fiquei feliz pelas recomendações eu li cada uma delas varias vezes rsrsrsrsr
Boa leitura...

Um mês depois...

- Eu acho, Uchiha-sama — Shizune disse á Sasuke enquanto sentava-se o fitando. – Que você deveria perguntar a ela mesma.

Sasuke fitou Shizune friamente. – Não perguntei o que acha e sim o que sabe?

- Para alguém que precisa de um favor...- Shizune disse tentando manter a calma. – Você está muito arrogante.

- Não precisamos de falsa educação aqui, Shizune – Sasuke disse sem humor. – Você nunca gostou de mim e eu nunca fiz questão de sua simpatia.

- Sinceramente não sei como Sakura te suporta... – Shizune disse venenosa.

Ela nunca que gostara de Sasuke, mesmo quando Sakura ainda era adolescente e estava sobre sua responsabilidade. Mas ela nunca que se intrometera nos relacionamento dos dois.

- Sabe o que houve entre Sakura e Sasori, como se conheceram?

- Ela não irá gostar de saber que andou desconfiando dela...

- Eu não estou desconfiando dela – Sasuke a cortou frio.

- Então por que não pergunta diretamente a ela?

- Porque ela não pode me responder... Falar sobre isso a faz sofrer e eu não irei força-la.

Shizune ponderou por um momento fitando Sasuke firmemente.

Apesar de toda a animosidade entre eles ela não poderia negar que ele estava sendo bem melhor que ela havia pensado que ele seria para Sakura.

Ele á estava protegendo bem melhor do que ela um dia a pode proteger.

- Eu não sei muita coisa- Shizune disse. – Quando Sakura descobriu que estava grávida e que você havia partido ela se fechou completamente. Eu não sabia o que estava acontecendo com ela, achei que fosse só tristeza por você a ter deixado... Eu não sabia o que fazer para anima-la e então...

- O que? –Sasuke perguntou.

- Sasori apareceu... Eu o contratei para fazer um serviço para mim... – Shizune continuou. A culpa foi minha...

- O que quer dizer?

- Eu o levei na minha casa e foi lá que ele a viu...

Sasuke cerrou os olhos.

- Ele ficou encantado com ela e tentou se aproximar de todas as formas, mas, Sakura nunca lhe deu atenção...

- Você não tentou impedir que um assassino se aproximasse de sua protegida?- Sasuke perguntou possesso.

- Eu achei que ele seria bom para ela – Shizune disse com lagrimas nos olhos. – Ele sempre parecera muito atencioso para com ela e sinceramente eu achei que ela fosse superar você se desse uma chance a ele então... – Ela fez uma pausa.

- Então...

- Ele passou a persegui-la... Ir ao colégio atrás dela, espera-la nas esquinas...

- E você não fez nada?

- O que queria que eu fizesse- Shizune perguntou exaltada. – Ele era um espião do Governo, ele era protegido, apaga-lo me acarretaria muitos problemas... Eu não podia fazer nada então mandei sakura para outra cidade tentando escondê-la, mas ele descobriu e foi atrás dela... Quando ela deu a luz a Kenshin ele quase a pegou, mas eu fui mais rápida e consegui tira-la de lá e a mantive escondida por muito tempo mas...

- Ele a encontrou – Sasuke completou.

- Como sabe? – Shizune perguntou.

- Tenho meus métodos.

- Sim... – Shizune concordou. – Mas eu só soube quando um de seus capangas me trouxeram Kenshin... Eu tentei encontra-la de todas as formas, mas, Sasori tinha gente demais para o proteger e encobertar e eu não conseguir...

- Quem a ajudou fugir da mansão?

- Eu não sei – Shizune disse. – Sakura nunca me disse e eu também não insistir.

~0~

Sasuke não estava nada feliz enquanto dirigia em direção a cobertura.

Nada fazia sentido. Se o que Shizune lhe contara fosse verdade, Sasori era apenas um maldito doente obsessivo.

Um maldito doente obsessivo que ele faria questão de matar.

Levando as mãos aos cabelos ele respirou fundo.

Ele precisava saber e ele precisava saber de Sakura.

Ele precisava ouvir a versão dela das coisas, mas, isso parecia impossível.

Toda vez que ele tentava iniciar o assunto ela se afastava e ele se calava pois a última coisa que ele queria era que ela se afastasse dele.

Mas, ele não podia mais se manter no escuro.

Poxa! Ele merecia saber... Ele tinha que saber.

Olhando o relógio caro em seu pulso ele fitou as horas, 14:30, isso lhe dava três horas a sós na cobertura com Sakura., antes de Kenshin chegar e a monopolizar como um gato ciumento.

Ele não pode conter seus lábios de se puxarem em um sorriso discreto ao lembrar de como o garoto podia ser terrível quando sentia ciúmes da mãe.

Nos primeiro dias Kenshin fora irredutível em não dormir sem a presença da mãe, mas, Sakura o convencerá com muito jeito que era melhor assim, mas, isso não quis dizer que os problemas de ciúmes haviam sido resolvidos, pois, o garoto todas as noites ia para o quarto deles alegando ter tidos pesadelos o que Sasuke sabia que não passava de pura armação.

Mas ele não se importava de seu filho dormi na sua cama, a não ser quando ele queria fazer tudo, menos dormir.

Pegando o celular ele discou o numero tão conhecido.

- A margarida apareceu... – Uma voz zombeteira soou no telefone.

- Hn...Suigetsu... Sasuke respondeu sem humor.

- Resolveu da o ar das graças... – Suigetsu disse irritado. – Eu não estou gostando de trabalhar para seu irmão. – Reclamou.

- Hn...

- Você diz,Hn... ? – Suigetsu gritou. – Seu irmão é pior que você dez vezes...

- Não fale mal de mim para meu irmão.... – Uma terceira voz se intrometeu na ligação.

-Mas o quê...- Suigtsu gritou. – Maldi...

A ligação de Suigetsu fora cortada.

- Itachi... – Sasuke disse.

- Fale irmãozinho...

- Não é bonito se intrometer nas ligações dos outros, porque grampeou o celular do Suigetsu?

- Por precaução...Você sabe que que todo cuidado para mim é pouco.

- Eu confio nele — Sasuke disse.

- Eu sei... – Itachi respondeu.- Mas, ainda assim eu prefiro me precaver.

- Hn...

- Disse que me deixaria cuidar da segurança de Kenshin...

- Não mudei de ideia... Ainda.- Sasuke respondeu.

- E nem irá mudar.- Itachi zombou. – O que você precisa? – Perguntou.

- Que busque Kenshin na escola hoje...

- Tudo bem, mas, diga a Sakura que irei jantar.

- Ela não é sua cozinheira particular...

- Não seja egoísta...- Itachi disse sério.- Você sabe que Hanna é péssima na cozinha.

- Troque-a...

- Não, ela precisa do emprego.

- Ele sai as 17:30.

- Eu sei a hora que meu sobrinho sai da Escola.

-Ótimo...- Sasuke retrucou. –Por que ele não gosta de atrasos.

~0~

Ele chegou e se deparou com uma visão no mínimo... Excitante.

Sakura estava na sala de visitas de pé... mais especificamente na ponta dos pés sobre a mesinha de centro.

O corpo esticado e um pano na mão enquanto tentava alcançar o lustre para limpa-lo.

Se fosse para ele pensar, a visão não deveria seria tão excitante se ela não estivesse vestindo uma mini saia rodada e um top que mal cobria aqueles seios perfeitos.

Naquela posição ele tinha uma visão perfeita daquelas pernas torneadas e a barriga lisa que o fazia se perguntar como o corpo dela poderia ser perfeito mesmo após ela já ter tido um filho.

Seu filho. Que graça aos Céus não estava em casa para presenciar o que ele estava a preste a fazer com sua mãe.

Ela ainda não o havia percebido ali.

Mas, também pudera ela estava focada demais em alcançar o lustre.

Os cabelos estavam presos em um coque solto e ela mordia o lábio inferior enquanto tentava se esticar mais.

Ele se aproximou rápido demais para que ela pudesse perceber.

As mãos fortes rodearam a cintura estreita e ele a puxou.

Ela soltou um gritinho assustado que por mais estranho que possa parecer o excitou ainda mais.

A barriga lisa ficou próxima a seu rosto e inspiro o perfume suave que se desprendia da pele dela.

- Sa... Suke... – Ele não a fitou quando ela sussurrou seu nome.

Seus lábios finos tocaram a pele suave e cheirosa.

- Sakura.- Ele sussurrou sobre a pele dela para logo depois mordê-la suavemente.

As mãos dela automaticamente foram para seus cabelos e ele quase ronronou quando ela arranhou seu couro cabeludo com as unhas.

Sua mãos apertaram a cintura fina com força e ele traçou caminhos com a língua através da pele dela.

- Sas.. Suke...

- Hn... – Ele rosnou sem deixar de beijar a pele dela.

Sua língua fez o contorno do umbigo subindo até quase a altura dos seios para logo depois fazer o caminho inverso e senti-la tremer sobre seu toque.

- Vo... Você não tinha que... Estar na Empresa? – Ela perguntou arfante.

- Eu tinha coisas mais interessantes para fazer... – Respondeu ao mesmo tempo que descia as mãos para o traseiro dela apertando-o com desejo.

- Que... Coisas...

- Esse tipo de coisa... – Disse fazendo a entrelaçar as pernas em sua cintura levando-a em direção ao confortável sofá.

Sentando- a no sofá ele se ajoelhou entre as pernas dela.

Suas mãos foram para as costas dela desabotoando o top minúsculo.

- Que tipo... – Ele retirou o top o jogando em um canto qualquer. – De roupas são essas? — Perguntou enquanto segurava os seios redondos com as mãos.

-Os... Tipos confortáveis para...- Ela engasgou quando ele abocanhou um dos seios.

A língua brincou com o mamilo rosado enquanto que outro seio era massageado por uma de suas mãos.

- Sasu...Ke...

Ele não a ouviu, absorto em provar cada pedaço de pele que fosse possível.

Não importa quantas vezes ele já tinha feito a mesma coisa pra ela no último mês.

Ele nunca se cansava... Nunca se satisfazia.

Ele sempre queria mais e mais.

A verdade era que ele nunca se cansaria dela.

Do corpo dela.

Do cheiro.

Da boca dela gemendo seu nome em êxtase.

Do gosto dela quando ela vinha em sua boca.

Ele nunca se cansaria do jeito que eles se encaixavam tornando-se um só.

Do modo como o corpo dela moldava-se ao seu.

Beijando-a ele afastou mais as pernas dela.

Seus dedos infiltraram-se pela calcinha percebendo-a encharcada.

-Porra...- Ele rosnou. Cessando o beijo.

Brincando com o clitóris inchado ele a comtemplou.

O modo como ela fechava os olhos e partia os lábios inchados em um gemido extremamente sexy o deixava perdido.

Ela era dele.

Dele e dele.

Ninguém mais. Só dele.

Ele mataria qualquer um que quisesse tira-la dele.

Qualquer um que a ameaçasse.

Sem deixar de fita-la ele desceu o zíper das próprias calças, a boxer foi abaixada com facilidade.

Com a outra mão ele ainda a estimulava a fazendo arquear contra si.

Seu membro rígido latejava em puro desejo enquanto ele sentia as paredes escorregadias apertarem seus dedos.

Cessando os estímulos ele a fez fitar-lhe.

Quando seus olhos se encontraram ele sussurrou... – Eu te amo ... Ao mesmo tempo em que arredava a calcinha para o lado e a penetrava.

Lentamente no inicio.

Sentindo seu membro deslizar no calor apertado centímetro por centímetro.

Não havia prazer maior do que está dentro dela.

Sentir-se dentro dela.

- Você é minha...- Ele gemeu quando aumentou o impulso das estocadas.

- Minha... – olhando a nos olhos. – Eu te amo...

A respiração dissonante.

- Minha...

Todo seu corpo gritando por ela... Mais e mais...

Como em um vendaval de prazer.

E quando ela veio ele a beijou indo junto com ela.

~0~

Eles cochilaram no sofá.

Após ele a ter deitado sobre seu peito.

Ele acordou primeiro sentindo a respiração dela em seu pescoço.

Seus dedos deslizaram entre os fios rosados agora soltos.

Ela acordou minutos depois e o fitou com olhos sonolentos.

Ele traçou o desenho das sobrancelhas delicadas com o dedo indicador.

- Você confia em mim ? – Perguntou.

- Confio...

- Me ama?

- Amo...

Ele olhou com os olhos negros sérios.

- Conte-me sobre, Sasori...

Continua...

Notas finais
Ai serio que eu detesto meus hentais... nem sei (e não canso de falar isso pra vcs kkkkk), mas, sei lá quando eu releio os hentais dos outros capítulos tenho vontade de deletar todos seriooooo mesmo... aff, acho todos horriveis kkkk. (momento fala a verdade com o leitor)...Mas espero que tenham gostado e me contem o que esperam do proximo capítulo nas reviews tá?
Bom... Por hj é só e aguardo reviews...
Beijos e bjos